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Exercícios – “Livros do Vestibular” Memórias Póstumas de Brás Cubas – Machado de Assis

Posted by Profº Monteiro on junho 12, 2016


1. (Fuvest-SP) O romance Memórias póstumas de Brás Cubas publicou-se num momento significativo da literatura brasileira, tanto para a carreira de Machado de Assis, como para o desenvolvimento da prosa no Brasil. Tornou-se um divisor entre:
a) a prosa romântica e a realista-naturalista;
b) o romantismo e o cientificismo literário;
c) os remanescentes clássicos e a necessidade de modernização;
d) o espírito conservador e o espírito revolucionário;
e) a prosa finissecular e a imposição renovadora da época.

2. (PUC-SP)
“Gastei trinta dias para ir do Rocio Grande ao coração de Marcela...”
“Marcela amou-me durante quinze meses e onze contos de réis; nada menos.”
As duas citações anteriores integram o romance Memórias póstumas de Brás Cubas, escrito por Machado de Assis.
Delas pode inferir-se que:
a) em ambas há igual manifestação da relação temporal e espacial.
b) apenas em uma há referência espacial geográfica e sentimental.
c) nenhuma apresenta discrepância semântica entre as relações espaciais.
d) ambas operam com a relação de tempo e de espaço.
e) nenhuma revela discrepância semântica entre as relações temporais.

3. (PUC-SP)
“Este livro e o meu estilo são como os ébrios, guinam à direita e à esquerda, andam e param, resmungam, urram, gargalham, ameaçam o céu, escorregam e caem...”
Este trecho integra o capítulo “O senão do livro”, do romance Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis. Dele e do livro como um todo, é possível depreender que:
a) se marca pela função metalinguística, já que o narrador-autor reflete sobre o próprio ato de escrever e analisa criticamente seu estilo irregular e vagaroso.
b) afirma que o livro “cheira a sepulcro, traz certa contração cadavérica” porque foi escrito do além, é uma obra de finado e trata apenas de fatos da eternidade.
c) é um capítulo desnecessário e o próprio narrador pensa em suprimi-lo por causa do despropósito que contém em suas últimas linhas e porque viola a estrutura linear dessa narrativa.
d) foge do estilo geral do autor, uma vez que interrompe o fio da narrativa com inserções reflexivas.
e) julga o leitor, com quem excepcionalmente dialoga, o grande defeito do livro, já que o desconsidera ao longo do romance.

4. (FGV-SP) Sobre o romance Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, é correto afirmar que:
a) marca o início do Romantismo na literatura brasileira.
b) o nascimento do filho do protagonista com Virgília redime a tristeza de Brás Cubas.
c) o contato de Brás Cubas com a filosofia do Humanismo é-lhe facultado pelo amigo Quincas Borba.
d) Marcela era realmente apaixonada por Brás Cubas.
e) as personagens femininas do romance têm a ingenuidade das heroínas românticas.

5. (UFMG) Considerando-se o narrador de Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, é INCORRETO afirmar que ele:
a) aborda, de forma humorística, os temas trágicos da morte e da loucura.
b) apresenta, por intermédio de Quincas Borba, o sistema filosófico denominado Humanitismo.
c) convoca frequentemente o leitor a envolver-se na narrativa.
d) relata suas memórias, tendo como ponto de partida fatos decisivos de sua infância.

6. (UFMG) Todas as alternativas sobre o narrador de Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, estão corretas, EXCETO:
a) Analisa o ser humano, focalizando o seu lado negativo, seus defeitos morais.
b) Conta a história de forma regular e fluente, preocupando-se com a compreensão do leitor.
c) Informa que a causa de sua morte foi uma ideia fixa, a obsessão com o emplastro Brás Cubas.
d) Não hesita em apontar seus próprios erros e imperfeições, pois está a salvo dos juízos alheios.
e) Não vê com bons olhos a figura do crítico, chegando mesmo a ridicularizá-lo.

7. (UFMG) Todos os trechos extraídos de Memórias póstumas de Brás Cubas expressam a ideia de que o ser humano sempre se mira num espelho social, o olhar do público, EXCETO:
a) “Então, — e vejam até que ponto pode ir a imaginação de um homem, com sono, — então, pareceu-me ouvir de um morcego encarapitado no tejadilho: Sr. Brás Cubas, a rejuvenescência estava na sala, nos cristais, nas luzes, nas sedas, — enfim, nos outros.”
b) “Minha mãe era uma senhora fraca, de pouco cérebro e muito coração, assaz crédula, sinceramente piedosa, — caseira, apesar de bonita, e modesta, apesar de abastada; temente às trovoadas e ao marido. O marido era na Terra o seu deus. Da colaboração dessas duas criaturas nasceu a minha educação (...)”
c) “Na vida, o olhar da opinião, o contraste dos interesses, a luta das cobiças obrigam a gente a calar os trapos velhos, a disfarçar os rasgões e os remendos, a não estender ao mundo as revelações que faz à consciência; e o melhor da obrigação é quando, à força de embaçar os outros, embaça-se um homem a si mesmo...”
d) “O alienista notou então que ele escancarava as janelas todas desde longo tempo, que alçara as cortinas, que devassara o mais possível a sala, ricamente alfaiada, para que a vissem de fora, e concluiu: — Este seu criado tem a mania do ateniense: crê que todos os navios são dele; uma hora de ilusão que lhe dá a maior felicidade da terra.”
e) “Pareceu-me então (e peço perdão à crítica, se este meu juízo for temerário!) pareceu-me que ele tinha medo — não de mim, nem de si, nem do código, nem da consciência; tinha medo da opinião. Supus que esse tribunal anônimo e invisível, em que cada membro acusa e julga, era o limite posto à vontade do Lobo Neves.”

8. (UFPE-adaptada) Observe e responda V (verdadeiro) ou F (falso).
Começo a arrepender-me desse livro. Não que ele me canse; eu não tenho que fazer; e, realmente, expedir alguns magros capítulos para esse mundo sempre é tarefa que distrai um pouco da eternidade.
ASSIS, Machado de. Memórias póstumas de Brás Cubas.
( ) Este fragmento é de um romance pretensamente biográfico, escrito por um “defunto-autor”.
( ) A ironia, o pessimismo e o desmascaramento das ilusões estão presentes no livro.
( ) “Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria”. Frase de fim do romance, encerra o desencanto do autor diante da vida.
( ) Memórias póstumas de Brás Cubas é seu primeiro romance, tendo sido escrito na fase romântica.
( ) O texto revela uma forma trabalhada, limpa e perfeita. Em sua obra, o rigor formal não exclui a clareza.

9. (Fuvest-SP)
Era uma flor, o Quincas Borba. Nunca em minha infância, nunca em toda a minha vida, achei um menino mais gracioso, inventivo e travesso. Era a flor, e não já da escola, senão de toda a cidade. A mãe, viúva, com alguma cousa de seu, adorava o filho e trazia-o amimado, asseado, enfeitado, com um vistoso pajem atrás, um pajem que nos deixava gazear a escola, ir caçar ninhos de pássaros, ou perseguir lagartixas nos morros do Livramento e da Conceição, ou simplesmente arruar, à toa, como dous peraltas sem emprego. E de imperador! Era um gosto ver o Quincas Borba fazer de imperador nas festas do Espírito Santo. De resto, nos nossos jogos pueris, ele escolhia sempre um papel de rei, ministro, general, uma supremacia, qualquer que fosse. Tinha garbo o traquinas, e gravidade, certa magnificência nas atitudes, nos meneios. Quem diria que... Suspendamos a pena; não adiantemos os sucessos. Vamos de um salto a 1822, data da nossa independência política, e do meu primeiro cativeiro pessoal.
ASSIS, Machado de. Memórias póstumas de Brás Cubas.
A busca de “uma supremacia, qualquer que fosse”, que nesse trecho caracteriza o comportamento de Quincas Borba, tem como equivalente, na trajetória de Brás Cubas,
a) o projeto de tornar-se um grande dramaturgo.
b) a ideia fixa da invenção do emplastro.
c) a elaboração da filosofia do Humanitismo.
d) a ambição de obter o título de marquês.
e) a obsessão de conquistar Eugênia.

10. (PUC-SP) Considere as seguintes frases, extraídas de Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis.
I. Agora, porém, que estou cá do outro lado da vida, posso confessar tudo.
II. Que me conste, ainda ninguém relatou seu próprio delírio; faço-o eu, e a ciência me agradecerá.
III. Entre a morte do Quincas Borba e a minha, mediaram os sucessos narrados na primeira parte do livro.
Identifique a afirmação que contextualiza corretamente uma das frases anteriores.
a) I = imaginando-se morto, Brás Cubas desobriga-se de ser fiel às verdades dos vivos.
b) II = em seu delírio, o protagonista tem a ideia de inventar um miraculoso emplastro.
c) III = aqui se revela, afinal, a extraordinária condição deste “defunto-autor”.
d) II = em sua corrida à origem dos tempos, o narrador encontra não o Paraíso, mas a gélida Natureza.
e) I = em situação privilegiada, o narrador propõe-se a investigar a significação oculta das tragédias humanas.

Respostas:
1) a
2) b
3) a
4) c
5) d
6) b
7) b
8) V-V-V-F-V
9) b

10) d

MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS

Posted by Profº Monteiro on junho 06, 2016


MEMÓRIAS PÓSTUMAS...

Ao criar um narrador que resolve contar sua vida depois de morto, Machado de Assis muda radicalmente o panorama da literatura brasileira, além de expor de forma irônica os privilégios da elite da época.

Narrador
A narração é feita em primeira pessoa e postumamente, ou seja, o narrador se auto intitula um defunto-autor – um morto que resolveu escrever suas memórias. Assim, temos toda uma vida contada por alguém que não pertence mais ao mundo terrestre.Com esse procedimento, o narrador consegue ficar além de nosso julgamento terreno e, desse modo, pode contar as memórias da forma como melhor lhe convém. 




Foco Narrativo
Com a narração em primeira pessoa, a história é contada partindo de um relato do narrador-observador e protagonista, que conduz o leitor tendo em vista sua visão de mundo, seus sentimentos e o que pensa da vida. Dessa maneira, as memórias de Brás Cubas nos permitirão ter acesso aos bastidores da sociedade carioca do século XIX. 




Tempo
A obra é apoiada em dois tempos. Um é o tempo psicológico, do autor além-túmulo, que, desse modo, pode contar sua vida de maneira arbitrária, com digressões e manipulando os fatos à revelia, sem seguir uma ordem temporal linearA morte,por exemplo, é contada antes do nascimento e dos fatos da vida.

No tempo cronológico, os acontecimentos obedecem a uma ordem lógica: infância, adolescência, ida para Coimbra, volta ao Brasil e morte. A estranheza da obra começa pelo título, que sugere as memórias narradas por um defunto. O próprio narrador, no início do livro, ressalta sua condição: trata-se de um defunto-autor, e não de um autor defunto. Isso consiste em afirmar seus méritos não como os de um grande escritor que morreu, mas de um morto que é capaz de escrever.



http://machado.mec.gov.br/images/stories/pdf/romance/marm05.pdf  p.1,2,3


O pacto de verossimilhança sofre um choque aqui, pois os leitores da época,acostumados com a linearidade das obras (início, meio e fim), veem-se obrigados a situar-se nessa incomum situação.

http://machado.mec.gov.br/images/stories/pdf/romance/marm05.pdf  p.78 


Não-realizações
Publicado em 1881, o livro aborda as experiências de um filho abastado da elite brasileira do século XIX, Brás Cubas. Começa pela sua morte, descreve a cena do enterro, dos delírios antes de morrer, até retornar a sua infância, quando a narrativa segue de forma mais ou menos linear – interrompida apenas por comentários digressivos do narrador. 

O romance não apresenta grandes feitos, não há um acontecimento significativo que se realize por completo. A obra termina, nas palavras do narrador, com um capítulo só de negativas. 

http://machado.mec.gov.br/images/stories/pdf/romance/marm05.pdf  p.139

A força da obra está justamente nessas não-realizações, nesses detalhes. Os leitores ficam sempre à espera do desenlace que a narrativa parece prometer. Ao fim, o que permanece é o vazio da existência do protagonista. É preciso ficar atento para a maneira como os fatos são narrados. Tudo está mediado pela posição de classe do narrador, por sua ideologia. Assim, esse romance poderia ser conceituado como a história dos caprichos da elite brasileira do século XIX e seus desdobramentos, contexto do qual Brás Cubas é, metonimicamente, um representante.

O que está em jogo é se esses caprichos vão ou não ser realizados. Alguns exemplos: a hesitação ao começar a obra pelo fim ou pelo começo; comparar suas memórias às sagradas escrituras; desqualificar o leitor: dar-lhe um piparote, acusá-lo de ser o principal defeito da obra; e o próprio fato de escrever após a morte. Se Brás Cubas teve uma vida repleta de caprichos, em virtude de sua posição de classe, é natural que, ao escrever suas memórias, o livro se componha desse mesmo jeito.

O mais importante não é a realização ou não dessas veleidades, mas o direito de tê-las, que está reservado apenas a uns poucos da sociedade da época.Veja-se o exemplo de Dona Plácida e do negro Prudêncio. Ambos são personagens secundários e trabalham para os grandes. A primeira nasceu para uma vida de sofrimentos. Dona Plácida serve ainda de álibi para que Brás e Virgília possam concretizar o amor adúltero numa casa alugada para isso.


http://machado.mec.gov.br/images/stories/pdf/romance/marm05.pdf  p. 79


Com Prudêncio, vê-se como a estrutura social se incorpora ao indivíduo. Ele fora escravo de Brás na infância e sofrera os espancamentos do senhor. Um dia, Brás Cubas o encontra, depois de alforriado, e o vê batendo num negro fugitivo. Depois de breve espanto, Brás pede para que pare com aquilo, no que é prontamente atendido por Prudêncio. O ex-escravo tinha passado a ser dono de escravo e, nessa condição, tratava outro ser humano como um animal. Sua única referência de como lidar com a situação era essa, afinal era o modo como ele próprio havia sido tratado anteriormente. Prudêncio não hesita, porém, em atender ao pedido do ex-dono, com o qual não tinha mais nenhum tipo de dívida nem obrigação a cumprir. 

http://machado.mec.gov.br/images/stories/pdf/romance/marm05.pdf p.15



Os personagens da obra são basicamente representantes da elite brasileira do século XIX. Há, no entanto, figuras de menor expressão social, pertencentes à escravidão ou à classe média, que têm significado relevante nas relações sociais entre as classes. Assim, "Memórias Póstumas de Brás Cubas", além de seu enorme valor literário, funciona como instrumento de entendimento desse aspecto social de nossas classes, como vimos nas caracterizações de Dona Plácida e do negro Prudêncio. 


http://machado.mec.gov.br/images/stories/pdf/romance/marm05.pdf p.76


A sociedade da época se estruturava a partir de uma divisão nítida. Havia, de um lado, os donos de escravos, urbanos e rurais, que constituíam a classe mandante do país. Estão representados invariavelmente como políticos: ministros, senadores e deputados. De outro, a escravidão é a responsável direta pelo trabalho e pelo sustento da nação e, por assim dizer, das elites. No meio, há uma classe média formada por pequenos comerciantes, funcionários públicos e outros servidores, que são dependentes e agregados dos favores dos grandes privilegiados.



"Memórias Póstumas de Brás Cubas" é uma obra que revolucionou o romance brasileiro. De cunho realista, mas sem ter as características da crítica agressiva de outros escritores do Realismo (como Eça de Queirós em Portugal), a força da obra de Machado de Assis está na crítica sutil e na grande inteligência do autor. Ao contrário do já citado escritor português Eça de Queirós, que batia de frente com a burguesia, em Memórias Póstumas a crítica à burguesia é feita  por dentro, ou seja, o escritor parte de um ponto de vista mais psicológico. Através disso, consegue-se fazer um combate ao Romantismo em sua essência através de personagens verossímeis que caberá ao leitor julgar e questionar, para dar um exemplo, a questão da ociosidade burguesa.

Esta obra Machado de Assis revolucionou o formato do romance através da subversão de padrões do Romantismo. Se no romance é de praxe escrever uma dedicatória, por exemplo, ele o faz a um verme; ao verme que o corroeu. Outro ponto que pode ser citado como exemplo é a quantidade de capítulos do livro. Se era comum ter cerca de trinta capítulos em um romance, Machado de Assis faz um livro que ultrapassa cem capítulos. Porém, alguns deles são extremamente curtos ou  "vazios". 

Material extraído do Guia do Estudante, em http://guiadoestudante.abril.com.br/estude/literatura  Adaptado

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Posted by Profº Monteiro on junho 07, 2014


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