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PORTUGUÊS – 3º ANO Morfologia e sintaxe

Posted by Profº Monteiro on junho 26, 2017
PORTUGUÊS – 3º ANO__-
Morfologia e sintaxe
Morfologia: palavras isoladas
Estudo das classes de palavras: substantivo, adjetivo, artigo, verbo, advérbio, pronome, preposição, numeral, interjeição e conjunção.
Ex. O carro que meu avô comprou não era novo.

Sintaxe: palavras relacionadas
Frase, oração e período.
Sujeito e predicado.
Ex. O carro que meu avô comprou não era novo.

Narração e dissertação.

PORTUGUÊS – 02/03/11 - ATIVIDADE
1. A classe de palavras que é empregada para exprimir estados emotivos:
a)                   adjetivo. 
b)                  interjeição. 
c)                   preposição. 
d)                  conjunção. 
e)                  advérbio. 

2. Em "Tem bocas que murmuram preces...", a seqüência morfológica é:
a)                   verbo-substantivo-pronome relativo-verbo-substantivo. 
b)                  verbo-substantivo-conjunção integrante-verbo-substantivo. 
c)                   verbo-substantivo-conjunção coordenativa-verbo-adjetivo. 
d)                  verbo-adjetivo-pronome indefinido-verbo-substantivo. 
e)                  verbo-advérbio-pronome relativo-verbo-substantivo. 

3. Marque o item em que a análise morfológica da palavra sublinhada não está correta:
a)                   Ele dirige perigosamente - (advérbio). 
b)                  Nada foi feito para resolver a questão - (pronome indefinido). 
c)                   O cantar dos pássaros alegra as manhãs - (verbo). 
d)                  metade da classe já chegou - (numeral). 
e)                  Os jovens gostam de cantar música moderna - (verbo).

4. (UE-BA) Assinale a alternativa correspondente ao período onde há predicativo do sujeito:
a) Como o povo anda tristonho!
b) Agradou ao chefe o novo funcionário.
c) Ele nos garantiu que viria.
d) No Rio, não faltam diversões.
e) O aluno ficou sabendo hoje cedo de sua aprovação.

5) Faça a análise morfológica – escrever as classes gramaticais – das palavras destacadas nas frases:
* ”Enfim acabei as duas tranças. Onde estava a fita para atar-lhes as pontas?”
a) acabei: __________________ Onde __________________
b) as: ______________________fita____________________
c) duas: ____________________para___________________
* "Vamos ver o grande cabeleireiro... ’’
a) vamos: _______________________
b) ver: _________________________
c) cabeleireiro___________________
d) Grande______________________
6. Observe a frase e sublinhe o sujeito de cada oração.
a)                   Despreocupados estavam os alunos e amigos.
b)                  A família ficou comovida com o acidente.
c)                   A cortina cor de seda rasgou no meio da festa.
d)                  Irritados, os colegas começaram a falar mal o chefe.
e)                  Coitados dos pássaros morreram sem chance de voar.

Objetivos da Análise Sintática

Posted by Profº Monteiro on fevereiro 25, 2017



A análise sintática tem como objetivo examinar a estrutura de um período e das orações que compõem um período.
Estrutura de um Período
Observe:
Conhecemos mais pessoas quando estamos viajando.
Ao analisarmos a estrutura do período acima, é possível identificar duas orações: Conhecemos mais pessoas e quando estamos viajando.
Termos da Oração
No período "Conhecemos mais pessoas quando estamos viajando", existem seis palavras. Cada uma delas exerce uma determinada função nas orações. Em análise sintática, cada palavra da oração é chamada de termo da oração. Termo é a palavra considerada de acordo com a função sintática que exerce na oração.
Segundo a Nomenclatura Gramatical Brasileira, os termos da oração podem ser:
1) Essenciais
Também conhecidos como termos "fundamentais", são representados pelo sujeito e predicado nas orações.
2) Integrantes
Completam o sentido dos verbos e dos nomes, são representados por:

complemento verbal - objeto direto e indireto;
complemento nominal;
agente da passiva.
3) Acessórios
Desempenham função secundária (especificam o substantivo ou expressam circunstância). São representados por:

adjunto adnominal;
adjunto adverbial;
aposto.
Obs.:
O vocativo, em análise sintática, é um termo à parte: não pertence à estrutura da oração.

Estrutura de um Frase

Posted by Profº Monteiro on fevereiro 24, 2017
As frases que possuem verbo são geralmente estruturadas a partir de dois elementos essenciais: sujeito predicado. Isso não significa, no entanto, que tais frases devam ser formadas, no mínimo, por dois vocábulos. Na frase "Saímos", por exemplo, há um sujeito implícito na terminação do verbo: nós.
sujeito é o termo da frase que concorda com o verbo em número e pessoa. É normalmente o "ser de quem se declara algo", "o tema do que se vai comunicar".
predicado é a parte da frase que contém "a informação nova para o ouvinte". Normalmente, ele se refere ao sujeito, constituindo a declaração do que se atribui ao sujeito. É sempre muito importante analisar qual é o núcleo significativo da declaração: se o núcleo da declaração estiver no verbo, teremos um predicado verbal (ocorre nas frases verbais); se o núcleo da declaração estiver em algum nome, teremos um predicado nominal (ocorre nas frases nominais que possuem verbo de ligação).
Observe:




O amor é eterno.

O tema, o ser de quem se declara algo, o sujeito, é "O amor". A declaração referente a "o amor", ou seja, o predicado, é "é eterno". É um predicado nominal, pois seu núcleo significativo é o nome"eterno". Já na frase:





Os rapazes jogam futebol.

O sujeito é "Os rapazes", que identificamos por ser o termo que concorda em número e pessoa com o verbo "jogam". O predicado é"jogam futebol", cujo núcleo significativo é o verbo "jogam". Temos, assim, um predicado verbal.

Oração
Uma frase verbal pode ser também uma oração. Para isso é necessário:





- que o enunciado tenha sentido completo;
- que o enunciado tenha verbo (ou locução verbal).

Por Exemplo:




Camila terminou a leitura do livro.

Obs.: Na oração as palavras estão relacionadas entre si, como partes de um conjunto harmônico: elas são os termos ou as unidades sintáticas da oração. Assim, cada termo da oração desempenha umafunção sintática.
Atenção:
Nem toda frase é oração.
Por Exemplo:



Que dia lindo!
Esse enunciado é frase, pois tem sentido.
Esse enunciado não é oração, pois não possui verbo.
Assim, não possuem estrutura sintática, portanto não são orações, frases como:


Socorro! - Com Licença! - Que rapaz ignorante!
A frase pode conter uma ou mais orações. Veja:
Brinquei no parque. (uma oração)
Entrei na casa e sentei-me. (duas orações)
Chegueivivenci. ( três orações).

SINTAXE , FRASE, ORAÇÃO E PERÍODO

Posted by Profº Monteiro on fevereiro 24, 2017

DEFINIÇÃO
A Sintaxe é a parte da gramática que estuda a disposição das palavras na frase e a das frases no discurso, bem como a relação lógica das frases entre si. Ao emitir uma mensagem verbal, o emissor procura transmitir um significado completo e compreensível. Para isso, as palavras são relacionadas e combinadas entre si. A sintaxe é um instrumento essencial para o manuseio satisfatório das múltiplas possibilidades que existem para combinar palavras e orações.

Análise Sintática
1- FRASE, ORAÇÃO E PERÍODO
Frase
Frase é todo enunciado de sentido completo, podendo ser formada por uma só palavra ou por várias, podendo ter verbos ou não. A fraseexprime, através da fala ou da escrita:
ideiasemoçõesordensapelos
A frase se define pelo seu propósito comunicativo, ou seja, pela sua capacidade de, num intercâmbio linguístico, transmitir um conteúdo satisfatório para a situação em que é utilizada.
Exemplos:



O Brasil possui um grande potencial turístico.
Espantoso!
Não vá embora.
Silêncio!
O telefone está tocando.
Observação: a frase que não possui verbo denomina-se Frase Nominal.
Na língua falada, a frase é caracterizada pela entoação, que indica nitidamente seu início e seu fim. A entoação pode vir acompanhada por gestos, expressões do rosto, do olhar, além de ser complementada pela situação em que o falante se encontra. Esses fatos contribuem para que frequentemente surjam frases muito simples, formadas por apenas uma palavra. Observe:


Rua!
Ai!
Essas palavras, dotadas de entoação própria, e acompanhadas de gestos peculiares, são suficientes para satisfazer suas necessidades expressivas.
Na língua escrita, a entoação é representada pelos sinais de pontuação, os quais procuram sugerir a melodia frasal. Desaparecendo a situação viva, o contexto é fornecido pelo próprio texto, o que acaba tornando necessário que as frases escritas sejam linguisticamente mais completas. Essa maior complexidade linguística leva a frase a obedecer as regras gerais da língua. Portanto, a organização e a ordenação dos elementos formadores da frase devem seguir os padrões da língua. Por isso é que:



As meninas estavam alegres.
constitui uma frase, enquanto:


Alegres meninas estavam as.
não é considerada uma frase da língua portuguesa.
Tipos de Frases
Muitas vezes, as frases assumem sentidos que só podem ser integralmente captados se atentarmos para o contexto em que são empregadas. É o caso, por exemplo, das situações em que se explora a ironia. Pense, por exemplo, na frase "Que educação!", usada quando se vê alguém invadindo, com seu carro, a faixa de pedestres. Nesse caso, ela expressa exatamente o contrário do que aparentemente diz.
A entoação é um elemento muito importante da frase falada, pois nos dá uma ampla possibilidade de expressão. Dependendo de como é dita, uma frase simples como "É ela." pode indicar constatação, dúvida, surpresa, indignação, decepção, etc. Na língua escrita, os sinais de pontuação podem agir como definidores do sentido das frases. Veja:
baloezinhos

Existem alguns tipos de frases cuja entoação é mais ou menos previsível, de acordo com o sentido que transmitem. São elas:
a) Frases Interrogativas: ocorrem quando uma pergunta é feita pelo emissor da mensagem. São empregadas quando se deseja obter alguma informação. A interrogação pode ser direta ou indireta.


Você aceita um copo de suco? (Interrogação direta)
Desejo saber se você aceita um copo de suco. (Interrogação indireta)
b) Frases Imperativas: ocorrem quando o emissor da mensagem dá uma ordem ou conselho ou se faz um pedido, utilizando o verbo no modo imperativo. Podem ser afirmativas ou negativas.




Faça-o entrar no carro! (Afirmativa)
Não faça isso. (Negativa)
Dê-me uma ajudinha com isso! (Afirmativa)
c) Frases Exclamativas: nesse tipo de frase o emissor exterioriza um estado afetivo. Apresentam entoação ligeiramente prolongada.
    Por Exemplo:Que prova difícil!
    É uma delícia esse bolo!
d) Frases Declarativas: ocorrem quando o emissor constata um fato. Esse tipo de frase informa ou declara alguma coisa. Podem ser afirmativas ou negativas.


Obrigaram o rapaz a sair. (Afirmativa)
Ela não está em casa. (Negativa)
e) Frases Optativas: são usadas para exprimir um desejo.
    Por Exemplo:
    Deus te acompanhe!
    Bons ventos o levem!

De acordo com a construção, as frases classificam-se em:
Frase Nominal: é a frase construída sem verbos.
Exemplos:


Fogo!
Cuidado!
Belo serviço o seu!
Trabalho digno desse feirante.
Frase Verbal: é a frase construída com verbo.
Por Exemplo:



O sol ilumina a cidade e aquece os dias.
Os casais saíram para jantar.
A bola rolou escada abaixo.

Classificação do Sujeito

Posted by Profº Monteiro on fevereiro 23, 2017

Classificação do Sujeito
O sujeito das orações da língua portuguesa pode ser determinado ouindeterminado. Existem ainda as orações sem sujeito.
1 - Sujeito Determinado: é aquele que se pode identificar com precisão a partir da concordância verbal. Pode ser:



a) Simples
Apresenta apenas um núcleo ligado diretamente ao verbo.
Por Exemplo:
rua estava deserta.
Observação: não se deve confundir sujeito simples com a noção de singular. Diz-se que o sujeito é simples quando o verbo da oração se refere a apenas um elemento, seja ele um substantivo (singular ou plural), um pronome, um numeral ou uma oração subjetiva.
Por Exemplo:
Os meninos estão gripados.
Todos cantaram durante o passeio.
b) Composto
Apresenta dois ou mais núcleos ligados diretamente ao verbo.
Tênis e natação são ótimos exercícios físicos.
c) Implícito
Ocorre quando o sujeito não está explicitamente representado na oração, mas pode ser identificado.
Por Exemplo:
Dispensamos todos os funcionários.
Nessa oração, o sujeito é simples e determinado, pois o sujeito nós é indicado pela desinência verbal - mos.
Observação: o sujeito implícito também é chamado de sujeito elíptico, subentendido ou desinencial. Antigamente era denominado sujeito oculto.

Período de uma frase

Posted by Profº Monteiro on fevereiro 20, 2017
Período
Período é a frase constituída de uma ou mais orações, formando um todo, com sentido completo. O período pode ser simples oucomposto.
Período Simples: é aquele constituído por apenas uma oração, que recebe o nome de oração absoluta.
Exemplos:


O amor é eterno.
As plantas necessitam de cuidados especiais.
Quero aquelas rosas.
O tempo é o melhor remédio.

Período Composto: é aquele constituído por duas ou mais orações:


Quando você partiu minha vida ficou sem alegrias.
Quero aquelas flores para presentear minha mãe.
Vou gritar para todos ouvirem que estou sabendo o queacontece ao anoitecer.
Cheguei em casa, jantei e fui dormir.

Saiba que:
Como toda oração está centrada num verbo ou numa locução verbal, a maneira prática de saber quantas orações existem num período é contar os verbos ou locuções verbais.

Questões Sintaxe

Posted by Profº Monteiro on julho 09, 2016

pergunta:Indique a alternativa em que há erro gramatical:
a) Disse que daria o recado a ele e lho dei.
b) Prometeu a resposta a nós e no-la concedeu.
c) Já vo-los mostrarei, esperai.
d) Procuravam João, encontraram-no.
e) Quando lhe vi, espantei-me.




resposta:[E]
pergunta:Em relação aos verbos, os pronomes átonos podem situar-se em três posições: próclise, mesóclise e ênclise. Tendo em vista os textos em questão, responda:
a) Qual posição não ocorre nesses dois textos?
b) Por que há próclise nos 11¡. e 12¡. versos de Olavo Bilac?




resposta:a) Mesóclise.
b) O pronome átono é atraído pelo advérbio de negação.



pergunta:Nossos poetas e prosadores românticos, atentos à linguagem coloquial brasileira, de que freqüentemente se serviram, insurgiram-se contra as "regras de colocação", oferecendo intencionalmente em suas obras exemplos que contraditavam a lição dos gramáticos. Na sexta estrofe do poema "A Cidade" encontramos dois exemplos de colocação de pronomes átonos; num destes o poeta segue a regra de colocação da gramática normativa; no outro, não a leva em consideração. Observe os dois exemplos e, a seguir, explique a infração que, segundo a gramática normativa, teria cometido o poeta.



resposta:"Não é que GERA-SE o co o condor dos Andes!"
A partícula QUE é atrativa, exigindo a próclise.




pergunta:"ENSINAR-ME-LO-IAS, se o SOUBESSES, mas não SABES-O."

A frase estaria de acordo com a norma gramatical, usando-se, onde estão as formas em maiúsculo:
a) Ensinar-mo-ias - o soubesses - o sabes
b) Ensinarias-mo - soubesse-lo - sabe-lo
c) Ensinarias-mo - soubesses-o - o sabes
d) Ensinar-mo-ias - soubesses-o - sabe-lo
e) Ensinarias-mo - soubesse-lo - o sabes




resposta:[A]



pergunta:TEXTO

"_____ o Jânio renunciou à Presidência da República? _____ _____ _____. Sim. _____. E _____ pôde. Eis aí _____, meus amigos. Os _____ nebulosos _____ na esteira dos vários presidentes absurdos. E podem _____ mais".
(Josué Machado)

Preenche adequadamente o texto acima:

a) Porque - O fez - por que - o quis - O quis - por que - porque - porquês - vem - vim
b) Por que - Fê-lo - porque - o quis - Qui-lo - por quê - porque - por que - vêm - vim
c) Por que - O fez - porque - qui-lo - O quis - porque - por que - porques - vêem - vi
d) Por que - Fê-lo - porque - o quis - Qui-lo - porque - por quê - porquês - vêm - vir
e) Por quê - Fê-lo - porquê - qui-lo - O quis - por que - porque - por quês - vem - vir




resposta:[D]



pergunta:Assinalar a alternativa correta quanto a colocação do pronome pessoal oblíquo:
a) O lugar para onde nos mudamos é aprazível.
b) Embora falassem-me, não acreditei.
c) Sempre lembrar-se-á de ti.
d) Darei-te o remédio conforme o prescrito.
e) Isto abalou-me profundamente.




resposta:[A]



pergunta:Nas frases a seguir há erros ou impropriedades. Reescreva-as e justifique a correção.
a) "Remeteremos, em seguida, os pedidos que encomendaram-nos."
b) "Ela veio, de modos que você agora está dispensado."




resposta:a) Remeteremos, em seguida, os pedidos que NOS encomendaram. (Que é partícula atrativa).
b) Ela veio, de MODO que você agora está dispensado.



pergunta:Assinale a alternativa que não apresenta desvio quanto à sintaxe de colocação do pronome oblíquo átono.
a) "Ah, quem és? Lhe pergunto, arrepiado."
(Bocage)

b) "Te enganas, Cirene, pois até esse monte se sente abrasar ..."
(Antônio José)

c) "Suma-se, moleque."
(José Lins do Rego)

d) "Dessa vez, me decidi. Vou viajar nessa máquina."
(Jorge Amado)

e) "Morto depois Afonso, lhe sucede Sancho II."
(Camões)




resposta:[C]



pergunta:A frase que mantém o padrão culto da linguagem é:
a) O especialista a que recorreram para assessorá-los é muito competente.
b) Já coloquei na mochila as cordas as quais ensinarei aos meninos como fazer os diferentes nós.
c) A cidade cujo prefeito já lhes falei também participará do torneio.
d) Tenho uma peça indiana raríssima que já me ofereceram muito dinheiro.
e) Ele escolheu o tipo de utilitário de que mais lhe convinha.




resposta:[A]



pergunta:Leia com atenção:

Nos calamos, sim, mas antes eu e meu irmão queremos deixar claro que nunca vimos ele tão alterado com nós, quando aproximamos dele; ambos sentimos embaraçados, porque só queríamos saudar ele.

A frase anterior está integralmente redigida segundo padrão culto escrito em:
a) Calamos-nos, sim, mas antes eu e meu irmão queremos deixar claro que nunca o vimos tão alterado com nós, quando nos aproximamos dele; ambos sentimos-nos embaraçados, porque só queríamos o saudar.
b) Cala-mo-nos, sim, mas antes eu e meu irmão queremos deixar claro que nunca vimo-lo tão alterado conosco, quando nos aproximamos dele; ambos nos sentimos embaraçados, porque só queríamos saudá-lo.
c) Cala-mo-nos, sim, mas antes eu e meu irmão queremos deixar claro que nunca o vimos tão alterado com nós, quando aproxima-mo-nos dele; ambos nos sentimos embaraçados, porque só queríamos saudá-lo.
d) Cala-mo-nos, sim, mas antes eu e meu irmão queremos deixar claro que nunca vimos-o tão alterado conosco, quando nos aproximamos dele; ambos sentimo-nos embaraçados, porque só queríamos o saudar.
e) Calamo-nos, sim, mas antes eu e meu irmão queremos deixar claro que nunca o vimos tão alterado conosco, quando nos aproximamos dele; ambos nos sentimos embaraçados, porque só queríamos saudá-lo.




resposta:[E]



pergunta:O folclore político brasileiro atribui a Jânio Quadros a autoria das frases seguintes:

A. Fi-lo porque qui-lo.
B. Bebo-o porque é líquido; se fosse sólido, comê-lo-ia.

Sem qualquer consideração acerca da real autoria das frases, observe o uso de pronomes nas mesmas e indique as afirmativas corretas em relação à colocação pronominal.

01) Uma forma possível de reescrever corretamente a frase A é: Fiz-lhe porque o quis.
02) A colocação de pronomes em A está correta. A reescrita da frase é simplesmente uma opção estilística.
04) A frase B pode ser reescrita como: Bebo-o porque é líquido; se fosse sólido, comeria-o.
08) A forma de reescrever corretamente a frase A é: Fi-lo porque o quis.
16) O segundo pronome da frase B deve ser eliminado. Sua forma correta é: Bebo-o porque é líquido; se fosse sólido, comeria.
32) A frase B está correta. Pode-se reescrevê-la por uma opção de estilo, não para eliminar erros.

Soma = ( )




resposta:01 + 08 + 32 = 41


pergunta:As falas do menino são marcadamente coloquiais. Em duas situações você pode identificar o uso coloquial de pronomes.
a) Transcreva do texto essas duas frases coloquiais, adaptando-as aos padrões da norma culta.
b) A duas frases marcam uma diferença com relação ao emprego pronominal entre a norma culta e a linguagem coloquial. Explique essa diferença.




resposta:a) Olha, eu vou apanhá-la.
Eu mato-a.
b) A norma culta impede que um pronome reto seja objeto direto, exigindo um pronome oblíquo em ênclise.




Exercícios com Gabarito sobre Sintaxe

Posted by Profº Monteiro on maio 22, 2016


1.Na oração: “Foram chamados às pressas todos os vaqueiros da fazenda vizinha”, o núcleo do sujeito é:


a) todos;

b) fazenda;

c) vizinha;

d) vaqueiros;

e) pressas.

2. Assinale a alternativa em que o sujeito está incorretamente classificado:

a) chegaram, de manhã, o mensageiro e o guia (sujeito composto);
b) fala-se muito neste assunto (sujeito indeterminado);
c) vai fazer frio à noite (sujeito inexistente);
d) haverá oportunidade para todos (sujeito inexistente);
e) não existem flores no vaso (sujeito inexistente).

3.Em “Éramos três velhos amigos, na praia quase deserta”, o sujeito desta oração é:
a) subentendido;
b) claro, composto e determinado;
c) indeterminado;
d) inexistente;
e) claro, simples e determinado.

4.Marque a oração em que o termo destacado é sujeito:
a) houve muitas brigas no jogo;
b) Ia haver mortes, se a polícia não interviesse;
c) faz dois anos que há bons espetáculos;
d) existem muitas pessoas desonestas;
e) há muitas pessoas desonestas.

5. Indique a única frase que não tem verbo de ligação:
a) o sol estava muito quente;
b) nossa amizade continua firme;
c) suas palavras pareciam sinceras;
d) ele andava triste;
e) ele andava rapidamente.

6. Considere a frase: “Ele andava triste porque não encontrava a companheira”, os verbos grifados são respectivamente:

a) transitivo direto - de ligação;
b) de ligação - intransitivo;
c) de ligação - transitivo - indireto;
d) transitivo direto - transitivo indireto;
e) de ligação - transitivo direto.

7.Na praça deserta um homem caminhava - o sujeito é:
a) indeterminado;
b) inexistente;
c) simples;
d) oculto por elipse;
e) composto.

8.Na oração:”Anunciaram grandes novidades” - o sujeito é:
a) simples;
b) composto;
c) indeterminado;
d) elíptico;
e) inexistente.


9. “O toque dos sinos ao cair da noite era trazido lá da cidade pelo vento”. O termo grifado é:
a) sujeito;
b) objeto direto;
c) objeto indireto;
d) complemento nominal;
e) agente da passiva.

10.“Eu andava satisfeito com o mundo e comigo mesmo”, o período é:
a) simples;
b) composto por coordenação;
c) composto por subordinação;
d) composto por coordenação e subordinação;
e) composto de duas orações.

11. Na oração “Mestre Reginaldo, o impoluto, é uma sumidade no campo das ciências” - o termo grifado é:
a) adjunto adnominal;
b) vocativo;
c) predicativo;
d) aposto;
e) sujeito simples.

12.Na expressão: “por todos era apedrejado o Luizinho”, o termo grifado é:
a) objeto direto;
b) objeto indireto;
c) sujeito;
d) complemento nominal;
e) agente da passiva.

13. Dentre as orações abaixo, uma contém complemento nominal. Qual?
a) Meu pensamento é subordinado ao seu.
b) Você não deve faltar ao encontro.
c) Irei à sua casa amanhã.
d) Venho da cidade às três horas.
e) Voltaremos pela rua escura ...

14. Assinale a alternativa em que o termo grifado é adjunto adnominal:
a) Sua falta aos encontros sufocava o nosso amor.
b) Ela é uma fera maluca.
c) Ela é maluca por lambada nacional.
d) Não tenho medo da louca.
e) O amor de Deus é o primeiro mandamento.

15.Em “a linguagem do amor está nos olhos” – os termos grifados são respectivamente:
a) complemento nominal e predicativo do sujeito;
b) adjunto adnominal e predicativo do sujeito;
c) adjunto adnominal e objeto direto;
d) complemento nominal e adjunto adverbial;
e) adjunto adnominal e adjunto adverbial.

16. “Diga ao povo que fico” é um período:
a) simples;
b) composto por coordenação;
c) composto por subordinação;
d) composto por coordenação e subordinação;
e) composto de três orações.

17. “Saúde e felicidade são as minhas aspirações na vida” – nessa expressão o sujeito é:
a) simples;
b) composto;
c) indeterminado;
d) oculto;
e) oração sem sujeito.

18.Na expressão: “Ordem e progresso, esse é o nosso lema” – o sujeito é:
a) simples;
b) composto;
c) indeterminado;
d) oculto;
e) inexistente.

19. Já na expressão “O prefeito Odorico nomeou Dirceu Borboleta ajudante de ordens” – as palavras grifadas funcionam como:
a) objeto direto;
b) objeto indireto;
c) predicativo do sujeito;
d) aposto;
e) predicativo do objeto

20.O verbo de “confio este carro à distinção dos senhores passageiros” é:
a) transitivo direto;
b) transitivo indireto;
c) transitivo direto e indireto;
d) intransitivo;
e) de ligação.

21. Em: “Era inverno e fazia frio” – há duas orações cujos sujeitos são respectivamente:
a) inexistente e indeterminado;
b) indeterminado e inexistente;
c) inexistente e inexistente;
d) indeterminado e indeterminado;
e) N. R. A. porque ambos são compostos.

22. Qual o período simples?

a) Encontrará, talvez, no caminho da vida, asperezas, ingratidões, grosserias, injustiças, brutalidades. . .;
b) Quem sabe se não encontrará inimigos cruéis e “amigos” pérfidos;
c) Dorme, dorme meu anjinho, que a “Mamã” vela por ti . . .;
d) Ela defende-o e protege-o;
e) Faz cinco anos que o procuro.

23.Confiamos no futuro Desconhecemos as coisas do futuro. Temos confiança no futuro
- Nas expressões acima, os termos grifados funcionam respectivamente, como:

a) objeto indireto; adjunto adnominal; complemento nominal;
b) objeto indireto; complemento nominal; objeto indireto;
c) objeto indireto; objeto indireto; complemento nominal;
d) objeto direto; adjunto adnominal; objeto indireto;
e) objeto direto; sujeito; complemento nominal.

24. Em: “faz anos que não chove no sertão” – há duas orações com sujeito:
a) simples;
b) composto;
c) indeterminado;
d) inexistente;
e) elíptico.

25.Em: “pediram-me papai e mamãe que eu fosse mais audacioso”:
a) o sujeito da primeira oração é simples e o da segunda é inexistente;
b) o sujeito da primeira oração é composto e o da segunda, é simples;
c) o sujeito da primeira oração é indeterminado e o da segunda, inexistente;
d) o sujeito da primeira oração é inexistente e o da segunda indeterminado;
e) o sujeito da primeira oração é composto e o da segunda inexistente.

26. Em: “À boca da noite a cata-piolhos rezava baixinho . . .” , o sujeito é:
a) simples;
b) composto;
c) indeterminado;
d) inexistente;
e) oculto.

27.Em qual das alternativas o verbo grifado é de ligação?
a) Quando você pára, eu continuo.
b) Amélia continua mulher de verdade.
c) Esta “droga” de relógio não anda.
d) Andei dois quilômetros a pé.
e) Nos primeiros dias aprendi as notas musicais.

28.O predicado é nominal em:

I - Você acha Cristina bonita, mamãe?
II - O mundo podia ser tranqüilo.
III - “Zé Mané” não estava embriagado.
IV - O guarda noturno permanece atento a todos os perigos.
V - Os transeuntes ficaram assustados.

a) I - II - III;
b) II - III;
c) II - IV;
d) III - IV - V - II;
e) I - II - IV.


29. Dentre as orações abaixo, uma tem sujeito indeterminado. Qual?
a) A nossa casa parecia uma arca de Noé.
b) Não iria além de um vice-campeonato.
c) As águas trafegam furiosas.
d) Atropelaram um boi lá na gentil.
e) No lugar só ficou a surpresa.

30.Na oração: “Diziam que ele era igualzinho a meu pai”, o sujeito da primeira oração é:
a) simples;
b) composto;
c) indeterminado;
d) inexistente;
e) oculto.

31.Dê a função sintática do elemento grifado: “Mestre Cupijó, ouviu-se há dias a sua grande obra”.
a) adjunto adnominal;
b) sujeito;
c) vocativo;
d) aposto;
e) objeto direto.

32. Em: “o homem não gosta de reconhecer a inevitabilidade de uma morte natural . . .”, a expressão grifada é:

a) adjunto adnominal;
b) adjunto adverbial;
c) complemento nominal;
d) agente da passiva;
e) sujeito.

33. “Ué, gente: vocês ainda não foram pra sala? !” – o sujeito:
a) simples;
b) composto;
c) indeterminado;
d) inexistente;
e) oculto.

34. Em: “Bebe que é doce, papai” – a palavra grifada funciona como:

a) sujeito;
b) aposto;
c) vocativo;
d) adjunto adverbial;
e) adjunto adnominal.


GABARITO


1. D
2. E
3. A
4. D
5. E
6. E
7. C
8. C
9. E
10. A
11. D
12. E
13. A
14. C
15. E
16. C
17. B
18. B
19. E
20. C
21. C
22. A
23. A
24. D
25. B
26. A
27. B
28. D
29. D
30. C
31. C
32. C
33. A
34. C

fonte :http://www.portuguesconcurso.com/2009/07/sintaxe-exercicios-com-gabarito.html