Título: Explorando Emoções por meio de um Poema Série: 6º e 7º ano Componente curricular: Língua Portuguesa Habilidades da BNCC

Posted by Profº Monteiro on maio 27, 2023





6º ano:(EF69LP12) Ler e interpretar, considerando a relação entre as partes do texto, as informações explícitas e implícitas e os efeitos de sentido decorrentes do uso de recursos linguísticos e não linguísticos.

(EF69LP13) Identificar e discutir, em textos lidos e estudados, a função social, o tema, as características composicionais, a construção do enredo e dos personagens, o tempo e o espaço, a linguagem figurada e outros elementos de produção de sentido.

7º ano:(EF79LP13) Identificar as ideias principais e secundárias de um texto, parafraseando-as, sintetizando-as e assegurando-se de sua compreensão.

Descrição da atividade:

Inicie a atividade fazendo uma breve introdução sobre poesia e suas características, destacando que um poema é uma forma de expressão artística que utiliza recursos linguísticos e figuras de linguagem para transmitir sentimentos e emoções.


Apresente o poema "O Menino Azul", de Cecília Meireles. Leia o poema em voz alta para a turma e, em seguida, distribua cópias impressas para cada aluno.

O Menino Azul

Havia um menino que tinha uma pedra azul e uma palavra não dita.

Olhava a pedra e se punha a escutar o que nela se movia.

E a palavra não sabia como dizer-se, dizer-se.

O menino, de repente, piscou os olhos e sorriu: tudo estava dito.

Após a leitura, peça aos alunos que leiam o poema silenciosamente e sublinhem as palavras ou expressões que chamaram sua atenção.


Em seguida, promova uma roda de discussão em que os alunos possam compartilhar as palavras e expressões que destacaram, bem como suas interpretações sobre o poema. Incentive-os a pensar sobre o significado da pedra azul, da palavra não dita e da revelação que ocorre no final do poema.


Divida a turma em grupos e peça para que cada grupo elabore um pequeno texto explicando a interpretação do poema, levando em consideração as palavras e expressões destacadas pelos alunos. Incentive-os a explorar os sentimentos transmitidos pelo poema e a relacioná-los com suas próprias experiências.


Após a elaboração dos textos pelos grupos, faça uma socialização em que cada grupo possa apresentar sua interpretação para a turma. Encoraje os alunos a expressarem suas opiniões e discutirem sobre as diferentes perspectivas de interpretação.


Como atividade complementar, proponha aos alunos que criem um desenho, ilustração ou colagem inspirada no poema. Eles podem representar a pedra azul, a palavra não dita ou qualquer elemento que tenha chamado sua atenção. Incentive-os a utilizar cores e elementos simbólicos que expressem as emoções presentes no poema.


Por fim, organize uma exposição dos trabalhos realizados pelos alunos, onde cada um possa apresentar sua criação e explicar o significado que ela possui em relação ao poema.

Essa atividade propõe uma abordagem interpretativa do poema "O Menino Azul", estimulando os alunos a refletirem sobre as emoções transmitidas pela obra e a desenvolverem suas habilidades de interpretação textual, de acordo com as competências previstas na BNCC para o 6º e 7º ano.

"A Essência do Gênero Lírico: Expressões do Eu e a Busca Interior na Poesia"

Posted by Profº Monteiro on maio 26, 2023





O gênero lírico é caracterizado como uma expressão do "eu" (primeira pessoa: sujeito lírico; função emotiva da linguagem). Ele representa a verdadeira essência do coração, a voz que se manifesta no poema, nem sempre correspondendo à do autor. É principalmente a valorização de um sentimento pessoal, revelando assim o chamado "eu-lírico", cujo propósito é expressar toda a subjetividade como emoções, pensamentos, estados da alma e, enfim, o mundo interior do poeta. A musicalidade desempenha um papel importante no texto lírico, sendo o aspecto que mais explora a sonoridade. Embora o lirismo também possa ocorrer na prosa, representando uma percepção poética da realidade, a expressão mais direta e natural do gênero lírico é encontrada na poesia.

A palavra lírico, assim como o termo relacionado lirismo, tem origem na lira (instrumento musical de cordas utilizado desde a Antiguidade clássica para acompanhar composições poéticas que eram cantadas em voz alta). No final da Idade Média, quando o texto se separou da música, a poesia passou a ter uma estrutura mais elaborada, incluindo métrica (medida de um verso, definida pelo número de sílabas poéticas), ritmo das palavras, divisão em estrofes, rima e combinação de palavras. A composição lírica geralmente é curta e utiliza versos, recorrendo quase sempre à melodia e aos recursos da linguagem poética.

Para compreender a poesia lírica, é importante esclarecer que seu conteúdo não é o mundo objetivo, real e tangível, mas sim os sentimentos que ele desperta no leitor. A linguagem poética é muito particular e requer certo envolvimento e familiaridade para ser compreendida, o que só é possível por meio de uma leitura atenta e frequente de poemas. Ao mergulhar em si mesmo e expressar seus sentimentos, o poeta adota uma postura múltipla, falando por aqueles que se sentem da mesma forma, mas muitas vezes não conseguem expressar seus próprios sentimentos. Não é nessa necessidade e encanto da poesia que reside sua importância?

A busca insensata


Saindo a minha procura

Fui por caminhos travessios

E vales e rios.

Pisei areias inumeráveis,

Bebi em muitos mananciais

E em sonhos escalei

Penedos que eram ninhos de relâmpagos.

Mas a minha sede — a de ser eu mesmo —

Não se saciou jamais.


(Ledo Ivo)


É evidente que o poeta cria um eu lírico que fala de seu mundo interior, ansioso por se conhecer e compreender a si mesmo. Ele se manifesta em versos livres (aqueles que não se preocupam com métrica, rima ou estrofes) e brancos (sem rima), fazendo uso e abuso da polissemia (uma mesma palavra com vários significados) e da conotação.

O Emílio de Rousseau

Posted by Profº Monteiro on maio 26, 2023





"O Emílio" de Rousseau é uma obra importante escrita pelo filósofo francês Jean-Jacques Rousseau no século XVIII. O livro é uma espécie de tratado educacional que descreve um método de educação ideal para crianças.

A história fictícia é sobre a criação de um jovem chamado Emílio, desde seu nascimento até a idade adulta. Rousseau argumenta que a educação deve respeitar a natureza e o desenvolvimento natural da criança, em vez de impor regras e convenções sociais.

Emílio é educado em contato com a natureza, longe das influências corruptas da sociedade. Ele aprende habilidades práticas e acadêmicas através da experiência direta, e Rousseau enfatiza a importância do autodomínio e da autonomia individual.

Rousseau critica o sistema educacional tradicional, que ele considera prejudicial ao desenvolvimento humano. Ele argumenta que a educação deve ser adaptada às necessidades e capacidades individuais de cada criança, permitindo que ela se torne um ser humano livre e autêntico.

No livro, Rousseau discute vários temas, como a relação entre educador e aluno, a importância da moralidade e da virtude, e a necessidade de equilíbrio entre a razão e a emoção na educação.

"O Emílio" é considerado uma das principais obras de Rousseau e teve um impacto significativo no campo da pedagogia. Sua abordagem revolucionária influenciou muitos educadores e filósofos ao longo dos séculos, e suas ideias continuam sendo debatidas e discutidas até hoje.

Atividade com filme Germinal para o 1º de Maio.... E a Classe Operária Ainda Não Foi ao Paraíso

Posted by Profº Monteiro on maio 26, 2023


O 1º de Maio é o Dia do Trabalho. Certo? Errado! Todo dia é Dia do Trabalho, ou do Trabalhador e da Trabalhadora. Mas no 1º de Maio comemoramos as lutas empreendidas pela classe operária.

Nessa data, em 1886, ocorreu uma grande manifestação de trabalhadores na cidade americana de Chicago. Milhares de trabalhadores protestavam contra as condições desumanas de trabalho e a enorme carga horária pela qual eram submetidos (13 horas diárias). A greve paralisou os Estados Unidos.


Confrontos dos manifestantes com a polícia se intensificaram, resultando na morte de diversos manifestantes. As manifestações e os protestos realizados pelos trabalhadores ficaram conhecidos como a Revolta de Haymarket. Oito líderes trabalhistas norte-americanos morreram enforcados. Eles foram presos e julgados sumariamente por dirigirem as manifestações.

Em 20 de junho de 1889, em Paris, a central sindical chamada Segunda Internacional instituiu o mesmo dia das manifestações como data máxima dos trabalhadores organizados, para, assim, lutar pelas 8 horas de trabalho diário. Em 23 de abril de 1919, o senado francês ratificou a jornada de trabalho de 8 horas e proclamou o dia 1° de maio como feriado nacional.

Após a França estabelecer o Dia do Trabalho, a Rússia foi o primeiro país a adotar a data comemorativa, em 1920. No Brasil, a data foi consolidada em 1924 no governo de Artur Bernardes. Além disso, a partir do governo de Getúlio Vargas, as principais medidas de benefício ao trabalhador passaram a ser anunciadas nessa data. Atualmente, inúmeros países adotam o dia 1° de maio como o Dia do Trabalho, sendo considerado feriado em muitos deles.

Um bom filme, entre tantos, para desenvolver atividades didáticas associadas ao Dia do Trabalho é GERMINAL, de Claude Berri, baseado no livro de Émile Zola. Está tudo lá: relação capital x trabalho; exploração salarial; greve; luta de classes e as visões ideológicas.




Sinopse:
Sob o Segundo Império, Etienne Lantier (Renaud), um jovem desempregado mineiro, enfrenta uma verdadeira descida ao inferno. Em Montsou, ele descobre a miséria, e o alcoolismo. Descobre também, os crápulas como Chaval (Jean-Roger Milo), ou homens generosos como Toussaint Maheu (Gerard Depardieu): uma humanidade inteira em estado de luta e sofrimento. Etienne se engaja no combate contra a direção das minas, mas, logo eles contra-atacam. Os salários caem mais ainda e uma greve assassina e miserável toma corpo. Em meio a esta confusão sórdida, ele encontra o amor de Cathérine (Judith Henry). Agora, a greve poderá ser combatida pelas tropas do exército e Etienne tem medo do sangue a ser derramado...




Questões:

1) Imagine que assim como Etienne, você chegou ao local onde se desenrola o filme pela primeira vez. Com lápis e papel à mão, reproduza a geografia do lugar na medida em que se passa o filme.
2) Descreva as condições de trabalho do proletariado nas minas.
3) Descreva as condições de vida do proletariado. Suas necessidades, condições de moradia e convivência.
4) Identifique no filme a burguesia. Quem são? Como vivem?
5) Como você analisa o ato de assistencialismo (caridade) burguês?
6) Como se dá a exploração do trabalho?
7) Comente sobre o movimento grevista. Você acha que a greve deveria ser realizada ou não? Por Quê?
8) Há um pensamento diferente no enfrentamento ao capital. Trata-se de um anarquista que defende a destruição/sabotagem. Como você analisa este tipo de luta?
9) Descreva o papel da mulher. Tanto a burguesa como a operária.
10) O que mudou, em sua opinião, na relação da mulher com o mundo do trabalho, desde àquela época até os dias de hoje?
11) Qual o papel do Estado (exército/gendarmes)? Que lado apóia? Por quê?
12) Como você interpreta a atitude do velho no final do filme?
13) Comparando o passado com o presente, o que mudou na relação entre o capital e o trabalho?
14) Preste atenção no poema no final do filme.



"Sua razão amadurecia, ele havia jogado fora seus rancores
Sim, Maheud dizia, com seu bom senso, seria um grande golpe, se juntar, se conhecer, se sindicalizar, se a lei permitisse, e quando se sentissem unidos com milhões de trabalhadores e uns milhares de indolentes, tomar o poder, serem senhores.
Que despertar de verdade e justiça! Agora, no céu, o sol de abril brilhava em sua glória aquecendo a terra que paria. Em toda a parte, sementes cresciam, furavam o solo necessitadas de calor e luz.
A seiva transbordava com vozes sussurrantes, o ruído dos germes se expandia num grande beijo. E cada vez mais distintamente como se mais próximo do solo, os camaradas batiam.
Sob os raios do astro-rei, nesta manhã juvenil, era desse rumor que o campo fremia. Homens brotavam. Um exército negro, vingador, que germinava lentamente, crescendo para as colheitas do século futuro e cuja germinação logo faria rebentar a terra".

Faça uma interpretação do mesmo, concluindo: o que significa “germinal”?




ARTE PRÉ-HISTÓRICA (BRASIL)

Posted by Profº Monteiro on maio 26, 2023



ARTE PRÉ-HISTÓRICA


O Primeiro homem das Américas


"As escavações realizadas na foz da Pedra Furada, no parque nacional da Serra da Capivara, pela equipe do arquiteto Niède Guidon trouxeram à luz o que são vestígios um fogueira e esculturas em pedra, com mais de 50.000 anos.


A comunidade científica internacional ficou dividida sobre o assunto.


Alguns rejeitam esta pesquisa, acreditando que o fogo do suposto poderia realmente ter sido um raio de madeira incinerado e que não há garantia de que as rochas não foram não estouradas durante a queda do bloco.


A questão por trás dessa luta é a elucidação do que teria sido a porta de entrada para o Princípio na América.


Por um lado, há aqueles que acreditam que a travessia do Estreito de Bering, foi entre 000 e 12.000 anos atrás - quando o nível do mar caiu 100 metros em relação ao atual -, foi o único caminho adotado.


Para quem não aceita essa exclusividade, outra entrada para o continente americano poderia ser o litoral da América Latina, com viajantes vindos do sul da Ásia e das ilhas oceânicas.


Em outras palavras, a colonização teria ocorrido por povos em épocas diferentes.


A situação começou a tomar novos rumos uma descoberta no ano passado na toca de Garrincho.


Dentes de 15.000 anos foram apresentados ao público.


Nesta idade, eles são os fósseis mais antigos dos continentes.


Se confirmada, a suposta datação de 40 anos das pinturas do sertão Bastiana também será uma indicação importante de que o Iniciam pode ter vivido aqui antes do que na América do Sul. Norte.


Se aceitos pela comunidade internacional , os padrões de dentes - que não podem ser causados ​​por raios ou quedas de rochas - representarão uma fase nos estudos de ocupação do continente."


As pinturas rupestres mais importantes do Brasil:


• PEDRA PINTADA , aqui, em 1996, o arqueólogo americano Rosevelt descobriu pinturas com cerca de 11.000 anos


• PERUAÇU, possui vários estilos de pinturas entre 2 e 10.000 anos.


Exibe padrões geométricos espetaculares.


• LAGOA SANTA, suas pinturas de animais, conhecidas desde então, têm entre 2.000 e 10.000 anos.


• SÃO RAIMUNDO NONATO, segundo Niède Guindon, da Universidade Estadual de Campinas, tem restos humanos de 40 anos e pinturas de 15 mil anos.


Até onde você sabe :


A tinta de pedra é feita de cacos de minério que forneceram as cores das pinturas rupestres os artistas rasparam as pedras para extrair pigmentos coloridos, o vermelho e amarelo vieram do ferro, manganês preto.



Misturado com cera de abelha ou resina de árvore, o pigmento se transforma em tinta.


As imagens abaixo referem-se à Serra da Capivara/Piauí.


O Uraguai: Um Épico Que Marcou a Literatura Brasileira

Posted by Profº Monteiro on maio 26, 2023






Olá, caros leitores! Hoje quero falar sobre uma obra literária que deixou uma marca indelével na história da literatura brasileira: O Uraguai. Escrito por Basílio da Gama em 1769, este poema épico nos transporta para os Sete Povos das Missões, no Rio Grande do Sul, onde uma disputa intensa entre jesuítas, índios e europeus ocorreu.

O Uraguai relata, de forma romanceada, a expedição conjunta de portugueses e espanhóis contra as missões jesuíticas do Rio Grande do Sul, seguindo as cláusulas do Tratado de Madrid, estabelecido em 1756. Além disso, o poema busca retratar o conflito entre a mentalidade racional europeia e o primitivismo indígena.

Um aspecto notável que diferencia O Uraguai de outros poemas épicos é o fato de abordar um episódio histórico muito recente à época de sua escrita. Enquanto obras épicas tradicionais, como Os Lusíadas, seguiam um modelo clássico com dez cantos, O Uraguai possui apenas cinco cantos. Com 1377 versos brancos, ou seja, sem rima, e sem estrofação definida, o poema rompe com as convenções literárias e busca uma abordagem mais livre e contemporânea.

A importância de O Uraguai na literatura brasileira reside justamente nessa ruptura com as tradições poéticas estabelecidas. Basílio da Gama oferece aos leitores uma nova perspectiva, ao narrar uma história recente com elementos ficcionais e uma visão crítica da colonização europeia nas missões jesuíticas.

Conclusão:
O Uraguai é uma obra literária que merece destaque em nossa história. Basílio da Gama, por meio de sua escrita envolvente e original, nos transporta para um período crucial do Brasil colonial, trazendo à tona os conflitos entre diferentes culturas e o embate entre racionalidade e primitivismo.

Como leitores, temos a oportunidade de explorar as páginas deste épico e mergulhar em uma narrativa cativante que nos permite refletir sobre a formação do nosso país e as complexidades históricas que o permeiam. O Uraguai é uma verdadeira jóia da literatura brasileira, um marco que nos lembra da importância de questionar os padrões estabelecidos e abraçar novas formas de expressão.

Descobrindo as Metáforas em um Poema Série: 6º e 7º ano Componente curricular: Língua Portuguesa Habilidades da BNCC:

Posted by Profº Monteiro on maio 25, 2023



Série: 6º e 7º ano Componente curricular: Língua Portuguesa Habilidades da BNCC:

6º ano:(EF69LP01) Identificar as informações explícitas e implícitas em textos lidos ou de que participa, considerando o contexto em que eles ocorrem.
(EF69LP03) Identificar o tema de um texto, diferenciando-o de outros temas possíveis, e identificar e relacionar informações sobre o tema, mantendo o foco no que está sendo lido.



7º ano:(EF79LP01) Identificar, em textos lidos ou de que participa, marcas linguísticas que singularizam a forma de organização textual de diferentes gêneros (crônicas, contos, notícias, reportagens, biografias etc.), considerando a temática, a forma de abordagem do assunto, a construção de personagens e o estilo do autor, entre outros elementos.

Descrição da atividade:

Comece a atividade introduzindo a definição de metáfora como uma figura de linguagem que estabelece uma relação de semelhança entre dois elementos, atribuindo características de um ao outro.


Apresente o poema "O Barco", de Mario Quintana. Leia o poema em voz alta para a turma e distribua cópias impressas para cada aluno.

O Barco

Onde vai o barco? Não sei. Apenas sei que não tem Barlavento nem soprava. Ah! Essa noite sem estrelas Nem Lua!...

Após a leitura, peça aos alunos que identifiquem as metáforas presentes no poema. Explique que a metáfora é uma figura de linguagem que pode ser identificada pela presença de palavras ou expressões que atribuem características de um elemento a outro.


Incentive os alunos a destacarem as palavras ou expressões que sugerem uma comparação entre elementos diferentes. Ajude-os a identificar as metáforas presentes no poema, como "Onde vai o barco?", "Não tem barlavento" e "Noite sem estrelas nem Lua".


Após a identificação das metáforas, promova uma roda de discussão em que os alunos possam compartilhar suas interpretações sobre o poema. Incentive-os a refletir sobre o significado dessas metáforas e como elas contribuem para a compreensão do poema como um todo.


Divida a turma em grupos e distribua diferentes poemas para cada grupo. Peça para que cada grupo identifique as metáforas presentes nos poemas e as discuta, relacionando-as com as mensagens transmitidas pelos textos.


Como atividade complementar, solicite aos alunos que criem um poema utilizando metáforas. Eles podem escolher um tema e pensar em elementos que possam ser comparados metaforicamente, explorando a linguagem figurada.


Encerre a atividade com uma socialização dos poemas criados pelos alunos. Cada grupo ou aluno pode compartilhar seu poema com a turma e explicar as metáforas utilizadas, promovendo a troca de ideias e percepções.

Essa atividade propõe uma abordagem interpretativa de um poema, focando na identificação e compreensão das metáforas presentes no texto. Além disso, estimula os alunos a criar seus próprios poemas, desenvolvendo suas habilidades de interpretação textual e de produção escrita, conforme as competências previstas na BNCC para o 6º e 7º ano.