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ATIVIDADES ESCOLARES - ENSINO MÉDIO II

Posted by Profº Monteiro on junho 26, 2017

SONDAGEM –PORTUGUÊS – Cledenilson.
SÉRIE: ___________21/02/2011
01. Marcar o item cuja frase se apresenta
redigida da forma mais adequada,
considerando-se clareza, elegância,
precisão e correção.
a) O propietário informou aos seus
subordinados das novas regras para a análise
do balanço.
b) O propietário informou aos seus
subordinados as novas regras para a análise
do balanço.
c) O proprietário informou os seus
subordinados das novas regras para a análize
do balanço.
d) O proprietário informou os seus
subordinados das novas regras para a análise
do balanço.
02. Assinale o único item correto em
relação à pontuação:
a) Não nego que, ao avistar, a cidade natal tive
uma boa sensação.
b) Não nego, que ao avistar a cidade natal tive,
uma boa sensação.
c) Não nego; que ao avistar a cidade natal, tive
uma boa sensação.
d) Todos estão incorretos.
03. Todos trabalhando: Ana _______ as
flores, Andrea _______ a sala e eu ______-
quem irá pagar as contas:
a) agua - mobilia - averiguo
b) água - mobila - averíguo
c) água - mobilia - averiguo
d) agua - mobília – averiguo

04. Apenas num dos seguintes casos a
divisão silábica não está feita de acordo
com as normas vigentes. Assinale-o:
a) tran-sa-tlân-ti-co
b) ab-di-ca-ção
c) subs-ta-be-le-cer
d) cis-an-di-no

06. Entre as opções abaixo, somente uma
completa corretamente as lacunas
apresentadas a seguir. Assinale-a: Na
cidade carente, os ______ resolveram
_______ seus direitos, fazendo um _______
assustador.
a) mendingos; reivindicar; rebuliço
b) mindigos; reinvidicar, rebuliço
c) mindigos; reivindicar, reboliço
d) mendigos; reivindicar, rebuliço
05. Marcar o item cuja frase se apresenta
redigida da forma mais adequada,
considerando-se clareza, elegância,
precisão e correção.
a) Os jornais nada diziam sobre os fatos que
haviam ocorrido antes e que eram conhecidos.
b) Os jornais nada publicavam sobre os fatos
já ocorridos e conhecidos.
c) Os jornais nada publicavam sobre os fatos
que havia ocorrido antes e já conhecidos.
d) Os jornais nada diziam sobre os fatos já
ocorridos e conhecidos.
06. Encontre o termo em destaque que está
erradamente empregado:
a) Senão chover, irei às compras.
b) Olharam-se de alto a baixo.
c) Saiu a fim de divertir-se
d) Não suportava o dia-a-dia no convento.
07. Nenhum dos vocábulos abaixo deve
receber acento gráfico, exceto:
a) maligno
b) gratuito
c) degrau
d) ímprobo
08. Está correta a grafia de todas as
palavras em:
a) A reivindicada exumação da vítima sequer
foi analisada pelo magistrado.
b) Sem maiores preambulos, pôs-se a
vosciferar injúrias contra o indefeso escrivão.
c) Obsecado pelo cumprimento das leis, é
incapaz de considerar a falibilidade da justiça.
d) A neglijência na aplicação da lei ocorre em
relação aos previlegiados de sempre.
09. O item em que o par de palavras NÃO
está acentuado em função da mesma regra
ortográfica é:
a) própria / advertências;
b) farmácia / bactérias;
c) indústria / cálcio;
d) importância / raízes;
10. Marque a opção em que uma das
palavras está grafada incorretamente.
a) enxaguar - cachola - mexerica
b) desabrochar - desleixo - enchumaçar
c) garrucha - conxavo - enxotar
d) esguicho - enchova - chispa

11. Marque a opção em que uma das
palavras está grafada incorretamente.
a) ultraje - coagir - angico
b) interjeição - alforje - berinjela
c) majestade - algema - regeitar
d) ojeriza - projétil – falange
http://clednews.blogspot.com/

PORTUGUÊS – 2º ANO___ - 25/03/2011
1- U. Alfenas-MG O acento gráfico em “conferência” tem a regra de emprego assim expressa:
a) Acentuam-se as palavras paroxítonas terminadas em a(s).
b) Acentuam-se as palavras proparoxítonas terminadas em ditongo crescente.
c) Acentuam-se as palavras oxítonas terminadas em a(s).
d) Acentuam-se todas as palavras paroxítonas.
e) Acentuam-se as palavras paroxítonas terminadas em ditongo crescente.

2- Uniube-MG São acentuadas de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica, as
palavras da alternativa:
a) língua, obrigatório, influência.
b) filológica, necessária, lingüística.
c) português, aliás, país.
d) óbvio, úteis, alguém.

3. U. Alfenas-MG O erro ortográfico está em:
a) catequizar, ascensão;
b) poetisa, calabreza;
c) empresa, exceção;
d) abstenção, obsessivo;
e) excesso, compreensão.

PORTUGUÊS – 2º ANO___ - 25/03/2011
1- U. Alfenas-MG O acento gráfico em “conferência” tem a regra de emprego assim expressa:
a) Acentuam-se as palavras paroxítonas terminadas em a(s).
b) Acentuam-se as palavras proparoxítonas terminadas em ditongo crescente.
c) Acentuam-se as palavras oxítonas terminadas em a(s).
d) Acentuam-se todas as palavras paroxítonas.
e) Acentuam-se as palavras paroxítonas terminadas em ditongo crescente.

2- Uniube-MG São acentuadas de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica, as
palavras da alternativa:
a) língua, obrigatório, influência.
b) filológica, necessária, lingüística.
c) português, aliás, país.
d) óbvio, úteis, alguém.

3. U. Alfenas-MG O erro ortográfico está em:
a) catequizar, ascensão;
b) poetisa, calabreza;
c) empresa, exceção;
d) abstenção, obsessivo;
e) excesso, compreensão.

PORTUGUÊS – 2º ANO ____DATA:04/04/2011
A Princesa e a Ervilha
Era uma vez um príncipe que queria casar com uma princesa. Por isso, foi viajar pelo mundo fora para encontrar uma. Viu muitas princesas, mas havia sempre qualquer coisa que não parecia estar como devia ser. Por fim, regressou a casa, muito abatido, porque queria uma princesa e não a tinha encontrado.
Uma noite houve uma terrível tempestade; os trovões ribombavam, os raios rasgavam o céu e a chuva caía em torrentes — era apavorante. No meio disso tudo, alguém bateu à porta e o velho rei foi abrir.
Deparou com uma princesa. Mas, meu Deus!, o estado em que ela estava! A água escorria-lhe pelos cabelos e pela roupa. No entanto, ela afirmou que era uma princesa de verdade.
— Bem, já vamos ver isso — pensou a velha rainha. Não disse uma palavra, mas foi ao quarto de hóspedes, desmanchou a cama toda e pôs uma pequena ervilha no colchão. Depois empilhou mais vinte colchões por cima. A princesa iria dormir nessa cama.
De manhã, perguntaram-lhe se tinha dormido bem.
— Oh, pessimamente! Não preguei olho em toda a noite! Só Deus sabe o que havia na cama, senti uma coisa dura que me encheu de nódoas negras. Foi horrível.
Então ficaram com a certeza de terem encontrado uma princesa verdadeira, pois ela tinha sentido a ervilha através de vinte colchões. Só uma princesa verdadeira podia ser tão sensível.
Então o príncipe casou com ela; não precisava procurar mais. A ervilha foi para o museu.
Aqui têm uma bela história!
Adaptação de um texto de Hans Christian Andersen, recolhido em:
ttp://guida.querido.net/andersen/conto-01.htm

Atividade.
1-     O que representa no texto as expressões: “Era uma vez...”?
2-     Por que foi usado o artigo um para indicar o personagem “príncipe” e o artigo o para o “rei”?
3-     Quais os personagens da história?
4-     Quantos parágrafos o texto apresenta?
5-     Quais os elementos de ligação entre as orações do texto?
6-     O que representa os travessões no texto?
7-     Caracterize o tempo e o espaço onde se desenrola a história.
8-     Qual o clímax da narrativa?
9-     Cite um desenlace no desenrolar da narrativa.
10-   Qual a conclusão da narrativa?
11-  Há fator moral na narrativa? Qual?

Português – 2º ano ____ Os elementos da narrativa.
O narrador é quem conta a história.
Narrador personagem – foco narrativo em 1ª pessoa – (eu) – o narrador participa da história interferindo nos fatos.
Narrador observador – foco narrativo em 3ª pessoa – (ele (a)) – o narrador conta a história de fora dela. Não participa das ações.
Narrador onisciente – é mais complexo. Conta a história em 3ª pessoa, às vezes, permitem-se certas intromissões falando na 1ª pessoa. Sabe tudo sobre os personagens e sobre o enredo.
Personagens principais: protagonistas e antagonistas.
Personagens-auxiliares ou ajudantes.
Tipos de discurso.
Direto – representa a fala das personagens em 1ª pessoa. Não há interferência do narrador.
Indireto – o narrador interfere na fala da personagem.
Indireto livre – é mais complexo. Não se sabe quem está falando, se o narrador ou se a personagem. O narrador traduz em 3ª pessoa, a fala da personagem.
Para analisar uma narrativa temos que entende as seguintes partes.
O que aconteceu? – acontecimento, fato, situação.
Com quem? – personagem.
Onde? Quando? Como? – espaço, tempo, modo.
Quem está contando? - O narrador.

Atividade – observe os textos e responda.
Vira-lata salva bebê.
Uma cadela vira-lata que acabara de dar cria salvou no Quênia um bebê recém-nascido e abandonado no meio do mato. Ela achou o bebê a cerca de um quilômetro do cesto onde estava a sua própria ninhada. Atravessou uma cerca de arame farpado, e sem machucar a criança carregou-a pela boca  e a deixou junto aos seus filhotes. A criança foi encontrada e hospitalizada. Foi batizada de Angel pelas enfermeiras. (Isto é. Nº 1857. São Paulo, editora três, 18 de maio de 2005).
1.       O que aconteceu?
2.       Com quem?
3.       Onde? Quando? Como?
4.       Quem está contando?
Quadrilha
João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia, Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história. (Alguma poesia – Carlos Brummond de Andrade).
1.       O que aconteceu?
2.       Com quem?
3.       Onde? Quando? Como?
4.       Quem está contando?

PORTUGUÊS – TEXTO NARRATIVO – 12/04/2011
Leia o texto abaixo e responda as questões. Apelo
“Amanhã faz um mês que a Senhora está longe de casa. Primeiros dias, para dizer a verdade, não senti falta, bom chegar tarde, esquecido na conversa da esquina. Não foi ausência por uma semana: o batom ainda no lenço, o prato na mesa por engano, a imagem de relance no espelho.
Com os dias, Senhora, o leite pela primeira vez coalhou. A noticia de sua perda veio aos poucos: a pilha de jornais ali não chão, ninguém os guardou debaixo da escada. Toda a casa era um corredor deserto, e até o canário ficou mudo. Para não dar parte de fraco, ah, Senhora, fui beber com os amigos.
Uma hora da noite eles se iam e eu ficava só, sem o perdão de sua presença a todas as aflições do dia, como a ultima luz na varanda.
E comecei a sentir falta das primeiras brigas por causa do tempero na salada – o meu jeito de querer bem. Acaso é saudade, Senhora? Às suas violetas, na janela, não lhes poupei água e elas murcham.
Não tenho botão na camisa, calço a meia furada. Que fim levou o saca-rolhas? Nenhum de nós sabe, sem a Senhora, conversar com os outros: bocas raivosas mastigando. Venha para casa, Senhora, por favor.” TREVISAN, Dalton. In Bosi, A. (org.). O conto brasileiro contemporâneo. São Paulo: Cultrix, 1997.
ATIVIDADE – RESPONDA EM SEU CADERNO
1) Identifique o tema desenvolvido por Dalton Trevisan no texto lido.
2) O narrador afirma que, na primeira semana depois da separação, não sentiu falta da esposa. O que contribuiu para que a ausência dela não fosse sentida?
3) Identifique, no texto, as passagens em que a ausência da esposa é sentida pelo narrador.
4) A análise do foco narrativo desse conto é fundamental para a compreensão do texto.
a) Qual é ele? Justifique sua resposta.
5) Transcreva do conto as informações dadas sobre:
a) o tempo. b) o espaço.
6) Em que medida a construção do tempo e do espaço contribuem para o desenvolvimento do conto?
7) O narrador é de qual tipo?
8) No texto tem Discurso Direto. Explique.
9) Retire uma parte do texto que representa Discurso Indireto.
ATENÇÃO: CONTEÚDO PARA A AVALIAÇÃO DO 1º BIMESTRE, NA LAN HOUSE (HR) OU NO BLOG:http://www.clednews.blogspot.com/




TRABALHO EM GRUPO SOBRE GÊNEROS TEXTUAIS - 3º ANO



Português – 3º ano _____data: __/___/2011
1- PUC-PR-Modificada
“Podia ser roteiro de filme, uma versão nordestina para o Paciente Inglês, onde o aviador sobrevive
à queda.”
Trecho do texto “O Paciente Mossoró” de Adriane Araújo. Isto é, 24/11/1999.
A expressão paciente inglês do trecho é formada por duas palavras que são respectivamente:
a) adjetivo e substantivo.
b) adjetivo e adjetivo.
c) substantivo e adjetivo.
d) substantivo e substantivo.
e) particípio e substantivo.

2- . Unifor-CE Considere as seguintes construções:
I. O pobre menino nasceu morto.
O menino pobre nasceu morto.
II. Realizou-se um congresso internacional de solidariedade.
Realizou-se um congresso de solidariedade internacional.
III. Uma poderosa nuvem abre o horizonte.
Uma nuvem poderosa abre o horizonte.
A alteração na posição das palavras provocou alteração de sentido somente em:
a) I.
b) II.
c) III.
d) I e II.
e) I e III.


Português – 3º ano ____ - atividade. 22/03/2011
01. A frase em que os vocábulos sublinhados pertencem à mesma classe gramatical, exercem a mesma função sintática e têm significado diferente é:                              
a) Curta o curta: aproveite o feriado para assistir ao festival de curta-metragem.
b) O novo novo: será que tudo já foi feito antes?
c) O carro popular a 12.000 reais está longe de ser popular.
d) É trágico verificar que, na televisão brasileira, só o trágico é que faz sucesso.
e) O Brasil será um grande parceiro e não apenas um parceiro grande.

02. (FUVEST) Assinale a alternativa em que está correta a forma plural:
a) júnior – júniors
b) mal – maus
c) fuzil – fuzíveis
d) gavião – gaviães
e) atlas – atlas

03. Em que alternativa aparecem dois substantivos do gênero masculino?
a) cal, dinamite
b) lança-perfume, champanha
c) alface, telefonema
d) gengibre, omoplata
e) formicida, sentinela
04. Considerando a relação lógica existente entre os dois segmentos dos provérbios adiante citados, o espaço pontilhado NÃO poderá ser corretamente preenchido pela conjunção mas, apenas em:
 a) Morre o homem, (...) fica a fama.
b) Reino com novo rei, (...) povo com nova lei.
c) Por fora bela viola, (...) por dentro pão bolorento.
d) Amigos, amigos! (...) negócios à parte.
e) A palavra é de prata, (...) o silêncio é de ouro.

05 (ESPM-SP) Preencha os espaços com sessão, seção, secção ou cessão.
 “Durante a ____________ parlamentar, uma ____________ do partido do Governo se manifestou contrária à _____________ de terra a imigrantes do Japão.”

06.  A alternativa em que aparece uma palavra incorretamente grafada é:
 a) pretensioso, quisesse, catálise
b) ascenção, mexerico, jiló
c) exceção, sarjeta, acesso
d) assessor, prazeroso, marquesa
e) encaixar, pesquisar, surdez


20 Questões de Português com gabarito

Posted by Profº Monteiro on junho 11, 2016






01. Com essa história enjoada de traiu, de Capitu ser anjo ou demônio, o leitor de Dom Casmurro acaba se esquecendo do fundamental: as mémorias são do velho narrador, não da mulher, e o autor é Machado de Assis, e não um escritor romântico dividido entre mistérios.
Aceitas as observações acima, o leitor de Dom Casmurro deverá:

a)identificar o ponto de vista de Capitu, considerando ainda o universo próprio da ficção naturalista.
b)aceitar os juízos do velho narrador, por meio de quem se representa a índole confessional de Machado de Assis.
c)rejeitar as acusações do jovem Bentinho, preferindo-lhes a relativização promovida pelo velho narrador.
d)reconhecer os limites do tipo de narrador adotado, subordinando-o ao peculiar universo de valores do autor.
e)relativizar o ponto de vista da narração, cuja ambigüidade se deve À personalidade oblíqua de Capitu.


02. Assinale a única alternativa em que os elementos em destaque podem ser substituídos pelo pronome lhe:
a)Caso a senhora cometesse a indiscrição de ler estas páginas a alguma menina inocente[...]
b)[...] uma coisa é sentir a impressão que se recebeu de certos acontecimentos, outra comunicar e transmitir fielmente essa impressão.
c)[...] antes queria desistir do meu propósito, do que desdobrar aos seus olhos esse véu de pontinhos, manto espesso[...]
d)[...] e um editor escrupuloso quisesse dar ao pequeno livro passaporte para viajar das estantes empoeiradas aos toucadores perfumados...


03. "Galileu duvidou tanto de Aristótels quanto das Escrituras."
A mesma noção expressa pelo par sublinhado está também em :
a)A criança tanto chorou que a mãe comprou o brinquedo
b)Quer você queira , quer não , partimos amanhã
c)Não só o argumento é falso , como o discurso todo mente
d)Ele apresentou de tal forma os fatos que convenceu a todos
e)Ele mais bradou que verdadeiramente lutou contra a opinião pública


04. Os atuais simuladores de vôo militares estão em condições não apenas de exibir uma imagem "realista" da paisagem sobrevoada , mas também de confrontá-la com a ...............................obtida dos radares.
O termo que preenche adequadamene a lacuna no texto:
a)iconologia
b)iconoclastia
c)iconofilia
d)iconolatria
e)iconografia


05. Indique a alternativa em que a aproximação estabelecida está correta.

a)O lirismo de Gregório de Matos é conflitivo e confessional; o de Cláudio Manuel da Costa é sereno e impessoal.
b)A ficção regionalista, imatura no século XIX, ganhou força ao abraçar as teses do determinismo científico, no século XX.
c)José de Alencar buscou expressar nossa diversidade cultural - projeto que só a obrade Machado de Assis viria a realizar.
d)A terra paradisíaca, em Gonçalves Dias, é projeção nacionalista; a Pasárgada, de Manuel bandeira, é anseio intimista.
e)A figura do malandro, positiva em Manuel Antônio de Almeida, é o alvo de Mário de Andrade em sua sátira Macunaíma.


06. Quando eu estava na escola médica de Boston , tive a sorte de fazer parte de um pequeno grupo de estudantes que se reuniu informalmente com um célebre cardiologista , homem na casa dos oitenta anos. Num dado momento, um dos estudantes comentou com certa apreensão que as doenças cardíacas eram a causa número um de morte no Estados Unidos .O velho professor pensou sobre isso por alguns instantes e depois replicou: "O que é que você preferia ter como causa número um de morte?"
[David Ehrenfeld,A Arrogância do Humanismo]
A réplica do sutil professor ao estudante sugere que:

a)a especialização do saber aprimora a visão de conjunto.
b)o avanço tecnológico nem sempre implica humanização.
c)a fixação no poder da ciência faz esquecer seus limites.
d)a modernização apressada costuma obrigar a recuos.
e)a pesquisa perseverante contorna os maiores obstáculos.


Texto para as questões 07 e 08


"Navegar é preciso , viver não é preciso". Esta frase de antigos navegadores portugueses, retomada por Fernando Pessoa , por Caetano Veloso sabe-se lá por quantos mais citadores ou reinventores , ganha sua última versão no âmbito da informática , em que o termo navegar adquire outro e preciso sentido.
Na nova acepção , em tempos de internet , o lema parece mais afirmativo do que nunca. Os olhos que hoje vagueiam pela tela iluminada do monitor já não precisam nem de velas,nem de versos , nem de fados:a vida só querem o cantinho de um quarto , de onde fazem o mundo flutuar em mares de virtualidade nunca dantes navegados.


Considere as seguintes afirmações :
I. A significação das palavras constitiu um processo dinâmico e supõe o reconhecimento histórico de seu emprego.
II. As expressões "velas ","fados"e "nunca dantes navegados" ligam-se ao contexto primitivo do velho lema.
III. Desligando-se de suas raízes históricas ,as palavras apresentam-se esvaziadas de qualquer sentido.


07. Conforme se pode deduzir do texto , está correto o que se afirma
a)apenas em I e II.
b)apenas em I e III.
c)apenas em II e III.
d)apenas em I .
e)em I, II e III.


08. Indique a afirmação correta em relação ao texto:
a)O efeito sonoro explorado na sequência de "vagueiam ","velas","versos","vida","virtualidade" é conhecido como rima interior
b)A construção "Os olhos(...) já não precisam " é exemplo de metonímia
c)O termo "vagueiam" está empregado o sentido de "norteiam" e é exemplo de personificação
d)Na frase "Navegar é preciso , viver não é preciso" há um pleonasmo
e)A construção "nem de velas , nem de versos , nem de fados" apóia-se em antíteses


09. Identifique a alternativa em que o termo em destaque completa o sentido do verbo:
a)Ninguém na rua, só uma pessoa esperando inutilmente no ponto do bonde.
b)Que importava se num dia futuro sua marca ia fazê-la erguer insolenteuma cabeça de mulher?
c)Numa terra de morenos, ser ruivo era uma revolta involuntária.
d)No meio de tanta vaga impossibilidade e de tanto sol, ali estava a solução para a criança vermelha.
e)Mas ele foi mais forte que ela. Nem uma só vez olhou para trás.


10.
I. A manobra psicológica do narrador-protagonista mostra que as lembranças obsessivas perdem a força, quando o seu culto as eleva a uma respeitosa distância.


II. A paisagem paulistana é percorrida pelo olhar ingênuo de quem busca reconhecimento e esbarra no oficialismo autoritário.


As afirmações I e II referem-se, respectivamente, aos seguintes contos de Mário de Andrade (Contos Novos):

a)"Vestida de Preto" e "Primeiro de maio"
b)"Peru de natal" e " Frederico Paciência"
c)"O ladrão" e "Frederico Paciência"
d)"Peru de natal" e " Primeiro de maio"
e)"Vestida de preto" e " O ladrão"


11. As formas verbais do futuro do subjuntivo e do futuro do indicativo na frase:
“Quando realizarmos o nosso acorde, então seremos usados na harmonia da civilização.” expressam, respectivamente, uma probabilidade e uma certeza.
Assinale a alternativa em que ocorre a mesma correlação de formas verbais:
a)Ninguém que seja verdadeiramente [...] deixará de ser nacional.
b)[...] esse despaisamento é mais ou menos fatal, não há dúvida num país primitivo e de pequena tradição como o nosso.
c)O dia em que nós formos inteiramente brasileiros e só brasileiros, a humanidade estará rica de mais uma raça [...]
d)As raças são acordes musicais. Um é elegante, discreto, cético. Outro é lírico, sentimental, místico e desordenado.
e)Pois é preciso desprimitivar o país [...].


12. Rememorando o papel de sua geração , dizia o artista: "Nós não estavámos , apenas , na exposição; nós éramos a exposição."
Alterando-se a ordem das palavras , frase do artista NÃO tem seu sentido alterado em:
a)Apenas , nós não estávamos na exposição ; nós éramos a exposição".
b)"Nós não estávamos ; apenas na exposição nós éramos a exposição."
c)"Nós não estávamos na exposição apenas nós ; éramos a exposição."
d)"Nós não apenas estávamos na exposição ; nós éramos a exposição."
e)"Nós não estávamos na exposição ; nós éramos apenas a exposição."


13. Indique a alternativa que se refere corretamente ao protagnista de Memórias de um Sargento de Milícias, de Manuel Antônio de Almeida.
a)Nele, como também em personagens menores, há o contínuo e divertido esforço de driblar o acaso das condições adversas e a avidez de gozar os intervalos da boa sorte.
b)Este herói de folhetim se dá a conhecer sobretudo nos diálogos, nos quais revela ao mesmo tempo a malícia aprendida nas ruas e o idealismo romântico que busca ocultar.
c)A personalidade assumida de sátiro é a máscara de seu fundo lírico, genuinamente puro, a ilustrar a tese da "bondade natural", adotada pelo autor.
d)Enquanto cínico, calcula friamente o carreirismo matrimonial; mas o sujeito moral sempre emerge, condenado o prõprio cinismo ao inferno da culpa, do remorso e da expiação.
e)Ele é uma espécie de barro vital, ainda amorfo, a que o prazer e o medo vão mostrando os caminhos a seguir, até sua transformação final em símbolo sublimado.


14. "Quando o velho acabou de escrever a sua narrativa exclamei: - Tenho a impressão de que o senhor deixou as pernas embaixo de um automóvel, Seu Ribeiro. Por que não andou mais depressa? É o diabo."
A correta contextualização da passagem acima no romance São Bernardo, de Graciliano Ramos, permite afirmar que:
a)as lamúrias do velho coronel prendem-se a um mundo mais autoritário, vencido pelas idéias modernas que deram origem e sustentação ao poder de Paulo Honório.
b)Seu Ribeiro buscara inutilmente acompanhar o ritmo do progresso, já que lhe faltava o instinto empreendedor capaz de realizar sua aspiração de ser um grande proprietário.
c)a brutalidade de Paulo Honório não exclui a modernização e a técnica, de que também se vale para triunfar sobre um mundo em que seu Ribeiro já tivera prestígio.
d)o oportunismo de Paulo Honório leva-o a preterir os serviços do antigo agregado em favor da jovem Madalena, a quem incumbe de equipar e modernizar a velha escola.
e)o universo de valores do velho Major desorganizou-se em função da velocidade do mundo moderno, ao qual tampouco se adapta o primitivismo de Paulo Honório.


15. Naquele exato momento, sentiu o peso da responsabilidade. Sabia que o pai o chamara para aquela conversa com a intenção de saber dele o que pretendia fazer da vida, passados os primeiros dias de euforia pela conclusão do curso. Feita a pergunta, de modo claro e objetivo, só conseguiu responder que começaria o mais breve possível a ladainha das entrevistas que tinha marcado nas clínicas que visitara há meses.
Os verbos que indicam corretamente a sucessão cronológica dos fatos narrados são, nessa ordem:
a)sabia – sentiu – chamara
b)pretendia – sentiu – sabia
c)tinha marcado – sentiu – visitara
d)chamara – sentiu – começaria
e)consegui responder – sentiu – tinha marcado


16. Indique a afirmação correta sobre o Auto da barca do inferno, de Gil Vicente:
a)é intrincada a estruturação de suas cenas, que surpreendem o público com o inesperado de cada situação.
b)É complexa a crítica aos costumes da época, já que o autor é o primeiro a relativizar a distinção entre o Bem e o Mal.
c)O moralismo vicentino localiza os vícios não nas instituições, mas nos indivíduos que fazem as vicosas.
d)A ênfase desta sátira recai sobre as personagens populares, as mais ridicularizadas e as mais severamente punidas.
e)A sátira é aqui demolidora e indiscriminada, não fazendo referência a qualquer exemplo de valor positivo.


17. "A casa que papai alugara não ficava na praia exatamente, mas numa das ruas que a ela davam e onde uns operários trabalhavam diariamente no alinhamento de um dos canais que carreavam o enxurro da cidade para o mar do golfo." [ Mário de Andrade]
No período acima, o segmento "que a ela davam e onde" pode ser substituído, sem prejuízo para o sentido original do período por:
a)"para a cuja iam, nas quais"
b)"que lhe conduziam, aonde"
c)"à qual cortavam, em cuja rua"
d)"que nela desembocavam, rua em que"
e)"nela terminavam, às quais"


18. Assinale a alternativa em que a correlação de tempos e modos verbais NÃO é adequada ao contexto:
a)Ainda aparecerá no Congresso alguém disposto a apresentar um projeto que fixe conseqüências para aqueles que enganem a sociedade.
b)Tudo leva a crer que nesses cruzamentos de culturas a situação das áreas coloniais apresente um convívio de extremos.
c)Não há dúvida de que , nos traumas socias , os sujeitos da cultura popular sofrem abalos graves.
d)More alguém nos bairros pobres da periferia de uma cidade grande e verá no que resultou essa condição do migrante.
e)A sua conduta será de inconformismo e violência , até que um dia certas condições poderiam reconstituir sua vida familiar.


19. Por força das teses deterministas que abraça em sua ficção, Aluísio Azevedo:
a)subordina as marcas subjetivas de suas personagens às influências diretas do meio e da raça a que pertencem.
b)revela-se um autor otimista quanto à possibilidade de os miseráveis reverterem historicamente sua situação.
c)acredita que a cultura popular, por ser mais espontânea e criativa, superará os modelos da cultura letrada.
d)faz com que as personagens triunfantes sejam aquelas cujas virtudes morais se imponham sobre o poder econômico.
e)é um autor pessimista, pois está convicto de que os bons instintos naturais são abafados na vida aristocrática


20. Pode ser substituída por dissensão , sem que se altere o sentido da frase apresenta , apenas a palavra sublinhada em :
a)A disparidade de oportunidades dificulta a concretização de uma verdadeira democracia
b)Os que se envolvem na discussão do assunto não chegaram a um acordo
c)A mudança acelerada dos costumes levou à dissolução da familia
d)A dissimulação das verdadeiras intenções não lhe garantiu chegar aos fins desejados
e)A discordância entre as opiniões inviabilizou qualquer acordo.



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