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Sugestões de Atividades – Leitura, Escrita, Raciocínio Lógico–3º Ano e Educação Inclusiva

Posted by Profº Monteiro on março 04, 2017

Estas Sugestões de Atividade para turmas de 3º Anos e Educação Inclusiva – Construção da Escrita e Leitura, Avanço nas hipóteses da Psicogenética, através de Atividades Significativas - fez parte de uma série de Oficinas de Formação Continuada para Professores, na Escola onde trabalho como Pedagoga. Oficinas na V Coordenação Coletiva Especial – Veja tudo no blog da Escola clicando > Aqui .


A alfabetização sendo reconhecida como um processo que pode acontecer de forma natural quando é mediada, pelo professor, dentro das vivências do aluno, e ele percebe que ler e escrever são ações que estão associadas as atividades do seu dia a dia. Por exemplo: ler a letra de uma música, o título do desenho animado,da novela infantil da TV, que são de sua preferência: endereço de sua casa, a linha de ônibus que usa para se transportar para escola e outros locais, dentro da própria escola: murais,cartazes, número nas portas da sala de aula, o nome da escola na fachada, dentre outros. De onde se conclui que ler e escrever precisa ter significado para o aluno.


Identificar as atividades do cotidiano dos alunos, seja realizando um passeio pela comunidade ou provocando a expressão de suas preferências, para que eles sinalizem onde estão seus interesses em aprender a ler e escrever:






















O documento de identidade da criança contem uma riqueza de informações textuais: palavras, de pessoas, locais, (uso de letras maiúsculas e minúsculas), números (que podem ser trabalhados: orientação espaço/temporal, noções de maior e menor, mais e menos, gráficos, relação de quantidades, desenvolvimento do pensamento lógico matemático (construção de situações problemas orais ou registrados, fatos fundamentais de adição e subtração) dentre outros.


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Outra prática muito importante que foi proposta nesta oficina, é a leitura diária que o professor deve tornar uma hábito: sempre lê alguma coisa significativa como:


notícias em jornais (notícias de interesse geral, como a Copa das Confederações tão atual), sobre o clima na região (o frio excessivo, falando das estações do ano), artigos de programas sociais como o “desarmamento infantil”;


um conto da literatura infantil;


um bilhete que vai para os pais sobre assuntos da escola;


um resumo do capítulo do dia anterior da novelinha que estão assistindo (provocando comentários), atualmente, a novela Carrossel;


uma poesia, uma anedota, uma adivinhação, um trava-línguas…


Essa diversidade de leituras feitas pelo professor vão, naturalmente, fazer com que a turminha perceba que tudo que se vê, se fala, ou se ouve, pode ser escrito e lido, e que é importante estar registrado pela escrita porque sempre se pode rever e informar.


Dessas informações escritas e lidas em sala de aula, tirar palavras, frases e textos, usando o alfabeto móvel, desenvolver a construção da escrita e da leitura, com as letras e sua sonorização(fonemas e grafemas), quantidades de letras, de sílabas ( usando o jogo da boquinha) para formar o pensamento silábico, do silábico ao alfabético, ao ortográfico gradativamente. Trabalhando em grupos e individualmente, provocando descobertas e construções. Usando muito material impresso, imagens, com produções coletivas de textos, os mais diversos, mostrando a organização do texto: relatos de acontecimentos, recontos, receitas culinárias e etc..





Sempre deixando para o aluno as descobertas através de provocações e conflitos,através das mais diversas formas de gêneros textuais: letras, palavras, frases, textos, raciocínio lógico matemático… favorecendo meios da discriminação entre letras e números, quando as letras representam nomes e os números quantidades, são as inúmeras formas de promover uma alfabetização em que os alunos vão sentir a importância e o prazer de se estar na escola e não uma obrigatoriedade imposta ora pelos pais, ora pelos professores quando fazem leitura diária, passam atividades no quadro giz ou no caderno. Assim acontece a alfabetização.


Veja em outra postagem sugestões dadas,nesta oficina, de brincadeiras e jogos, como: Segredinho, Passar a Palavra (parodiando o Passar o Anel),Histórias Malucas,que estimulam a construção da escrita e a leitura, de onde o professor pode retirar atividades pedagógicas práticas.


Esta Oficina foi apresentada aos professores das turmas de 1º ao 5º Anos que deverão adequar as sugestões de acordo com o nível: conteúdos curriculares, competências e habilidades das turmas.


Leia sobre a V Coordenação Coletiva Especial – Oficinas de Formação Continuada aos Professores – Escola Classe 02 do Arapoanga – clicando >Aqui.


Por: Júlia Virginia de Moura – Pedagoga

PRONOMES POSSESSIVOS, DEMONSTRATIVOS E INDEFINIDOS

Posted by Profº Monteiro on março 03, 2017


Atividades de português – pronomes possessivos, demonstrativos e indefinidos.






















Atividades de português, atividades ensino fundamental, atividades para imprimir, atividades educativas, tarefas de português.

Atividade de produção de Texto- crônica de Luis Fernando Veríssimo motivando o reconto––6º ao 9º ano

Posted by Profº Monteiro on março 01, 2017

A criação de um texto a partir de um outro texto já existente(intertextualizando), buscando através do humor e de textos de interesse dos alunos, tornar a leitura um momento de prazer e dessa forma criar o hábito e o gosto por essa prática. A boa receptividade do aluno, ao utilizar o material de leitura elaborado comprovou que se oferecer um material atrativo, ele é capaz de fazer excelente reprodução e é possível despertar nele o gosto pela leitura.


Nesta atividade há a sugestão de como produzir um texto a partir de uma crônica de Luis Fernando Veríssimo

, que mesmo sendo um texto intertextualizado, é tão atrativo, provocativo, e bem-humorado, que dificilmente os alunos deixarão de se sentirem motivados á uma nova produção com a técnica que vamos descrever.


A crônica que será trabalhada, do Luis Fernando Veríssimo, tem o título “Detalhes” e faz parte da coletânea da obra “O Analista de Bagé”. Nesta crônica o autor reconta com uma grande “pitada” de humor o clássico dos Contos de Fadas “Cinderela” ou a “A Gata Borralheira” que é já do conhecimento dos alunos, e não pense que adolescentes não vão gostar por ser um conto infantil. Ao contrário adolescentes adoram voltar ao tempos de criança, mesmo quando não admitem ou fazem piadas.


O autor, nesta crônica, faz um reconto com muito humor, provoca uma nova visão da trama, indo e vindo nos “detalhes” dos tempos antigos das fadas aos tempos atuais. A trama é narrada por um dos personagens da história, que embora não seja citado, todos sabem que estava lá no local dos acontecimentos. O que é bem divertido.


A intenção desta estratégia é perceber todas essas nuances e concluir que os fatos (geralmente contidos em crônicas ou noticiários e até mesmo em contos fictícios,tem diversas maneiras de serem vistas de acordo com o ponto de vista de quem as relata.


Vamos então à atividade. Pode –se introduzir com muito entusiasmo, na sala de aula,“hoje vamos saber tudo sobre uma crônica, e a crônica que eu escolhi para essa primeira vez é muito engraçada e vocês vão adorar” ( e vão mesmo, pode acreditar).


“Sabem o que é uma crônica?” O professor pode relatar todo a história, ou deixar para um segundo momento e resumir assim:


A crônica enquanto estilo literário: Ligada à vida quotidiana; Narrativa informal, familiar, intimista; Uso da oralidade na escrita: linguagem coloquial; Sensibilidade no contato com a realidade; Síntese; Leveza; Diz coisas sérias por meio de uma aparente conversa fiada; Uso do humor; É um fato moderno: está sujeita à rápida transformação e à fugacidade da vida moderna. Enfim, é uma história do dia-a-dia, com uma pitada de humor, transformada em textos maravilhosos aí, o humor faz com que fique mais interessante.


Essa é uma característica bem marcante do Luis Fernando Veríssimo .


A crônica que hoje vamos conhecer é também é intextualizada, significa que Veríssimo escreveu sobre um texto de um outro autor. .


Estratégia da Produção, reprodução ou reconto


1-Conhecimento Prévio dos Alunos


Quem Conhece a historinha “Cinderela”? (explorar o tema com os alunos)





-2-Fazer a leitura do texto original ( no livrinho infantil, resumidinho, mesmo, de preferência) – Cinderela ou a Gata Borralheira .








2- Extrapolação do texto:


Pedir aos alunos que comparem fatos marcantes, como princesas que esperavam os príncipes de suas vidas, para a vida moderna atual.Esse tempo existiu, em que as mulheres esperavam pelos homens que seriam seus maridos e “sonhavam com príncipes encantados”, isso ainda existe, na vida moderna?






3- Analisando a Crônica


(levar um impresso com a transcrição da Crônica para cada aluno)


DETALHES


Luis Fernando Veríssimo


O velho porteiro do palácio chega em casa, trêmulo. Como sempre que tem baile no


palácio, sua mulher o espera com café da manhã reforçado. Mas desta vez ele nem


olha para a xícara fumegante, o bolo, a manteiga, as geleias. Vai direto à


aguardente. Atira-se na sua poltrona perto do fogão e toma um longo gole de


bebida, pelo gargalo.


___ Helmuth, o que foi?


___ Espera, Helga. Deixa eu me controlar primeiro.


Toma outro gole de aguardente.


___ Conta, homem! O que houve com você? Aconteceu alguma coisa no baile?


___ Co-começou tudo bem. As pessoas chegando, todo mundo de gala, todos com


convite, tudo direitinho. Sempre tem, é claro, o filhinho de papai sem convite que


quer levar na conversa, mas já estou acostumado. Comigo não tem conversa. De


repente, chega a maior carruagem que eu já vi. Enorme. E toda de ouro. Puxada


por três parelhas de cavalos brancos. Cavalões! Elefantes! De dentro da carruagem,


salta uma dona. Sozinha. Uma beleza. Eu me preparo para barrar a entrada dela


porque mulher desacompanhada não entra no baile do palácio. Mas essa dona tão


bonita, tão sei lá, radiante, que eu não digo nada e deixo ela entrar.


___ Co-começou tudo bem. As pessoas chegando, todo mundo de gala, todos com


convite, tudo direitinho. Sempre tem, é claro, o filhinho de papai sem convite que


quer levar na conversa, mas já estou acostumado. Comigo não tem conversa. De


repente, chega a maior carruagem que eu já vi. Enorme. E toda de ouro. Puxada


por três parelhas de cavalos brancos. Cavalões! Elefantes! De dentro da carruagem,


salta uma dona. Sozinha. Uma beleza. Eu me preparo para barrar a entrada dela


porque mulher desacompanhada não entra no baile do palácio. Mas essa dona tão


bonita, tão sei lá, radiante, que eu não digo nada e deixo ela entrar.


___ Bom, Helmuth. Até aí...


___ Espera. O baile continua. Tudo normal. Às vezes rola um bêbado pela


escadaria, mas nada de mais. E então bate a meia-noite. Há um rebuliço na porta do


palácio. Olho para trás e vejo uma mulher maltrapilha que desce pela escadaria,


correndo. Ela perde uma sapato. E o príncipe atrás dela.


___ Bom, Helmuth. Até aí...


___ Espera. O baile continua. Tudo normal. Às vezes rola um bêbado pela


escadaria, mas nada de mais. E então bate a meia-noite. Há um rebuliço na porta do


palácio. Olho para trás e vejo uma mulher maltrapilha que desce pela escadaria,


correndo. Ela perde uma sapato. E o príncipe atrás dela.


___ O príncipe?


___ Ele mesmo. E gritando para mim segurar a esfarrapada. “Segura! Segura!” Me


preparo para segura-la quando ouço uma espécie de “vum” acompanhado de um


clarão. Me viro e...


___ E o quê, meu Deus?


O porteiro esvazia a garrafa com um último gole.


___ Você não vai acreditar.


___ O príncipe?


___ Ele mesmo. E gritando para mim segurar a esfarrapada. “Segura! Segura!” Me


preparo para segura-la quando ouço uma espécie de “vum” acompanhado de um


clarão. Me viro e...


___ E o quê, meu Deus? 186


O porteiro esvazia a garrafa com um último gole.


___ Você não vai acreditar.


___ Conta!


___ A tal carruagem. A de ouro. Tinha se transformado numa abóbora.


___ Numa o quê?


___ Eu disse que você não ia acreditar.


___ Uma abóbora?


___ E os cavalos em ratos.


___ Helmuth...


___ Não tem mais aguardente?


___ Acho que você já bebeu demais por hoje.


___ Juro que não bebi nada!


___ Esse trabalho no palácio está acabando com você, Helmuth. Pede para ser


transferido para o almoxarifado.


VERÍSSIMO, L. F. O analista de Bagé. 100. ed. Porto Alegre: L&P Editore


4-Identificação: o narrador é um personagem – o porteiro do palácio do Rei. Vejam o nome dele e da sua mulher:


Helmut e Helga então porque o Luis Fernando Veríssimo escolheu esses nomes?


Esses nomes Alemães se referem a quem? - Ao Green. Isso ao Jacob Green, que ele é a referencia no mundo do conto de fadas, aqui o é Jacob Grimm é o sobrenome, ( Jacob grimm e Wilhelm Grimm -autores alemães dos contos de fadas infantis). Então a escolha desses nomes foi intencional, do Luis Fernando.


6- INTERPRETAÇÃO


a)Trabalhar primeiro o título: Porque que o Luis Fernando Veríssimo colocouDetalhes, porque que vocês acham que ele colocou esse título Detalhes? No começo do texto fala dos detalhes da casa do porteiro, a mulher colocou bolo, manteiga, totalmente detalhado o dia dele. Mas há também os detalhes do conto da Cinderela: a abóbora, os ratinhos…


b)o que daria para identificar o humor aqui nesse texto porque que fica engraçado?


c) Por que ele ficou espantado? (Ima moça chegar ao baile sozinha, os bêbados, os que entram sem ingresso) Isso aqui vocês acham que poderia ter ocorrido assim na atualidade ou em tempos lá da Cinderela, o que vocês acham?





7- COMENTANDO PARTES DA CRONICA


Então, vejam que interessante que interessante, o porteiro até gagueja… começou tudo bem, as pessoas chegando todo mundo de gala(O QUE É GALA? enriquecer o vocabulário na interpretação) todos com convite tudo direitinho, sempre tem é clarofilhinho de papai ( É UM FATO ATUAL?) sem convite que “quer levar na conversa”, mas já estou acostumado, esse filhinho de papai è de que tempo? Do nosso tempo, da nossa atualidade. Do nosso tempo: ele conseguiu fazer essa intertextualidade de uma coisa que já aconteceu com os dias atuais por isso que é crônica. E isso que dá humor. Vejam como FICOU BEM INTERESSANTE – CONTADO ASSIM POR VERISSIMO-


7- Após a análise da Crônica vem a produção individual do texto, em que o professor vai propor que cada aluno escola um personagem do texto original e este personagem seja o narrador e reconte a história sob o seu ponto de vista, como “ele viu e imaginou a história da Cinderela”, dentro das característica de uma crônica.


O professor pode começar a relatar, oralmente, como o ratinho(transformado em cocheiro descreveria somente o que viu e o que aconteceu com ele também… apenas um trechinho para que a turma entenda o que se pede), e se prepare para a surpresa de crônicas nunca antes imagináveis escritas pelos alunos da sua turma. Pode abrir um concurso para a melhor, porque vai haver excelentes produções.


Esta estratégia pode ser usada desde o 4º ano das séries iniciais ao Fundamental II, com esta crônica do Veríssimo ou com outros excelentes contos ( que sejam breves, como as fábulas) brasileiros e mesmo com contos sem intertextualizações. Um ideia bem legal, para não recair em contos com cunho mais antigo, peça aos alunos que tragam crônicas de jornais ou revistas sobre assuntos atuais e até mesmo políticos, econômicos, sobre assuntos que estão na mídia, para serem trabalhados na produção de textos intextualizados como o a que foi usada nesta e em outras estratégias de recontos.


Por: Júlia Virginia de Moura – pedagoga

COMO USAR O VERBO HAVER, EXISTIR E FAZER

Posted by Profº Monteiro on fevereiro 08, 2017

COMO USAR O VERBO HAVER, EXISTIR E FAZER

Três verbos que causam discórdia e são motivo de dor de cabeça para quem trabalha com produção de conteúdo para sites, estudantes que farão vestibular e ENEM e blogueiros de forma geral são os verbos HAVER, FAZER e EXISTIR. Por não seguirem, às vezes, as flexões de número como outros verbos mais comuns, merecem um estudo um pouco mais detalhado.

COMO USAR O VERBO HAVER, FAZER E EXISTIR

O verbo haver, quando tem sentido de "existir", é impessoal (não tem sujeito) e conjuga-se na 3ª pessoa do singular. Veja o exemplo:
Havia dias que ele não sentia falta de sua companhia.
Observação: O verbo haver flexiona-se regularmente quando é empregado como verbo pessoal (com sujeito). Por exemplo:
Os atletas hão de conseguir se classificar para as Olimpíadas no Rio de Janeiro.
O verbo fazer também fica na 3ª pessoa do singular quando exprime tempo ou fenômenos atmosféricos.
Veja os exemplos:
Faz quase um ano que o sol voltou a brilhar em sua vida.
Faz noites quentes em Cabo Frio.
Observação: Se esses verbos (haver com sentido de existir e fazer com sentido de tempo passado ou fenómenos atmosféricos) fizerem parte de uma locução, o verbo auxiliar ficará também na 3â pessoa do singular. Por exemplo:
Devia haver diversos motivos para acreditar que era possível.
Deve fazer dois dias que começou a pintura da fachada do meu prédio.
O verbo existir concorda sempre com o sujeito, por isso deve ser flexionado. Quando esse verbo faz parte de uma locução, o auxiliar se flexiona concordando com o sujeito. Veja o exemplo:
Existem hibiscos amarelos naquele jardim. Devem existir também flores vermelhas nas proximidades da casa.

VERBOS – TEXTOS

Posted by Profº Monteiro on junho 04, 2014


Atividades educativas de português – Verbos.