ESCRITORES DA LIBERDADE
ESCRITORES DA LIBERDADE – Direção: Richard Lagravenese. Produção: Richard Lagravenese. Roteiro: Richard Lavagranese, Erin Gruwell, Freedom Writers. Elenco: Hillary Swank; Patrick Dempsey; Scott Glenn, Imelda Staunton; April Lee Hernandez; Kristin Herrera; Jacklyn Ngan; Sergio Montalvo; Jason Finn; Deance Wyatt. EUA/Alemanha, 2007. Duração: 123 min.

O filme "Escritores da Liberdade" (Freedom Writers, EUA, 2007) aborda, de uma forma comovente e instigante, o desafio da educação em um contexto social problemático e violento. Tal filme se inicia com uma jovem professora, Erin (interpretada por Hilary Swank), que entra como novata em uma instituição de "ensino médio", a fim de lecionar Língua Inglesa e Literatura para uma turma de adolescentes considerados "turbulentos", inclusive envolvidos com gangues.
Ao perceber os grandes problemas enfrentados por tais estudantes, a professora Erin resolve adotar novos métodos de ensino, ainda que sem a concordância da diretora do colégio. Para isso, a educadora entregou aos seus alunos um caderno para que escrevessem, diariamente, sobre aspectos de suas próprias vidas, desde conflitos internos até problemas familiares. Ademais, a professora indicou a leitura de diferentes obras sobre episódios cruciais da humanidade, como o célebre livro "O Diário de Anne Frank", com o objetivo de que os alunos percebessem a necessidade de tolerância mútua, sem a quais muitas barbáries ocorreram e ainda podem se perpetrar.
Nesse sentido, o filme "Escritores da Liberdade" merece ser visto como apreço, sobretudo pela sua ênfase no papel da educação como mecanismo de transformações individuais e comunitárias. Com essas considerações, vê-se que a educação como já ressaltou grandes educadores da estirpe de Paulo Freire, tem um papel indispensável no implemento de novas realidades sociais, a partir da conscientização de cada ser humano como artífice de possíveis avanços em sua própria vida e, principalmente, em sua comunidade.
O filme “Escritores da Liberdade” é baseado em uma história real vivida em uma escola pública de Long Beach, Califórnia-EUA. Em uma turma especial do 2° ano, cujos alunos foram rotulados pela administração da instituição de adolescentes “em risco” ou “problemáticos”, a professora Erin Gruwell (Hillary Swank), inexperiente, mas cheia de motivações, inicia o seu trabalho como docente de Língua Inglesa e Literatura sem saber absolutamente nada daquilo que a aguardava, pois para ela, a realidade de vida daqueles alunos lhe era desconhecida.
Sobre isso, Paulo Freire se expressa assim: “Não me venha com justificativas genéticas, sociológicas ou históricas ou filosóficas para explicar a superioridade da branquitude sobre a negritude, dos homens sobre as mulheres…”Ou seja: querem ser classistas, segregadores, que façam isso assumindo tal coisa como uma transgressão à natureza humana e não como uma prática natural.
O trabalho a ser realizado por essa professora propunha à mesma uma disposição inegociável quanto ao respeito pela autonomia e à dignidade de cada um dos seus alunos. Diante de tal desafio, ela porta-se convenientemente. Isso pode ser notado quando ela detecta a grande rivalidade existente no contexto de sala de aula e mescla a turma subdividindo-a, posteriormente, em grupos menores, com vistas à ênfase de que todos podem sentir bem aceitos entre si e que a interação entre eles poderia ser harmoniosa independente da cor, da raça ou da nacionalidade. Em outras palavras, Gruwell ensina-os o valor da eticidade que deve estar acima das disposições segregacionistas.

O filme "Escritores da Liberdade" (Freedom Writers, EUA, 2007) aborda, de uma forma comovente e instigante, o desafio da educação em um contexto social problemático e violento. Tal filme se inicia com uma jovem professora, Erin (interpretada por Hilary Swank), que entra como novata em uma instituição de "ensino médio", a fim de lecionar Língua Inglesa e Literatura para uma turma de adolescentes considerados "turbulentos", inclusive envolvidos com gangues.
Ao perceber os grandes problemas enfrentados por tais estudantes, a professora Erin resolve adotar novos métodos de ensino, ainda que sem a concordância da diretora do colégio. Para isso, a educadora entregou aos seus alunos um caderno para que escrevessem, diariamente, sobre aspectos de suas próprias vidas, desde conflitos internos até problemas familiares. Ademais, a professora indicou a leitura de diferentes obras sobre episódios cruciais da humanidade, como o célebre livro "O Diário de Anne Frank", com o objetivo de que os alunos percebessem a necessidade de tolerância mútua, sem a quais muitas barbáries ocorreram e ainda podem se perpetrar.
Nesse sentido, o filme "Escritores da Liberdade" merece ser visto como apreço, sobretudo pela sua ênfase no papel da educação como mecanismo de transformações individuais e comunitárias. Com essas considerações, vê-se que a educação como já ressaltou grandes educadores da estirpe de Paulo Freire, tem um papel indispensável no implemento de novas realidades sociais, a partir da conscientização de cada ser humano como artífice de possíveis avanços em sua própria vida e, principalmente, em sua comunidade.
O filme “Escritores da Liberdade” é baseado em uma história real vivida em uma escola pública de Long Beach, Califórnia-EUA. Em uma turma especial do 2° ano, cujos alunos foram rotulados pela administração da instituição de adolescentes “em risco” ou “problemáticos”, a professora Erin Gruwell (Hillary Swank), inexperiente, mas cheia de motivações, inicia o seu trabalho como docente de Língua Inglesa e Literatura sem saber absolutamente nada daquilo que a aguardava, pois para ela, a realidade de vida daqueles alunos lhe era desconhecida.
Sobre isso, Paulo Freire se expressa assim: “Não me venha com justificativas genéticas, sociológicas ou históricas ou filosóficas para explicar a superioridade da branquitude sobre a negritude, dos homens sobre as mulheres…”Ou seja: querem ser classistas, segregadores, que façam isso assumindo tal coisa como uma transgressão à natureza humana e não como uma prática natural.
O trabalho a ser realizado por essa professora propunha à mesma uma disposição inegociável quanto ao respeito pela autonomia e à dignidade de cada um dos seus alunos. Diante de tal desafio, ela porta-se convenientemente. Isso pode ser notado quando ela detecta a grande rivalidade existente no contexto de sala de aula e mescla a turma subdividindo-a, posteriormente, em grupos menores, com vistas à ênfase de que todos podem sentir bem aceitos entre si e que a interação entre eles poderia ser harmoniosa independente da cor, da raça ou da nacionalidade. Em outras palavras, Gruwell ensina-os o valor da eticidade que deve estar acima das disposições segregacionistas.
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