ATIVIDADE PARA AULA DE HISTÓRIA A expansão e mudança nos séculos XV e XVI

Posted by Profº Monteiro on dezembro 16, 2013
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O expansionismo europeu:
Portugal teve um papel pioneiro na expansão européia dos séculos XV e XVI. Em menos de um século, empreendeu conquistas no Norte de África. Colonizou ilhas atlânticas, descobriu o caminho marítimo para a Índia e atingiu o Brasil. No séc. XVI passou a ter a concorrência da vizinha Espanha nesta expansão. Esta expansão ibérica foi o fato decisivo para a criação de um comércio com dimensão global.A procura pelas especiarias do oriente tornou este continente num dos principais pontos comerciais de interesse europeu com essa ligação a ser feita pelo mercado italiano com a Europa.
Em busca de novas rotas
Com a luta existente, entre vários países europeus pelo domínio do comércio e respectivas rotas comerciais tornou-se uma necessidade descobrir novas rotas para atingir estes centros de especiarias de uma forma mais direta.A esta necessidade respondeu primeiramente a península ibérica, em concreto Portugal,  que assumiu esta primazia pela sua condição geográfica favorável, possuindo uma posição privilegiada face aos continentes a descobrir; por outro lado, por causa do seu extenso litoral possuía também uma forte ligação ao mar por parte da sua população.Esta experiência marítima e o apoio por parte dos monarcas e protecionismo à marinha. Este fato e os conhecimentos e técnicas de navegação possuídos pelos portugueses foram indispensáveis à expansão marítima. Por fim a união existente em Portugal, e o apoio de todos os grupos sociais a expansão foram também importantes para esta primazia do nosso país.
As Monarquias Nacionais.
As Monarquias Nacionais surgem quando o poder real passa a ter maior domínio e influência no território europeu, sendo quase tão poderosas quanto a Igreja e o Papa. Esse Sistema Político surge com o crescimento das cidades européias e os problemas feudais, algumas partes da Europa o rei assume o posto de controlar e resolver as questões políticas.
Para recuperar o prestígio e o poder e superar os senhores feudais, os burgueses se tornam aliados dos reis, essa parceria resultada em acelerar a ascensão do capitalismo. Assim os reis e os burgueses tornam-se responsáveis por questões relacionadas a evolução do comércio, questões jurídicas, organização para a cobranças de impostos entre outras. E para firmar e fortalecer o domínio do rei, a corte real passou a ser corte suprema de justiça da nação.
Questões

1) Cite as conquistas de Portugal?      2)  Qual a concorrente de Portugal na expansão marítima?   3) O que os europeus buscavam no Oriente?   4) Porque era necessário encontrar novas rotas de comércio na Europa?   5) Porque Portugal assumiu a primazia dos mares através da expansão marítima?  6) Quando surgiram as monarquias nacionalistas?  7) Porque os burgueses se aliaram aos Reis?    8) Quais as responsabilidades dos Reis e dos Burgueses?

Análise do texto - A Santa Inês (José de Anchieta)

Posted by Profº Monteiro on dezembro 16, 2013


A Santa Inês


Cordeirinha linda,(a)
como folga o povo(b)
porque vossa vinda(a)
lhe dá lume novo!(b)
Cordeirinha santa,(c)
de Iesu querida,(a)
vossa santa vinda(a)
o diabo espanta.(c)
Por isso vos canta(c)
com prazer o povo,(b)
porque vossa vinda(a)
lhe dá lume novo.(b)
Nossa culpa escura(d)
fugirá depressa,(e)
pois vossa cabeça(e)
vem com luz tão pura.(d)
Vossa formosura(d)
honra é do povo,(b)
porque vossa vinda(a)
lhe dá lume novo.(b)


.....................................................................
(José de Anchieta)
Vocabulário:
Iesu – versão arcaica, medieval de Jesus.
Folga – se alegra.
Lume – luz ( orientação, guia)

****************
José de Anchieta exalta a figura de Santa Inês(considerada um modelo exemplar, porque se submeteu ao sacrifício em nome da sua crença) e incentiva o povo a praticar a fé religiosa cristã. Trata-se de uma literatura jesuítica, preocupada com a conversão dos índios e a manutenção do catolicismo entre os colonos.
Poema em quadras(quatro versos em cada estrofe), com versos curtos (cinco sílabas- redondilha menor), de cunho bem popular, dão ritmo ligeiro ao texto poético, retomando a métrica das poesias medievais( reminiscências da técnica trovadoresca: repetição de assunto e verso), comprovando a total indiferença do religioso ao Renascimento que naquele momento ocorria na Europa.
Não há um esquema rígido em relação à rima: ela é irregular e muitas vezes apenas toante( repetição de vogais a partir da sílaba tônica), conforme indicação no texto. A linguagem é clara(essencialmente ingênua de conteúdo simples, direto, sem complexidade) favorecendo o envolvimento do ouvinte, com a finalidade de sensibilizá-lo para a mensagem religiosa.. O uso do refrão, grifado no texto, favorece a aproximação com o canto e a dança, permitindo assim uma musicalidade, de fácil execução e memória.
O poema fala do confronto entre o bem e o mal de forma bem convincente: a chegada de Santa Inês espanta o Diabo e, graças a ela, o povo revigora a sua fé. A quarta estrofe está centrada em uma oposição, a partir da antítese ( exposição de ideias opostas) apresentada: culpa escura/ luz tão pura. A luz que ilumina o espírito espantará a culpa escura(o pecado).Essa preferência por enfatizar os extremos pode ser considerada, implicitamente, uma característica pré-barroca.

Análise do poema: À instabilidade das cousas do mundo

Posted by Profº Monteiro on dezembro 16, 2013


Moraliza o poeta nos ocidentes do sol a inconstância dos bens do mundo
Nasce o Sol, e não dura mais que um dia,
Depois da luz se segue a noite escura,
Em tristes sombras morre a formosura,
Em contínuas tristezas a alegria.

Porém se acaba o Sol, por que nascia?
Se formosa a luz é, por que não dura?
Como a beleza assim se transfigura?
Como o gosto da pena assim se fia?

Mas no Sol e na luz, falta a firmeza,
Na formosura não se crê constância,
E na alegria sinta-se tristeza.

Começa o mundo enfim pela ignorância,
E tem qualquer dos bens por natureza
A firmeza somente na inconstância.A poesia de Gregório de Matos guarda alguns traços marcantes da poética renascentista: trata-se de um soneto (14 versos, distribuídos em 2 quartetos e 2 tercetos), cuja temática está centrada na reflexão moral e filosófica – o título longo e explicativo da poesia , que é uma característica barroca, evidencia o caráter moralizante do texto.
O esquema de rima é ABBA, ABBA, CDC e DCD. Os versos são decassílabos heróicos. Existe um outro tipo de verso decassílabo. Ele se chama sáfico e apresenta tonicidade na 4.ª, 8.ª e 10.ª sílabas. Seu esquema rítmico é 10 (4-8-10). Façamos uma releitura dos versos 2 e 3. Podemos verificar que esses dois versos oscilam sua acentuação: tanto podem ser considerados heróicos quanto sáficos, pois também poderíamos metrificá-los desta forma:
De / pois / da / LUZ / se / (SE) / gue a / NOI / te es/ CU / (ra)
Em/ tris / tes /SOM /bras/(MOR)/ re a /FOR / mo / SU / (ra)
O esquema rítmico, neste último caso, conservaria um acento secundário, menos forte, na 6. ª sílaba. Podemos dizer que nesses dois versos ocorre uma tensão métrica. O mesmo fato vai ocorrer no 1. º terceto, no verso 10. A tensão – que pode ocorrer no plano da métrica ou em outros planos – é um fenômeno que enriquece um poema, por ampliar seu campo de significação.
O texto trata da transitoriedade da vida, da efemeridade das coisas do mundo, tema bastante caro ao barroco. O poeta utiliza como exemplos da transitoriedade da vida o Sol que não dura mais que um dia, a noite que segue a luz, a beleza que acaba em tristes sombras e a alegria que se transforma em tristeza. É um poema predominantemente conceptista, argumentativo.
Logo na 1ª estrofe, o poeta trabalha com uma característica barroca: o pessimismo, isto é, uma visão negativa para as coisas do mundo e acentua os contrastes através de antíteses (Sol / noite; luz / sombra; alegria / tristeza). O poeta faz considerações sobre a condição humana, diante das instabilidades do mundo. O caráter aflitivo é representado pelos hipérbatos (inversões sintáticas que denotam a desordem do pensamento): ´´Depois da luz, se segue a noite escura``; ´´Em tristes sombras morre a formosura`` e ´´Em contínuas tristezas, a alegria`` (verso marcado pela elipse de um termo: morre, artifício muito comum durante a época barroca.).
Na 2ª estrofe, outra característica do estilo barroco é apresentada: a dúvida, a incerteza, marcadas pelo paralelismo construído através das interrogações – só contém perguntas sem respostas.
A consciência angustiante da fugacidade da vida, da brevidade das alegrias e da passagem do tempo que tudo destrói são expressas nas últimas estrofes por meio de paradoxos ( antítese levada ao extremo – ideias que se chocam, ideias aparentemente absurdas) , onde o poeta funde os opostos :´´E na alegria sinta-se tristeza `` (3ª estrofe) o que gera o verso-síntese: ´´A firmeza somente na inconstância``( 4ª estrofe).
Sendo assim, depois de demonstrar a efemeridade das coisas do mundo, o poeta afirma que a única coisa firme, constante, é o fato de nada ser constante.

Gêneros literários

Posted by Profº Monteiro on dezembro 16, 2013
linguagem é o veículo para escrever uma obra literária. Escrever uma obra literária corresponde a um exercício lúdico para trabalhar com a linguagem. Os gêneros literários são as várias formas de trabalhar a linguagem, de registrar a história, e fazer com que essa determinada linguagem seja um instrumento de conexão entre os diversos contextos literários que estão dispersos ao redor do mundo.


A história é um fator fundamental para o entendimento de toda a literatura. É ela que traduz, através da linguagem, o momento histórico que lhe dá origem.A


Quando falamos em gêneros literários, temos mais uma vez que levar em conta a historicidade: eles evoluíram, transformaram-se, misturaram-se, uns surgiram, enquanto outros desapareceram, através dos séculos.


A primeira divisão em gêneros data da Grécia Antiga e é feita por Aristóteles em sua Arte Poética. Segundo ele, é possível identificar três gêneros de manifestação literária: o lírico, o épico e o dramático, correspondendo cada um deles à forma de expressão de determinada experiência humana. Essa questão da definição dos gêneros ainda é objeto de discussão entre críticos e historiadores, mas a apresentação aristotélica é amplamente aceita. Prefere-se, atualmente, a divisão em lírico, dramático e narrativo, pois o épico praticamente desapareceu.


Ao acompanharmos textos literários, notamos que as mesmas características aparecem em vários deles. Pelo fato de apresentarem claras afinidades entre si, nós o agrupamos em blocos. Cada um desses grandes grupos ( condensados através destes blocos) de texto constitui o que se convencionou chamar de gênero literário.


Não existe até agora uma tipologia fixa dos gêneros. É difícil, portanto, dar uma classificação precisa e imutável, não só porque as categorias se multiplicam ou se combinam, mas também porque um gênero pode evoluir. A regra clássica de separação dos gêneros, que proibia a mistura do trágico e do cômico, ou a justaposição numa mesma obra de gêneros diferentes, por exemplo, já não é respeitada desde o séc. XVIII.


Algumas características elementares dos gêneros literários:


Gênero dramático: Texto para ser representado (só há personagens); mundo objetivo; obediência a um determinado enredo, com respeito às noções de tempo e espaço; as características das personagens são dadas por sua ação e pelas rubricas( a rubrica indica a movimentação dos atores; vem, em geral, em tipos menores e entre parênteses).


Gênero lírico: Não há narrador (presença do eu-lírico, isto é, a voz que expressa a emoção); mundo subjetivo; não há seqüência de fatos; não há personagens.


Gênero narrativo :As ações dos personagens são contadas por um narrador; narrador em primeira ou em terceira pessoa; mundo objetivo; os fatos desenrolam-se em um período de tempo.

Poesia, poema, verso e prosa

Posted by Profº Monteiro on dezembro 16, 2013

Engana-se quem atribui sinonímia entre as palavras poesia e poema, pois nem toda composição versificada produz poesia (uma linguagem cheia de sedução e encantamento).Além disso, a poesia não depende necessariamente do verso para se manifestar, podendo ser encontrada na prosa que, através do seu conteúdo, assume qualidades poéticas. A palavra poesia provém do grego poíesis, ´´ação de fazer, criar alguma coisa``; uma atmosfera de beleza da própria mensagem que cria uma supra- realidade, decorrente da expressão de ´´um mundo interior``, elaborada numa linguagem altamente conotativa. Já o poema constitui-se na designação de uma composição literária, estabelecendo à concretização da expressão em verso.
O texto literário pode utilizar basicamente duas formas: a prosa (provém da expressão latina ´´oratione prosa``, que significa discurso livre) e o verso (cada uma das linhas que constituem um poema). Na prosa, as linhas ocupam quase toda a extensão da página, dividindo-se em blocos chamados parágrafos. No verso, as linhas não ocupam toda a extensão da página, o texto divide-se em blocos chamados estrofes, e cada linha é denominada verso.
Escrito em prosa ou em verso, o texto se torna poesia quando a sua essência é extremamente emotiva, como neste exemplo de Oswald de Andrade:
Aprendi com meu filho de dez anos
Que a poesia é a descoberta
Das coisas que eu nunca vi.

Análise soneto - Amor, é fogo que arde sem se ver

Posted by Profº Monteiro on dezembro 16, 2013
O soneto “Amor é fogo que arde sem se ver”, de Luís Vaz de Camões, trata de um conceito do amor na concepção do neoplatonismo, pois, acentua-se o dualismo platónico entre sensível e inteligível, matéria e espírito, finito e infinito, mundo e Deus. Este soneto é uma definição poética do amor. Como se Camões quisesse definir este sentimento indefinível e explicar o inexplicável, colocando imensos contrastes para caracterizar este “mistério”. Para Camões, o Amor (com A maiúsculo) é um tipo de ideal superior, perfeito e único, pelo qual há o anseio de atingi-lo, mas como somos imperfeitos e decaídos, somos ao mesmo tempo incapazes de chegar a esse ideal. O amor é visto, então, como um sentimento que envolve sensações e que ocorre quando existe um senso de identidade entre pessoas com identidades bem definidas e diferenciadas. Existe a dualidade da incerteza do amor “físico” (com a minúscula) com o Amor ideal, assim o amor é um tipo de “imitação” do Amor, na realidade o autor procura compreender e definir o processo amoroso. Conceituando a natureza paradoxal do amor, o soneto ressalta em enunciados antitéticos, compondo um todo lógico, o caráter paradoxal do sentimento amoroso. Esclarecendo-se, entretanto, que tais contradições são, por vezes, aparentes, pois, a segunda parte de cada verso funciona como complemento da primeira, enfatizando-a por intermédio da aproximação de realidades distintas. O aspecto material, sensível “ferida que dói”, “é dor que desatina” é oposto ao espiritual “em que se sente”, “sem doer”, como, de resto pode-se observar ao longo de todo o soneto, culminando com a indagação final, a traduzir toda a perplexidade diante da total impossibilidade de se compreender o próprio amor. Camões parece estar coberto de razão ao afirmar que "tão contrário a si é o mesmo amor", mas diversamente do percurso camoniano, ele aponta para a alma, então, o poeta parece chegar a uma conclusão, expressada pela interrogação no último terceto. A forma do soneto corresponde ao tema do poema. Podemos dizer que a primeira vista é um jogo renascentista, mas depois descobrimos o sentido profundo do poema. E nisso encontramos a arte do autor – nesta capacidade de abordar de forma suave (como se fosse jogo) um tema que nos faz pensar profundamente nos problemas psicológicos bastante complicados. Portanto este soneto trata de uma verdade enunciada com aparência de mentira.
Adaptado da seguinte 

Os Estilos Literários

Posted by Profº Monteiro on dezembro 16, 2013
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A literatura significa uma concepção pessoal da realidade, fruto da experiência e da intuição. Cada autor tem suas preferências temáticas e linguísticas, cada época também as revela. A visão que os homens têm da realidade, a cada estágio da civilização, sofre profundas transformações.


Estudando-se a produção literária de uma determinada época, vemos que, apesar das diferenças individuais existentes entre os autores, alguns modos de trabalhar a linguagem e as concepções do mundo(representar a realidade) são semelhantes em certos grupos. De um modo geral, essas semelhanças permite-nos agrupá-los num estilo de época (também chamado estética, tendência ou movimento literário), possibilitando-nos compreender o comportamento literário predominante num certo período de tempo. Porém, mesmo influenciado pelas tendências de sua época, cada escritor tem características próprias; determinadas preferências quanto ao uso da língua e à escolha de temas, além de uma visão particular (elementos que caracterizam o seu estilo individual).


Quando novas gerações aparecem, a visão do mundo normalmente muda, pois nunca uma geração pensa exatamente como a anterior. Um escritor medieval não tratava dos assuntos nem utilizava a linguagem de um autor do Renascimento ou do séc. XIX. Além disso, entre uma época e outra da literatura, é comum haver uma fase de transição, um período em que o velho e o novo se misturam. Machado de Assis, por exemplo, durante certo tempo foi um escritor com certos traços românticos; depois abandonou-os, dando origem ao Realismo em nossa literatura.


A cultura evolui, a língua sofre transformações e, com o tempo, percebemos claramente que o mundo mudou. Tudo isso reflete na literatura(um processo contínuo, que se desenvolve acompanhando de perto as mudanças sofridas pela sociedade) , que permanece como registro vivo de uma época.


Para bem se compreender o estilo de uma época deve-se estudar, portanto, não só as obras dessa época como também a situação histórico-social em que surgiram, para que fique claro o significado dessa literatura naquele momento cultural. Também cabe uma observação: a divisão dos estilos literários não deve ser encarada como um processo rígido, com datas( recurso didático para facilitar o estudo) e limites estáticos, mas como simples pontos de referência, pois é impossível indicar com precisão quando termina ou começa um estilo.


De acordo com as diferentes concepções da realidade, podemos caracterizar uma literatura que retrata o homem submetido à luz da fé (Trovadorismo). Em seguida, mostra seu apego exagerado ao domínio da razão (Humanismo). Depois, acompanha-o na busca dos valores perfeitos( Classicismo ). Através do Barroco, apresenta a dualidade do ser humano entre os valores espirituais e racionais. O homem resolve, então, fixar a vida na simplicidade, e a literatura se propõe a expressar este contexto ( Arcadismo). Prossegue sua trajetória, e a emoção dirige a vida humana ( Romantismo). Novamente, o homem volta-se à submissão da razão, e a realidade será observada com objetivismo ( Realismo). Com o Simbolismo, razão e emoção se equilibram, e o homem do princípio do nosso século adquire uma visão das essências do mundo. No fim do percurso literário, a técnica e a máquina substituem as ações humanas. É o Modernismo, submetendo os seres à aceleração e à velocidade.