DROGAS: APENAS UM LANCE DE SÁBADO À NOITE?

Posted by Profº Monteiro on novembro 05, 2013
Estrutura Curricular
Modalidade / Nível de Ensino Componente Curricular Tema
Ensino Fundamental Final Ciências Naturais Ser humano e saúde
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
O aluno poderá descrever os danos físicos, psíquicos, sociais e morais que a droga provoca no ser humano.
Duração das atividades
02 aulas (50 minutos cada)
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Anatomia e fisiologia do sistema nervoso.

Interferência de substâncias químicas na fisiologia do sistema nervoso.

Estratégias e recursos da aula
A temática é desenvolvida por meio da apresentação do filme Diário de um adolescente.


Ficha técnica:

Diário de um Adolescente (The Basketball Diaries)
Gênero: Drama
Ano de lançamento ( EUA ) : 1995 
Direção: Scott Kalvert 
Atores: Leonardo DiCaprio , Lorraine Bracco , James Madio , Patrick McGaw , Mark Wahlberg 
Duração: 01 h 41 min

Sinopse:
O filme é uma adaptação do livro de Jim Carrol (1950-2009) que conta sua adolescência problemática vivida em Nova York. Leonardo DiCaprio está no papel de Jim que é um promissor jogador de basquete, mas logo se afunda no submundo das drogas e, para manter o seu vício, ele rouba e se prostitui; até que um ex-viciado o ajuda a se recuperar e retomar sua vida.

Questões propostas:

1. Explique o que Jim quis dizer com a seguinte frase:
Primeiro é só um lance de sábado à noite. Você se sente o máximo, como um astro de rock. E só um lance para matar o tédio. Apenas um pequeno hábito. É tão bom que você começa a fazer na 3ª e na 5ª. E aí já era...Todo pivete diz que não acontecerá com ele.... mas acontece....

2. Quais foram as conseqüências do uso das drogas para a vida de Jim?

3. Há drogas que desgovernam o sistema nervoso central fazendo com que o usuário perceba as coisas em cores e formas distorcidas, diferentes da realidade. A maconha e o LSD são exemplos destas drogas que provocam ilusões e alucinações no usuário.
Descreva uma cena do filme na qual Jim tem alucinações provocadas pelo consumo destas drogas.

4.A síndrome de abstinência é um conjunto de sintomas que aparece quando a pessoa interrompe ou diminui o uso da droga. São reações do organismo à falta da droga porque ele já está acostumado a recebê-la regularmente. 
Há um momento do filme no qual Jim passa pela síndrome de abstinência. Descreva esta cena relatando as suas reações.

5. O álcool é uma droga estimulante que pode deixar a pessoa eufórica e agitada. Descreva um momento do filme em que se pode observar a ação da bebida alcoólica no organismo humano.

6. O usuário de drogas, em função da dependência, é capaz de fazer qualquer coisa para conseguir drogas para o seu consumo. Descreva uma cena do filme em que este comportamento é demonstrado.


7.Na sua opinião, qual ou quais foram os motivos que levaram Jim a fazer esta opção de vida?

Observações:


1. Sugestão de outro filme que aborda temática semelhante: Aos treze
2. Outros recursos que podem ser utilizados: 

Textos informativos

Palestras com psicólogos, psiquiatras, educadores que lidam com esta temática.

Avaliação
A partir da socialização das respostas às questões propostas e das discussões geradas por elas, o  professor poderá avaliar formativamente a aprendizagem de conceitos e de valores imprescindíveis para a formação holística do educando.




Charlie Brown, você não tem vez no amor

Posted by Profº Monteiro on novembro 05, 2013


Charlie Brown, você não tem vez no amor

Cartaz de "Charlie Brown"There's no time for love Charlie Brown (1973), Produtora: United Feature Syndicate, Inc. & Charles M. Schulz Creative Development Corp.

O filme apresenta comentários comuns de alunos enquanto resolvem as atividades propostas pelos professores em situações cotidianas na escola, como apresentação de trabalhos, provas, entregas de boletins, entre outros.







Sugestões temáticas

Escola
Trabalho escolar
Problemas matemáticos
Livros de leitura
Apresentação oral
Sistema métrico
Boletim escolar
Equação
Álgebra
Nova matemática
Prova

O amor pode dar certo

Posted by Profº Monteiro on novembro 05, 2013

Iniciando um capítulo novo na 8ª série, e adivinhem o tema?

Isso mesmo, AMOR... nesta fase e com a proximidade do dia dos namorados, imaginem se eles não adoraram, não é?

Bom, inicie a conversa questionando: o que é o amor? Logicamente surgiram as mais diversas respostas, das mais apaixonadas até aquelas mais amarguradas, decepcionadas (como se nunca mais fossem se apaixonar, rsrsrsrs)... Mas, isso foi apenas para introduzir o tema, pois logo em seguida, assistimos ao filme: "O amor pode dar certo"
No final, apresentei a sinopse e comentamos sobre o filme:
Quando Henry Griffin (Dermot Mulroney) descobre que está com câncer terminal, ele decide viver sua vida ao máximo. Ao assistir uma aula de psicologia na Universidade de Nova York ele conhece Sarah Phoenix (Amanda Peet), com quem logo se envolve. Porém Phoenix também está morrendo, o que faz com que ambos percebam que o relacionamento que possuem é a última chance que têm para descobrir o amor.

Então, pedi que pesquisassem e trouxessem coladas no sulfite, imagens que simbolizam o amor: corações partidos, flechados, sangrando, maços de carta, laços de fita, maçã, lua, estrelas, pôr do sol, marcas de batom, etc...que posteriormente formaram um Mural apaixonado.

E também, uma música que falasse sobre o temo estudado, não esquecendo de informar o título da música, o compositor e o intérprete.
Aí veio a parte que eles mais gostaram, com a músicas em mãos, fizemos um Momento Literomusical, onde eles declamavam a música como se fosse uma poesia e em seguida, cantavam... foi muito legal!!!


fonte :http://baudeideiasdaprofkeithy.blogspot.com.br

TANGO (IDEM, CARLOS SAURA, 1999)

Posted by Profº Monteiro on novembro 05, 2013

Tipo de atividade: compreender o conceito de patrimônio intangível e reconhecer a riqueza imaterial da cultura.
Resumo da atividade: ao assistir ao filme de Carlos Saura no Cine Conhecimento, aprendemos que o tango é reconhecido pela
Unesco como um patrimônio da humanidade. Isso ensina que patrimônio não é necessariamente algo físico, como um prédio ou um
monumento. Aqui, portanto, a proposta é que cada participante descubra outro patrimônio intangível da humanidade e procure
materializá-lo de alguma maneira na imagem de cartão-postal (através de foto, desenho, colagem ou o que preferir).
1ª etapa: apresentação, pelo moderador, do conceito de patrimônio intangível da humanidade, conforme a definição da Unesco.
2ª etapa: individual. Cada participante produz um cartão-postal com um patrimônio intangível reconhecido pela Unesco. No verso,
deve escrever uma mensagem para qualquer outro participante e entregar o cartão ao moderador – que vai atuar como um
carteiro, entregando os cartões de todo o grupo.
3ª etapa: em grupo. Todos os participantes podem sugerir algum elemento cultural de sua comunidade que gostariam que fosse
transformado em patrimônio intangível. A partir das sugestões mais citadas, o moderador colhe os argumentos de seus defensores e
promove uma eleição.

A INCRÍVEL SRA. RITCHIE (THE INCREDIBLE MRS. RITCHIE, PAUL JOHANSSON, 2004)

Posted by Profº Monteiro on novembro 05, 2013

Tipo de atividade: clube da leitura.
Objetivo: reconhecer exemplos de “coming-of-age novels”, ou “romances de formação”, tão comuns na literatura e também em outros
meios de expressão narrativa.
Resumo da atividade: A Incrível Sra. Ritchie é, como muitos livros e filmes, uma história do “coming-of-age”, que em tradução literal
do inglês seria algo como a “chegada da maioridade”. São inúmeras as histórias que narram a passagem da infância e da adolescência
para a vida adulta, em que são feitas escolhas e aprendidas lições que vão nos definir por muito tempo. Esta atividade propõe que,
a partir da história de Charlie, no filme de Paul Johansson, os participantes saibam reconhecer e trazer para o grupo fragmentos de
histórias de formação da literatura.
1ª etapa: análise e discussão em grupo. Após a exibição do filme, o moderador pede aos participantes que apontem cenas, situações e
referências da narrativa que permitam caracterizar A Incrível Sra. Ritchie como uma “história de formação”.
2ª etapa: individual. Cada participante deve trazer e ler em voz alta um fragmento de alguma obra escrita que, assim como os trechos
discutidos do filme, caracterizem-na como uma “história de formação”. Aqui, vale qualquer texto escrito, de um romance famoso a uma
crônica de jornal.
3ª etapa: em grupo. Orientados pelo moderador, os participantes buscam identificar valores conflitantes nas diferentes histórias que
trouxeram, tentando entender a origem das diferenças – por exemplo, a época em que o texto foi publicado, o lugar e a visão de
mundo do autor, entre outras variáveis.

assistir O ARTISTA BATEDOR DE CARTEIRAS (XIAO WU, JIA ZHANG-KE, 1998)

Posted by Profº Monteiro on novembro 05, 2013

Tipo de atividade: exposição.
Objetivo: refletir sobre a vida curta de muitos dos produtos que se apresentam como “grandes novidades”
na sociedade de consumo, especialmente no que diz respeito à tecnologia.
Resumo da atividade: ao retratar o processo da abertura econômica que transformou a China na mais nova
superpotência global, capaz de fazer frente até mesmo aos Estados Unidos em muitos aspectos, o filme O Artista Batedor de Carteiras mostra a chegada de um produto industrializado ao país: o pager. O filme, no entanto, é de 1998; hoje, o pager já virou peça de museu. Esse é o mote desta atividade.

1ª etapa: individual. Cada participante traz uma peça para a exposição. A peça deve ser um produto tecnológico caro ou barato, desde que ultrapassado. Quanto mais recente, melhor, pois assim o objeto vai evidenciar como a sociedade de consumo transforma rapidamente os bens tecnológicos
em artigos obsoletos. Os participantes podem obter a peça dentre os itens que possuem em casa, com amigos, vizinhos, conhecidos e até mesmo com
ambulantes que vendem esse tipo de artigo.

2ª etapa: coletiva. Os participantes se dividem em quatro grupos para montar uma exposição das peças coletadas. Pela própria natureza interdependente das atividades, as equipes são estimuladas a trocar ideias constantemente:
a) grupo responsável por pesquisar e definir o espaço, na instituição ou mesmo na comunidade onde a atividade toma
forma, que vai receber a exposição;
b) grupo responsável pela disposição lógica das peças na exposição. Aqui, é importante que o moderador
chame atenção para a existência de outras possibilidades lógicas além da cronológica;
c) grupo responsável pela parte verbal da exposição, com um texto de apresentação e pequenas legendas para
cada item;
d) grupo responsável pela divulgação da exposição junto à comunidade através de suportes como as mídias locais
(rádios comunitárias, jornais de bairro) e as redes sociais da internet.

3ª etapa: coletiva. A exposição é inaugurada por um debate aberto, cujo eixo principal é a relativização dos conselhos de velho e novo, do que é
obsoleto e do que está na moda, através de perguntas como: “para quem isso é obsoleto?” e “em que sociedade aquilo ainda é uma novidade?”