ATIVIDADES Volta às aulas

Posted by Profº Monteiro on fevereiro 04, 2014
Volta às aulas
Atividades para integrar, estabelecer regras de convivência, ressaltar o valor da amizade, valorizar a cooperação, o respeito e a ética no cotidiano escolar
Por Juliana Lambert
 Fonte:http://revistaguiafundamental.uol.com.br/professores-atividades/82/imprime208937.asp


Objetivos:

★ Promover a integração e adaptação dos alunos
★Estabelecer regras que deverão ser seguidas ao longo do ano letivo
★Resgatar valores importantes, como respeito e solidariedade
★Abordar a ética no cotidiano escolar
★Reforçar a importância da cooperação e da amizade

Faixa etária:1º a 5º ano






Os primeiro dia de aula tem um significado especial para educadores, alunos e pais. Não é apenas mais um ano letivo que se inicia, mas a oportunidade de rever os amigos, conhecer novos colegas, compartilhar experiências, resgatar valores e estabelecer regras de boa convivência. Acolher bem é essencial para conquistar a confiança dos pequenos. "Receba os alunos calorosamente, de preferência fora da sala de aula, no portão de entrada, no pátio ou em alguma área livre. Converse um pouco com cada um e convide os pais para conhecer a sala de aula", sugere Débora Cristina Pinheiro da Silva, coordenadora pedagógica do Colégio Escrevivendo, de São Paulo (SP).
Cada atividade deve ser planejada com antecedência e visar não só a integração, mas a adaptação e o resgate de valores. "Prepare o ambiente com materiais pedagógicos, organize uma roda para que todos possam se olhar e sugira brincadeiras de socialização. Ressalte o valor do reencontro por meio de histórias que abordem a amizade", recomenda Maria Beatriz Ortiz Solera, coordenadora pedagógica e educacional do Colégio Augusto Laranja, da capital paulista.
Enquanto o pessoal se "enturma", o professor pode mencionar a importância do respeito e da cooperação. "Não é aconselhável impor as regras, o melhor é explicá-las. Seja claro e objetivo para que todos entendam, lembrem e cumpram ao longo do ano", alerta Débora.
De acordo com Vanessa Santos, coordenadora pedagógica do Colégio Novo Alicerce, de São Paulo (SP), o educador deve ser o exemplo. "Nesta faixa etária, as crianças aprendem mais por observação. O professor deve estar atento a sua postura em sala de aula e rever atitudes que, aos olhos de uma criança, podem parecer injustiça, protecionismo, caracterizar falta de respeito e de ética", comenta.
Em 2011, o Colégio Alfa Centro de Educação Moderna Bilíngue, do Rio de Janeiro (RJ), iniciou o seu trabalho de integração na última semana de janeiro. A tarde feliz proporcionou banhos de piscina, recreação, sessões de filmes e lanches.
"A ideia é que as crianças tenham referências em suas turmas e não se sintam perdidas no primeiro dia de aula", explica a supervisora pedagógica Maria Aparecida Jatobá, para quem é preciso trabalhar valores como justiça, respeito e solidariedade desde o primeiro dia de aula.

Primeiro dia de aulaEssas atividades foram preparadas pelo Colégio Augusto Laranja e visam reforçar a integração:
Vamos brincar de massinha? (1º e 2º ano)

1
. Divida os alunos em duplas e distribua massas de modelar.
2. Peça que criem objetos que serão usados ao longo do ano. Exemplo: lápis, caneta, caderno.
3Promova a apresentação dos trabalhos e a troca de ideias.


Troca de presentes (1º ao 3º ano)

1. Distribua papel, lápis de cor e canetinhas aos alunos.
2. Solicite que façam um desenho para retratar a importância da amizade.
3Explique que cada desenho se transformará em um presente para o colega que acabou de conhecer.
4. Promova a troca de desenhos e aborde a importância de fazer novas amizades.

Pintura coletiva (4º e 5º ano)

1. Providencie tintas atóxicas, pincéis, rolinhos e papel de parede branco.
2. Reserve um espaço na sala ou no pátio para aplicar o papel de parede.
3.Sugira a pintura coletiva do painel de acordo com um tema. Exemplo: O que esperam de 2011?


Reforçando a amizade
Confira as atividades do Colégio Novo Alicerce para reforçar a amizade:
Dinâmica do pirulito (3º e 4º ano)

1
. Providencie pirulitos em número suficiente para os alunos.
2. Peça que segurem o doce com a mão direita e mantenham o braço esticado.
3Sinalize para que abram o pirulito, mas alerte que não será permitido mover o braço direito.
4.Após diversas tentativas, mostre que só é possível abrir com a ajuda do colega e que ele também terá que fazer o mesmo para ajudar o outro.


Dica esperta!
Essa atividade poderá ser retomada ao longo do ano letivo, de forma que os alunos possam verificar se alcançaram seus sonhos para 2011.

Autorretrato (4º e 5º ano)

1
. Distribua para cada aluno uma bexiga e peça que encham.
2. Em seguida, entregue canetinhas coloridas e solicite que cada um desenhe o seu rosto na bexiga.
3Após concluir o desenho, os alunos deverão jogar a bexiga para cima.
4. Dê um sinal para que cada aluno pegue no ar a bexiga de um colega.
5. Faça uma roda e solicite que cada aluno adivinhe de quem é o autorretrato.
6. Caso não acerte, o aluno que desenhou deverá se apresentar, falar seu nome e dar um abraço no colega.
7. Dê continuidade até que todos se apresentem.

ConvivênciaAcompanhe as atividades do Colégio Escrevivendo para diferenciar a ordem e o caos, valorizar a cooperação e compartilhar sonhos.

Árvore dos sonhos (1º ao 5º ano)

1
. Em um papel pardo ou cartolina represente uma árvore. Você poderá afixála em um painel em sala de aula ou no pátio.
2. Na parte superior da árvore, escreva uma pergunta. Exemplo: Como você gostaria que fosse 2011?
3Distribua um papel com o molde de uma folha de árvore.
4. Peça para que escrevam o que esperam de melhor para o ano letivo. Exemplos: amizades sinceras, boas notas etc.
5. As crianças deverão afixar suas folhas com os desejos na árvore.


Dica esperta!
A árvore pode ganhar uma versão de mapa e envolver mais turmas. Basta afixar no pátio e sugerir a construção de bonequinhos, que ficarão localizados em diferentes pontos do mapa, formando uma grande corrente.

Da ordem ao caos (4º e 5º ano)

1.
 Combine com a turma que, quando você bater palmas, todos deverão parar imediatamente as atividades solicitadas.
2. Peça que cantem ao mesmo tempo uma música para o companheiro ao lado.
3Bata palmas e sugira nova atividade: que todos cantem ao mesmo tempo uma música para o grupo.
4. Bata palmas novamente e escolha um aluno para cantar para a classe.
5. Mostre para as crianças as diferenças entre a ordem e o caos. Enquanto todos cantavam ao mesmo tempo, ninguém se entendia e a situação gerou desconforto. Já quando apenas um aluno cantou e os demais pararam para escutar, a ordem foi estabelecida.

Dica esperta!
Levante outras situações nas quais a ordem é essencial e estabeleça com os alunos as regras de convivência. Explique que quando desrespeitamos o próximo deixamos a organização de lado e estamos perto do caos.

Respeito ao próximo

Essa atividade é feita no Colégio Novo Alicerce e sugere que professores e alunos construam juntos um contrato pedagógico para estabelecer regras de convivência.

Contrato pedagógico

1.
 Reúna a turma e questione sobre boa convivência, respeito, expectativas para o ano letivo etc.
2. Estimule a reflexão e a troca de ideias. A partir das respostas, construa um contrato, que será revisto e reestruturado semanalmente ou sempre que houver necessidade.
Da Educação Infantil para o Ensino Fundamental
De acordo com a coordenadora pedagógica do Colégio Novo Alicerce, Vanessa Santos, a adaptação do aluno no Ensino Fundamental deve ocorrer gradativamente, e o professor deve acompanhar o processo e respeitar cada fase da criança. "Promovemos situações de aprendizagem muito mais próximas da realidade da série final da Educação Infantil do que do Ensino Fundamental. Não podemos esquecer que os alunos ainda têm 6 anos e que além de conteúdos pedagógicos, o lúdico é de extrema importância. O 1º ano nada mais é do que uma fase de transição da Educação Infantil para o Ensino Fundamental e deve ser realizada com muito cuidado e segurança", comenta.

Crachá

Materiais:
Tampas de lata ou vidro
★ Marcador permanente
★ Miçangas
★ Cola quente
★ Alfinete grande
★ 1 pedaço de manta acrílica ou espuma



1.
 Cole a manta acrílica na parte de trás da tampa.







2. Cole o alfinete na manta. Enfeite com miçangas e escreva o nome do aluno com o marcador permanente.






Casinha com mensagem de boas vindas

Materiais:
Papel cartão branco pintado de amarelo brilhante
★ Papel cartão branco pintado de vermelho brilhante
★ 1 pedaço de fita
★ 1 pedaço de papel color set ou cartolina colorida
★ Cola branca
★ Tesoura


1.
 Recorte os papéis cartão de acordo com o molde. Monte a casinha.






2. Coloque o cartão de boas vindas dentro da casinha. Cole o telhado e amarre a fita na porta.



★ Junto com o cartão de boas vindas, você pode colar um bonequinho ou bichinho para enfeitar a casinha. A casa pode ser usada durante todo o ano para colocar mensagem dos deveres e regulamento para os alunos.

Veja + no Site
Desenho em Conjunto do Colégio Augusto Laranja Brincadeira da Bexiga do Colégio Novo Alicerce

Dinâmicas para volta as aulas

Posted by Profº Monteiro on fevereiro 04, 2014

Dinâmica com barbante
 Ela é ótima para o primeiro dia de aula, promove interação dos alunos,
 nos dá informações preciosas sobre os alunos (que usaremos na 
preparação de aulas, inserindo a matéria em sua realidade) e pode 
ser uma ferramenta interessante para promover certos comportamentos.
Material
1 novelo grande de barbante
Execução
Coloque na lousa algumas sugestões de perguntas pessoais, tais como:
  • idade
  • o que faz além da escola
  • o que quer fazer no futuro
  • passatempo predileto
  • esporte favorito
E tudo o mais que você deseja saber ou ache importante na primeira aula.
Entregue o novelo de barbante a um aluno, diga que terá que segurar
 a ponta do barbante e jogar o novelo para o aluno para quem vai 
fazer perguntas.
O aluno segura na ponta do novelo (que mantém o tempo todo em 
sua mão) e joga para o segundo aluno, faz as perguntas sugeridas 
e então o aluno que respondeu segura na parte do barbante e joga
 o novelo para o próximo aluno, que deverá fazer o mesmo.
Ao final, haverá uma enorme “teia”, os alunos riem muito, se divertem 
e por vezes têm que ajudar para que o novelo chegue ao aluno
 que responderá as perguntas.
Sugestões e objetivos
Em aulas de idiomas as perguntas podem ser no idioma ensinado e
 servirão como uma revisão.
Após o jogo, já com a teia montada, pergunte aos alunos:
  • Seria fácil fazer essa teia sem a ajuda dos outros?
  • Foi necessária a ajuda de todos para que se formasse?
  • A colaboração é necessária para se construir alguma coisa?
  • Saber mais sobre os outros também promove uma “ligação” entre as pessoas?
  • Até que ponto nos preocupamos com o outro que está na outra ponta do barbante?
  • O que podemos dizer para essa pessoa?
  • Que ligações eu tenho com essa pessoa além do barbante?
  • O que temos em comum?
Também pode-se perguntar (para alunos mais maduros) o que acharam 
da brincadeira e o que ela lhes sugere.

Dinâmica para o primeiro dia de aula

Essa dinâmica é interessante porque faz com que os alunos conversem e descubram coisas sobre os colegas, ao mesmo tempo em que promove movimentação, seus alunos não estarão apáticos e com sono depois dela.

Material necessário:

- 1 apito

- relógio

- lista de atividades

Divida os alunos em 2 ou 3 grupos, dependendo do número de alunos em classe. É interessante que os grupos tenham entre 7 e 10 elementos cada. Nomeie os grupos: azul, amarelo, verde. Peça a eles para fazer fila, cada grupo faz uma fila à sua frente.

Com sua lista em mãos, diga que têm 3 minutos para se organizarem em ordem crescente de idade. Ao final dos 3 minutos apite. Depois do apito 

os alunos não podem mais trocar de lugar. Verifique o grupo que está 
mais certo, inclusive por meses (11 anos e 2 meses, 11 anos e 3 meses, etc). Depois diga que têm 3 minutos para se organizarem por ordem alfabética 
de primeiro nome. Você pode adicionar vários ítens à sua lista. Quem tem mais irmãos, do mais alto ao mais baixo, ordem alfabética inversa de sobrenome... sua imaginação é o limite. Ganha o grupo que cumprir mais tarefas sem errar, ou o que errar menos.

É importante afastar as carteiras para essa brincadeira, e assim evitar que se machuquem. Permita que baguncem à vontade enquanto se organizam. Dependendo da idade e conhecimento de seus alunos você poderá incluir várias tarefas (mês de nascimento, número de irmãos, mais vogais no nome, etc.). Se você é professor de idiomas também pode fazer essa brincadeira, basta substituir os comandos de português para o seu idioma: en orden de meses de nacimiento, number of brothers and sisters, etc...


Dinâmica primeiro dia de aula (com balas ou jujubas)


É importante conhecer o grupo com o qual vai trabalhar e
 também é bom que eles se conheçam entre si. Essa dinâmica
 faz com que cada um fale um pouco de si sem ficar aquela 
coisa chata e arrastada, parecendo entrevista de TV.
Distribua balas coloridas ou jujubas aos alunos (podem ser 2 ou 3 
para cada um) e pedir que as deixem em cima da carteira. Então 
especifique  as cores (que você pode especificar de acordo com o 
que quiser saber a respeito de seus alunos). Por exemplo, numa
 classe não muito numerosa – 15 alunos, por exemplo – e na faixa 
de 10 a 14 anos, faça mais ou menos o seguinte:
  • verde – escola (o aluno se apresenta e fala onde estudava, que curso faz, que matérias gosta ou não gosta, etc)
  • azul – família e casa (ele se apresenta e fala de sua família, onde mora, se tem bicho de estimação, onde seu pai e sua mãe trabalham, se ele se dá bem com os irmãos ou não, etc)
  • vermelho – lazer (ele fala tudo o que gosta de fazer quando não está estudando.
  Chame cada aluno e ele vai escolher uma das duas ou três cores
 que tem para falar. Se escolher a vermelha, por exemplo, vai 
falar sobre lazer.
Depois que cada um fala, você pode perguntar ao grupo 
se querem perguntar mais alguma coisa relacionada ao que o 
aluno estava falando. É interessante perguntar, se o aluno diz 
que tem um irmão pergunte se é mais velho ou mais
 novo, se o relacionamento é bom, etc. Se diz que tem cachorro, 
pergunte o nome, se sabe fazer gracinhas, se tem manias, etc.
Se forem alunos maiores você pode mudar os critérios, 
acrescentar outros como vida amorosa, vida profissional, 
religião, etc… Aí fica a seu critério.
Essa dinâmica com classes que estão começando porque ajuda a
 guardar os nomes dos alunos (muito importante) e também
 tanto eu quanto a classe em geral ficamos sabendo um pouco 
mais sobre eles.
Claro que depois que a dinâmica termina, autorize a comer as
 balas...kkkkk

 Mais Dinâmicas


Fonte:
http://diariodaprofaglauce.blogspot.com/2010/01/ola-estou-deixando-aqui-um-projeto-para.html
http://coelhodacartola.blogspot.com/2009/01/verdade-ou-mentira-dinamica-para-o.html
http://questaodeclasse.wordpress.com/2008/08/11/dinamica-primeiro-dia-de-aula-com-balas-ou-jujubas/picasaweb.google.com/102791844094380700717/Apostila101BrincadeirasEJogosInfantis#5454595727253128850

Verdade ou mentira? - Dinâmica para o início das aulas

Posted by Profº Monteiro on fevereiro 04, 2014

Essa dinâmica mostra que nem sempre a  gente conhece
 bem quem está do lado, nosso conhecimento é 
muito limitado e restringe-se ao ambiente em que estamos.

Essa dinâmica é muito útil 
 saber do que os alunos gostam e o 
que fazem fora da escola para tornar a aula mais interessante e
 também mostrar de forma objetiva como usar em seu cotidiano 
o que estão aprendendo.

Entregar um pedaço de papel a cada aluno onde terão que

 escrever nele 3 frases sobre si mesmos, sendo que uma delas 
será falsa. Mas não devem escrever coisas óbvias como 'tenho 
olhos verdes' e sim coisas que os amigos saberiam sobre ele, 
como 'já fui ao Japão', por exemplo.

Pedir a eles que coloquem o nome e escrevam as 3 frases 

(e é claro que eu vou guardar esses papéis para uso posterior
 quando for preparar as aulas), depois eles me entregam todos.
 Escolher um papel aleatoriamente e ler a primeira frase, 
perguntando de quem é. A classe vai dando seus palpites e
 instruo os alunos que quando identificaram o que escreveram 
disfarcem e também digam que acham que é do Fulano.

Anotar na frente da frase o nome de quem a maioria da classe achou 

que era o dono e escolho outro papel. Continuar lendo as primeiras frases
 de cada um, depois começo a ler a segunda e por fim a terceira frase,
 sempre anotando na frente da frase de quem a classe achou que era.

No final todos já estão ansiosos  leia a frase e diga: essa que vocês

 acharam que era do Fulano na verdade é da Sicrana. E faça algumas 
perguntas sobre a frase à aluna. Fazenr isso até terminar e depois
 perguntar aos alunos o que acharam da brincadeira.

Eles normalmente acham divertido porque ficam sabendo mais sobre

 os colegas e também ficam surpresos por saber relativamente pouco 
sobre eles.

Dinâmica das balas

Essa dinâmica destina-se a coletar informações sobre seus alunos 
logo que as aulas se iniciam e também pode ser usada para “quebrar 
o gelo”em grupos que ainda  não tiveram contato, pois reconhecendo 
gostos e hábitos semelhantes aos seus  os alunos ou participantes irão 
sentir-se mais confortáveis.

Como preparar

Abra um documento do word e insira uma tabela com o número de colunas
 igual a  1 e o número de linhas correspondente ao número de participantes 
da brincadeira.
Em cada linha da tabela coloque uma pergunta, você poderá usar as sugeridas 
no final dessa postagem ou qualquer outra informação que queira obter de seus
 alunos no primeiro dia.
Imprima e corte em tiras, depois dobre até ficar um quadradinho bem pequeno.
Compre balas de vários sabores e coloque-as num saquinho ou caixa onde eles
 não poderão ver o conteúdo. Cole com fita crepe uma pergunta em cada bala.

Como jogar

Com os alunos em círculo, apresente o saquinho ou caixa ao primeiro aluno à
 sua esquerda. Ele deverá pegar uma bala e ler a pergunta em voz alta para 
toda a classe e depois respondê-la.
Você pode adicionar umas balas com dizeres diferentes, caso queira também
 sortear algumas lembrancinhas nesse primeiro dia. Veja abaixo algumas 
sugestões  de perguntas.

Sugestões de perguntas para incluir na brincadeira

Pessoais

Descreva sua família. / Você tem animal de estimação? Fale sobre ele. 
/ Quais são seus programas de TV favoritos? / De que tipo de música
 você gosta? Fale sobre o assunto. / Quem é seu melhor amigo e por que 
você o considera assim? / Qual seu gênero favorito de filmes?

Hábitos

O que você faz no final de semana? / Qual o seu hobby? / Você coleciona 
alguma coisa? / Com que frequência usa a internet? / O que faz em seu
 horário livre durante a semana? / Pratica algum esporte? Fale sobre isso.
Escola
Qual a matéria que gosta mais? / Em que matéria tem mais dificuldade? / 
Qual a menor nota que já tirou? Por que você acha que isto aconteceu? /
 Você já colou na prova? Conte como foi. / Você faz sua lição de casa em dia.
 Se não, por quê? / O que vai estudar quando terminar o segundo grau? 
/ Que tipo de profissão vai escolher?

Outras sugestões

Você pode usar sua criatividade, e se for professor de idiomas essas 
perguntas podem estar no idioma ensinado. Também poderá usar essa 
brincadeira para uma revisão oral antes de uma prova de história, geografia,
 ciências, etc. Fica a cargo da sua imaginação adaptar essa atividade, e depois
 pode dividir conosco o resultado.

Projeto Início das Aulas / Dinâmicas Tema: Adaptação - Integração

Posted by Profº Monteiro on fevereiro 04, 2014



Tempo de duração: Mês de fevereiro

Justificativa: O início das aulas é um momento que mistura alegria, tristeza, ansiedade,

 novidade e choro. Justamente por se tratar de algo novo para a criança requer um período
de adaptação, especialmente para as que estão indo para escola pela primeira vez. A fase 
de adaptação pode durar alguns minutinhos, horas, dias e até meses... depende da criança. 
Cabe a escola realizar a acolhida das crianças e que a adaptação ao novo espaço seja da 
melhor forma possível.

Objetivos

-Facilitar o entrosamento, despertar a cordialidade e espontaneidade.
-Propor atividades que colaborem para a aproximação entre os colegas, ou entre eles e 

crianças novas;
-Colaborar para que as crianças sintam prazer em estar na escola;
-Fortalecer o vínculo afetivo e um diálogo aberto;
-Elaborar os combinados, de acordo com a necessidade do grupo;
-Proporcionar atividades que contribuam para a livre expressão: falada, gesticulada,

 cantada ou através de desenhos.
-Verificar as fases de escrita dos alunos.

Conteúdos

Português
§ Conversas, relatos de vivências, narração;
§ Nomes dos colegas, da professora e dos funcionários.
§ Crachá e cartaz com lista de nomes;
§ Alfabeto;
§ Histórias infantis;
§ Sondagem da escrita.

Matemática

§ Contagem oral;
§ Jogos;
§ Leitura de calendário.
§ Situações-problemas.

História e Geografia
§ Regras de convivência.
§ Observação dos diferentes ambientes do espaço escolar.
§ A história de vida do aluno.



Ciências:
§ Higiene e saúde

Artes:

§ Pintura;
§ Recorte e colagem;
§ Dramatizações;
§ Músicas diversas.

Educação Física:

§ Roda cantada;
§ Brincadeiras e jogos.

Desenvolvimento:

· Acolhida: Receber as crianças com carinho e alegria;
· Apresentações e dinâmicas de grupo;
· Atividades para conhecer os alunos: Quem sou eu?
· Passeio pela escola para conhecer as dependências e os funcionários;
· Atividades sobre valores e regras na escola;
· Brincadeiras e jogos;
· Trabalhos com músicas (fazer interpretações de forma oral, gestos, escrita e desenhos);
· Atividades orais (roda da conversa) onde os alunos poderão expressar suas expectativas
 quanto a escola, suas emoções, seus sentimentos;
· Atividades com nomes (crachás) e alfabeto;
· Sondagem da escrita;
· Situações-problemas (quantos alunos faltaram, quantos meninos são etc)


Culminância
Realizar uma gincana de brincadeiras objetivando que o importante é que todos se divirtam 
(corrida do saco, pula corda, cobra-cega, corrida da batata, show de calouros, dança das cadeiras).

Avaliação
Observação e registro do professor quanto ao envolvimento, interesse e participação dos alunos.


 Algumas Dinâmicas para a primeira semana de aula:Através de brincadeiras podemos
 conhecer melhor cada aluno.

Atividade de produção de Texto- crônica de Luis Fernando Veríssimo motivando o reconto––6º ao 9º ano

Posted by Profº Monteiro on fevereiro 03, 2014


A criação de um texto a partir de um outro texto já existente(intertextualizando), buscando através do humor e de textos de interesse dos alunos, tornar a leitura um momento de prazer e dessa forma criar o hábito e o gosto por essa prática. A boa receptividade do aluno, ao utilizar o material de leitura elaborado comprovou que se oferecer um material atrativo, ele é capaz de fazer excelente reprodução e é possível despertar nele o gosto pela leitura.
Nesta atividade há a sugestão de como produzir um texto a partir de uma crônica de Luis Fernando Veríssimo
, que mesmo sendo um texto intertextualizado, é tão atrativo, provocativo, e bem-humorado, que dificilmente os alunos deixarão de se sentirem motivados á uma nova produção com a técnica que vamos descrever.
A crônica que será trabalhada, do Luis Fernando Veríssimo, tem o título “Detalhes” e faz parte da coletânea da obra “O Analista de Bagé”. Nesta crônica o autor reconta com uma grande “pitada” de humor o clássico dos Contos de Fadas “Cinderela” ou a “A Gata Borralheira” que é já do conhecimento dos alunos, e não pense que adolescentes não vão gostar por ser um conto infantil. Ao contrário adolescentes adoram voltar ao tempos de criança, mesmo quando não admitem ou fazem piadas.
O autor, nesta crônica, faz um reconto com muito humor, provoca uma nova visão da trama, indo e vindo nos “detalhes” dos tempos antigos das fadas aos tempos atuais. A trama é narrada por um dos personagens da história, que embora não seja citado, todos sabem que estava lá no local dos acontecimentos. O que é bem divertido.
A intenção desta estratégia é perceber todas essas nuances e concluir que os fatos (geralmente contidos em crônicas ou noticiários e até mesmo em contos fictícios,tem diversas maneiras de serem vistas de acordo com o ponto de vista de quem as relata.
Vamos então à atividade. Pode –se introduzir com muito entusiasmo, na sala de aula,“hoje vamos saber tudo sobre uma crônica, e a crônica que eu escolhi para essa primeira vez é muito engraçada e vocês vão adorar” ( e vão mesmo, pode acreditar).
“Sabem o que é uma crônica?” O professor pode relatar todo a história, ou deixar para um segundo momento e resumir assim:
A crônica enquanto estilo literário: Ligada à vida quotidiana; Narrativa informal, familiar, intimista; Uso da oralidade na escrita: linguagem coloquial; Sensibilidade no contato com a realidade; Síntese; Leveza; Diz coisas sérias por meio de uma aparente conversa fiada; Uso do humor; É um fato moderno: está sujeita à rápida transformação e à fugacidade da vida moderna. Enfim, é uma história do dia-a-dia, com uma pitada de humor, transformada em textos maravilhosos aí, o humor faz com que fique mais interessante.
Essa é uma característica bem marcante do Luis Fernando Veríssimo .
A crônica que hoje vamos conhecer é também é intextualizada, significa que Veríssimo escreveu sobre um texto de um outro autor. .
Estratégia da Produção, reprodução ou reconto
1-Conhecimento Prévio dos Alunos
Quem Conhece a historinha “Cinderela”? (explorar o tema com os alunos)

-2-Fazer a leitura do texto original ( no livrinho infantil, resumidinho, mesmo, de preferência) – Cinderela ou a Gata Borralheira .


2- Extrapolação do texto:
Pedir aos alunos que comparem fatos marcantes, como princesas que esperavam os príncipes de suas vidas, para a vida moderna atual.Esse tempo existiu, em que as mulheres esperavam pelos homens que seriam seus maridos e “sonhavam com príncipes encantados”, isso ainda existe, na vida moderna?


3- Analisando a Crônica
(levar um impresso com a transcrição da Crônica para cada aluno)
DETALHES
Luis Fernando Veríssimo
O velho porteiro do palácio chega em casa, trêmulo. Como sempre que tem baile no
palácio, sua mulher o espera com café da manhã reforçado. Mas desta vez ele nem
olha para a xícara fumegante, o bolo, a manteiga, as geleias. Vai direto à
aguardente. Atira-se na sua poltrona perto do fogão e toma um longo gole de
bebida, pelo gargalo.
___ Helmuth, o que foi?
___ Espera, Helga. Deixa eu me controlar primeiro.
Toma outro gole de aguardente.
___ Conta, homem! O que houve com você? Aconteceu alguma coisa no baile?
___ Co-começou tudo bem. As pessoas chegando, todo mundo de gala, todos com
convite, tudo direitinho. Sempre tem, é claro, o filhinho de papai sem convite que
quer levar na conversa, mas já estou acostumado. Comigo não tem conversa. De
repente, chega a maior carruagem que eu já vi. Enorme. E toda de ouro. Puxada
por três parelhas de cavalos brancos. Cavalões! Elefantes! De dentro da carruagem,
salta uma dona. Sozinha. Uma beleza. Eu me preparo para barrar a entrada dela
porque mulher desacompanhada não entra no baile do palácio. Mas essa dona tão
bonita, tão sei lá, radiante, que eu não digo nada e deixo ela entrar.
___ Co-começou tudo bem. As pessoas chegando, todo mundo de gala, todos com
convite, tudo direitinho. Sempre tem, é claro, o filhinho de papai sem convite que
quer levar na conversa, mas já estou acostumado. Comigo não tem conversa. De
repente, chega a maior carruagem que eu já vi. Enorme. E toda de ouro. Puxada
por três parelhas de cavalos brancos. Cavalões! Elefantes! De dentro da carruagem,
salta uma dona. Sozinha. Uma beleza. Eu me preparo para barrar a entrada dela
porque mulher desacompanhada não entra no baile do palácio. Mas essa dona tão
bonita, tão sei lá, radiante, que eu não digo nada e deixo ela entrar.
___ Bom, Helmuth. Até aí...
___ Espera. O baile continua. Tudo normal. Às vezes rola um bêbado pela
escadaria, mas nada de mais. E então bate a meia-noite. Há um rebuliço na porta do
palácio. Olho para trás e vejo uma mulher maltrapilha que desce pela escadaria,
correndo. Ela perde uma sapato. E o príncipe atrás dela.
___ Bom, Helmuth. Até aí...
___ Espera. O baile continua. Tudo normal. Às vezes rola um bêbado pela
escadaria, mas nada de mais. E então bate a meia-noite. Há um rebuliço na porta do
palácio. Olho para trás e vejo uma mulher maltrapilha que desce pela escadaria,
correndo. Ela perde uma sapato. E o príncipe atrás dela.
___ O príncipe?
___ Ele mesmo. E gritando para mim segurar a esfarrapada. “Segura! Segura!” Me
preparo para segura-la quando ouço uma espécie de “vum” acompanhado de um
clarão. Me viro e...
___ E o quê, meu Deus?
O porteiro esvazia a garrafa com um último gole.
___ Você não vai acreditar.
___ O príncipe?
___ Ele mesmo. E gritando para mim segurar a esfarrapada. “Segura! Segura!” Me
preparo para segura-la quando ouço uma espécie de “vum” acompanhado de um
clarão. Me viro e...
___ E o quê, meu Deus? 186
O porteiro esvazia a garrafa com um último gole.
___ Você não vai acreditar.
___ Conta!
___ A tal carruagem. A de ouro. Tinha se transformado numa abóbora.
___ Numa o quê?
___ Eu disse que você não ia acreditar.
___ Uma abóbora?
___ E os cavalos em ratos.
___ Helmuth...
___ Não tem mais aguardente?
___ Acho que você já bebeu demais por hoje.
___ Juro que não bebi nada!
___ Esse trabalho no palácio está acabando com você, Helmuth. Pede para ser
transferido para o almoxarifado.
VERÍSSIMO, L. F. O analista de Bagé. 100. ed. Porto Alegre: L&P Editore
4-Identificação: o narrador é um personagem – o porteiro do palácio do Rei. Vejam o nome dele e da sua mulher:
Helmut e Helga então porque o Luis Fernando Veríssimo escolheu esses nomes?
Esses nomes Alemães se referem a quem? - Ao Green. Isso ao Jacob Green, que ele é a referencia no mundo do conto de fadas, aqui o é Jacob Grimm é o sobrenome, ( Jacob grimm e Wilhelm Grimm -autores alemães dos contos de fadas infantis). Então a escolha desses nomes foi intencional, do Luis Fernando.
6- INTERPRETAÇÃO
a)Trabalhar primeiro o título: Porque que o Luis Fernando Veríssimo colocouDetalhes, porque que vocês acham que ele colocou esse título Detalhes? No começo do texto fala dos detalhes da casa do porteiro, a mulher colocou bolo, manteiga, totalmente detalhado o dia dele. Mas há também os detalhes do conto da Cinderela: a abóbora, os ratinhos…
b)o que daria para identificar o humor aqui nesse texto porque que fica engraçado?
c) Por que ele ficou espantado? (Ima moça chegar ao baile sozinha, os bêbados, os que entram sem ingresso) Isso aqui vocês acham que poderia ter ocorrido assim na atualidade ou em tempos lá da Cinderela, o que vocês acham?

7- COMENTANDO PARTES DA CRONICA
Então, vejam que interessante que interessante, o porteiro até gagueja… começou tudo bem, as pessoas chegando todo mundo de gala(O QUE É GALA? enriquecer o vocabulário na interpretação) todos com convite tudo direitinho, sempre tem é clarofilhinho de papai ( É UM FATO ATUAL?) sem convite que “quer levar na conversa”, mas já estou acostumado, esse filhinho de papai è de que tempo? Do nosso tempo, da nossa atualidade. Do nosso tempo: ele conseguiu fazer essa intertextualidade de uma coisa que já aconteceu com os dias atuais por isso que é crônica. E isso que dá humor. Vejam como FICOU BEM INTERESSANTE – CONTADO ASSIM POR VERISSIMO-
7- Após a análise da Crônica vem a produção individual do texto, em que o professor vai propor que cada aluno escola um personagem do texto original e este personagem seja o narrador e reconte a história sob o seu ponto de vista, como “ele viu e imaginou a história da Cinderela”, dentro das característica de uma crônica.
O professor pode começar a relatar, oralmente, como o ratinho(transformado em cocheiro descreveria somente o que viu e o que aconteceu com ele também… apenas um trechinho para que a turma entenda o que se pede), e se prepare para a surpresa de crônicas nunca antes imagináveis escritas pelos alunos da sua turma. Pode abrir um concurso para a melhor, porque vai haver excelentes produções.
Esta estratégia pode ser usada desde o 4º ano das séries iniciais ao Fundamental II, com esta crônica do Veríssimo ou com outros excelentes contos ( que sejam breves, como as fábulas) brasileiros e mesmo com contos sem intertextualizações. Um ideia bem legal, para não recair em contos com cunho mais antigo, peça aos alunos que tragam crônicas de jornais ou revistas sobre assuntos atuais e até mesmo políticos, econômicos, sobre assuntos que estão na mídia, para serem trabalhados na produção de textos intextualizados como o a que foi usada nesta e em outras estratégias de recontos.
Por: Júlia Virginia de Moura – pedagoga

fonte:http://soatividadesparasaladeaula.blogspot.com.br/2012/05/atividade-de-producao-de-texto-cronica.html

Dicas Importantes para uma Dissertação - exemplos Dissertação Argumentativa e Expositiva

Posted by Profº Monteiro on fevereiro 03, 2014

Dicas para escrever uma boa dissertação

  1. Só abordar na introdução e na conclusão o que realmente estiver no desenvolvimento;
  2. Evitar períodos muito longos ou sequências de frases muito curtas;
  3. Não repita palavras ou expressões;
  4. Exponha o tema com suas palavras evitando repetir o que já foi dito (frases);
  5. Não use gírias e termos coloquiais;
  6. Preferira usar elementofatortópicoíndiceitem, etc.(linguagem própria para um texto).
  7. Usa-se ponto final ao final do título, caso nele contenha verbo;
  8. Esqueça provérbios ou ditos populares;
  9. Não coque perguntas, sobretudo na conclusão;
  10. Usar a terceira pessoa do singular, a menos
  1. que haja uma solicitação do tema;
  2. Somente citar exemplos de domínio públicos;
  3. Ser direto e objetivo;
  4. Não usar itens pessoais na dissertação.
  5. No título todas as palavras devem começar com letras maiúsculas, com exceção de advérbios, preposições, conjunções e artigos definidos caso não se situam no início.
  6. Não usar Gerúndio(NDO)
Exemplo de dissertação Expositiva
clip_image001                                                                                                       Crack
            O crack é preparado a partir da extração de uma substância alcaloide da planta Erythroxylon coca, encontrada na América Central e América do Sul. Chamada benzoilmetilecgonina, esse alcaloide é retirado das folhas da planta, dando origem a uma pasta: o sulfato de cocaína. Chamada, popularmente, de crack, tal droga é fumada em cachimbos.
Aproximadamente o crack é cinco vezes mais potente que a cocaína, sendo também relativamente mais barata e acessível que outras drogas, o crack tem sido cada vez mais utilizado, e não somente por pessoas de baixo poder aquisitivo, e carcerários. é usado nas diversas classes sociais em vários países do mundo.

          Tal substância faz com que a dopamina, responsável por provocar sensações de prazer, euforia e excitação, permaneça por mais tempo no organismo, além de provocar sintomas paranoicos, quando se encontra em altas concentrações.
          Pelos efeitos causados a tendência do consumo é ser utilizado com maior frequência. Com o passar do tempo, o organismo vai ficando tolerante à substância, fazendo com que seja necessário o uso de quantidades maiores da droga para se obter os mesmos efeitos. Apesar dos efeitos paranoicos, que podem durar de horas a poucos dias e pode causar problemas irreparáveis, e dos riscos a que está sujeito. Em pouco tempo, ele virará seu escravo e fará de tudo para tê-la sempre em mãos. A relação dessas pessoas com o crime, por tal motivo, é muito maior do que em relação às outras drogas; e o comportamento violento é um traço típico.

         Neurônios vão sendo destruídos, e a memória, concentração e autocontrole são nitidamente prejudicados. Cerca de 30% dos usuários perdem a vida em um prazo de cinco anos – ou pela droga em si ou em consequência de seu uso. O uso constante altera o comportamento aumentando os riscos de se contrair AIDS e outras DSTs uma vez que debilita o sistema imunológico dos dependentes.
         A superação do vício requer ajuda profissional, vontade por parte da pessoa, e apoio da família.
Exemplo de uma DISSERTAÇÃO ARGUMENTATVA
(usando um tema atual – cracolândia- com bases nos conhecimentos que se tem sobre a droga, medidas tomadas pra acabarem com a cracolândia
e finalmente – métodos de cura e opinião sobre a solução coletiva em uma população metropolitana).
1-o Título – Se for permitido um tema livre, deixe para o final – pois após a colocação das ideias surge o título que melhor resume o texto (ideia principal do seu texto – 0 seu objetivo ao escrevê-lo).
2-Introdução -
Apresentação da questão, objeto de discussão, apresentando números estatísticos; o debate que será colocado no desenvolvimento, por informações precisas, demonstrando conhecimento, sem suscitar dúvidas: a cracolândia.
No exemplo, abaixo, na INTRODUÇÃO:
há um resumo do que será apresentado no desenvolvimento: que facilita toda a estrutura da redação: o desenvolvimento, e a conclusão!
Uma das maneiras mais fáceis de elaborar a introdução: apresentar o resumo do que se vai discutir no desenvolvimento onde serão apresentados os tópicos a serem discutidos no desenvolvimento. Deve-se tomar o cuidado para não se apresentarem muitos tópicos, senão a dissertação será somente expositiva e não argumentativa.
Cada tópico apresentado na introdução deve ser discutido no desenvolvimento em um parágrafo inteiro. Não se devem misturá-los em um parágrafo só, nem utilizar dois ou mais parágrafos, para se discutir um mesmo assunto. O ideal é que sejam apresentados somente dois ou três temas para discussão. (observar que se solicita uma média de 25 a trinta linhas)
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A Cracolândia tem Soluções Viáveis.
           Nos últimos anos, a sociedade brasileira, vem acompanhando o crescimento de populações itinerantes que se formam nos grandes centros urbanos, constituídas de usuários de drogas e traficantes, como a cracolândia em São Paulo. A mídia e alguns seguimentos da sociedade polemizam as políticas públicas de enfrentamento. O crack é uma substância psicoativa de efeitos devastadores e a reabilitação ainda é uma incógnita, mas a ajuda ao usuário é inquestionável.
          A cracolândia existe há 20 anos no bairro da Luz, em São Paulo, onde frequenta m 400 pessoas e uma população flutuante de quase duas mil pessoas, que colocam em risco a segurança das pessoas.
         As medidas interventivas usadas pelo poder público, a princípio teve o caráter repressivo. O Brasil sendo um país livre, em sua evolução democrática, crescimento econômico, respeitando os direitos humanos criou leis que marcaram mudanças na solução de problemas sociais, como a Lei 11.343/2006 que prevê um tratamento diferenciado aos usuários de drogas: reabilitação e não repressão. Construção de albergues e a disposição de AMAS, (Assistência Médica Ambulatorial), parcerias com terceiros foram evidentes nestas mudanças.
       Operações com objetivos de dispersar os traficantes e induzir usuários à reabilitação, como foi à operação Centro Legal, recentemente, foi apoiada pela população paulistana, mas duramente criticada pela mídia e alguns setores da sociedade, sem que fosse mencionado o centro de reabilitação “Complexo Prates” á disposição ao atendimento dos viciados. As metas não foram alcançadas como o esperado, pois além de reprimir os traficantes era necessário que os usuários livremente aceitassem a reabilitação, e neste ponto o alcance foi mínimo.
        Inegavelmente é um problema extremamente complexo, e os que criticam, também não tem soluções prontas. As famílias dos usuários se encontram devastadas pelas consequências que a droga produz. O atendimento psicológico a estas famílias para que sirvam de ponte entre os usuários e a reabilitação, mesmo a longo prazo, poderia ser mais um caminho a ser percorrido, neste enfrentamento. Perceber, acima de tudo, o usuário como um indivíduo que necessita de ajuda e fazer deste enfrentamento um debate e não um combate pode ser uma boa tentativa de solução.
Por Julia Virginia de Moura-Pedagoga
Fonte de pesquisa:
Manual de Técnicas de Redação – José Carlos Dutra do Carmo
http://sitenotadez.net/redacao-dicas/
Jornal de São Paulo - Estadão -
http://topicos.estadao.com.br/cracolandia

ATIVIDADES DINÂMICAS ENSINO MÉDIO

Posted by Profº Monteiro on fevereiro 03, 2014

QUE PAÍS É ESSE?





Escreve-se no quadro o nome de 10 países. O professor deve escolher um e escrever num papel, que ficará na sua mão. Cada equipe fará 5 perguntas para o professor,que só poderá responder sim ou não. Após as 5 perguntas, cada equipe terá 2 minutos para discutir e logo em seguida dizer a suposta resposta. Se errar, o nome do país será apagado do quadro e o jogo continuará até alguma equipe descobrir qual é o país.


Material: Piloto e quadro.


Formação: Duas ou três equipes .


Objetivos:


- Estimular o raciocínio rápido;

- Desenvolver a comunicação;

- Adquirir vocabulário;

- Conhecer os países.




Variação:


Pode-se trabalhar com outros temas, a exemplo de:

nome de cidades, bairros, escritores, cantores, etc.