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Mostrando postagens de outubro, 2016

6 lições que todos devem esquecer

O texto da semana tem como autor Brasilio Neto, e está disponível em: http://www.profissaomestre.com.br/php/verMateria.php?cod=1041, acesso em 15 mar/2010 Algumas idéias dele, nos remete ao Livro "Pinóquio às Avessas", de Rubem Alves. Lembram dele? Vale a pena ser lido: tanto o livro, quanto o texto: John Taylor Gatto é um dos educadores mais respeitados dos Estados Unidos. Em seu livro The Seven-Lesson School Teacher (Inédito no Brasil), ele mostra o que os mestres realmente ensinam a seus estudantes. Prepare-se, pois não são lições agradaveis: 1a. Lição - Confusão As escolas tentam ensinar muita coisa ao mesmo tempo. São dezenas de matérias competindo pela atenção do aluno. E o pior, cada uma delas é estanque em si, fora do contexto, sem relação com as demais. Possível solução - A interdissiplinariedade, tão decantada e elogiada em lei deve ser cada vez mais utilizada. 2a. Lição - A parte que te cabe nesse latifúndio Todo ano, o aluno é colocado em uma classe. Para isso...

Por que ler os Clássicos?

Disponível em: http://www.classicosabrilcolecoes.com.br/colecao.php . Acesso: 24 mar/2010 O escritor italiano Italo Calvino (1923-1985), em seu livro Por que ler os clássicos [São Paulo: Companhia das Letras, 1993, pp. 9-16], propõe algumas definições muito interessantes de clássico: "1. Os clássicos são aqueles livros dos quais, em geral, se ouve dizer: 'Estou relendo...' e nunca 'Estou lendo...'. 2. Dizem-se clássicos aqueles livros que constituem uma riqueza para quem os tenha lido e amado; mas constituem uma riqueza não menor para quem se reserva a sorte de lê-los pela primeira vez nas melhores condições para apreciá-los. 3. Os clássicos são livros que exercem uma influência particular quando se impõem como inesquecíveis e também quando se ocultam nas dobras da memória, mimetizando-se como inconsciente coletivo ou individual. 4. Toda releitura de um clássico é uma leitura de descoberta como a primeira. 5. Toda primeira leitura de um clássico é na rea...

Modernismo - A obra de Clarice Lispector

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retirado de PASSEIWEB Em 1942, Clarice Lispector começou a escrever seu primeiro romance,   Perto do coração selvagem   e o publicou em 1943.   A carreira de Clarice Lispector iniciou com o romance Perto do Coração Selvagem O romance introspectivo Esse primeiro romance fez certo alarde entre os críticos brasileiros. Alguns acharam a obra intolerável e estranha; diziam que "essa escritora de nome esquisito" queria se exibir. Outros, como Antonio Cândido, apesar de não verem na obra a perfeição, reconheceram a coragem dessa escritora desconhecida em usar nossa língua para criar frases introspectivas originais, metáforas extravagantes e enredos muito diferentes dos que os romancistas regionalistas (Jorge Amado, Érico Veríssimo, Graciliano Ramo, José Lins do Rego) criavam na época, cujas obras engajadas politicamente todos gostavam. Clarice estava introduzindo na literatura brasileira um novo modo de narrar, semelhante ao das escritoras de língua inglesa Katherine M...

Método Fonético x Método Construtivista

Não podemos desmerecer o método fonético da escola Montessoriana e outras afins, porque ele era funcional para aquela época, além disso, as classes tinham menos alunos e as crianças mais comportadas. A clientela hoje é outra. Hoje trabalhamos com hiperativos, inclusão, crianças sem limites e crianças que chegam até nós com muitas vivências, então é um desperdício ficar somente no BA- BE- BI- BO - BU - BÃO (leiam corretamente, somente) Muitos professores tiveram resultados excelentes com o método fonético, por isso não quiseram arriscar no método construtivista., mas hoje não vemos fundamento nesse tipo de trabalho, embora muitas vezes nós recorremos ao fonético para ajudar às crianças com mais dificuldade. No entanto, o trabalho com a alfabetização a partir dos textos é bem melhor para que os alunos se tornem letrados. O trabalho é da seguinte maneira: Coloque o texto ou o poema na lousa ou em cartolina (parlenda, cantigas, quadrinhas, trava-línguas), sempre um texto conhecid...

Barroco - A poesia lírica de Gregório de Matos

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autoria de Odete Antunes (Profª Odete) 1. Poesia lírica sacra - A culpa e o arrependimento A poesia lírica de Gregório de Matos pode ser dividida em lírica sacra, lírica amorosa (espiritual e carnal), lírica encomiástica (poemas de circunstância, oemas laudatórios) e lírica filosófica. Analisemos, uma a uma, a poesia lírica desse autor barroco: Expressa a cosmovisão barroca: a insignificância do homem perante Deus, a consciência nítida do pecado e a busca do perdão. Ao lado de momentos de verdadeiro arrependimento, muitas vezes o tema religioso é utilizado como simples pretexto para o exercício poético, desenvolvendo engenhosos jogos de imagens e conceitos. As idéias de Deus e do pecado, ao mesmo tempo que se opõem, são complementares. Embora Deus detenha o poder da condenação da alma, está sempre disposto ao perdão, por sua misericórdia e bondade; daí deriva Sua maior glória. A CRISTO N. S. CRUCIFICADO, estando o poeta na última hora de sua vida 1 Meu Deus, que estais pende...

Exercícios de Interpretação textual – 5ª SÉRIE - Texto A VELHA CONTRABANDISTA de Stanislaw Ponte Preta.

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Atividade: Interpretação de texto - 5ª serie (6ºano) - Texto: A Velha Contrabandista. fonte:http://www.simplesmenteportugues.com.br A VELHA CONTRABANDISTA Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da Alfândega – tudo malandro velho – começou a desconfiar da velhinha. Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da Alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela: - Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco? A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo e respondeu: - É areia! Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito ...

Atividades de português – Atividades de advérbio

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ADVÉRBIO

Como ler com as crianças

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Como ler com as crianças Mostre a capa, mostre os livros e fale sobre as ilustrações.       Deixe a criança virar a página, se ela quiser.       Leia as frases e mostre -as com o dedo .       Torne a história viva, faça uma voz diferente para cada personagem e use mímica para contar a história.       Quando a criança começa a saber ler deixe -a ler palavras e frases.       Quando já sabe ler, distribua papéis e leia a par.       Faça perguntas e converse sobre a história, sobre as informações e sobre as imagens.      Verifique se está a compreender bem .       Deixe a criança comentar o livro, contar a história ou partes da história.       Se a criança não mostrar interesse não insista.  Leia outra história ou leia a mesma história noutra altura.      Se a criança ...

Tudo Sobre Leitura: Leitura - Conselhos às famílias

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Leitura - Conselhos às famílias     Faça da leitura um momento agradável no dia-a-dia da sua família       1 - Incluir os livros no dia - a - dia das crianças À noite quando as crianças já estão na cama, leia-lhes antes de adormecerem. Os livros acalmam e dão serenidade. Aproveite alguns momentos de pausa ou de convívio para ler. O momento do banho pode incluir livros de plástico ou de borracha. 2 - Tornar a leitura uma actividade divertida As crianças pequenas gostam de descobrir as imagens e as histórias dos livros. E começam muito cedo a querer aprender a ler . Faça das imagens e das histórias dos livros uma espécie de brinquedos. As crianças adoram descobrir imagens, letras palavras e adoram ouvir ler histórias. Deixe a criança escolher o livro que quer ler consigo. Pode propor outros livros, mas não force. É importante que leia ou oiça ler com prazer. 3 - Guardar alguns minutos para ler Reserve sempre alguns minuto...

Ler não é obrigação

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Ler não é obrigação Publicada no jornal  Gazeta do Povo   em   18/09/2012 Felipe Lindoso, pesquisador e consultor de leitura O jornalista, tradutor e consultor Felipe Lindoso tornou-se uma voz necessária ao se falar de leitura no Brasil. Por uma razão prática – ele povoou de informações seguras um setor dado a discursos inflamados e bem-intencionados a favor do livro. O resultado é flagrante. Para ele, ler é atividade lúdica e necessária, mas também é algo tão concreto quanto o mercado da soja. Parece exagero, mas ao costurar leitura e desenvolvimento, o especialista em políticas públicas criou uma estratégia para fazer do negócio dos livros e da leitura um assunto tão sério quanto os demais. Não é uma guerra vencida. Há muito que se palmilhar para que os índices de leitura no Brasil estejam à mesma mesa de negociação em que se discute o pré-sal ou o Código Florestal. Mas o pesquisador figura entre os que trabalham para criar uma cultura que conside...