A literatura latina e grega
Como tudo começou...

A Literatura Latina
O espírito "prático" fez com que os latinos se destacassem, sobretudo, nas actividades relacionadas à guerra, à engenharia e à política. No entanto, por causa desse mesmo espírito, o interesse literário dos latinos acabou por despertar tardiamente. Com efeito, a literatura Latina somente passa a ter um valor realmente literário a partir das guerras púnicas, quando os gregos, que estavam sob dominação Romana, passaram a influenciar os latinos.
Essa influência foi tanta, que muitos estudiosos consideram a literatura desenvolvida pelos latinos como uma imitação da literatura grega. Todavia, tais imitações foram feitas com maestria, pois as obras de Virgílio, Horácio, Ovídio, Tácito, Tito Lívio, Plauto e Terêncio são classificadas como geniais.
A Literatura Latina é, geralmente, dividida em quatro épocas:
primeira época (das origens a Cícero- 81 a.C);
época de Cícero (80 a.C a 29 a.C);
época de Augusto (28 a.C a 14 d.C);
decadência.
Literatura Grega
A civilização Grega deve aos povos indo-europeus, helenos, aqueus, dórios entre outros, os aspectos mais originais de sua literatura. Foram deles a primeira criação poética, a criação dos deuses e de suas lendas, conhecidas até hoje. Como exemplo pode-se citar os poemas homéricos, que fazem referência ao povo aqueu.
Ao longo de sua história, a literatura grega teve várias fases e géneros e, por isso, geralmente é, dividida em três grandes géneros:
Poesia épica ou epopeia: conta a história dos heróis e suas façanhas;
Poesia Lírica: possuí origem nos antigos hinos, que eram dedicados aos deuses;
Teatro: tem o objectivo de emocionar o público, fazendo-o acreditar de que tudo o que acontece durante a peça também pode acontecer na vida real.
Além dessas três divisões temos ainda:
a didáctica (cujo maior representante foi Esopo, que escreveu cerca de 400 fábulas, nas quais ensinava sobre os valores negativos e positivos e sobre o bem e o mal. A obra de Esopo, que muitas vezes era ilustrada com animais, que tinham as virtudes e os defeitos do homem,influenciou as fábulas romanas e as de La Fontaine)
a filosofia (sendo as figuras de Platão e Aristóteles os maiores destaques)
a história (que tinha o objectivo de salvar do esquecimento os motivos das guerras e os feitos heróicos dos gregos. Os autores que mais se destacaram foram Heródoto, Tucídides e Xenofonte);
e a eloquência (tendo em Demóstenes o seu maior representante).

A Literatura Latina
O espírito "prático" fez com que os latinos se destacassem, sobretudo, nas actividades relacionadas à guerra, à engenharia e à política. No entanto, por causa desse mesmo espírito, o interesse literário dos latinos acabou por despertar tardiamente. Com efeito, a literatura Latina somente passa a ter um valor realmente literário a partir das guerras púnicas, quando os gregos, que estavam sob dominação Romana, passaram a influenciar os latinos.
Essa influência foi tanta, que muitos estudiosos consideram a literatura desenvolvida pelos latinos como uma imitação da literatura grega. Todavia, tais imitações foram feitas com maestria, pois as obras de Virgílio, Horácio, Ovídio, Tácito, Tito Lívio, Plauto e Terêncio são classificadas como geniais.
A Literatura Latina é, geralmente, dividida em quatro épocas:
primeira época (das origens a Cícero- 81 a.C);
época de Cícero (80 a.C a 29 a.C);
época de Augusto (28 a.C a 14 d.C);
decadência.
Literatura Grega
A civilização Grega deve aos povos indo-europeus, helenos, aqueus, dórios entre outros, os aspectos mais originais de sua literatura. Foram deles a primeira criação poética, a criação dos deuses e de suas lendas, conhecidas até hoje. Como exemplo pode-se citar os poemas homéricos, que fazem referência ao povo aqueu.
Ao longo de sua história, a literatura grega teve várias fases e géneros e, por isso, geralmente é, dividida em três grandes géneros:
Poesia épica ou epopeia: conta a história dos heróis e suas façanhas;
Poesia Lírica: possuí origem nos antigos hinos, que eram dedicados aos deuses;
Teatro: tem o objectivo de emocionar o público, fazendo-o acreditar de que tudo o que acontece durante a peça também pode acontecer na vida real.
Além dessas três divisões temos ainda:
a didáctica (cujo maior representante foi Esopo, que escreveu cerca de 400 fábulas, nas quais ensinava sobre os valores negativos e positivos e sobre o bem e o mal. A obra de Esopo, que muitas vezes era ilustrada com animais, que tinham as virtudes e os defeitos do homem,influenciou as fábulas romanas e as de La Fontaine)
a filosofia (sendo as figuras de Platão e Aristóteles os maiores destaques)
a história (que tinha o objectivo de salvar do esquecimento os motivos das guerras e os feitos heróicos dos gregos. Os autores que mais se destacaram foram Heródoto, Tucídides e Xenofonte);
e a eloquência (tendo em Demóstenes o seu maior representante).