Atividade com filme Germinal para o 1º de Maio.... E a Classe Operária Ainda Não Foi ao Paraíso

Posted by Profº Monteiro on maio 26, 2023


O 1º de Maio é o Dia do Trabalho. Certo? Errado! Todo dia é Dia do Trabalho, ou do Trabalhador e da Trabalhadora. Mas no 1º de Maio comemoramos as lutas empreendidas pela classe operária.

Nessa data, em 1886, ocorreu uma grande manifestação de trabalhadores na cidade americana de Chicago. Milhares de trabalhadores protestavam contra as condições desumanas de trabalho e a enorme carga horária pela qual eram submetidos (13 horas diárias). A greve paralisou os Estados Unidos.


Confrontos dos manifestantes com a polícia se intensificaram, resultando na morte de diversos manifestantes. As manifestações e os protestos realizados pelos trabalhadores ficaram conhecidos como a Revolta de Haymarket. Oito líderes trabalhistas norte-americanos morreram enforcados. Eles foram presos e julgados sumariamente por dirigirem as manifestações.

Em 20 de junho de 1889, em Paris, a central sindical chamada Segunda Internacional instituiu o mesmo dia das manifestações como data máxima dos trabalhadores organizados, para, assim, lutar pelas 8 horas de trabalho diário. Em 23 de abril de 1919, o senado francês ratificou a jornada de trabalho de 8 horas e proclamou o dia 1° de maio como feriado nacional.

Após a França estabelecer o Dia do Trabalho, a Rússia foi o primeiro país a adotar a data comemorativa, em 1920. No Brasil, a data foi consolidada em 1924 no governo de Artur Bernardes. Além disso, a partir do governo de Getúlio Vargas, as principais medidas de benefício ao trabalhador passaram a ser anunciadas nessa data. Atualmente, inúmeros países adotam o dia 1° de maio como o Dia do Trabalho, sendo considerado feriado em muitos deles.

Um bom filme, entre tantos, para desenvolver atividades didáticas associadas ao Dia do Trabalho é GERMINAL, de Claude Berri, baseado no livro de Émile Zola. Está tudo lá: relação capital x trabalho; exploração salarial; greve; luta de classes e as visões ideológicas.




Sinopse:
Sob o Segundo Império, Etienne Lantier (Renaud), um jovem desempregado mineiro, enfrenta uma verdadeira descida ao inferno. Em Montsou, ele descobre a miséria, e o alcoolismo. Descobre também, os crápulas como Chaval (Jean-Roger Milo), ou homens generosos como Toussaint Maheu (Gerard Depardieu): uma humanidade inteira em estado de luta e sofrimento. Etienne se engaja no combate contra a direção das minas, mas, logo eles contra-atacam. Os salários caem mais ainda e uma greve assassina e miserável toma corpo. Em meio a esta confusão sórdida, ele encontra o amor de Cathérine (Judith Henry). Agora, a greve poderá ser combatida pelas tropas do exército e Etienne tem medo do sangue a ser derramado...




Questões:

1) Imagine que assim como Etienne, você chegou ao local onde se desenrola o filme pela primeira vez. Com lápis e papel à mão, reproduza a geografia do lugar na medida em que se passa o filme.
2) Descreva as condições de trabalho do proletariado nas minas.
3) Descreva as condições de vida do proletariado. Suas necessidades, condições de moradia e convivência.
4) Identifique no filme a burguesia. Quem são? Como vivem?
5) Como você analisa o ato de assistencialismo (caridade) burguês?
6) Como se dá a exploração do trabalho?
7) Comente sobre o movimento grevista. Você acha que a greve deveria ser realizada ou não? Por Quê?
8) Há um pensamento diferente no enfrentamento ao capital. Trata-se de um anarquista que defende a destruição/sabotagem. Como você analisa este tipo de luta?
9) Descreva o papel da mulher. Tanto a burguesa como a operária.
10) O que mudou, em sua opinião, na relação da mulher com o mundo do trabalho, desde àquela época até os dias de hoje?
11) Qual o papel do Estado (exército/gendarmes)? Que lado apóia? Por quê?
12) Como você interpreta a atitude do velho no final do filme?
13) Comparando o passado com o presente, o que mudou na relação entre o capital e o trabalho?
14) Preste atenção no poema no final do filme.



"Sua razão amadurecia, ele havia jogado fora seus rancores
Sim, Maheud dizia, com seu bom senso, seria um grande golpe, se juntar, se conhecer, se sindicalizar, se a lei permitisse, e quando se sentissem unidos com milhões de trabalhadores e uns milhares de indolentes, tomar o poder, serem senhores.
Que despertar de verdade e justiça! Agora, no céu, o sol de abril brilhava em sua glória aquecendo a terra que paria. Em toda a parte, sementes cresciam, furavam o solo necessitadas de calor e luz.
A seiva transbordava com vozes sussurrantes, o ruído dos germes se expandia num grande beijo. E cada vez mais distintamente como se mais próximo do solo, os camaradas batiam.
Sob os raios do astro-rei, nesta manhã juvenil, era desse rumor que o campo fremia. Homens brotavam. Um exército negro, vingador, que germinava lentamente, crescendo para as colheitas do século futuro e cuja germinação logo faria rebentar a terra".

Faça uma interpretação do mesmo, concluindo: o que significa “germinal”?




ARTE PRÉ-HISTÓRICA (BRASIL)

Posted by Profº Monteiro on maio 26, 2023



ARTE PRÉ-HISTÓRICA


O Primeiro homem das Américas


"As escavações realizadas na foz da Pedra Furada, no parque nacional da Serra da Capivara, pela equipe do arquiteto Niède Guidon trouxeram à luz o que são vestígios um fogueira e esculturas em pedra, com mais de 50.000 anos.


A comunidade científica internacional ficou dividida sobre o assunto.


Alguns rejeitam esta pesquisa, acreditando que o fogo do suposto poderia realmente ter sido um raio de madeira incinerado e que não há garantia de que as rochas não foram não estouradas durante a queda do bloco.


A questão por trás dessa luta é a elucidação do que teria sido a porta de entrada para o Princípio na América.


Por um lado, há aqueles que acreditam que a travessia do Estreito de Bering, foi entre 000 e 12.000 anos atrás - quando o nível do mar caiu 100 metros em relação ao atual -, foi o único caminho adotado.


Para quem não aceita essa exclusividade, outra entrada para o continente americano poderia ser o litoral da América Latina, com viajantes vindos do sul da Ásia e das ilhas oceânicas.


Em outras palavras, a colonização teria ocorrido por povos em épocas diferentes.


A situação começou a tomar novos rumos uma descoberta no ano passado na toca de Garrincho.


Dentes de 15.000 anos foram apresentados ao público.


Nesta idade, eles são os fósseis mais antigos dos continentes.


Se confirmada, a suposta datação de 40 anos das pinturas do sertão Bastiana também será uma indicação importante de que o Iniciam pode ter vivido aqui antes do que na América do Sul. Norte.


Se aceitos pela comunidade internacional , os padrões de dentes - que não podem ser causados ​​por raios ou quedas de rochas - representarão uma fase nos estudos de ocupação do continente."


As pinturas rupestres mais importantes do Brasil:


• PEDRA PINTADA , aqui, em 1996, o arqueólogo americano Rosevelt descobriu pinturas com cerca de 11.000 anos


• PERUAÇU, possui vários estilos de pinturas entre 2 e 10.000 anos.


Exibe padrões geométricos espetaculares.


• LAGOA SANTA, suas pinturas de animais, conhecidas desde então, têm entre 2.000 e 10.000 anos.


• SÃO RAIMUNDO NONATO, segundo Niède Guindon, da Universidade Estadual de Campinas, tem restos humanos de 40 anos e pinturas de 15 mil anos.


Até onde você sabe :


A tinta de pedra é feita de cacos de minério que forneceram as cores das pinturas rupestres os artistas rasparam as pedras para extrair pigmentos coloridos, o vermelho e amarelo vieram do ferro, manganês preto.



Misturado com cera de abelha ou resina de árvore, o pigmento se transforma em tinta.


As imagens abaixo referem-se à Serra da Capivara/Piauí.


O Uraguai: Um Épico Que Marcou a Literatura Brasileira

Posted by Profº Monteiro on maio 26, 2023






Olá, caros leitores! Hoje quero falar sobre uma obra literária que deixou uma marca indelével na história da literatura brasileira: O Uraguai. Escrito por Basílio da Gama em 1769, este poema épico nos transporta para os Sete Povos das Missões, no Rio Grande do Sul, onde uma disputa intensa entre jesuítas, índios e europeus ocorreu.

O Uraguai relata, de forma romanceada, a expedição conjunta de portugueses e espanhóis contra as missões jesuíticas do Rio Grande do Sul, seguindo as cláusulas do Tratado de Madrid, estabelecido em 1756. Além disso, o poema busca retratar o conflito entre a mentalidade racional europeia e o primitivismo indígena.

Um aspecto notável que diferencia O Uraguai de outros poemas épicos é o fato de abordar um episódio histórico muito recente à época de sua escrita. Enquanto obras épicas tradicionais, como Os Lusíadas, seguiam um modelo clássico com dez cantos, O Uraguai possui apenas cinco cantos. Com 1377 versos brancos, ou seja, sem rima, e sem estrofação definida, o poema rompe com as convenções literárias e busca uma abordagem mais livre e contemporânea.

A importância de O Uraguai na literatura brasileira reside justamente nessa ruptura com as tradições poéticas estabelecidas. Basílio da Gama oferece aos leitores uma nova perspectiva, ao narrar uma história recente com elementos ficcionais e uma visão crítica da colonização europeia nas missões jesuíticas.

Conclusão:
O Uraguai é uma obra literária que merece destaque em nossa história. Basílio da Gama, por meio de sua escrita envolvente e original, nos transporta para um período crucial do Brasil colonial, trazendo à tona os conflitos entre diferentes culturas e o embate entre racionalidade e primitivismo.

Como leitores, temos a oportunidade de explorar as páginas deste épico e mergulhar em uma narrativa cativante que nos permite refletir sobre a formação do nosso país e as complexidades históricas que o permeiam. O Uraguai é uma verdadeira jóia da literatura brasileira, um marco que nos lembra da importância de questionar os padrões estabelecidos e abraçar novas formas de expressão.

Descobrindo as Metáforas em um Poema Série: 6º e 7º ano Componente curricular: Língua Portuguesa Habilidades da BNCC:

Posted by Profº Monteiro on maio 25, 2023



Série: 6º e 7º ano Componente curricular: Língua Portuguesa Habilidades da BNCC:

6º ano:(EF69LP01) Identificar as informações explícitas e implícitas em textos lidos ou de que participa, considerando o contexto em que eles ocorrem.
(EF69LP03) Identificar o tema de um texto, diferenciando-o de outros temas possíveis, e identificar e relacionar informações sobre o tema, mantendo o foco no que está sendo lido.



7º ano:(EF79LP01) Identificar, em textos lidos ou de que participa, marcas linguísticas que singularizam a forma de organização textual de diferentes gêneros (crônicas, contos, notícias, reportagens, biografias etc.), considerando a temática, a forma de abordagem do assunto, a construção de personagens e o estilo do autor, entre outros elementos.

Descrição da atividade:

Comece a atividade introduzindo a definição de metáfora como uma figura de linguagem que estabelece uma relação de semelhança entre dois elementos, atribuindo características de um ao outro.


Apresente o poema "O Barco", de Mario Quintana. Leia o poema em voz alta para a turma e distribua cópias impressas para cada aluno.

O Barco

Onde vai o barco? Não sei. Apenas sei que não tem Barlavento nem soprava. Ah! Essa noite sem estrelas Nem Lua!...

Após a leitura, peça aos alunos que identifiquem as metáforas presentes no poema. Explique que a metáfora é uma figura de linguagem que pode ser identificada pela presença de palavras ou expressões que atribuem características de um elemento a outro.


Incentive os alunos a destacarem as palavras ou expressões que sugerem uma comparação entre elementos diferentes. Ajude-os a identificar as metáforas presentes no poema, como "Onde vai o barco?", "Não tem barlavento" e "Noite sem estrelas nem Lua".


Após a identificação das metáforas, promova uma roda de discussão em que os alunos possam compartilhar suas interpretações sobre o poema. Incentive-os a refletir sobre o significado dessas metáforas e como elas contribuem para a compreensão do poema como um todo.


Divida a turma em grupos e distribua diferentes poemas para cada grupo. Peça para que cada grupo identifique as metáforas presentes nos poemas e as discuta, relacionando-as com as mensagens transmitidas pelos textos.


Como atividade complementar, solicite aos alunos que criem um poema utilizando metáforas. Eles podem escolher um tema e pensar em elementos que possam ser comparados metaforicamente, explorando a linguagem figurada.


Encerre a atividade com uma socialização dos poemas criados pelos alunos. Cada grupo ou aluno pode compartilhar seu poema com a turma e explicar as metáforas utilizadas, promovendo a troca de ideias e percepções.

Essa atividade propõe uma abordagem interpretativa de um poema, focando na identificação e compreensão das metáforas presentes no texto. Além disso, estimula os alunos a criar seus próprios poemas, desenvolvendo suas habilidades de interpretação textual e de produção escrita, conforme as competências previstas na BNCC para o 6º e 7º ano.

Interpretação de Texto - Origem das Mandalas

Posted by Profº Monteiro on maio 25, 2023


2 ORIGEM DAS MANDALAS

Quando nos deparamos com os desenhos das mandalas, nosso inconsciente responde fortalecendo um sentimento de devoção à vida. Toda a nossa existência está ligada a uma forma. Seja pela harmonia ou pela expressão da natureza divina que elas representam, essas formas geométricas emanam uma energia que permite ao observador entrar em um estado mental receptivo. Por essa razão, os místicos do Oriente têm utilizado as mandalas há séculos como uma maneira de aumentar a concentração e acalmar a mente humana. A palavra "mandala" tem origem no sânscrito e significa "centro, circunferência". Desde tempos remotos, a humanidade se expressa por meio de formas circulares. Podemos comprovar essa afirmação ao encontrar vestígios dessas formas em antigos desenhos rupestres na África, Europa e América do Norte. A quantidade dessas manifestações nos leva a deduzir a sua importância. Embora desconheçamos o objetivo desses desenhos, ao olharmos para a história natural da nossa existência, talvez possamos compreender o significado dos círculos que formam as enigmáticas mandalas. Desde o nosso crescimento, que ocorre através da fecundação de um óvulo, passando por um caminho tubular envolto por músculos circulares, até o momento em que chegamos ao mundo por meio de uma abertura circular. Após o nascimento, nos deparamos com a primeira forma: o peito circular da mãe, num corpo composto por átomos que se movem em padrões curvos. A experiência descrita acima, codificada em nosso corpo, nos leva a reagir de forma positiva ao círculo. A importância do uso dessa forma também pode ser explicada pela vida dos antigos seres humanos, já que o contato com a natureza era mais intenso e, por isso, reverenciava-se a influência do Sol, a forma circular por excelência, em diversos rituais. O Sol era considerado essencial para as atividades de sobrevivência da raça humana, especialmente a caça e a colheita. Durante o dia, a presença solar acompanhava os seres humanos despertos, enquanto a ausência do Sol permitia o sono noturno. Essa alternância entre o sono e a vigília, regulada pela luz solar, faz-nos compreender a simbologia desse astro como um estímulo para a vigília e a consciência humana. Da mesma forma, a Lua também era reverenciada como símbolo natural do seu poder de influenciar a vida humana, como ainda é reconhecido hoje pelo seu poder sobre as marés. Antigas mandalas encontradas em diversos lugares do mundo revelam a importância que esses dois corpos celestes exerciam na vida das pessoas. Danças e cânticos realizados em círculos utilizavam formas circulares. Para utilizar uma mandala como instrumento de relaxamento, concentre-se no centro da configuração, excluindo qualquer outro pensamento de sua mente. Após alguns minutos de concentração, sua mente ficará mais calma, substituindo o diálogo interno e os pensamentos agitados por um estado agradável de tranquilidade. Com um pouco de prática, essa técnica rapidamente elimina qualquer pensamento indesejado. Você será capaz de entrar em um estado de consciência relaxado, onde o lado direito do cérebro prontamente cria imagens, ideias e intuições. Você pode experimentar essa sensação ao utilizar a mandala.




  1. Questão 1: Qual é o tema principal do texto? Resposta: A origem e importância das mandalas.

    Questão 2: De acordo com o texto, como as mandalas influenciam o inconsciente? Resposta: Elas reforçam uma atitude de devoção à vida.

    Questão 3: Por que os místicos do Oriente usam as mandalas há séculos? Resposta: Para aumentar a concentração e acalmar a mente humana.

    Questão 4: Qual é o significado da palavra "mandala"? Resposta: Centro, circunferência.

    Questão 5: Como podemos comprovar a existência de formas circulares desde tempos antigos? Resposta: Através de vestígios encontrados em antigos detalhes rupestres na África, Europa e América do Norte.

    Questão 6: De acordo com o texto, por que os círculos são importantes nas mandalas? Resposta: Porque eles representam diversas etapas e experiências da vida, desde a fecundação até o nascimento e contato com a natureza.

    Questão 7: Qual era a importância do Sol na vida dos antigos seres humanos? Resposta: O Sol era considerado fundamental para as atividades de sobrevivência, como a caça e a colheita.

    Questão 8: Como as mandalas são utilizadas como instrumento de relaxamento? Resposta: Ao focalizar o centro da mandala, excluindo outros pensamentos da mente, é possível alcançar um estado de tranquilidade e calma mental.

    Questão 9: Quais são os efeitos da prática da concentração na mandala? Resposta: Eliminar pensamentos indesejados, promover um estado de consciência relaxado e estimular a criatividade e intuição.

Aproximando Ciências Naturais e Geografia - Filme: O Núcleo

Posted by Profº Monteiro on maio 25, 2023

Há pontos de ligação entre as Ciências Naturais e a Geografia. Trabalhar o filme "O Núcleo" permite fazer essa ponte. Se aplica mais aos estudantes de 5ª série, ou 6º ano. Os livros didáticos de geografia abordam a formação da Terra, estrutura do planeta, eras e períodos geológicos, vulcanismo, entre outros assuntos. Os de ciências abordam rochas, minerais e suas configurações. O filme... bem o filme é uma ficção que explora esse campo e solta a imaginação, mas que nos permite trabalhar tais temas captando um maior interesse de alunos e alunas. Enquanto educadores, podemos explorar vários assuntos que o filme faz referência, despertando a curiosidade. Uma proposta interdisciplinar, incluindo também outras áreas do conhecimento. Luzes, câmera, ação e... educação.


Sinopse:

Uma eletrizante viagem põe o espectador no centro da mais espetacular aventura. O geógrafo Dr. Josh Keyes fez uma terrível descoberta: o núcleo da terra parou de girar. Agora o campo eletromagnético está se deteriorando e dentro de alguns meses, o planeta será destruído. Existe uma esperança: enviar Keyes e um grupo de cientistas de elite a um canal subterrâneo no centro da Terra. Enquanto o destino da humanidade está na corda bamba, os cientistas e a tripulação precisam fazer o inimaginável: detonar um dispositivo nuclear, para reativar o núcleo da Terra.

Questões:

1) Relógios param, marca-passos param, pássaros se desorientam, tempestade eletromagnética, descarga estática, TV fora do ar, raios atingindo a superfície da Terra. O que é o campo eletromagnético? Ou geomagnetismo? Que influência exerce sobre a superfície do planeta?
2) Descreva o fenômeno conhecido como Aurora Boreal.
3) Você já aprendeu a confeccionar mapas em cartolina? Faça um mapa mundi e localize:
a) as seguintes cidades citadas no filme: Chicago, Washington, São Francisco, Atlanta, Nova York, Londres e Roma. Agora responda: em que países ficam?
b) os Estados do Alasca e do Hawaí. Responda: a que país pertencem?
c) a Fossa das Marianas no Pacífico Sul.
d) o país Mali. Responda: a que continente pertence?
4) Na hora de auxiliar nos trabalhos, o professor escolhe os melhores estudantes, aqueles que estão acima da média. Por que será? Como você interpreta isso na realidade do mundo hoje?
5) Quando a nave entra na atmosfera, percebe-se ela envolta em fogo. Porque isso acontece? Busque auxílio junto à professora de ciências, internet, etc.
6) Alguns órgãos aparecem no filme. Nasa e Pentágono, por exemplo. O que são? Onde se localizam?
7) O Campo eletromagnético também protege o nosso planeta dos raios solares. Se não fosse ele, estaríamos num verdadeiro forno de microondas. Por quê? Como isso aparece no filme? Pesquise como funciona um forno de microondas e que cuidados devemos ter com esse produto. Converse com a prof. de Ciências.
8) Com que fruta o cientista compara a estrutura do planeta Terra. Quais partes estariam associadas às camadas da Terra.
9) Qual a proposta para fazer o núcleo voltar a girar?
10) A nave recebeu o nome de Virgílio – poeta que levou o homem às profundezas do inferno. Pesquise quem foi Virgílio, o tal poeta. Qual a relação dele com a obra "A Divina Comédia" de Dante Alighieri? Peça auxílio à(o) prof. de Artes, Literatura e História.
11) Qual a primeira barreira a ser ultrapassada pela “terranave”? Por que a lançaram na Fossa das Marianas? Quantos mil metros de profundidade ela possui?
12) O que é um maremoto?
13) Qual a segunda barreira antes da chegado do núcleo? Como se apresenta?
14) No filme, utilizam o nitrogênio líquido para resfriar? O que é nitrogênio? Por que líquido? Converse com a prof. de Ciências.
15) Outro gás mencionado é o oxigênio. O cientista passa mal quando fica sem ele. O que é e qual sua importância?
16) Qual a relação entre temperatura e penetração da nave no interior da Terra? O que é grau geotérmico?
17) No filme, a comandante diz: estamos a 1.100 km da superfície; depois a 3.060 km de profundidade; depois a 4.200 km de profundidade. Com o auxílio da professora de matemática, estabeleça a temperatura aproximada para cada uma destas distâncias, levando em consideração o grau geotérmico.
18) Alguns minerais são mencionados no filme. Faça uma breve pesquisa e diga o que é:
a) cristal;
b) cobalto;
c) diamantes.
19) No interior do planeta aparece a lava. O que é a lava? Como chega até a superfície? No que se transforma? Consulte seu livro de Geografia.
20) No filme aparece uma parte da nave se comprimindo submetida a uma enorme pressão. Que pressão é essa? Por que as pessoas tiram a pressão?
21) O filme menciona o Projeto Destino. O que é esse Projeto Destino? Ele tem alguma relação com a parada do núcleo? Será que isso é mais um alerta sofre a interferência do homem na natureza? Comente sobre essa relação entre homem e natureza nos dias de hoje.
22) Na volta da nave, como os tripulantes chegam à superfície? Como a volta deles tem a ver com as placas tectônicas? Raciocine e responda.
23) O filme faz menção às ondas ultra-sônicas, inclusive relacionando-as com golfinhos e baleias. Qual a relação? Você já ouviu as pessoas falarem de exame de ultra-som? Para que serve um aparelho de ultra-som? Converse com a prof. de Ciências.
25) Em forma de redação. Você faria uma viagem dessas? Optaria por outro tipo de viagem? Faça a sua ficção (mínimo de 20 linhas). Faça uma cópia e entregue para a professora de português. Caso tenha dúvida, esclareça com ela; o que é uma ficção.

Outra sugestão:


Sinopse:
Trevor Anderson (Brendan Fraser) é um cientista cujas teorias não são bem aceitas pela comunidade científica. Decidido a descobrir o que aconteceu com seu irmão Max (Jean Michel Paré), que simplesmente desapareceu, ele parte para a Islândia juntamente com seu sobrinho Sean (Josh Hutcherson) e a guia Hannah (Anita Briem). Entretanto em meio à expedição eles ficam presos em uma caverna e, na tentativa de deixar o local, alcançam o centro da Terra. Lá eles encontram um exótico e desconhecido mundo perdido.




FONTE :http://cineeducafilmes.blogspot.com.br/vinicius monteirohttps://plus.google.com/11549445277015675070402013-07-17T20:28:13.427-03:00

Auto da Barca do Inferno Gil Vicente

Posted by Profº Monteiro on maio 25, 2023


O Auto da Barca do Inferno (ou Auto da Moralidade) é uma complexa alegoria dramática de Gil Vicente, representada pela primeira vez em 1531. É a primeira parte da chamada trilogia das Barcas (sendo que a segunda e a terceira são respetivamente o Auto da Barca do Purgatório e o Auto da Barca da Glória).

Os especialistas classificam-na como moralidade, mesmo que muitas vezes se aproxime da farsa. Ela proporciona uma amostra do que era a sociedade lisboeta das décadas iniciais do século XVI, embora alguns dos assuntos que cobre sejam pertinentes na atualidade.

Diz-se "Barca do Inferno", porque quase todos os candidatos às duas barcas em cena – a do Inferno, com o seu Diabo, e a da Glória, com o Anjo – seguem na primeira. De facto, contudo, ela é muito mais o auto do julgamento das almas.
Barca gvicente

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