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Desenvolvimento de uma TV online

Posted by Profº Monteiro on agosto 06, 2013
Que tal mostrar à turma a importância do texto impresso para o jornalismo televisivo e online? O professor Jorge Cezar Barbosa Coelho propõe um passo a passo para implementar uma TV online com os alunos. Acompanhe a sequência didática

Objetivos
- Identificar algumas características dos gêneros discursivos jornalísticos, em especial notícias, em mídias impressas, televisivas e online.
- Reconhecer a importância do texto escrito no jornalismo impresso, televisivo e online.
- Perceber os pontos de contato e distanciamento entre oralidade e escrita.

Conteúdos 
- Características, assuntos e linguagem das notícias e reportagens.
- Organicidade e evolução dos gêneros discursivos.
- Coerência e coesão textual.
- Comunicação oral.

Anos
8º e 9º

Tempo estimado
20 aulas de 50 minutos.

Materiais necessários
- Notebooks (na sala de aula) ou computadores (no laboratório de informática) com acesso à Internet.
- Conta no serviço Twitter (para Twitcam).
- Câmera digital.
- Exemplares de notícias e reportagens de jornais impressos e online e telejornais.

Desenvolvimento
1ª etapa
Organize a turma em círculo e levante os conhecimentos prévios dos estudantes sobre os gêneros discursivos notícia e reportagem no âmbito das mídias impressas, televisivas e online. Distribua alguns exemplos de textos destes gêneros e pergunte "o que faz de um texto uma notícia", "onde uma notícia pode ser encontrada", "quais as diferenças entre uma notícia de jornal, rádio e televisão" e "qual a diferença entre notícia e reportagem". Problematize as respostas que surgirem e explique que estes conteúdos serão trabalhados nas aulas seguintes.

Conte, então, que para começar a entender o processo de elaboração das matérias jornalísticas vocês farão uma visita a um veículo de comunicação da região. Promova a ida dos alunos até um jornal, uma rádio ou uma emissora de televisão. Oriente a turma a entender como os profissionais de jornalismo trabalham e a indaga-los sobre o processo de produção dos textos jornalísticos. Caso a visita não seja possível, você pode substituí-la por uma conversa com um jornalista que se desloque até a escola e seja entrevistado pela classe.
Neste momento inicial também é importante que você ou a coordenação pedagógica da escola explique para os pais dos estudantes o trabalho que será realizado. Eles devem ser informados sobre o uso da internet, especialmente do Twitter - utilizado para a transmissão das notícias que serão produzidas no futuro pelos alunos.
Estes dois textos podem ser utilizados para esclarecer como a rede funciona:
Como o twitter funciona? 
Twitter: literatura em 140 caracteres 

2ª etapa 
Peça que os estudantes se organizem em equipes de no mínimo três e no máximo cinco membros. Com base nos conhecimentos prévios e no que eles aprenderam no veículo de comunicação visitado, solicite que preparem sem suporte escrito uma notícia em formato televisivo referente ao cotidiano escolar. Mais adiante, eles utilizarão o texto neste momento de preparação do vídeo e aí você poderá mostrar a diferença que ocorre com o uso deste suporte (o texto escrito colabora para a organização da fala a ser gravada).
Entregue a câmera digital a eles e organize um espaço da sala de aula para as gravações.
Essa atividade tem como foco permitir que os estudantes experimentem o gênero e a tecnologia. Oriente apenas que eles se ajudem e colaborem dentro do grupo e também entre os grupos.
Depois que as gravações forem feitas, eles deverão editar o vídeo em notebooks na sala de aula ou nos computadores do laboratório de informática. Explique que a única regra é não utilizar softwares piratas e pergunte se eles já conhecem programas de edição. Caso conheçam e sejam programas que podem ser utilizados na escola, deixe que realizem o trabalho nestes softwares.
Se os alunos não tiverem conhecimento, uma boa opção é utilizar os softwares presentes no ambiente Linux - inclusive no Linux Educacional, incluído nos laboratórios do Programa Nacional de Informática na Educação (Proinfo), do Ministério da Educação (MEC). Cada um desses programas possui um tutorial bastante prático e rápido.
Depois que todos os grupos tiverem finalizado o material, explique que a análise será realizada mais adiante, em uma data a ser agendada.

3ª etapa
Peça novamente para se organizarem em grupos. Distribua exemplares de notícias e reportagens de jornais para cada equipe. Na sequência, apresente trechos de telejornais (preferencialmente, sobre os mesmos acontecimentos dos exemplares impressos). Então, com a participação da turma, levante os pontos de contato e distanciamento entre o material impresso e o televisivo.
Os estudantes devem compreender que uma notícia é a descrição de fatos em terceira pessoa, atendendo aos elementos da estrutura textual: O quê? Quando? Onde? Como? Por quê? Sendo um gênero discursivo, ela é composta por uma estrutura definida, que pode apresentar variações conforme a mídia (jornal impresso, televisão, rádio, página da internet etc.).
Explique, também, que a notícia figura como um registro de fatos novos, recentes, sem comentários ou juízos de valor. Aproveite para mostrar que uma reportagem nem sempre parte de um fato novo e possui um texto mais extenso e com mais detalhes sobre o assunto. Mostre exemplos de notícias que, depois, deram origem a uma reportagem.
Ainda nesta etapa, explore com os estudantes que esse tipo de texto é baseado em números, dados, depoimentos e documentos que provam o que é exposto. Reforce que a competência linguística é essencial para produzir um material com essas características.

4ª etapa
Combine com os alunos para que eles te enviem os arquivos dos vídeos produzidos na segunda etapa e organize os equipamentos necessários para a exibição deles.
Assista a todos os vídeos junto com a turma e oriente para que todos anotem suas percepções para uma posterior discussão. Peça que cada equipe compare a sua produção com os exemplos realizados por profissionais, apresentados na etapa anterior. Promova, então, um debate sobre o que foi observado.

5ª etapa
Apresente notícias e reportagens de jornais online, compostas por texto escrito e vídeo. Mostre para a turma como esses elementos se complementam nesse gênero e, em outros casos, são redundantes. Aqui, os estudantes devem refletir se as características discutidas nas etapas anteriores permanecem e quais transformações sofreram devido ao ambiente digital.
Faça um levantamento para verificar se os alunos possuem acesso à internet fora da escola. Caso tenham, peça que eles pesquisem exemplos de jornalismo online e enviem por email para você com uma análise sobre a qualidade do material encontrado.
Na aula seguinte à realização desta tarefa, faça uma análise sobre o que foi recebido por email e aproveite para problematizar a diversidade de fontes disponíveis na internet. Neste link você pode encontrar informações sobre os cuidados para encontrar sites confiáveis nas buscas online.

6ª etapa
Peça para os estudantes realizarem uma produção textual de notícia sobre o cotidiano escolar, novamente em grupo. Pode ser o mesmo tema trabalhado na segunda etapa do trabalho. Explique que essa produção textual servirá de base para um telejornal transmitido em tempo real, pela internet, e apresentado por um membro da equipe. Cada produção textual deve ser avaliada por todos os membros e revisada pelas demais equipes com base nos pontos estudados anteriormente.
Ressalte que a transmissão ao vivo permitirá a eles praticar a produção de texto e de reportagens com foco em um público específico que vai assisti-los. E mostre que essa experiência irá aproximar a turma da realidade do telejornalismo das emissoras abertas, assistidas pela grande maioria do público escolar.

7ª etapa
Oriente as equipes para que ensaiem a apresentação da notícia produzida na etapa anterior, respeitando pausas, entonações, entre outros aspectos relativos à oralidade.
Organizar com a turma a ordem das notícias a ser seguida no dia das transmissões ao vivo e uma fala de abertura (com uma ou duas frases) a ser realizada por um representante da turma. Peça que a turma pesquise nas amostras analisadas os elementos recorrentes nas aberturas de telejornais ou jornais online (por exemplo, "bom dia, inicia agora o seu jornal com o que está acontecendo na sua escola, no seu bairro e na sua cidade"). E, com base nesses elementos, eles devem elaborar o texto de abertura com criatividade, mas dentro das regras.
A seleção do âncora, que apresentará o telejornal, pode ser feita com uma votação após os candidatos se oferecerem para a função. É importante que vários alunos passem por essa experiência, então as notícias podem ser divididas em blocos temáticos (para que existam vários âncoras) ou pode-se realizar um rodízio nas próximas transmissões do telejornal.
Quando a data da transmissão online for definida, outras classes da escola e os familiares dos estudantes devem ser convidados a assistir à transmissão do noticiário ao vivo, pela internet. Peça que eles anotem suas observações para que possam compartilhar com os alunos posteriormente.

8ª etapa
Organize o espaço e os equipamentos necessários para a transmissão. Será necessário um computador com uma webcam, acesso à Internet e conta no serviço Twitter. No momento da transmissão, posicione a câmera, acesse a internet, entre no Twitcam(http://twitcam.livestream.com/), digite seu login e senha e clique no botão vermelho. O site solicitará autorização para ativar a webcam e o microfone e, pronto, a transmissão será iniciada. Para encerrar o processo, basta clicar novamente no botão vermelho.
Antes da transmissão oficial, faça um teste apenas com a classe. Com base nessa experiência, um ou mais estudantes podem ficar responsáveis por manusear o computador e a webcam. Prepare as equipes seguindo a ordem das notícias combinada anteriormente e inicie o noticiário com a abertura.

9ª etapa
Peça que os estudantes recolham os comentários com os familiares e colegas que assistiram à transmissão. Essas percepções devem ser reunidas e trazidas para o debate na aula seguinte.
Relembre com a turma a importância do texto escrito para a realização dessa atividade, compare o resultado final com aquele que havia sido obtido quando eles gravaram sem suporte textual e debata os retornos recebidos do público. Solicite que os participantes avaliem suas performances e a dos outros grupos e liste as lições aprendidas para uma próxima transmissão a ser realizada.

Avaliação
Observe:
- A participação (envolvimento, comprometimento e dedicação) de cada estudante durante os trabalhos, identificando se os conhecimentos que possuíam antes das tarefas sobre os gêneros textuais se ampliaram.
- O desempenho dos estudantes durante as discussões e a capacidade de argumentação, além da coerência e da coesão, no texto redigido pelas equipes.
- A habilidade de reportar a notícia ao vivo com base no texto escrito, respeitando pausas, entonações, entre outros aspectos relativos à comunicação oral.
Quer saber mais?
Bibliografia
Da Fala para a Escrita (136 págs., Ed. Cortez, tel. 11/3611-9616, 28 reais), de Luiz Antônio Marcuschi.
Consultoria Jorge Cesar Barboza Coelho
Professor da EMEF Borges de Medeiros, em Campo Bom, RS
        

Ensinar com Internet

Posted by Profº Monteiro on agosto 06, 2013
este artigo pertence ao * Autor do blog Professor Digital, de onde foi retirado este artigo, e formador do Aula Fundação Telefônica: EducaRede e Pró-Menino, projeto que beneficia escolas públicas paulistas com doação de laptops, acesso à Internet e formação presencial e a distância para professores.
( aparentemente fora do ar)


Textos e Artigos

Uso pedagógico do blog – o Edublog

José Carlos Antonio*



Blog de Matemática


Cinco anos atrás eu escrevi um artigo intitulado Blogs, Flogs e a inclusão websocial. Na época, o foco do artigo consistia em mostrar que estava nascendo uma forma de inclusão social na Web, a que eu chamei de "inclusão websocial", em que usuários sem conhecimentos da linguagem HTML e de outras linguagens de criação de páginas para a Web podiam começar a criar seus sites e, assim, conquistar seu espaço de autoria na Web por meio dos blogs, dos flogs e de outras ferramentas que então estavam despontando na rede (inclusive o Orkut).

Naquela época, os blogs eram vistos por muitos professores como "coisa de adolescente", pois os blogs nasceram com a inspiração de serem "diários digitais" e, além disso, a maioria dos blogs brasileiros tinha de fato esse formato, pois eram blogs criados por adolescentes e que tinham como público alvo outros adolescentes.

O fato é que os adolescentes saíram na frente e criaram seus blogs, tornam-se autores e ocuparam seu espaço na Web, enquanto os professores, em sua maioria, ainda discutiam se valia ou não a pena usar novas tecnologias na educação.

O tempo passou. Cinco anos, na história da Web, é um tempo imenso! De 2004 para cá, os blogs brasileiros caíram também no gosto de muitos "adultos". Jornalistas, profissionais liberais, donas de casa e (vejam só!) até mesmo professores começaram a ocupar cada vez mais a blogosfera.

Hoje em dia eu creio que seja bobagem discutir a utilidade das TIC na educação, ou explicar o que é um blog, mas talvez ainda seja tempo de falar um pouco sobre o uso pedagógico dos blogs, principalmente tendo em vista que a cada dia mais e mais professores ingressam nesse incrível mundo da publicação e da autoria.

Apesar de sua origem com formato e pretensão de diário", o blog é, na verdade, um site. Ter um blog ou ter um site é a mesma coisa se o objetivo for possuir um endereço na Internet onde se possam publicar materiais diversos. A única diferença é que um site, no sentido original do termo, é um espaço que requer a criação não apenas de conteúdo, mas também de layouts, programações em HTML, CSS, javascript, PHP, SQL e outras linguagens usadas na Internet.

O blog, no entanto, oferece toda essa programação, o layout, as ferramentas de divulgação e até mesmo seu endereço na Web prontos, de forma que aos seus donos cabe apenas prover o conteúdo. E é aí que está o "X" da questão!

Para que um blog sobreviva na blogosfera e cumpra seu papel como espaço de publicação e autoria, ele precisa ter pelo menos quatro requisitos básicos:



1. Possuir um objetivo claro

2. Visar a um público específico

3. Possuir conteúdo útil para o público visado

4. Ser atualizado frequentemente



Blog de Física


Em outras palavras, criar um blog é fácil; criar um blog útil é um pouco mais difícil. Criar um blog útil e mantê-lo útil ao longo do tempo é ainda mais difícil e trabalhoso, mas é muito compensador se o objetivo que você escolheu estiver sendo atingido ao longo da vida do seu blog.

Os blogs são ferramentas Web 2.0 disponíveis gratuitamente na rede e oferecidas por muitas empresas. Para criar seu blog você pode usar qualquer uma dessas empresas. O processo de criação dura cerca de cinco minutos e requer apenas uma meia dúzia de cliques no mouse. Veja no final do artigo alguns links de empresas que oferecem blogs e hospedagem gratuita para eles.

Alguns exemplos de uso pedagógico para blogs são listados abaixo e não esgotam nem de longe as possibilidades, mas podem ajudar os iniciantes a descobrirem alguma utilidade para o seu blog:

Blog de conteúdo curricular: muitos professores usam seus blogs para publicar os conteúdos curriculares de suas aulas e assim permitirem que seus alunos os consultem pela Internet. Com isso, os alunos podem acessar textos, filmes, músicas, simulações, animações e outros materiais usados em classe ou sugeridos como materiais extras;

Blog de apoio às atividades de classe: os blogs podem servir como meios auxiliares para propor tarefas ou para receber tarefas. Por exemplo, você pode publicar uma poesia e pedir aos seus alunos que comentem a poesia, como faria em sala de aula com textos impressos. A única diferença é que esses comentários ficam publicados no seu blog;

Blog de registro de projeto: você pode usar blogs para registrar o andamento de um projeto. Além de você, os alunos que participam do projeto também podem escrever no blog (ou por meio de comentários ou diretamente, publicando textos eles mesmos, sob sua supervisão). Imagine, por exemplo, que sua escola participe de um projeto de reciclagem. Todas as atividades do projeto, desde as reuniões iniciais até o os resultados finais, podem ser documentadas de forma bem rica (com imagens, textos, filmes, depoimentos gravados, etc.) no blog;

Blog institucional da escola: uma escola pode (e realmente deve) possuir um site ou um blog (que é bem mais simples de criar e manter do que um site) onde publique notícias, eventos, avisos, comunicados, horários, dados dos professores e da escola etc., a fim de facilitar sua comunicação com a comunidade. Muitas escolas já possuem blogs e os utilizam como uma forma de prestar contas à comunidade e de informar melhor suas ações;

Blog de uma disciplina: como a atualização de um blog requer que seu autor (ou autores) publique novas matérias regularmente, em algumas escolas os professores de uma dada disciplina se unem e mantêm um blog para a disciplina toda. Nesse blog se podem publicar dicas para os alunos, materiais extras, datas de provas, provas resolvidas, listas de exercícios etc., e os alunos podem compartilhar materiais de diversos professores sobre um mesmo assunto.

É claro que um único blog pode servir para várias dessas finalidades (e outras ainda), mas tenha em mente que quanto mais "confuso e desfocado" for o seu blog, mais dificilmente ele será útil ou despertará a atenção do seu público alvo.

Professores que possuem blogs afirmam que isso facilita seu trabalho, pois com o blog eles podem:

• fornecer e armazenar materiais de consulta para os alunos;

• criar atividades que os alunos possam acessar de suas casas e entregar via Internet;

• criar bibliotecas de atividades e materiais que ficam disponíveis de um ano para outro, poupando espaço e recursos;

• divulgar o seu trabalho e torná-lo transparente para os pais dos alunos e para a comunidade toda;

• interagir com outros professores de sua área e trocar informações, links, materiais, atividades etc.;

• melhorar seu relacionamento com os alunos e fornecer a eles maior possibilidade de acesso ao professor.



Uma dica final, e bastante interessante, é criar um blog para a escola e colocar nele os links para os blogs dos professores e alunos da escola, criando assim uma forma simplifica de comunidade virtual e explorando com isso diversas novas possibilidades de interação e participação colaborativa.



* Autor do blog Professor Digital, de onde foi retirado este artigo, e formador do Aula Fundação Telefônica: EducaRede e Pró-Menino, projeto que beneficia escolas públicas paulistas com doação de laptops, acesso à Internet e formação presencial e a distância para professores.

LIVROS DE EDUCOMUNICAÇÃO

Posted by Profº Monteiro on agosto 06, 2013


EDUCOMUNICAR
Comunicação, Educação e Participação no desenvolvimento
de uma educação pública de qualidade




A Rede CEP, com apoio do Instituto C&A e do Unicef, acaba de lançar a publicação “Educomunicar: Comunicação, Educação e Participação no desenvolvimento de uma educação pública de qualidade”. Trata-se de uma coletânea de relatos de experiências das organizações da rede, e dos desafios que elas encontram para sensibilizar o poder público da importância da comunicação, educação e participação na construção de políticas.
O download de “Educomunicar: Comunicação, Educação e Participação no desenvolvimento de uma educação pública de qualidade”, destinado a gestores, educadores e interessados na educomunicação em geral, é gratuito.
Baixe aqui (Arquivo PDF de 1,76 MB)


MÍDIA E ESCOLA
Perspectivas para Políticas Públicas


Livro lançado pelo Unicef e Rede CEP (por Fernando Rossetti, com a colaboração de Alexandre Le Voci Sayad e Patrícia Vasconcellos) que analisa as principais experiências que envolvem Comunicação, Educação e Participação do Brasil, além de jogar a semente inicial para a articulação da Rede CEP.


À época, foi distribuído nominalmente a mais de 3 mil Secretários Municipais de Educação. Não há mais exemplares impressos disponíveis para distribuição.


Clique aqui para fazer download (Arquivo PDF de 3,29 MB)

Alguns livros disponibilizados pela E-Consulting

Posted by Profº Monteiro on agosto 06, 2013