ILUMINISMO


Conceito Iluminismo: Trata-se do efeito que uma representação causa no expectador de estar se deparando com o objeto real, ou com o espaço representado, tamanha a sua verossimilhança, o observador pode mesmo compreender, através da razão, que o percebe não passa de um efeito forjado, entretanto, dificilmente consegue enxergar de uma maneira diferente. O ilusionismo na pintura é firmemente baseado no completo domínio da perspectiva para que a pessoa tome aquilo que foi retratado pelo objeto real. Além disso, divide-se em dois tipos distintos: a quadratura, em que a pintura é utilizada para produzir a sensação de alargamento de um espaço arquitetônico e a tromp l’oeil. Nesse caso, o observador fatalmente é enganado, mesmo que se trate de um efeito passageiro.
Ele efetivamente crê que está diante de um objeto real enquanto o que vê não passa de uma pintura. Também é bastante usado na arquitetura e principalmente nos cenários teatrais, em que o público deve ter a impressão de estar observando um espaço maior do que aquele que se encontra sobre o palco. O ilusionismo, de uma forma geral, está extremamente ligado aos próprios princípios do naturalismo, quando esta escola prega suas máximas de representação mais fiel possível de um objeto. Também foi um termo empregado para as pinturas seiscentistas que faziam uso de determinada metodologia.
As caixas de show “por olhadela“, freqüentes na Holanda nessa época, podem ser boas amostras disso. Tratavam-se de espécies de cabines que continham cenas em seu interior, na parede de fundo. Através de um orifício, poderiam ser observadas, passando o efeito de tridimensionalidade. Exigiam muito domínio das técnicas da perspectiva. Tanto é verdade que o holandês Samuel van Hoogstrateno (1627 - 1678) , um dos artistas mais famosos por utilizar-se dessas artimanhas, é conhecido como “o virtuoso na perspectiva “. Suas caixas de peep show podem ser encontradas na National Gallery, em Londres. Hoje em dia, os cartões postais, pôsteres e livrinhos em “3 D“, que abusam dos efeitos da tridimensionalidade, podem ser bons exemplos de ilusionismo.
Introdução
Nesse trabalho nos apresentaremos um pouco sobre as mudanças culturais que ocorreram ao longo do séc XVIII com o surgimento de vários pensamentos racionais que juntos formaram um movimento chamado Iluminismo. Citaremos o que foi, seu apogeu, suas idéias, suas crenças e seus filósofos.
Surgiu na Inglaterra em 1680, foi uma “evolução” dos pensamentos. Desenvolvido entre a burguesia destacava suas ideologias. Procurava a resposta através da razão rompendo os pensamentos tradicionais.
Colocando em destaque os valores da burguesia, o Iluminismo favoreceu ao aumento dessa camada social. Procurava uma explicação através da razão (ciência) para todas as coisas, rompendo com todas as formas de pensar até então uma tradição. Para os iluministas só através da razão (ciência) o homem poderia alcançar o conhecimento, a convivência harmoniosa em sociedade, a liberdade individual e a felicidade. A razão (ciência) era, portanto, o único guia de sabedoria capaz de resolver qualquer problema, dando ao homem a compreensão e o domínio da natureza.
Os filósofos que divulgaram essas idéias foram chamados iluministas; sua maneira de pensar, Iluminismo; e o movimento, Ilustração. Os conceitos de política variavam de filosofo para filosofo.
As tendências que marcaram o Iluminismo foram: a valorização da razão e predominância da ciência; no aperfeiçoamento do homem e a liberdade política, econômica e religiosa.Destacou-se na Franca, pois defendia a liberdade e teve seu apogeu na Revolução Francesa.
Iluminismo
Século das Luzes ou Iluminismo, termo usado para descrever as tendências do pensamento e da literatura na Europa e em toda a América durante o século XVIII, antecedendo a Revolução Francesa. Foi empregado pelos próprios escritores do período, convencidos de que emergiam de séculos de obscurantismo e ignorância para uma nova era, iluminada pela razão, a ciência e o respeito à humanidade. As novas descobertas da ciência, a teoria da gravitação universal de Isaac Newton e o espírito de relativismo cultural fomentado pela exploração do mundo ainda não conhecido foram também uma base importante.

Entre os precursores do século XVII, destacam-se os grandes racionalistas, como René Descartes e Baruch Spinoza, e os filósofos políticos Thomas Hobbes e John Locke. É igualmente marcante na época a permanente fé no poder da razão humana. Chegou-se a declarar que, mediante o uso judicioso da razão, seria possível um progresso sem limites. Porém, mais que um conjunto de idéias estabelecidas, o Iluminismo representava uma atitude, uma maneira de pensar. De acordo com Immanuel Kant, o lema deveria ser "atrever-se a conhecer". Surge o desejo de reexaminar e pôr em questão as idéias e os valores recebidos, com enfoques bem diferentes, daí as incoerências e contradições entre os escritos de seus pensadores. A doutrina da Igreja foi duramente atacada, embora a maioria dos pensadores não renunciassem totalmente a ela.

A França teve destacado desenvolvimento em tais idéias e, entre seus pensadores mais importantes, figuram Voltaire, Charles de Montesquieu, Denis Diderot e Jean-Jacques Rousseau. Outros expoentes do movimento foram: Kant, na Alemanha; David Hume, na Escócia; Cesare Beccaria, na Itália; e Benjamin Franklin e Thomas Jefferson, nas colônias britânicas. A experimentação científica e os escritos filosóficos entraram em moda nos círculos aristocráticos, surgindo assim o chamado despotismo ilustrado. Entre seus representantes mais célebres, encontram-se os reis Frederico II da Prússsia, Catarina II a Grande da Rússia, José II da Áustria e Carlos III da Espanha.

O Século das Luzes terminou com a Revolução Francesa de 1789, pois, quando esta veio a incorporar inúmeras idéias dos iluministas em suas etapas mais difíceis, elas ficaram desacreditadas aos olhos de muitos europeus contemporâneos. O Iluminismo marcou um momento decisivo para o declínio da Igreja e o crescimento do secularismo atual, assim como serviu de modelo para o liberalismo político e econômico e para a reforma humanista do mundo ocidental no século XIX.

Conceitos da Burguesia
Eram “contra” os conceitos da Igreja acreditavam que Deus estava presente na natureza, portanto no homem .
Os iluministas diziam que leis naturais regulavam as relações entre os homens, tal como regulavam os fenômenos da natureza. Consideravam os homens todos bons e iguais; e que as desigualdades seriam provocadas pelos próprios homens, isto é, pela sociedade. Para corrigi-las, achavam necessário mudar a sociedade, dando a todos liberdade de expressão e culto, e proteção contra a escravidão, a injustiça, a opressão e as guerras.
Despotismo esclarecido
Foi adotado por monarcas europeus através da idéia iluminista de modernizar o Estado. Fazendo assim melhorias como construção de hospitais, asilos e escolas, incentivando o comercio e a industria.Porem em algumas monarquias seus déspotas não conseguiram se igualar `a Franca nem a Inglaterra como nações modernas
Teve como principais déspotas: FedericoII da Prússia, Catarina II da Rússia, Marques de Pombal de Portugal, Aranda da Espanha.
Principais Filósofos:
Locke: Inglês condenou o absolutismo, defendeu a liberdade do cidadão, maior obra: “Ensaio sobre o entendimento humano”.
Voltarie: Foi um filósofo Burguês defensor do despotismo esclarecido, promovia críticas dos privilégios do Clero e da Nobreza. Francês que criticava a Igreja e apoiava o pensamento livre, maior obra: “ As criticas ao clero católico”.
Montesquieu: Francês dividia o poder em: executivo, judiciário e legislativo. Sua obra foi o espírito das leis, onde propunha a divisão dos poderes em legislativo, executivo e judiciário.
Diderot: Francês fez uma enciclopédia de 33 volumes, defendia o racionalismo e progresso humano pela ciência.Obra: “A enciclopédia”
Rousseau: Foi o pensador mais radical de sua época com suas críticas a sociedade burguesa, em defesa das camadas populares e de uma sociedade baseada na justiça, na igualdade, e na soberania do povo. Defendia a pequena burguesia e comerciantes, artesões e etc. Inspirador das idéias da Revolução Francesa. Obra: “Contrato social”.
Quesnay: Não acreditava em leis fisiocratas.
Adam Smith: Defendia a liberdade do Estado, considerado líder da Burguesia.
Princípios do Iluminismo:
Crítica ao absolutismo
Acabar com a sociedade estamental
Crítica a postura da igreja católica
Defesa da não intervenção do estado na economia
Defesa de um sistema constitucional
Conclusão
Concluímos com esse trabalho, o quanto os pensadores iluministas se esforçaram em sua ideologias e publicações,para que seus ideais fossem aceitos e espalhados.
Alem dos filósofos a burguesia também atuou no iluminismo,deixando sua marca nos pensamentos.
O iluminismo deixou marcas também no contexto histórico como a revolução francesa,principal marco do iluminismo.
Bibliografia:
Sites:
www.educaterra.terra.com.br
www.conhecimentosgerais.com.br
www.geocities.gahoo.com.br
Livros:
Cotrim Gilberto
E outros

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