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Atividade Como valorizar o companheirismo na prática esportiva com a animação Carros

Posted by Profº Monteiro on outubro 08, 2016
carros. Foto: Divulgação
Introdução
Relâmpago McQueen é um carro de corridas que tem a ambição de ser o primeiro estreante a vencer a Copa Pistão. Já em sua temporada inicial, se torna um astro, o que o faz acreditar que não precisa da ajuda de ninguém. Sem equipe na última corrida do campeonato, Relâmpago perde seus dois pneus na última volta. Para o professor Fabio Luiz D'Angelo, coordenador pedagógico do Instituto Esporte & Educação, em São Paulo, as crianças são inseridas desde cedo na cultura de que é preciso ganhar sempre. “Pelo contrário, o esporte não é só competição. Carros é um bom estímulo para discutir a cooperação no esporte.”

Objetivos
Valorizar a prática esportiva como uma atividade coletiva e não apenas como competição. Ampliar o repertório de jogos, incluindo os que dependem do coletivo.

Conteúdos
Jogos e brincadeiras, como amarelinha, pular corda e outros, que podem ser compartilhados.

Trechos selecionados
Cenas em que Relâmpago estoura como astro das pistas (cena 1- 9m23s a 13m40s; cena 2 -16m16s a 19m45s). Cena em que Relâmpago, à frente na última corrida, decide parar e ajudar o seu companheiro mais velho depois de um acidente (1h32m29s a 1h46m04s).

Atividade
Comece a atividade exibindo os trechos citados. Organize com a meninada o mapeamento de jogos e brincadeiras realizados em grupo. Divida as crianças em equipes e peça que redijam as regras das modalidades citadas e as ilustrem. Com esse material, construa um painel sobre jogos coletivos indicados pela sala, que pode ser exposto no corredor para a consulta das demais turmas.

Avaliação
Avalie se as crianças ampliaram seu repertório de jogos e se, durante o intervalo, passaram a brincar com as novas modalidades aprendidas. Analise ainda se elas incorporaram uma rotina de convivência cooperativa.

ATIVIDADE COM O FILME 100 ANOS DE GLÓRIA OLIMPICA

Posted by Profº Monteiro on agosto 26, 2013


Pensando na incorporação da atividade física ao hábito cotidiano de
uma parcela considerável e crescente da população brasileira, o Atletismo
poderia integrar diferentes tipos de programas. Mas atenção: não estamos
nos referindo aqui àquela corrida de fim de tarde ou de fins de semana
realizada por um público cada vez mais crescente. Falamos do Atletismo
em si, como modalidade esportiva, composto por regras e movimentos
específicos. Enfim, um elemento cultural e, portanto, construído
historicamente e que deve ser de acesso público. Ora, mas qual será,
portanto, o conteúdo do Atletismo?

Poderíamos dizer que o Atletismo engloba desde atividades que envolvam as habilidades motoras básicas, como correr, marchar, saltar, arremessar e lançar, até as provas oficiais propriamente ditas, cujo desenvolvimento requer, entre outras coisas, um aprimoramento das capacidades físicas básicas, tais como: velocidade, resistência, força, agilidade, etc.
Por onde você começaria a trabalhar o Atletismo na sua escola?

O importante é partir do que se conhece! Veja que nos referimos a todo
e qualquer conhecimento que o aluno, independentemente da faixa etária,
possa ter. Ou seja:
• O conhecimento advindo das poucas reportagens e competições veiculadas
pela mídia escrita e/ou televisiva;
• O conhecimento que porventura tenha sido transmitido em aulas regulares
de Educação Física;
• A experiência registrada durante sua participação em competições escolares.
Portanto, para o início de um bom trabalho, sugerimos que você faça um
levantamento daquilo que já é conhecido pelos alunos, tendo em vista as
vivências deles e as suas também. Com base nessa discussão, você poderá
escolher as estratégias que os auxiliem nessa introdução ao universo do
Atletismo. Vamos ver uma sugestão?


Atividade 1 – 100 anos de glória olímpica

Os alunos assistirão ao filme 100 anos de glória olímpica como ponto
de partida da discussão do Atletismo como elemento cultural. O filme é um
documentário minucioso da história dos jogos olímpicos, relatando uma
história repleta de particularidades da vida de vários atletas. Sugere-se,
entretanto, que os alunos assistam ao filme tendo em mente os seguintes
pontos que servirão como base para discussão posterior, devendo ser aprofundados
de acordo com a faixa etária:

Documentário – 100 Anos de Glória Olímpica (EUA, 1996).
Direção: Bud Greenspan.
Duração: aprox. 113 minutos, legendado. Disponível no Brasil.
• Detalhes técnicos e materiais referentes às provas de Atletismo;
• Principais diferenças identificadas em relação ao Atletismo do passado e o atual;
• O Atletismo é uma atividade natural ou construída;
• O papel do Atletismo na formação do homem: na Grécia Antiga e na
sociedade atual;
• Aspectos que já interferiram no desenvolvimento do Atletismo: guerras,
boicotes, doping, etc. (Matthiesen, 2005.)
Se na sua cidade houver uma equipe de Atletismo, convide alguns atletas
para conhecer a sua escola e conversar com seus alunos sobre essa modalidade
e a sua experiência. Eles irão adorar!

Sobre as provas e as categorias oficiais

Você vai ver agora o que de fato faz parte do Atletismo.
Antes, porém, tente verificar as diferenças existentes entre a corrida de
um indivíduo que corre para pegar um ônibus e a de um atleta que participa
de uma competição que você assiste pela televisão. Há diferenças não?
Contudo, você verá que não é difícil encontrar aqueles que consideram
o Atletismo como toda e qualquer atividade que envolve as habilidades
motoras de correr, marchar, saltar, lançar e arremessar. Há, portanto, de se
ter certos cuidados com esta colocação. Primeiro, porque nem tudo o que
envolve essas habilidades motoras é necessariamente algo que possa ser
considerado como Atletismo, já que há caracterizações normativas e técnicas
de movimentos que não podem ser descartadas.

É preciso que a criança realize as habilidades motoras em suas brincadeiras
cotidianas, tais como correr, saltar, arremessar e lançar, e que perceba
a diferença em relação a estas mesmas habilidades motoras dentro do
contexto específico do Atletismo. Ou seja, deve perceber que o “correr” do
Atletismo não é um correr qualquer, assim como o saltar, o arremessar e o
lançar não podem ser considerados de uma forma descontextualizada, fora
do campo normativo e técnico que envolve essa modalidade esportiva.
E veja: isso é mais importante do que parece!
em abril de 2005

Saber o que é, o que faz parte e o que não faz parte do Atletismo é algo
de suma importância para que se garanta o seu espaço no âmbito da
cultura corporal sem ser confundido com preparação física para outras
modalidades esportivas ou tomado como equivalente das atividades de
sobrevivência própria dos homens em outros tempos.
Veja como a International Association of Athletics Federations (IAAF) [Associação
Internacional das Federações de Atletismo] refere-se ao Atletismo:

Atletismo – Provas atléticas de pista e de campo, corridas de rua, marcha e corrida pelo campo (cross-country).
Mas quais são as suas provas oficiais? Para efeito de recorde mundial, as
provas são as seguintes:
MARCHA ATLÉTICA 10.000m (F)
20.000m
20 Km
30.000m (M)
50.000m (M)
50 Km (M)
CORRIDAS RASAS DE VELOCIDADE
100, 200, 400 metros rasos
CORRIDAS RASAS DE MEIO FUNDO
800, 1.000, 1.500, 2.000 metros
rasos e 1 milha
CORRIDAS RASAS DE FUNDO
3.000, 5.000, 10.000, 20.000,
25.000, 30.000 metros rasos,
1 hora, meia-maratona, maratona
CORRIDAS COM OBSTÁCULOS 3.000
metros com obstáculos
CORRIDAS COM BARREIRAS
100 metros com barreiras (F)
110 metros com barreiras (M)
400 metros com barreiras
CORRIDAS DE REVEZAMENTO
4x100m; 4x200m, 4x400m,
4x800m, 4x1500m (M)
SALTOS
Salto em distância
Salto triplo
Salto em altura
Salto com vara
ARREMESSOS
Arremesso do peso
LANÇAMENTOS
Lançamento do dardo
Lançamento do disco
Lançamento do martelo
PROVAS COMBINADAS
Heptatlo (F)
Decatlo
Além dessas merecem destaque as “corridas de rua”, cujas distâncias recomendadas
são: 15 Km, 20 Km, meia-maratona, maratona, 100 Km e revezamento
de rua, as corridas de cross-country e as “corridas em montanha”,
cada qual com suas características e distâncias próprias regulamentadas
pelos órgãos específicos, como é o caso da IAAF, responsável pela organização
do Atletismo mundial.

IAAF está ligada à CBAt – Confederação Brasileira de Atletismo, grande responsável pela organização do Atletismo no Brasil, sobretudo por meio das Federações Estaduais. Confira as atividades da
Federação de Atletismo de seu Estado.
Quanto às categorias oficiais para a realização de competições nacionais
e internacionais observamos o seguinte:



Agora é com você


Pesquise a origem e o desenvolvimento histórico de cada uma das provas do Atletismo e veja como isso poderá enriquecer suas aulas sobre o assunto. Tome como tema de pesquisa, por exemplo, os diferentes tipos de saída nas corridas:
a) O que é a saída baixa?
b) Quando surgiu a saída baixa?
c) Qual foi o atleta que a utilizou pela primeira vez?
Depois, realize com seus alunos corridas de velocidade envolvendo os
diferentes tipos de saída.

"Space Jam - O Jogo do Século": lição de cooperação e trabalho em grupo

Posted by Profº Monteiro on agosto 16, 2013
Space Jam. Foto: Divulgação
Introdução
Nesta mistura de animação com “vida real”, Pernalonga e seus amigos são sequestrados por alienígenas que querem transformá-los em atração de um parque de diversões. O coelho propõe então um jogo de basquete em troca da liberdade do grupo e convoca Michael Jordan, o maior jogador de basquete de todos os tempos, para ajudá-los. De acordo com a professora Joice Mayumi Nozaki, da EMEF Professor Mario Marques de Oliveira, em São Paulo, as crianças no início do Ensino Fundamental ainda não entendem todas as regras do basquete, mas o filme serve para mostrar como um jogo competitivo pode ser cooperativo.

Objetivo
Participar de jogos que envolvem cooperação e trabalho em grupo.

Conteúdo
Introdução aos esportes coletivos.

"Boleiros - Era uma Vez o Futebol...": como analisar o esporte sob a perspectiva cultural

Posted by Profº Monteiro on agosto 16, 2013

boleiros. Foto: Divulgação
Introdução
Em um bar, ex-jogadores de futebol se encontram para relembrar histórias do tempo em que ainda atuavam como profissionais. Entre episódios tristes, engraçados e reflexivos, eles traçam um panorama do esporte mais popular do Brasil sob o olhar ingênuo do passado. "O grande barato de Boleiros - Era uma Vez o Futebol... é valorizar o futebol na nossa cultura", afirma Fábio Luiz D'Angelo, coordenador pedagógico do Instituto Esporte & Educação, em São Paulo. Ele reflete que há no esporte atualmente uma valorização demasiada do profissionalismo, enquanto o prazer e a diversão ficam em segundo plano.

Objetivo
Analisar o futebol por uma perspectiva cultural e com base nos elementos que o compõem, como os próprios jogadores, os técnicos, os jornalistas esportivos e os torcedores.

Conteúdos
História do futebol brasileiro e formas como ele era jogado e aprendido antigamente.

Trechos selecionados
Uma cena marcante do filme está no episódio contado por um dos ex-jogadores sobre um menino pobre que ganha a chance de treinar com ele em uma escolinha, onde era treinador. Enquanto os outros garotos aprendiam driblando cones, ele já sabia todos os passes (30m00s a 39m35s). Esse episódio é contado por um ex-jogador do São Paulo Futebol Clube e chama a atenção justamente por trazer uma criança como protagonista.

Atividade
Exiba o trecho destacado e, em seguida, organize um debate com os alunos sobre como se aprende a jogar futebol hoje e como era antigamente. Comente que o futebol não se aprende só com táticas e treinos técnicos, mas também entre amigos. Na quadra, apresente brincadeiras tradicionais com a bola, como bobinho, artilheiro e caixote, e estimule o prazer de jogar apenas pela atividade física.

Avaliação
Incentive a troca de experiências entre os alunos sobre as brincadeiras que eles conhecem que envolvem o futebol e verifique se ampliaram seu universo futebolístico. A avaliação pode ser feita então pelo envolvimento em um jogo em quadra.

Como discutir o respeito à diversidade na prática esportiva com "Invictus"

Posted by Profº Monteiro on agosto 16, 2013
invictus. Foto: Divulgação
Introdução
Em 1995, depois de 46 anos de apartheid, Nelson Mandela acabara de ser eleito presidente da África do Sul, um país ainda dividido entre negros e brancos. O país organizaria naquele ano a Copa do Mundo de Rúgbi - esporte identificado com os brancos sul-africanos -, vista por Mandela como uma oportunidade para unir o povo. O episódio marcante é contado pelo diretor Clint Eastwood em Invictus, sugerido pelo professor Fábio Luiz D'Angelo, coordenador pedagógico do Instituto Esporte & Educação, em São Paulo. "O filme é um bom exemplo de como o esporte pode educar para o respeito à diversidade."

Objetivo
Discutir o respeito à diversidade nas práticas esportivas.