Atividades de Português – Leitura e Interpretação – 3 º ano do Ensino Médio

Posted by Profº Monteiro on outubro 08, 2016
Resultado de imagem para (...)Quando eu te encarei frente a frente não vi o meu rosto Chamei de mau gosto o que vi, de mau gosto, mau gosto É que Narciso acha feio o que não é espelho E à mente apavora o que ainda não é mesmo velho Nada do que não era antes quando não s

Texto para as questões de 1 a 6


(...)Quando eu te encarei frente a frente não vi o meu rosto
Chamei de mau gosto o que vi, de mau gosto, mau gosto
É que Narciso acha feio o que não é espelho
E à mente apavora o que ainda não é mesmo velho
Nada do que não era antes quando não somos mutantes
E foste um difícil começo
Afasto o que não conheço
E quem vende outro sonho feliz de cidade
Aprende depressa a chamar-te de realidade
Porque és o avesso do avesso do avesso do avesso
Do povo oprimido nas filas, nas vilas, favelas
Da força da grana que ergue e destrói coisas belas
Da feia fumaça que sobe, apagando as estrelas
Eu vejo surgir teus poetas de campos, espaços
Tuas oficinas de florestas, teus deuses da chuva
Pan-Américas de Áfricas utópicas, túmulo do samba
Mais possível novo quilombo de Zumbi
E os novos baianos passeiam na tua garoa
E novos baianos te podem curtir numa boa

1. (PUC-SP) O nome criado para o título dessa composição – Sampa – expressa uma relação entre:


a) São Paulo e Salvador.
c) São Paulo e Samba.
b) avenida Ipiranga e avenida São João.
d) Avenida São João e Salvador.

2. (PUC-SP) O texto acima constrói uma análise da cidade. Para isso o autor usa, inicialmente:

a) Suas impressões pessoais .
c) Informações obtidas de outros.
b) A enumeração de dados importantes.
d) A descrição objetiva da cidade.

3. (PUC-SP) O sentido do verso “... é que narciso acha feio o que não é espelho” pode ser encontrado também em:

a) “porque és o avesso do avesso do avesso do avesso”.
b) “à mente apavora o que ainda não é mesmo velho”.
c) “ nada do que não era antes quando não somos mutantes”.
d) “quando eu te encarei frente a frente não vi o seu rosto/chamei de mau gosto o que vi...”.

4. (PUC-SP) O verso “à mente apavora o que ainda não é mesmo velho” revela:

a) O medo que todos os homens sentem da velhice.
b) A ânsia do ser humano pela renovação.
c) A aversão a tudo que já é velho e desgastado.
d) A resistência do homem àquilo que rompe com os padrões já incorporados.

5. (PUC-SP) No décimo quinto verso é estabelecida uma aproximação entre a cidade de São Paulo e o quilombo de Zumbi. Essa relação ocorre porque:

a) Como os quilombos, a cidade é uma fortaleza, onde não se pode entrar livremente.
b) A cidade, assim como o quilombo, repele os que a procuram.
c) São Paulo, assim como o quilombo de Zumbi , representa uma esperança de liberação e de melhores condições de vida.
d) Em São Paulo, como acontece nos quilombos, todo negro é escravo.

6. (PUC-SP) Identifique a afirmação correta.

a) A caracterização dos aspectos negativos da cidade intensifica-se nos versos 10,11 e 12.
b) No segundo verso há uma repetição desnecessária da palavra gosto.
c) Nos dois últimos versos há uma alusão à dificuldade de adaptação, em São Paulo, sofrida pelos novos baianos.
d) O décimo segundo verso é apenas um jogo sonoro sem sentido.

plano de Aula Como produzir textos argumentativos com o filme Oliver Twist

Posted by Profº Monteiro on outubro 08, 2016

oliver twist. Foto: Divulgação
Introdução
Na Inglaterra vitoriana, Oliver Twist é um órfão entre os milhares que sofrem com trabalhos forçados e fome. Em Londres, ele é recolhido pelo bandido Fagin, que comanda um grupo de pequenos marginais. Quando Oliver conhece o Sr. Bronlow, um bondoso homem que se dispõe a ajudá-lo, Fagin teme ser delatado e planeja retomar o garoto armando um roubo à casa de seu benfeitor. "Baseado no livro clássico homônimo de Charles Dickens (1812-1870), Oliver Twist fornece questões importantes para uma boa aula de produção textual", afirma o professor Eduardo Casanova, da EMEF Celso Leite Ribeiro, em São Paulo.

Objetivo
Estabelecer relações entre obras literárias que tratam dos jovens trabalhadores no século 19 e o cinema.

VEJA O PLANO AQUI

Atividade Como valorizar o companheirismo na prática esportiva com a animação Carros

Posted by Profº Monteiro on outubro 08, 2016
carros. Foto: Divulgação
Introdução
Relâmpago McQueen é um carro de corridas que tem a ambição de ser o primeiro estreante a vencer a Copa Pistão. Já em sua temporada inicial, se torna um astro, o que o faz acreditar que não precisa da ajuda de ninguém. Sem equipe na última corrida do campeonato, Relâmpago perde seus dois pneus na última volta. Para o professor Fabio Luiz D'Angelo, coordenador pedagógico do Instituto Esporte & Educação, em São Paulo, as crianças são inseridas desde cedo na cultura de que é preciso ganhar sempre. “Pelo contrário, o esporte não é só competição. Carros é um bom estímulo para discutir a cooperação no esporte.”

Objetivos
Valorizar a prática esportiva como uma atividade coletiva e não apenas como competição. Ampliar o repertório de jogos, incluindo os que dependem do coletivo.

Conteúdos
Jogos e brincadeiras, como amarelinha, pular corda e outros, que podem ser compartilhados.

Trechos selecionados
Cenas em que Relâmpago estoura como astro das pistas (cena 1- 9m23s a 13m40s; cena 2 -16m16s a 19m45s). Cena em que Relâmpago, à frente na última corrida, decide parar e ajudar o seu companheiro mais velho depois de um acidente (1h32m29s a 1h46m04s).

Atividade
Comece a atividade exibindo os trechos citados. Organize com a meninada o mapeamento de jogos e brincadeiras realizados em grupo. Divida as crianças em equipes e peça que redijam as regras das modalidades citadas e as ilustrem. Com esse material, construa um painel sobre jogos coletivos indicados pela sala, que pode ser exposto no corredor para a consulta das demais turmas.

Avaliação
Avalie se as crianças ampliaram seu repertório de jogos e se, durante o intervalo, passaram a brincar com as novas modalidades aprendidas. Analise ainda se elas incorporaram uma rotina de convivência cooperativa.

Atividade com filme Wall-E os impactos causados pelo lixo e a necessidade de reciclar

Posted by Profº Monteiro on outubro 08, 2016
wall e. Foto: Divulgação

Introdução
O longa animado Wall-E conta a história de um planeta Terra futurista e completamente devastado pela ação inconsequente da humanidade. Para sobreviver, os humanos abandonaram a Terra e decidiram viver em um cruzeiro espacial. Apenas os robôs ficaram, entre eles Wall-E, que tem a função de vasculhar o planeta e está disposto a provar que ainda é possível salvá-lo. Para o professor Henzo Gualberto, do Colégio Aliado, na capital paulista, filmes como este são um recurso importante para o planejamento. “Ele estimula e favorece a aprendizagem de conteúdos ligados ao impacto causado pelo lixo.”

Objetivo
Aprimorar a capacidade crítica a respeito das demandas da população mundial por produtos e a questão dos resíduos sólidos.

Conteúdos
Lixo; reciclagem; resíduos sólidos; poluição ambiental; condições essenciais para a vida na Terra; e preservação dos ecossistemas e da biodiversidade do planeta.

Trechos selecionados
Os primeiros minutos do filme (1m10s a 12m18s), que mostram a situação em que se encontra a Terra futurista e como o robô vivia solitário; as cenas que mostram como vivem os seres humanos nessa época, tão gordos e sedentários que se esquecem inclusive de andar, se tornando completamente dependentes de máquinas (cena 1 - 38m59s a 42m59s; cena 2 - 44m08s a 52m11s); e o final, que trata da mudança de comportamento dos humanos (1h19m17s a 1h30m20s).

Atividades
Comece a aula apresentando o filme e indicando os principais conteúdos a serem tratados. Peça que as crianças anotem questões que chamaram a atenção durante a exibição e podem ser discutidas com os colegas. Após cada trecho, abra espaço para a garotada apresentar possíveis dúvidas e as esclareça. No fim, promova uma discussão em grupo sobre os pontos indicados pela classe. Sistematize no quadro as principais conclusões
da garotada sobre o tema.

Avaliação
Observe a participação dos estudantes durante os debates e se os conteúdos tratados foram compreendidos por todos.

Aula com o desenho Donald no País da Matemágica geometria e fantasia

Posted by Profº Monteiro on outubro 08, 2016
donald matematica. Foto: Divulgação

Introdução
Donald no País da Matemágica é uma viagem em um mundo de fantasia onde as árvores têm raízes quadradas. Disney usa a animação para explicar o pentagrama que contém a regra de ouro e, baseado nele, explica a relação de proporção do retângulo de ouro, que representava para os gregos a lei da beleza matemática. "A obra é questionável ao associar a disciplina à mágica e apresentá-la como uma tarefa para intelectuais. Mas algumas cenas contribuem para explorar a relação das teorias matemáticas com a música, a arquitetura e a arte", afirma Priscila Monteiro, consultora pedagógica da Fundação Victor Civita (FVC).

Objetivo 
Resolver problemas utilizando as relações entre as figuras geométricas.

Conteúdo 
Modelização matemática: propriedades e proporção de figuras geométricas.

Trecho selecionado
O que mostra a proporção áurea (7m23s a 10m46s).

Atividade
Passe o trecho do filme para os alunos e em seguida promova uma conversa sobre o que assistiram. Organize a turma em duplas e distribua um tangram para cada uma. Proponha que elas construam três figuras diferentes utilizando as peças do jogo e desenhe os contornos. Exponha os contornos desenhados e promova uma discussão sobre as peças usadas pela garotada para compor cada figura.

Avaliação
Confeccione um cartaz com os paralelogramos abaixo e peça que os alunos os construam com peças do tangram. Analise se as crianças usaram os conhecimentos adquiridos para compor as figuras.

Como explorar a geometria com o documentário Amilcar de Castro

Posted by Profº Monteiro on outubro 08, 2016
amilcar castro. Foto: Divulgação

O universo visual de Amilcar de Castro (1920-2002), escultor e desenhista mineiro, famoso por suas esculturas neoconcretas, feitas com chapas de aço e ferro recortadas em formato geométrico, é mostrado este documentário. Sua obra é considerada pelos críticos uma das mais altas realizações da arte brasileira. As esculturas de sua autoria, fundadas quase exclusivamente em duas ações, corte e dobra de chapas de aço, impressionam pela economia. "Esse é um ótimo mote para trabalhar a passagem do plano para o tridimensional", explica Priscila Monteiro, consultora pedagógica da Fundação Victor Civita (FVC).

Objetivo
Compreender a transformação do desenho em escultura.



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