Tema: Formação de Professores de Espanhol para crianças no Brasil

Posted by Profº Monteiro on fevereiro 24, 2014


1.a A Lei 9.394 de 20 de dezembro de 1996, que regulariza o ensino de língua estrangeira nos níveis de ensino Infantil, Fundamental e Médio e que ressalta sua importância principalmente a partir do Ensino Fundamental ( quinta série, atual sexto ano), defende
que esse ensino tem com forma básica promover a democracia na sociedade, em ter acesso ao “aprendizado” de um outro idioma, podendo a rede pública de ensino aderir no currículo mais de uma língua estrangeira, se para isso as diretrizes de ensino básico forem seguidas.

1.b Os PCN´s ( Parâmetros Curriculares Nacionais ) dizem que o ensino de uma língua estrangeira a partir do Fundamental II, tem como princípio não somente ensinar a comunicação nesse novo idioma aos alunos, mas promover a pluralidade cultural que esse acesso a uma nova língua causa na criança e adolescente, mostrando sua pratica social.


2. Quanto mais nova a criança for inserida no ensino, maior será sua integração nos campos da pluralidade étnica, social e cultural, não apenas do idioma estudado, mas passará ver essa mesma pluralidade em outras línguas. Os pesquisadores Krasher, Jalles, Schütz e Rodrigues, dizem que até os 11 anos as crianças possuem uma capacidade de assimilação muito maior de uma língua estrangeira. Kashen, no entanto observa que a criança supera o aprendizado do aluno somente a longo prazo. Rodrigues por sua vez sustenta que a criança possui um aproveitamento muito melhor que os adultos quando colocada em contato freqüente na pronúncia de uma língua estrangeira. Boéssio defende que o ensino de idioma estrangeiro para o nível Infantil e Fundamental I deve ser levado de forma tão lúdica e informal quanto foi na aprendizagem da língua materna.

3. dados da pesquisa: Formação, dificuldades, pratica pedagógica.
12 de 13 profissionais pesquisados são licenciados em letras (espanhol), oito cursaram o magistério, cinco cursaram o ensino médio comum, três fizeram pós e apenas 3 se especializaram em educação infantil.
Em pesquisa atual percebe-se um grande numero de escolas que adotam a L.E mas os profissionais que atuam na área não tem qualificação adequada e consideram que apenas o uso de materiais áudio visuais já são suficientes para o aprendizado da língua estrangeira , em contra partida os professores licenciados informam ter dificuldades com alunos,materiais didáticos,organização escolar ,nunca porem colocam suas praticas pedagógicas em duvida .
Com um menor percentual foi citado também o desinteresse dos alunos de L.ESP.
Segundo o autor se a L.E,fosse inserida nos primeiros anos de vida escolar do aluno o mesmo não teria preconceitos com ao aprendizado da língua,os pesquisados atribuem as suas dificuldades ,ao aluno fato esse que exime o professor de culpa , hoje deve-se repensar a forma de ensinar e qualificar melhor os professores da área de ensino/ aprendizagem de línguas .

4 Instituições de ensino superior no Brasil com especialização em L.E para crianças ,FACCAR,( Paraná),UNICAMP, (Campinas), UEL (Londrina),FE-USP (São Paulo) .
Na Espanha na década de 80, foi oferecido o ensino da L.E para crianças de 2 a 12 anos sem que os professores fossem qualificados para lecionar essa matéria ,percebeu-se assim a necessidade de cursos para esses profissionais esse curso era chamado de Maestro Especialidad Lengua Extranjera .
Em 2004, a Universidade de Leon ofereceu o 1º curso de El Desarrolho de lãs Atividades Lingüísticas em Educacion Infantil y em Educacion Primaria ,foi criado para receber e educar filhos de imigrantes essas iniciativas ainda são pequenas comparado a necessidades educativas.
(Guaraciara) - Visando a faixa etária de 5 a 7 anos, poderia sugerir atividades lúdicas que envolvam principalmente a forma oral do idioma, como palavras que as crianças estejam mais familiarizadas no idioma materno como por exemplo ( Madre, Padre, Hijo, Hermano (a)/ verde/ rojo / amarillo/ gato/ perro/ pajarito/ árbol/ pelota/ coche) e apresentar sempre de forma oral expressões ( Buenos dias/ Buenas Tardes/ Buenas Noches/ Hasta la próxima), e verbos de ações praticados por elas ( dormir/ comer/ jugar/ salir/ beber/ lavar/ besar/bailar). Através destas sequências de palavras, todas devidamente colocadas em momentos que produzam o conhecimento na criança, creio que se torna uma sugestão bastante válida para o ensino de línguas para essa faixa etária pelo menos.

Presente Simples: Yes/No Questions e Information Questions

Posted by Profº Monteiro on fevereiro 24, 2014


Observe a tabela abaixo, e veja a diferença entre as perguntas da coluna esquerda e as da coluna direita.
(1) She is Mary Collins.
Is she Mary Collins?
[Ela é a Mary Collins?]
Who is she?
[Quem é ela?]
Yes, she is.
[Sim, (ela) é.]
She is Mary Collins.
[Ela é a Mary Collins.]
(2) They are from France.
Are they from France?
[Eles(as) são da França?]
Where are they from?
[De onde eles(as) são?]
Yes, they are.
[Sim, (eles/as) são.]
They are from France.
[Eles(as) são da França.]
(3) The socks are brown.
Are the socks brown?
[As meias são marrons?]
What color are the socks?
[Que cor são as meias?]
Yes, they are.
[Sim, (elas) são.]
They are brown.
[(Elas) São marrons.]

  • As perguntas da coluna da esquerda são chamadas de Yes/No questions (perguntas sim/não), pois a resposta será necessariamente sim ou não. É muito comum usar short answers para essas perguntas. Veja mais alguns exemplos:
Are you tired? [Você está cansado/a?]
No, I'm not. [Não, não estou.]

Are they engineers? [Eles(as) são engenheiros(as)?]
No, they aren't. [Não, não são.]

Is she Japanese? [Ela é japonesa?]
Yes, she is. [Sim, ela é.]

  • As perguntas da coluna da direita são chamadas de information questions (mais ou menos "perguntas informativas" ou "de informação"). Elas começam com as chamadas question words - nesta lição estamos usando who, where...from e what color. As respostas para estas perguntas, como você vê, nunca começam com sim ou não.

Dicas inglês

Posted by Profº Monteiro on fevereiro 23, 2014


What           o que 
When  quando
How  como
Why  por
Who  que
across from     através de
behind atrás
between  entre
next to ao lado
on em
on the corner  na esquina
walk up  andar para cima
 go up   subir
walk down caminhar
go down descer
turn left / right virar à esquerda / direita
walk to  a pé
it's on the left é do lado esquerdo
were  foram
weren't não foram
was foi
wasn't não foi
backache dor nas costas
fell caiu

SIMPLE PRESENT - PRESENTE SIMPLES (PRESENTE DO INDICATIVO)

Posted by Profº Monteiro on fevereiro 23, 2014

Conceito

Os verbos no simple present são empregados para indicar uma ação habitual, que ocorre no momento em que é enunciada. Normalmente aparece após expressões de tempo como when, as soon as, before e after. Alguns advérbios de freqüência também funcionam como indicadores do simple present, tais como always, generally, seldom e often.

Afirmativa: Sujeito + Infinitivo (sem to). Para he, she, it ocorre acréscimo de –s.

I drink (Eu bebo)

He drinks. (Ele bebe)


Negativa: Sujeito + Do/Does + Not + Verbo principal no infinitivo (sem to). Para he, she, it usa-se does; para as demais usa-se do.


I do not drink = I don’t drink. (Eu não bebo)

He does not drink = He doesn’t drink. (Ele não bebe)


Interrogativa: Do/Does + Sujeito + Verbo no infinitivo (sem to)

Do I drink? (Eu bebo?)

Does he drink? (Ele bebe?)

Exemplos:

Brazil often wins the world cup. (O Brasil freqüentemente vence a copa do mundo)

I always see my girlfriend. (Eu sempre vejo minha namorada)

The stars always shine in the dark sky. (As estrelas sempre brilham no céu escuro)
terça-feira, 20 de março de 2007

Simple Present
Descreve um fato ou estado permanente, ou uma ação que acontece com freqüência no presente. A forma básica do presente dos verbos principais na afirmativa é a mesma do infinitivo (aquela forma que você encontra no dicionário) sem o to (to smoke ® smoke) com exceção das 3as pessoas do singular (he/she/it) que levam um “s”:
I get up at 7 everyday.
She gets up at 7 everyday.
Nas frases negativas do presente usa-se do not = don’t, para I, You, We, They e does not = doesn’t, para He, She, It. O verbo principal seguido do auxiliar sempre fica no infinitivo sem o to:
I don’t like coffee.
She doesn’t like coffee.
Mary and John don’t eat meat. They’re vegetarian.
As frases interrogativas são formadas colocando-se do ou does no início das perguntas sendo precedidos apenas por pronomes interrogativos. O verbo principal sempre fica no infinitivo sem o to. Nas respostas curtas, do-don’t, does-doesn’t substituem o verbo principal:
Do you like hamburguers?
Does it often rain in Bahamas?
What time do you usually go to work?
Where do you go to school?
Do you speak English? Yes, I do.
Does she enjoy parties? Yes, she does.
Does he take the 10:00 am train? No, he doesn’t.

O QUÊ É (resiliência )

Posted by Profº Monteiro on fevereiro 22, 2014


A psicologia tomou essa imagem emprestada da física, definindo resiliência como a capacidade do indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - choque, estresse, etc. - sem entrar em surto psicológico. No entanto, Job (2003) que estudou a resiliência em organizações argumenta que a resiliência se trata de uma tomada de decisão quando alguém se depara com um contexto de tomada de decisão entre a tensão do ambiente e a vontade de vencer.
Tais conquistas, face essas decisões, propiciam forças na pessoa para enfrentar a adversidade. Assim entendido, pode-se considerar que a resiliência é uma combinação de fatores que propiciam ao ser humano, condições para enfrentar e superar problemas e adversidades.

Já o pesquisador George Souza Barbosa entende a resiliência como um amálgama de sete fatores: Administração das Emoções, Controle dos Impulsos, Empatia, Otimismo, Análise Causal, Auto Eficácia e Alcance de Pessoas (Barbosa, 2006).
Administração das Emoções
• Refere-se em relação ao fator Administração das Emoções à habilidade de se manter sereno diante de uma situação de estresse. Ressalta que pessoas resilientes quanto a esse fator são capazes de utilizar as pistas que lêem nas outras pessoas para reorientar o comportamento, promovendo a auto regulação. Segundo esse autor, quando esta habilidade é rudimentar as pessoas encontram dificuldades em cultivar vínculos, e, com freqüência desgastam no âmbito emocional aqueles que quem convivem em família ou no trabalho.
Controle dos Impulsos
• Um segundo fator é o Controle de Impulsos, que se refere à capacidade de regular a intensidade de seus impulsos no sistema muscular (nervos e músculos). É a aprendizagem de não se levar impulsivamente para a experiência de uma emoção. O autor explicita que as pessoas podem exercem um controle frouxo ou rígido do seu sistema muscular, sendo que esses sistemas estão vinculados à regulação da intensidade das emoções. Dessa forma, a pessoa poderá viver uma emoção de forma exacerbada ou inibida. O Controle de Impulso garante a auto-regulação dessas emoções, ou a possibilidade de dar a devida força à vivência de emoções.
Otimismo
• Um terceiro fator é Otimismo. Nesse fator ocorre na resiliência a crença de que as coisas podem mudar para melhor. Há um investimento contínuo de esperança e, por isso mesmo, a convicção da capacidade de controlar o destino da vida, mesmo quando o poder de decisão esteja fora das mãos.
Análise do Ambiente
• Um outro fator é a Análise do Ambiente. Barbosa menciona que se trata da capacidade de identificar precisamente as causas dos problemas e das adversidades presente no ambiente. Essa possibilidade habilita a pessoa a se colocar em um lugar mais seguro, ao invés de se posicionar em situação de risco.
Empatia
• A Empatia é o quinto fator que constitui a Resiliência, significando a capacidade que o ser humano tem de compreender os estados psicológicos dos outros (emoções e sentimentos). Barbosa descreve que é uma capacidade de decodificar a comunicação não verbal e organizar atitudes a partir desta leitura.
Auto Eficácia
• Auto Eficácia, é o sexto fator que se refere à convicção de ser eficaz nas ações proposta. Barbosa argumenta que é a crença que alguém tem de que resolverá seus próprios problemas por meio dos recursos que encontra em si mesmo e no ambiente.
Alcance de Pessoas
• O sétimo e último fator constituinte da Resiliência é Alcançar Pessoas. É a capacidade que a pessoa tem de se vincular a outras pessoas, sem receios e medo do fracasso. Barbosa reforça que é a capacidade de se conectar a outras pessoas com a finalidade de viabilizar a formação de fortes redes de apoio.


Resiliência é a capacidade concreta de retornar ao estado natural de excelência, superando uma situação critica. Segundo dicionário Aurélio, é a propriedade de pela qual a energia armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão causadora de tal de formação elástica”.

“ È A ARTE DE TRANSFORMAR TODA ENERGIA
DE UM PROBLEMA EM UMA SOLUÇÃO CRIATIVA”
GRAPEIA/2004

Resiliência surgiu na física e significa a capacidade humana de superar tudo, tirando proveito dos sofrimentos, inerentes às dificuldades, é trabalhado em todas as áreas como saúde, finanças, indústria, sociologia, e psicologia. Embora seja um assunto muito recente entre nós, já é trabalhado à anos na América do Norte, com sucesso.

O estresse profissional é uma realidade observada hoje nas mais diferentes áreas e setores do mercado de trabalho, diferentemente do que muitos imaginam, não está restrito apenas para profissionais que exercem altos cargos em grandes empresas. O problema está presente nos mais distintos níveis hierárquicos, em empresas de todos os portes, isso se intensifica à medida que se aumentam cobrança, pressão etc. Neste mundo globalizado um grande diferencial representa a pessoa resiliente, pois o mercado procura profissionais que saibam trabalhar com altos níveis de cobrança. Esses profissionais recuperam-se e se moldam a cada “deformação” (obstáculo)situacional.
O equilíbrio humano é como a estrutura de um prédio, se a pressão for maior que a resistência, aparecerão rachaduras como doenças psicossomáticas que se manifestam nos indivíduos que não possuem esta característica ex: gastrite entre outras.
O ser humano resiliente desenvolve a capacidade de recuperar – se e moldar – se novamente a cada obstáculo e a cada desafio. Quando mais resiliente for o indivíduo maior será o desenvolvimento pessoal, isso torna uma pessoa mais motivada e com capacidade de contornar situações que apresente maior grau de tensão.
Um indivíduo submetido a situações de estresse que tem a capacidade de superá-las sem lesões mais severas (“rachaduras”) é um resiliente. Já o profissional que não possui este perfil é o chamado "homem de vidro", que se "quebra" ao ser submetido às pressões e situações estressantes.
A idéia de resiliência pode ser comparada às modificações da forma de uma bexiga parcialmente inflada. Se comprimida, pode adquirir as formas mais diversas e em seguida retorna ao estado inicial. Existe dois tipos de indivíduos, aqueles que nascem e os que se tornam resilientes.
Todos nós podemos nos tornar resiliêntes. Seguem algumas dicas:
• Mentalizar seu projeto de vida, mesmo que não possa ser colocado em prática imediatamente. Sonhar com seu projeto é confortante e reduz a ansiedade
• Aprender e adotar métodos práticos de relaxamento e meditação
• Praticar esporte para aumentar o ânimo e a disposição. Os exercícios aumentam endorfinas e testosterona que, conseqüentemente, proporcionam sensação de bem-estar
• Procurar manter o lar em harmonia, pois este é o "ponto de apoio para recuperar-se"
• Aproveitar parte do tempo para ampliar os conhecimentos, pois isso aumenta a autoconfiança
• Transformar-se em um otimista incurável, visualizando sempre um futuro bom
• Assumir riscos (ter coragem)
• Tornar-se um "sobrevivente" repleto de recursos no mercado profissional
• Apurar o senso de humor (desarmar os pessimistas)
• Separar bem quem você é e o que faz
• Usar a criatividade para quebrar a rotina
• Examinar e sobre a sua relação com o dinheiro
• Permitir-se sentir dor, recuar e, às vezes, enfraquecer para em seguida retornar ao estado original.
A resiliência consiste no equilíbrio entre a tensão e a habilidade de lutar, de atingir outro nível de consciência, que nos traz uma mudança de comportamento e a capacidade de lidar com os obstáculos da vida e do profissional.

A literatura latina e grega

Posted by Profº Monteiro on fevereiro 22, 2014
Como tudo começou...




A Literatura Latina

O espírito "prático" fez com que os latinos se destacassem, sobretudo, nas actividades relacionadas à guerra, à engenharia e à política. No entanto, por causa desse mesmo espírito, o interesse literário dos latinos acabou por despertar tardiamente. Com efeito, a literatura Latina somente passa a ter um valor realmente literário a partir das guerras púnicas, quando os gregos, que estavam sob dominação Romana, passaram a influenciar os latinos.

Essa influência foi tanta, que muitos estudiosos consideram a literatura desenvolvida pelos latinos como uma imitação da literatura grega. Todavia, tais imitações foram feitas com maestria, pois as obras de Virgílio, Horácio, Ovídio, Tácito, Tito Lívio, Plauto e Terêncio são classificadas como geniais.

A Literatura Latina é, geralmente, dividida em quatro épocas:

primeira época (das origens a Cícero- 81 a.C);

época de Cícero (80 a.C a 29 a.C);

época de Augusto (28 a.C a 14 d.C);

decadência.
Literatura Grega

A civilização Grega deve aos povos indo-europeus, helenos, aqueus, dórios entre outros, os aspectos mais originais de sua literatura. Foram deles a primeira criação poética, a criação dos deuses e de suas lendas, conhecidas até hoje. Como exemplo pode-se citar os poemas homéricos, que fazem referência ao povo aqueu.

Ao longo de sua história, a literatura grega teve várias fases e géneros e, por isso, geralmente é, dividida em três grandes géneros:

Poesia épica ou epopeia: conta a história dos heróis e suas façanhas;

Poesia Lírica: possuí origem nos antigos hinos, que eram dedicados aos deuses;

Teatro: tem o objectivo de emocionar o público, fazendo-o acreditar de que tudo o que acontece durante a peça também pode acontecer na vida real.

Além dessas três divisões temos ainda:

a didáctica (cujo maior representante foi Esopo, que escreveu cerca de 400 fábulas, nas quais ensinava sobre os valores negativos e positivos e sobre o bem e o mal. A obra de Esopo, que muitas vezes era ilustrada com animais, que tinham as virtudes e os defeitos do homem,influenciou as fábulas romanas e as de La Fontaine)

a filosofia (sendo as figuras de Platão e Aristóteles os maiores destaques)

a história (que tinha o objectivo de salvar do esquecimento os motivos das guerras e os feitos heróicos dos gregos. Os autores que mais se destacaram foram Heródoto, Tucídides e Xenofonte);
e a eloquência (tendo em Demóstenes o seu maior representante).

HISTÓRIA DA LÍNGUA INGLESA

Posted by Profº Monteiro on fevereiro 22, 2014

INTRODUÇÃO

A língua inglesa é fruto de uma história complexa e enraizada num
passado muito distante.
Há indícios de presença humana nas ilhas britânicas já antes da última
era do gelo, quando as mesmas ainda não haviam se separado do
continente europeu e antes dos oceanos formarem o Canal da
Mancha. Este recente fenômeno geológico que separou as ilhas
britânicas do continente, ocorrido há cerca de 7.000 anos, também
isolou os povos que lá viviam dos conturbados movimentos e do obscurantismo que
caracterizaram os primórdios da Idade Média na Europa.
Sítios arqueológicos evidenciam que as terras úmidas que os romanos vieram a denominar de
Britannia já abrigavam uma próspera cultura há 8.000 anos, embora pouco se saiba a respeito.
OS CELTAS

A história da Inglaterra inicia com os celtas.
Por volta de 1000 a.C., depois de muitas migrações,
vários dialetos das línguas indo-européias tornam-se
grupos de línguas distintos, sendo um desses grupos o
celta. Os celtas se originaram presumivelmente de
populações que já habitavam a Europa na Idade do
Bronze. Durante cerca de 8 séculos, de 700 a.C. a 100
A.D., o povo celta habitou as regiões hoje conhecidas
como Espanha, França, Alemanha e Inglaterra. O celta
chegou a ser o principal grupo de línguas na Europa,
antes de acabarem os povos celtas quase que
totalmente assimilados pelo Império Romano.

A PRESENÇA ROMANA

Em 55 e 54 a.C. ocorrem as primeiras invasões romanas de reconhecimento, sob o
comando pessoal de Júlio César. Em 44 A.D., à época do Imperador Claudius,
ocorre a terceira invasão, quando então a principal ilha britânica é anexada ao
Império Romano até os limites com a Caledônia (atual Escócia) e o latim começa a
exercer influência na cultura celta-bretã. Três séculos e meio de presença das
legiões romanas e seus mercadores, trouxeram profunda influência na estrutura
econômica, política e social das tribos celtas que habitavam a Grã Bretanha.
Palavras latinas naturalmente passaram a ser usadas para muitos dos novos
conceitos.

OS ANGLO-SAXÕES

Devido às dificuldades em Roma
enfrentadas pelo Império, as legiões
romanas, em 410 A.D., se retiram da
Britannia, deixando seus habitantes celtas
à mercê de inimigos (Scots e Picts). Uma
vez que Roma já não dispunha de forças
militares para defendê-los, os celtas, em
449 A.D., recorrem às tribos germânicas
(Jutes, Angles, Saxons e Frisians) para
obter ajuda. Estes, entretanto, de forma
oportunista, acabam tornando-se invasores,
estabelecendo-se nas áreas mais férteis do
sudeste da Grã-Bretanha, destruindo vilas
e massacrando a população local. Os
celtas-bretões sobreviventes refugiam-se no oeste. Prova da violência e do descaso dos invasores
pela cultura local é o fato de que quase não ficaram traços da língua celta no inglês.
São os dialetos germânicos falados pelos anglos e pelos saxões que vão
dar origem ao inglês. A palavra England, por exemplo, originou-se de
Angle-land (terra dos anglos). A partir daí, a história da língua inglesa é
dividida em três períodos: Old English, Middle English e Modern English. A
primeira metade do século I, quando ocorreram as invasões germânicas,
marca o início do período denominado Old English.

INTRODUÇÃO DO CRISTIANISMO

Em 432 A.D. St. Patrick inicia sua missão de levar o cristianismo à
população celta da Irlanda. Em 597 A.D. a Igreja manda missionários liderados por Santo
Agostinho para converter os anglo-saxões ao cristianismo. O processo de cristianização ocorre
gradual e pacificamente, marcando o início da influência do latim sobre a língua germânica dos
anglos-saxões, origem do inglês moderno. Esta influência ocorre de duas formas: introdução de
vocabulário novo referente a religião e adaptação do vocabulário anglo-saxão para cobrir novas
áreas de significado. A necessidade de reprodução de textos bíblicos representa também o início
da literatura inglesa.

A introdução do cristianismo representou também a rejeição de elementos da cultura celta e
associação dos mesmos a bruxaria. A observação ainda hoje de Halloween na noite de 31 de
outubro é exemplo remanescente de cultura celta na visão do cristianismo.
Àquele período, a Inglaterra encontra-se dividida em sete reinos anglo-saxões e o Old English,
então falado, na verdade não era uma única língua, mas sim uma variedade de diferentes
dialetos.

Os dialetos do inglês antigo de antes do cristianismo eram línguas funcionais para descrever fatos
concretos e atender necessidades de comunicação diária. O vocabulário de origem greco-latina
introduzido pela cristianização expandiu a linguagem anglo-saxônica na direção de conceitos
abstratos.

Ao final do século 8, iniciam os ataques dos Vikings
contra a Inglaterra. Originários da Escandinávia,
estes povos usavam de violência e seus ataques
causaram destruição em muitas regiões da Europa.
Os vikings que se estabeleceram na Inglaterra eram
predominantemente provenientes da Dinamarca e
falavam dinamarquês. Estes mais de 200 anos de
presença de dinamarqueses na Inglaterra
naturalmente exerceu influência sobre o Old English. Entretanto, devido à semelhança entre as
duas línguas, torna-se difícil determinar esta influência com precisão.

OLD ENGLISH (500 - 1100 A.D.)

Old English, às vezes também também denominado Anglo-Saxon, comparado ao inglês
moderno, é uma língua quase irreconhecível, tanto na pronúncia, quanto no vocabulário e na
gramática. Para um falante nativo de inglês hoje, das 54 palavras do Pai Nosso em Old English,
menos de 15% são reconhecíveis na escrita, e provavelmente nada seria reconhecido ao ser
pronunciado. A correlação entre pronúncia e ortografia, entretanto, era muito mais próxima do que
no inglês moderno. No plano gramatical, as diferenças também são substanciais. Em Old English,
os substantivos declinam e têm gênero (masculino, feminino e neutro), e os verbos são
conjugados.

A CONQUISTA DA INGLATERRA PELOS NORMANDOS NA BATALHA DE HASTINGS

A Batalha de Hastings em 1066, foi um evento histórico de grande
importância na história da Inglaterra. Representou não só uma
drástica reorganização política, mas também alterou os rumos da
língua inglesa, marcando o início de uma nova era.
A batalha foi travada entre o exército normando, comandado por
William, Duque da Normandia (norte da França), e o exército
anglo-saxão liderado por King Harold, em 14 de outubro de 1066.
O predecessor de Harold havia tido fortes vínculos com a corte da
Normandia e supostamente prometido o trono da Inglaterra para o
Duque da Normandia. Após sua morte, entretanto, o conselho do
reino apontou Harold como sucessor, levando William a apelar para a guerra como forma de
impor seus pretensos direitos.
Veja como um artista do século 11 representou, em tapeçaria, a travessia do Canal da Mancha
pelas tropas de William:

A sangrenta batalha só terminou ao fim do
dia, com o Rei Harold e seus irmãos
mortos e um saldo de 1500 a 2000
guerreiros mortos do lado normando e
outros tantos ou mais, do lado inglês.
William havia conquistado em poucos dias
uma vitória que romanos, saxões e
dinamarqueses haviam lutado longa e
duramente para alcançar. Ele havia
conquistado um país de um milhão e meio de habitantes e provavelmente o mais rico da Europa,
na época. Por esse feito ficou conhecido na história como William the Conqueror.
O regime que se instaurou a partir da conquista foi caracterizado pela centralização, pela força e,
naturalmente, pela língua dos conquistadores: o dialeto francês denominado Norman French. O
próprio William l não falava inglês e, por ocasião de sua morte em 1087, não havia uma única
região da Inglaterra que não fosse controlada por um normando. Seus sucessores, William II
(1087-1100) e Henry I (1100-1135), passaram cerca de metade de seus reinados na França e
provavelmente possuíam pouco conhecimento de inglês.
Durante os 300 anos que se seguiram, principalmente nos 150 anos iniciais, a língua usada pela
aristocracia na Inglaterra foi o francês. Falar francês tornou-se então condição para aqueles de
origem anglo-saxônica em busca de ascensão social através da simpatia e dos favores da classe
dominante.

MIDDLE ENGLISH (1100 - 1500)

O elemento mais importante do período que corresponde ao Middle English foi, sem dúvida, a
forte presença e influência da língua francesa no inglês. Essa verdadeira transfusão de cultura
franco-normanda na nação anglo-saxônica, que durou três séculos, resultou principalmente num
aporte considerável de vocabulário. Isto demonstra que, por mais forte que possa ser a influência
de uma língua sobre outra, esta influência normalmente não vai além de um enriquecimento de
vocabulário, dificilmente afetando a pronúncia ou a estrutura gramatical.
O passar dos séculos e as disputas que acabaram ocorrendo entre os normandos das ilhas
britânicas e os do continente, provocam o surgimento de um sentimento nacionalista e, pelo final
do século 15, já se torna evidente que o inglês havia prevalecido. Até mesmo como linguagem
escrita, o inglês já havia substituído o francês e o latim como língua oficial para documentos.
Também começava a surgir uma literatura nacional.
Muito vocabulário novo foi incorporado com a introdução de novos conceitos administrativos,
políticos e sociais, para os quais não havia equivalentes em inglês. Em alguns casos, entretanto,
já existiam palavras de origem germânica, as quais, ou acabaram desaparecendo, ou passaram a
coexistir com os equivalentes de origem francesa, em princípio como sinônimos, mas, com o
tempo, adquirindo conotações diferentes. Exemplos:

Anglo-Saxã
o
Francês

answer

begin

bill

chicken

clothe

come

end

fair

feed

respond

commenc

e

beak

poultry

dress

arrive

finish

beautiful

nourish

Anglo-Saxã

o

Francês

folk

freedom

ghost

happiness

help

hide

house

hunt

kin

people

liberty

phanto

m

felicity

aid

conceal

mansion

chase

relations

Anglo-Saxã

o

Francês

kingly

look

pig

sheep

shut

sight

wish

work

yearly

royal

search

pork

mutton

close

vision

desire

labor

annual

Pequenas diferenças dialetais resultantes desta simbiose entre diferentes grupos sociais e suas
respectivas línguas podem ser observadas ainda atualmente. Nos meios intelectuais das classes
mais privilegiadas dos países de língua inglesa existe até hoje uma tendência a um uso maior de
palavras de origem latina. De acordo com o norte-americano Pat Brown, freqüentador do fórum de
discussões deste site,

The split between the French-speaking Normans and peasant English-speaking Saxons still exists
today in a curious fashion. The Normans, as the conquerors and rulers, became the upper-class of
England and their speech metamorphosed into today's well-educated English - composed primarily
of Latin-based vocabulary. The common everyday speech of most modern English speakers
however is still directly based on the Anglo-Saxon.
Além da influência do francês sobre seu vocabulário, o Middle English se caracterizou também
pela gradual perda de declinações, pela neutralização e perda de vogais atônicas em final de
palavra e pelo início do Great Vowel Shift.

THE GREAT VOWEL SHIFT

Uma acentuada mudança na pronúncia das vogais do inglês ocorreu principalmente durante os
séculos 15 e 16. Praticamente todos os sons vogais, inclusive ditongos, sofreram alterações e
algumas consoantes deixaram de ser pronunciadas. De uma forma geral, as mudanças das vogais
corresponderam a um movimento na direção dos extremos do espectro de vogais, como
representado no gráfico abaixo.

PRONÚNCIA

ANTES DO SÉCULO 15

PRONÚNCIA

MODERNA

fine /fi:ne/
hus /hu:s/
ded /de:d/, semelhante a dedo em português
fame /fa:me/, semelhante à atual pronúncia de father
so /só:/, semelhante à atual pronúncia de saw
to /to:/, semelhante à atual pronúncia de toe
/fayn/
house /haws/
deed /diyd/
/feym/
/sow/
/tuw/

O sistema de sons vogais da língua inglesa antes do século 15 era bastante semelhante ao das
demais línguas da Europa ocidental, inclusive do português de hoje. Portanto, a atual falta de
correlação entre ortografia e pronúncia do inglês moderno, que se observa principalmente nas
vogais, é, em grande parte, conseqüência desta mudança ocorrida no século 15.
MODERN ENGLISH (a apartir de 1500)

Enquanto que o Middle English se caracterizou por uma acentuada diversidade de dialetos, o
Modern English representou um período de padronização e unificação da língua. O advento da
imprensa em 1475 e a criação de um sistema postal em 1516 possibilitaram a disseminação do
dialeto de Londres - já então o centro político, social e econômico da Inglaterra. A disponibilidade
de materiais impressos também deu impulso à educação, trazendo o alfabetismo ao alcance da
classe média.

A reprodução e disseminação de uma ortografia finalmente padronizada, entretanto, coincidiu com
o período em que ocorria ainda a Great Vowel Shift. As mudanças ocorridas na pronúncia a partir
de então, não foram acompanhadas de reformas ortográficas, o que revela um caráter
conservador da cultura inglesa. Temos aí a origem da atual falta de correlação entre pronúncia e
ortografia (leia texto neste CD) no inglês moderno. D’Eugenio assim explica o que ocorreu:
O processo de padronização da língua inglesa iniciou em princípios do século 16
com o advento da litografia, e acabou fixando-se nas presentes formas ao longo
do século 18, com a publicação dos dicionários de Samuel Johnson (figura ao
lado) em 1755, Thomas Sheridan em 1780 e John Walker em 1791. Desde
então, a ortografia do inglês mudou em apenas pequenos detalhes, enquanto
que a sua pronúncia sofreu grandes transformações. O resultado disto é que
hoje em dia temos um sistema ortográfico baseado na língua como ela era
falada no século 18, sendo usado para representar a pronúncia da língua no
século 20. (319, minha tradução)

Da mesma forma que os primeiros dicionários serviram para padronizar a ortografia, os primeiros
trabalhos descrevendo a estrutura gramatical do inglês influenciaram o uso da língua,
incorporando conceitos gramaticais das línguas latinas e trazendo uma uniformidade gramatical.
Durante os séculos 16 e 17 ocorreu o surgimento e a incorporação definitiva do verbo auxiliar do
para frases interrogativas e negativas. A partir do século 18 passou a ser considerado incorreto o
uso de dupla negação numa mesma frase como, por exemplo: She didn't go neither.

SHAKESPEARE

William Shakespeare (1564-1616), representou uma forte influência no
desenvolvimento de uma linguagem literária. Sua imensa obra é
caracterizada pelo uso criativo do vocabulário então existente, bem como
pela criação de palavras novas. Substantivos transformados em verbos e
verbos em adjetivos, bem como a livre adição de prefixos e sufixos e o uso
de linguagem figurada são freqüentes nos trabalhos de Shakespeare.
Ao mesmo tempo em que a literatura se desenvolvia, o colonialismo
britânico do século 19, levava a língua inglesa a áreas remotas do mundo,
proporcionando contato com culturas diferentes e trazendo novo
enriquecimento ao vocabulário do inglês.
Desde o início da era cristã até o século 19, seis idiomas chegaram a ser falados na Inglaterra:
Celta, Latim, Old English, Norman French, Middle English e Modern English. Essa diversidade de
influências explica o fato de ser o inglês uma língua menos sistemática e menos regular, quando
comparado às línguas latinas e mesmo ao alemão. Poderia nos levar a concluir também que o
inglês de hoje pode ser comparado a uma colcha feita de retalhos de tecidos de origem das mais
diversas.
AMERICAN ENGLISH
A esperança de alcançar prosperidade e os
anseios por liberdade de religião foram os
fatores que determinaram a colonização da
América do Norte. A chegada dos primeiros
imigrantes ingleses em 1620, marca o início
da presença da língua inglesa no Novo
Mundo.
À época da independência dos Estados
Unidos, em 1776, quando a população do
país chegava perto de 4 milhões, o dialeto
norte-americano já mostrava características distintas em relação aos dialetos das ilhas britânicas.
O contato com a realidade de um novo ambiente, com as culturas indígenas nativas e com o
espanhol das regiões adjacentes ao sul, colonizadas pela Espanha, provocou um desenvolvimento
de vocabulário diverso do inglês britânico.
Hoje, entretanto, as diferenças entre os dialetos britânicos e norte-americanos estão basicamente
na pronúncia, além de pequenas diferenças no vocabulário. Ao contrário do que aconteceu entre
Brasil e Portugal, Estados Unidos da América e Inglaterra mantiveram fortes laços culturais,
comerciais e políticos. Enquanto que o português ao longo de 4 séculos se desenvolveu em dois
dialetos substancialmente diferentes em Portugal e no Brasil, as diferenças entre os dialetos
britânico e norte-americano são menos significativas.
O INGLÊS COMO LÍNGUA DO MUNDO
Fatos históricos recentes explicam o atual papel do inglês como língua do mundo.
Em primeiro lugar, temos o grande poderio econômico da Inglaterra nos séculos 18, 19 e 20,
alavancado pela Revolução Industrial, e a conseqüente expansão do colonialismo britânico. Este
verdadeiro império de influência política e econômica, que atingiu seu ápice na primeira metade
do século 20, quando chegou a ficar conhecido como "the empire where the sun never sets"
devido à sua vasta abrangência geográfica, provocou uma igualmente vasta disseminação da
língua inglesa.
Em segundo lugar, o poderio político-militar do EUA a partir da segunda guerra mundial e a
marcante influência econômica e cultural resultante, acabaram por deslocar o francês como língua
predominante nos meios diplomáticos e solidificar o inglês na posição de padrão das
comunicacões internacionais. Simultaneamente, ocorre um rápido desenvolvimento do transporte
aéreo e das tecnologias de telecomunicação. Surgem os conceitos de information superhighway eglobal village para caracterizar um mundo no qual uma linguagem comum de comunicação é
imprescindível.
RESUMO CRONOLÓGICO
10.000 - 6.000 a.C. - Sítios arqueológicos evidenciam a presença do homem nas terras que
encontravam-se ainda unidas ao continente europeu e que os romanos posteriormente viriam a
denominar de Britannia.
1.200 - 600 a.C. - Celtas se estabelecem na Europa e ilhas britânicas, marcando a partir daí sua
presença na Europa por cerca de 8 séculos, antes de sua quase completa assimilação pelo
Império Romano.
55 e 54 a.C. - Primeiras incursões romanas de reconhecimento, sob o comando de Júlio César.
44 A.D. - Legiões romanas, à época do Imperador Claudius, invadem e anexam a principal ilha
britânica.
50 A.D. - Os romanos fundam Londinium às margens do Tâmisa.
410 A.D. - Legiões romanas se retiram das ilhas britânicas para defender Roma de ataques dos
bárbaros.
432 A.D. - St. Patrick inicia sua missão de cristianizar a Irlanda.
450 - 550 A.D. - Tribos germânicas (anglos e saxões) se estabelecem na Britannia após a saída
das legiões romanas. Início do período Old English.
500 - 1100 - Período que corresponde ao Old English.
465 A.D. - Suposta data de nascimento do lendário Rei Artur.
597 A.D. - Chegada de Santo Agostinho e seus missionários para converter os anglo-saxões ao
cristianismo. Inicia o primeiro período de influência do latim na língua anglo-saxônica.
600 A.D. - A Inglaterra encontra-se dividida em 7 reinos anglo-saxões.
787 - 1000 A.D. - Ataques escandinavos (Vikings).
871 A.D. - Coroação do King Alfred, rei dos saxões do oeste, reconhecido como rei da Inglaterra
após ter expulsado os Vikings.
1066 - Batalha de Hastings, em que os franceses normandos, liderados por William, derrotam
Harold, conquistando a Inglaterra e dando início a um período de 350 anos de forte influência do
francês sobre o inglês.
1066-1087 - Reinado de William I (William the Conqueror), primeiro rei normando.
1087-1100 - Reinado de William II, filho de William I e segundo rei normando.
1100-1135 - Reinado de Henry I, também filho de William I, o terceiro rei normando e o primeiro ater uma esposa britânica (Mathilda of Scotland). É provável que Henry I tivesse algum domínio
sobre o inglês, e foi em seu reinado que as diferenças entre as sociedades anglo-saxônica e
normanda começaram a lentamente diminuir.
1100 - 1500 - Período que corresponde ao Middle English.
1204 - King John, Rei da Inglaterra, entra em conflito com o Rei Philip da França, marcando oinício de um novo período de valorização do sentimento nacionalista inglês.
1300 - Robert of Gloucester faz referência à língua inglesa como sendo ainda uma língua falada
na Inglaterra apenas por "low people".
1362 - Inglês é usado, pela primeira vez, na abertura do Parlamento Inglês.
1400 - 1600 - Período em que ocorrem com mais intensidade as mudança de vogais (Great Vowel
Shift).
1475 - Advento da imprensa, dando início a uma padronização da ortografia e levando à
disseminação da forma ortográfica do dialeto de Londres.
1500 até hoje - Período correspondente ao Modern English.
1516 - Henrique VIII cria o primeiro sistema postal da Inglaterra.
1558 - Início do reinado de Elizabeth I (filha de Henrique VIII) e da era elisabetana, período
caracterizado por um substancial aumento do vocabulário do inglês e pelas monumentais obras
literárias de Spenser, Shakespeare e Jonson.
1564 - Nascimento de William Shakespeare.
1603 - Morte de Elizabeth I e fim do período elisabetano.
1611 - A Igreja da Inglaterra publica a King James Bible, que exerceu grande influência na
linguagem de então.
1620 - Os Pilgrims chegam à America do Norte e estabelecem a Colônia de Plymouth.
1755 - Samuel Johnson publica A Dictionary of the English Language, trazendo estabilidade à
língua inglesa.
1762 - Bishop Robert Lowth publica Short Introduction to English Grammar, a primeira gramática
influente da língua inglesa.
1776 - Declaração da independência dos Estados Unidos.
1700 - 1900 - Revolução Industrial, a qual alavancou o poderio econômico da Inglaterra, permitindo a expansão do colonialismo britânico e conseqüentemente da língua inglesa no século
19.
1806 - Ano de publicação do primeiro dicionário de Noah Webster: A Compendious Dictionary of
the English Language.
1945 - Fim da segunda guerra mundial, marca o início de um período de influência político-militar
dos EUA e uma conseqüente influência econômica e cultural decisiva nos dias de hoje.
1980 - 1990 - Surgimento da Internet.
BIBLIOGRAFIA
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