FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM DIDÁTICA PARA A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA EDUCAÇÃO SUPERIOR
Iolanda Bueno de Camargo Cortelazzo
Universidade Tuiuti do Paraná
Universidade Tuiuti do Paraná
As profundas transformações acontecidas nas formas de se comunicar pelos avanços ocorridos na tecnologia de informação e de comunicação permitem a quebra de barreiras de tempo e espaço e exigem uma nova concepção de conhecimento. Uma concepção que não se baseia apenas no conhecimento acadêmico explicito mas que o articula ao conhecimento tácito que os indivíduos desenvolvem não só em ambientes escolares, como também em ambientes extra-escolares. Exige, ainda, por parte das empresas e das Universidades, uma Gestão do Conhecimento que considere tanto as ofertas e as disponibilidades quanto as necessidades e os interesses de cidadãos (na sociedade civil) e de profissionais (no âmbito empresarial). Uma nova concepção de comunicação que seja interativa, e se realize na interlocução entre professores e seus pares, professores e alunos e entre alunos em uma nova Universidade, com um movo docente. Esse novo contexto gera a necessidade de formação de professores em uma Didática para a Educação Superior, uma didática que contemple as diversas modalidades de ensino, tanto a presencial quanto a Educação a Distância e que permita uma docência que seja comunicativa, que realize uma verdadeira interlocução com os discentes, que componha redes interativas e colaborativas, realizando sua função de desenvolvedora de profissionais e cidadãos para uma sociedade mais humana e uma vida mais sustentável .
Palavras-chave: Formação de Professores, Educação a Distância, Docência na Educação Superior.
Depois da Segunda Guerra Mundial, na segunda metade do século XX, aceleraram-se os avanços nas tecnologias de informação e de comunicação que encurtaram as barreiras de tempo e de espaço. Os meios de comunicação difundem desde então informações sobre fatos quase que simultaneamente ao seu acontecimento. Muitas verdades passam a ser efêmeras e o conhecimento precisa atualizar-se cm uma freqüência muito maior. Crianças, jovens e adultos têm acesso às informações com uma certa instantaneidade e, em geral, sem criticidade.
A escola, cuja função é a de sistematizar os conhecimentos de modo a conservar tradições e valores e, ao mesmo tempo, transformar os aspectos e as condições negativas da sociedade de modo a tornar a vida humana mais significativa e sustentável, não tem dado conta em acompanhar as mudanças aceleradas e mantém sua estrutura arcaica, calcada apenas na fragmentação, na departamentalização, na disciplinaridade, no individual.
Na atualidade, a Universidade, instituição educativa em nível superior, sustentada na pesquisa, no ensino e na extensão, tem uma estrutura que reforça, como dizem Pimenta e Anastasiou,
um ambientes adequado a uma pedagogia calcada na transmissão de saberes, num papel docente centralizador, numa relação de reprodução de conhecimento tido como verdadeiro e na não-problematização e crítica da realidade social, cultural, econômica e científica (Pimenta e Anastasiou, 2002).
A mercantilização da Educação Superior
Ao se analisar a Educação Superior no Brasil, observa-se uma proliferação desorganizada de instituições, que os órgãos governamentais procuram regulamentar, que se colocam no mercado educacional oferecendo atrativos numa frenética mercantilização de diplomas, como se estivessem a vender bens de primeira necessidade. Boa parte dos intelectuais corrobora com esse quadro quando se coloca na defesa de “Universidade para todos”, afirmando que todos os brasileiros deveriam ter o direito de terem acesso à Universidade, mas não questiona “que universidade?”. Além do mais, a Educação Superior está sendo oferecida em instituições que, na sua maioria, não são universidades. São faculdades isoladas, Instituto de Ensino Superior, Centros Universitários, que não têm compromisso com a pesquisa. Nessas instituições, os professores são horistas, isto é, são pagos por hora/aula, para “darem aulas”. Isso significa que esses professores têm compromisso com o ensino, mas não, necessariamente, com a aprendizagem. São indivíduos que em algumas instituições são chamados de “taxistas”, pois começam a ganhar na hora que “ligam o taxímetro”, isto é, na hora que vão para a sala de aula, que são fiscalizados por funcionários encarregados de verificarem se estão, ou não, na sala de aula. Muitos desses professores não têm tempo para pesquisar, para ler, para preparar a aula. Muitos desses professores chegam na sala de aula e perguntam “onde é que paramos na aula passada?”. Muitos desses professores não têm competência para estarem na sala de aula, entendendo-se competência como conjunto de conhecimentos específicos sobre a sua área de atuação, de habilidades (cognitivas, operacionais, pedagógicas e sociais) e de atitudes.
Como há um certo consenso de que a universidade deve ser para todos, com uma concepção perigosa de que é “obrigatório” se ter curso superior, cria-se um círculo vicioso difícil de ser rompido mas que traz prejuízo a todos os níveis sociais e começa a ser percebido por conjuntos de pessoas que trabalham de maneira colaborativa e crítica em relação à educação. Esse círculo vicioso é composto por alunos e professores que firmam um contrato silencioso, o professor, subestimado e desvalorizado, “ensina” e cobra a repetição do que ensinou, o aluno, pressionado a fazer um curso superior, devolve o mínimo do que recebeu e fazendo de conta de que aprendeu, recebe o certificado no final do tempo contratado com a instituição escolar. Com o certificado (diploma) na mão, vai para um mercado cada vez mais inflacionado de profissionais certificados. As instituições públicas e a iniciativa privada abaixam seus salários, pois a oferta de mão de obra certificada é maior do que o número de vagas.
Os egressos das poucas instituições que ainda oferecem educação de qualidade, são disputados no exterior ou conseguem as pouquíssimas vagas muito bem remuneradas. Ainda assim, os demais bem preparados são contratados por salários inadequados. As empresas que precisam de maior qualidade de mão de obra criam centros de treinamento e desenvolvem competências para atender as suas necessidades. As grandes empresas passam, então, a desenvolver a educação corporativa. Na verdade, na atualidade, já se tem a presença marcante das Universidades Corporativas. E os intelectuais acadêmicos, muitos mostrando uma atitude “avestruz” ao não quererem ver o quadro real atual, condenam essas iniciativas como sendo “fruto da ideologia neo-liberal”.
No caso da Educação Escolar, a situação ainda é pior, pois professores mal-preparados acabam prestando concursos mal-elaborados e são admitidos para ensinarem nas escolas públicas. Esses professores que não dominam o conteúdo específico de suas disciplinas e que não têm uma boa formação didático-pedagógica trabalham em escolas com tecnologia de informação e de comunicação defasada com a usada fora da escola e são mal-remunerados. Desta forma, assiste-se, de um lado, a desvalorização, cada vez maior, da profissão professor, e, de outro lado, a exclusão social que essa escola causa, ao deixar de preparar seus alunos, para as funções sociais e profissionais que eles deveriam exercer fora da escola. Isto é, a escola prepara um “cidadão” de segunda categoria, que não sabe refletir, analisar, criticar, questionar, tomar decisões e agir para transformar o meio em que vive resultando a si e aos seus uma vida ,melhor.
Em paralelo, os autodidatas, ou os que tiveram a possibilidade de ter uma educação emancipadora, ocuparão funções melhores, terão acesso às melhores oportunidades, desfrutarão de melhores condições de vida , mas viverão ameaçados por contingentes cada vez maiores de excluídos.
Formação de Professores em Didática: Diálogo e Colaboração como novas possibilidades para a Educação Superior
Diante de toda essa situação, um grupo de pesquisadores começou a pesquisar e a propor uma mudança de atitude que vai para além da crítica, isto é, uma mudança na prática pedagógica na Educação Superior. De certo, que esta não é uma iniciativa somente desses pesquisadores. Muitos professores, individualmente, têm sua prática pedagógica embasada no diálogo e no trabalho colaborativo com seus pares e com seus alunos.
Esta é, porém, uma iniciativa que procura chamar a atenção para a necessidade premente de se cuidar da prática pedagógica na Educação Superior para uma vida profissional proficiente e uma vida social sustentável. Em sua pesquisa e na sua ação pedagógica, esse grupo baseia seu trabalho em pilares como o diálogo, a autonomia, a colaboração, o trabalho em equipe, usando as tecnologias de informação e de comunicação como mediadores, inclusive na criação e na utilização de ambientes virtuais de aprendizagem.
Para uma melhor compreensão, buscamos explicitar brevemente, o que cada um desses pilares significa para esta equipe de pesquisadores.
Diálogo
Compreendemos diálogo como a interlocução entre indivíduos que se respeitam no compartilhamento de idéias, podendo a divergência existir. PETERS apresenta, em seu livro, Didática do Ensino a Distância, a definição de diálogo dada por Moore (1993),
Um diálogo é direcionado, construtivo e é apreciado pelos participantes. Cada uma das partes presta respeitosa e interessada atenção ao que o outro tem a dizer. Cada uma das partes contribui com algo para seu desenvolvimento e se refere às contribuições do outro partido. Podem ocorrer interações negativas e neutras. O termo diálogo, no entanto, sempre se reporta a interações positivas (Moore apud PETERS, 2001, p. 73).
A partir do momento, em que o professor da Graduação ou da Pós-Graduação entende diálogo com o significado aqui apresentado e, troca a aula expositiva pela aula dialogada, ele começa a trabalharem um novo paradigma educacional. Aquele, estudado por MORAES (1997, p.135-208) que considera o aprendiz, ao mesmo tempo, “um ser diferente e único”, “um ser inconcluso, inacabado, em permanente busca” e “um sujeito de práxis”, com quem o professor deve tratar dialogicamente, ora como ensinante, ora, ele próprio professor, aprendiz. Ao mesmo tempo, que esse aluno é sujeito, adulto, produto de seu tempo, histórico e parte da história, ele é um sujeito de diálogo, como dizem MORAES (1997) e FREIRE (1970), e o processo que envolve professor e aluno, mesmo na Educação Superior, deve ser um processo amoroso, esperançoso, dialogal, de parceria. Ainda, nesse diálogo, há diferentes perspectivas, pois um é o professor, mas muitos são os alunos, e cada um, professor e alunos, vêem o mundo de onde seus pés pisam (BOFF, 1996) e a partir de suas histórias de vida. Assim, o professor não está ali só para ensinar, mas para afazer o aluno aprender, pois a educação é uma moeda de duas faces em que o aprender e o ensinar são o verso e o reverso. Através do diálogo, o professor provoca inquietações e desafios que provocam, no aluno, o desejo de buscar respostas, que contribuirão para a construção de novos conhecimentos (MORAES,1997, p.144)
Assim, na Educação Superior, o aluno, adulto, deixa de ser visto como antagonista e passa a ser visto como co-protagonista, como parceiro do processo educacional. Para tanto, é necessário e tem que se respeitar a sua autonomia.
Autonomia
Tem-se tratado o aluno na Graduação e, em alguns Cursos de Pós-Graduação, sob o olhar da Pedagogia, que considera o indivíduo como dependente de um professor que decide o que ele vai aprender, como ele vai aprender, o quanto ele vai aprender e quando ele deve aprender. Esquece-se que esse aluno, na Educação Superior, é, em geral, um indivíduo que já responde, civil e criminalmente, pelos seus atos; casado, em geral, provedor da família, tem uma profissão; enfim, é um cidadão.
Se esse cidadão pode decidir o que quer e como quer em sua vida profissional, social e política, deve também ser considerado como autônomo enquanto aprendiz na Educação Superior.
Peters (2001, p.94-97) apresenta considerações de ordem filosófica, pedagógica e didática para se considerar a autonomia na Didática do Ensino a Distância e que esta equipe de pesquisadores considera válidas. Ao se referir à dimensão filosófica, afirma se (a educação) quiser ativar a liberdade moral do educando autônomo, não pode ser prescrevedora e determinadora de fora, mas, sim, somente despertadora e doadora (Bohm, 1994 apud PETERS, 2001, p.94).
Na dimensão pedagógica, o aluno da Educação Superior tem que ser visto como sujeito de sua educação, isto é, a responsabilidade não é apenas da instituição escolar e do professor, mas deve ser compartilhada com o aluno. A partir dessa perspectiva, o aluno tem que cumprir seus deveres e estar atento aos seus direitos, principalmente, em relação à qualidade do que lhe é oferecido bem como em relação à cobrança de sua participação.
A dimensão didática, também, muda. O aluno na Educação Superior deve estabelecer seus objetivos, selecionar conteúdos de seu interesse, estabelecer estratégias de aprendizagem e organizar as tecnologias que poderão otimizar essa aprendizagem.
Dessa forma, o professor não é mais o sujeito que transmite o conhecimento e o aluno, como uma tabula rasa, receptor passivo; ao contrário, o aluno passa a ser o sujeito de sua aprendizagem que tem no professor o interlocutor que poderá organizar conteúdos que lhe possam interessar, propor desafios e despertar inquietações que no diálogo poderão ser esclarecidas ou propor novos desafios.
Portanto, o diálogo se constrói e se concretiza em ações conjuntas entre indivíduos autônomos, através de parcerias, que não se realizam se não houver colaboração.
E, na modalidade de Educação a Distância, não se pode usar o termo tutor para o professor que atua como um orientador de aprendizagem. Ao se defender que a autonomia tem que ser desenvolvida e respeitada, ao se pode usar uma terminologia que coloca o aluno como um ser tutelado, isto é, dependente de um professor-tutor.
Colaboração
Colaboração tem sido a marca da ação concreta desta pesquisadora, inclusive, tema da tese de Doutorado (CORTELAZZO, 2000). Para realizar a pesquisa de doutorado, no período de 1998 a 2000, foram consultadas muitas obras em educação escritas em Língua Portuguesa e, dificilmente, as palavras: colaboração, colaborativo, colaborador eram encontradas. Quando as encontrava, apareciam no sentido de “doação”, de “doador”. Nas obras em língua estrangeira, essas palavras estavam, geralmente, associadas ao trabalho de grupos com computador. Foram pesquisadas, então, algumas obras da área de administração; e um capítulo da tese foi dedicado à colaboração, como era entendida pela pesquisadora e como ela estava relacionada com uma prática pedagógica bem sucedida. Desenvolveu-se, ainda, nesse capítulo, uma conversa com os pares, alunos e especialistas , buscando detectar o que eles pensavam e relacionando com a formação etimológica da palavra “co-laborare” , isto é, “trabalhar junto”.
Em 2002, continuando a pesquisa sobre Educação Superior, encontrei, em um artigo publicado na WWW, a definição dada por T. Panitz, que traduzo, aqui, Colaboração é uma filosofia de interação e estilo de vida pessoal no qual as pessoas são responsáveis por suas ações, incluindo aprendizagem e respeito pelas habilidades e contribuições de seus pares (PANITZ, 2002). Essa definição integra algumas das regras de colaboração que são apresentadas na tese como a responsabilidade, o respeito, o trabalho com os pontos fortes do parceiro, a interação, a divergência, o uso de diferentes formas de representação em diferentes espaços de criação, com o uso de saber especializado, não disponibilizado pelos integrantes da parceria, se necessário.
Enfim, colaboração ultrapassa o indivíduo e exige a presença de outros, principalmente na contemporaneidade, uma vez que ninguém é auto-suficiente. Mesmo vivendo em uma sociedade tão competitiva, os indivíduos para sobreviverem precisam agrupar-se em grupos que não podem ser apenas conjuntos de pessoas justapostas, precisam ser pequenos coletivos integrados, isto é, equipes de trabalho.
Trabalho em equipe
Trabalho em equipe supõe a existência de um grupo de pessoas que comungam interesses comuns e que temporariamente se unem para atingir um mesmo objetivo. Certamente, essas pessoas têm seus projetos de vida particulares, mas, por trabalharem juntas ou por estudarem juntas, em determinados momentos, pre cisam realizar ações e alcançar objetivos comuns.
O trabalho em equipe não se realiza se não houver integração e respeito entre seus participantes. Cada um precisa se responsabilizar por uma meta, isto é, realizar uma tarefa em um determinado tempo. Essa tarefa lhe é atribuída porque esse indivíduo tem competência para realiza-la, portanto, trabalha-se com os pontos fortes de cada participante, e não com suas fraquezas. Ao final de um determina do período, a equipe avalia seu trabalho e replaneja suas atividades a partir das metas cumpridas ou não. Assim, há uma interdependência entre os participantes, que se não for considerada, poderá comprometer o trabalho de toda a equipe.
Passa-se a falar assim em um projeto pedagógico construído coletivamente, com a participação de professores e aluno. O aluno, adulto, não é mero receptor de um conhecimento “tido como verdadeiro”, mas interlocutor que, com base em pesquisa, aprende junto com o professor que ensina, esclarecendo-lhe as dúvidas, instigando sua busca da verdade, orientando em suas dificuldades e desenvolve, ainda junto a seus colegas e professor, uma atuação na comunidade através de projetos de extensão. Cumpre-se assim a tríplice finalidade da universidade.
Desta forma, percebe-se que não há trabalho em equipe se não houver colaboração, autonomia e diálogo.
Didática para a Educação a Distância
O leitor pode estar a perguntar-se, mas até agora se falou de Educação Superior, mas pouco se falou de Educação a Distância.
Distância é um conceito entendido e repetido envolvendo apenas a dimensão espacial ou a dimensão temporal, mas há ainda uma terceira dimensão, a ser levada em consideração que é a transacional - espaço psicológico e comunicacional existente entre professor e aluno (TORI, 2002). Considerando que a distância transacional não existe apenas quando alunos e professores estão separados física e temporalmente, faz-se necessária uma formação do docente da Educação Superior que trabalhe as questões geradoras dessa distância transacional que existem quer na modalidade de Educação a Distância quer na presencial.
Uma formação de professores que desenvolva o professor para trabalhar o diálogo, a autonomia, a colaboração e o trabalho em equipe e que desenvolva suas competências para a otimização de seu trabalho com o auxilio das tecnologias de informação e de comunicação estará resolvendo a questão da distância .
Referências
CORTELAZZO, I.B.C. Colaboração, Trabalho em Equipe e as Tecnologias de Comunicação: Relações de Proximidade em Cursos de Pós-Graduação. Doutoramento em Educação. Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, 2000.
MACHADO, N. J. Apresentação. IN BICUDO, M. A . V. Fenomenologia: confrontos e avanços. São Paulo, Cortez, 2000, p.7-11.
MASON, Robin. "Networked Lifelong Learning: Innovative Approaches to Education and Training Through the Internet" edited by L. Banks, C. Graebner, and D. McConnell. University of Sheffield, 1998. Disponível em
M ORAES, M. C. O Paradigma Educacional Emergente. Campinas-SP, Papirus, 1997.
PANITZ, T. Collaborative Versus Cooperative Learning. http://home.capecod.net/~tpanitz/tedsarticles/coopdefinition.htm
PETERS, O. Didática do Ensino a Distância. São Leopoldo-RS, Editora UNISINOS, 2001.
PIMENTA, Selma Garrido e ANASTASIOU, Lea das Graças Camargos. Docência no ensino Superior. São Paulo: Cortez Editora, 2002.
TORI, Romero. A Distância que Aproxima. Revista de Educação a Distância. Vol 1 n.º 1. Disponível em http://www.aomestrecomcarinho.com.br/ead/ead20.htm. Acesso em 12/09/2003.