O amor pode dar certo

Posted by Profº Monteiro on novembro 05, 2013

Iniciando um capítulo novo na 8ª série, e adivinhem o tema?

Isso mesmo, AMOR... nesta fase e com a proximidade do dia dos namorados, imaginem se eles não adoraram, não é?

Bom, inicie a conversa questionando: o que é o amor? Logicamente surgiram as mais diversas respostas, das mais apaixonadas até aquelas mais amarguradas, decepcionadas (como se nunca mais fossem se apaixonar, rsrsrsrs)... Mas, isso foi apenas para introduzir o tema, pois logo em seguida, assistimos ao filme: "O amor pode dar certo"
No final, apresentei a sinopse e comentamos sobre o filme:
Quando Henry Griffin (Dermot Mulroney) descobre que está com câncer terminal, ele decide viver sua vida ao máximo. Ao assistir uma aula de psicologia na Universidade de Nova York ele conhece Sarah Phoenix (Amanda Peet), com quem logo se envolve. Porém Phoenix também está morrendo, o que faz com que ambos percebam que o relacionamento que possuem é a última chance que têm para descobrir o amor.

Então, pedi que pesquisassem e trouxessem coladas no sulfite, imagens que simbolizam o amor: corações partidos, flechados, sangrando, maços de carta, laços de fita, maçã, lua, estrelas, pôr do sol, marcas de batom, etc...que posteriormente formaram um Mural apaixonado.

E também, uma música que falasse sobre o temo estudado, não esquecendo de informar o título da música, o compositor e o intérprete.
Aí veio a parte que eles mais gostaram, com a músicas em mãos, fizemos um Momento Literomusical, onde eles declamavam a música como se fosse uma poesia e em seguida, cantavam... foi muito legal!!!


fonte :http://baudeideiasdaprofkeithy.blogspot.com.br

TANGO (IDEM, CARLOS SAURA, 1999)

Posted by Profº Monteiro on novembro 05, 2013

Tipo de atividade: compreender o conceito de patrimônio intangível e reconhecer a riqueza imaterial da cultura.
Resumo da atividade: ao assistir ao filme de Carlos Saura no Cine Conhecimento, aprendemos que o tango é reconhecido pela
Unesco como um patrimônio da humanidade. Isso ensina que patrimônio não é necessariamente algo físico, como um prédio ou um
monumento. Aqui, portanto, a proposta é que cada participante descubra outro patrimônio intangível da humanidade e procure
materializá-lo de alguma maneira na imagem de cartão-postal (através de foto, desenho, colagem ou o que preferir).
1ª etapa: apresentação, pelo moderador, do conceito de patrimônio intangível da humanidade, conforme a definição da Unesco.
2ª etapa: individual. Cada participante produz um cartão-postal com um patrimônio intangível reconhecido pela Unesco. No verso,
deve escrever uma mensagem para qualquer outro participante e entregar o cartão ao moderador – que vai atuar como um
carteiro, entregando os cartões de todo o grupo.
3ª etapa: em grupo. Todos os participantes podem sugerir algum elemento cultural de sua comunidade que gostariam que fosse
transformado em patrimônio intangível. A partir das sugestões mais citadas, o moderador colhe os argumentos de seus defensores e
promove uma eleição.

A INCRÍVEL SRA. RITCHIE (THE INCREDIBLE MRS. RITCHIE, PAUL JOHANSSON, 2004)

Posted by Profº Monteiro on novembro 05, 2013

Tipo de atividade: clube da leitura.
Objetivo: reconhecer exemplos de “coming-of-age novels”, ou “romances de formação”, tão comuns na literatura e também em outros
meios de expressão narrativa.
Resumo da atividade: A Incrível Sra. Ritchie é, como muitos livros e filmes, uma história do “coming-of-age”, que em tradução literal
do inglês seria algo como a “chegada da maioridade”. São inúmeras as histórias que narram a passagem da infância e da adolescência
para a vida adulta, em que são feitas escolhas e aprendidas lições que vão nos definir por muito tempo. Esta atividade propõe que,
a partir da história de Charlie, no filme de Paul Johansson, os participantes saibam reconhecer e trazer para o grupo fragmentos de
histórias de formação da literatura.
1ª etapa: análise e discussão em grupo. Após a exibição do filme, o moderador pede aos participantes que apontem cenas, situações e
referências da narrativa que permitam caracterizar A Incrível Sra. Ritchie como uma “história de formação”.
2ª etapa: individual. Cada participante deve trazer e ler em voz alta um fragmento de alguma obra escrita que, assim como os trechos
discutidos do filme, caracterizem-na como uma “história de formação”. Aqui, vale qualquer texto escrito, de um romance famoso a uma
crônica de jornal.
3ª etapa: em grupo. Orientados pelo moderador, os participantes buscam identificar valores conflitantes nas diferentes histórias que
trouxeram, tentando entender a origem das diferenças – por exemplo, a época em que o texto foi publicado, o lugar e a visão de
mundo do autor, entre outras variáveis.

assistir O ARTISTA BATEDOR DE CARTEIRAS (XIAO WU, JIA ZHANG-KE, 1998)

Posted by Profº Monteiro on novembro 05, 2013

Tipo de atividade: exposição.
Objetivo: refletir sobre a vida curta de muitos dos produtos que se apresentam como “grandes novidades”
na sociedade de consumo, especialmente no que diz respeito à tecnologia.
Resumo da atividade: ao retratar o processo da abertura econômica que transformou a China na mais nova
superpotência global, capaz de fazer frente até mesmo aos Estados Unidos em muitos aspectos, o filme O Artista Batedor de Carteiras mostra a chegada de um produto industrializado ao país: o pager. O filme, no entanto, é de 1998; hoje, o pager já virou peça de museu. Esse é o mote desta atividade.

1ª etapa: individual. Cada participante traz uma peça para a exposição. A peça deve ser um produto tecnológico caro ou barato, desde que ultrapassado. Quanto mais recente, melhor, pois assim o objeto vai evidenciar como a sociedade de consumo transforma rapidamente os bens tecnológicos
em artigos obsoletos. Os participantes podem obter a peça dentre os itens que possuem em casa, com amigos, vizinhos, conhecidos e até mesmo com
ambulantes que vendem esse tipo de artigo.

2ª etapa: coletiva. Os participantes se dividem em quatro grupos para montar uma exposição das peças coletadas. Pela própria natureza interdependente das atividades, as equipes são estimuladas a trocar ideias constantemente:
a) grupo responsável por pesquisar e definir o espaço, na instituição ou mesmo na comunidade onde a atividade toma
forma, que vai receber a exposição;
b) grupo responsável pela disposição lógica das peças na exposição. Aqui, é importante que o moderador
chame atenção para a existência de outras possibilidades lógicas além da cronológica;
c) grupo responsável pela parte verbal da exposição, com um texto de apresentação e pequenas legendas para
cada item;
d) grupo responsável pela divulgação da exposição junto à comunidade através de suportes como as mídias locais
(rádios comunitárias, jornais de bairro) e as redes sociais da internet.

3ª etapa: coletiva. A exposição é inaugurada por um debate aberto, cujo eixo principal é a relativização dos conselhos de velho e novo, do que é
obsoleto e do que está na moda, através de perguntas como: “para quem isso é obsoleto?” e “em que sociedade aquilo ainda é uma novidade?”


ESTRANHA CULTURA (STRANGE CULTURE, LYNN HERSHMAN-LEESON, 2007)

Posted by Profº Monteiro on novembro 05, 2013


Tipo de atividade: debate.
Objetivo: discutir os pontos positivos e negativos dos alimentos transgênicos.
Resumo da atividade: os participantes se dividem em dois grupos: uns vão expor as vantagens, e os outros, as desvantagens da produção e do consumo de alimentos transgênicos – ponto de partida da obra de arte do personagem real
Steve Kurtz, que desencadeia a trama do filme Estranha Cultura.
1ª etapa: preparação. Os integrantes das equipes se organizam para reunir diferentes argumentos favoráveis à posição
que lhes cabe no debate, além de também se preparar para responder aos argumentos do outro lado. Durante a
pesquisa, é interessante que o moderador oriente os participantes a trazer informações de natureza variada, reunindo,
por exemplo, desde tópicos relacionados à saúde pública quanto à economia.
2ª etapa: debate. Como num debate eleitoral, a discussão é organizada a partir de perguntas, réplicas e tréplicas, em
quantidade a definir a partir do tempo disponível para a atividade. Membros da comunidade podem ser convidados
para assistir à discussão e também participar com perguntas.


DOCE ESPERANÇA (HOPE AND A LITTLE SUGAR, TANUJA CHANDRA, 2006)

Posted by Profº Monteiro on novembro 05, 2013

Tipo de atividade: apresentação livre.
Objetivo: reconhecer e comunicar a diversidade religiosa e sua ligação com a diversidade cultural, com ênfase no reconhecimento das
minorias.
Resumo da atividade: entre as religiões monoteístas mais conhecidas pelos brasileiros, no que diz respeito à prática no país e à veiculação midiática, estão certamente o cristianismo, o islamismo e o judaísmo. O filme Doce Esperança abre novos horizontes e apresenta
ao espectador uma família de personagens que professam o sikhismo, ou siquismo. A tarefa proposta consiste em dar a conhecer outras
crenças, monoteístas ou politeístas, com preferência para aquelas mais desconhecidas pelo grupo de participantes.
1ª etapa: os participantes se dividem livremente em equipes e pesquisam religiões de que pouco ou nunca ouviram falar. Essa definição
é flexível, afinal, há crenças que contam com um enorme número de seguidores, mas que ainda assim permanecem incógnitas para boa
parte dos brasileiros.
2ª etapa: os participantes listam o conjunto de religiões levantadas por todas as equipes e sorteiam qual delas será estudada por
cada grupo – o sorteio é essencial para evitar a hierarquização das diferentes crenças, o que seria contrário ao objetivo principal da
atividade.
3ª etapa: as equipes dão continuidade à pesquisa sobre a religião sorteada e produzem uma apresentação para os integrantes das outras equipes, que pode contar com os recursos mais variados e tem apenas um item indispensável: um exemplo de representação dessa
religião na mídia (qualquer mídia – jornal, revista, site, blog, livro, filme etc.), que desencadeie uma comparação com a abordagem
do sikhismo em Doce Esperança – há respeito, preconceito ou ambos, nessas representações? A pergunta é um estímulo para que a
apresentação não seja unilateral e se transforme em discussão.

UMA PONTE ENTRE DOIS RIOS (UN PONT ENTRE DEUX RIVES, GÉRARD DEPARDIEU E FRÉDÉRIC AUBURTIN, 1999)

Posted by Profº Monteiro on novembro 05, 2013


Tipo de atividade: pesquisa.
Objetivo: justapor diferentes narrativas pessoais sobre um período histórico marcado pela transformação social.
Resumo da atividade: os grupos vão em busca de pessoas da comunidade que viveram na década de 60. A proposta é reunir, a partir de
seus relatos (direcionados pelas questões apresentadas pelo filme Uma Ponte entre Dois Rios como definidoras daquela década), diferentes
versões sobre um mesmo período histórico.
1ª etapa: individual. Após a sessão do Cine Conhecimento, cada participante contribui com uma questão sobre os anos 60 trazida pelo filme
– comportamento e música são alguns exemplos.
2ª etapa: em grupo. A partir das questões trazidas por todos os participantes, o moderador articula a produção de um roteiro de no máximo
dez perguntas.
3ª etapa: em grupo. Os participantes se dividem em equipes para encontrar e entrevistar alguém da comunidade que tenha vivido nos anos
60, a partir do roteiro de perguntas elaborado nas etapas anteriores.
4ª etapa: em grupo. Cada equipe tem liberdade na forma de apresentação da entrevista aos outros participantes – o mais importante é
que a exposição passe pelas respostas do entrevistado a cada pergunta do roteiro.
5ª etapa: em grupo. Debate sobre as semelhanças e diferenças entre os pontos de vista dos entrevistados, buscando possíveis razões para
elas – gênero, faixa etária, classe social, valores individuais, além da própria mediação do que disseram pelas equipes de trabalho.
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