COMO USAR O CINEMA NA SALA DE AULA

Posted by Profº Monteiro on maio 31, 2014
Capa do livro "Como usar o cinema em sala de aula", de Napolitano











NAPOLITANO, M. Como usar o cinema em sala de aula. 1a. ed. São Paulo : Contexto, 2003.
Além de puro entretenimento, o cinema representa um fantástico potencial de aprendizado para qualquer tipo de público. Esta obra, de apoio para professores, revela caminhos para transformar a exibição de filmes na sala de aula em um recurso rico, lúdico e extremamente sedutor. Descreve os procedimentos básicos para analisar um filme e indica numerosas atividades práticas, com sugestões de títulos e de abordagens por disciplina ou por temas transversais. Com instruções claras e precisas, este livro contribui para que o cinema deixe de ser usado, quando muito, como mera ilustração de aulas e se torne um instrumento didático poderoso no trabalho dos professores. (Fonte: http://www.planetanews.com/produto/L/115326/como-usar-o-cinema-na-sala-de-aula-marcos-napolitano.html)

NEOCLASSICISMO

Posted by Profº Monteiro on maio 30, 2014


Nas duas últimas décadas do século XVIII e nas três primeiras do século XIX, uma nova tendência estética predominou nas criações dos artistas europeus. Trata-se do Neoclassicismo (neo = novo), que expressou os valores próprios de uma nova e fortalecida burguesia, que assumiu a direção da Sociedade européia após a Revolução Francesa e principalmente com o Império de Napoleão.

Principais características:

• retorno ao passado, pela imitação dos modelos antigos greco-latinos;
• academicismo nos temas e nas técnicas, isto é, sujeição aos modelos e às regras ensinadas nas escolas ou academias de belas-artes;
• arte entendida como imitação da natureza, num verdadeiro culto à teoria de Aristóteles.

ARQUITETURA
Tanto nas construções civis quanto nas religiosas, a arquitetura neoclássica seguiu o modelo dos templos greco-romanos ou o das edificações do Renascimento italiano. Exemplos dessa arquitetura são a igreja de Santa Genoveva, transformada depois no Panteão Nacional, em Paris, e a Porta do Brandemburgo, em Berlim.

PINTURA
A pintura desse período foi inspirada principalmente na escultura clássica grega e na pintura renascentista italiana, sobretudo em Rafael, mestre inegável do equilíbrio da composição.

Características da pintura:

• Formalismo na composição, refletindo racionalismo dominante.
• Exatidão nos contornos
• Harmonia do colorido

Os maiores representantes da pintura neoclássica são, sem dúvida,

Jacques-Louis David
- foi considerado o pintor da Revolução Francesa, mais tarde, tornou-se o pintor oficial do Império de Napoleão. Durante o governo de Napoleão, registrou fatos históricos ligados à vida do imperador. Suas obras geralmente expressam um vibrante realismo, mas algumas delas exprimem fortes emoções. Obra destacada: Bonaparte atravessando os Alpes e Morte de Marat

Jean-Auguste-Dominique Ingres
(1780-1867), o pintor foi uma espécie de cronista visual da sociedade de seu tempo. Ingres acreditava qua a tarefa primordial da arte era produzir quadros históricos. Ardoroso defensor da pureza das formas, ele afirmava, por exemplo, que desenhar uma linha perfeita era muito mais importante do que colorir. " A pincelada deve ser tão fina como a casca de uma cebola", repetia a seus alunos. Sua obra abrange, além de composições mitológicas e literárias, nus, retratos e paisagens, mas a crítica moderna vê nos retratos e nus o seu trabalho mais admirável. Ingres soube registrar a fisionomia da classe burguesa do seu tempo, principalmente no gosto pelo poder e na sua confiança na individualidade. Amante declarado da tradição. Ingres passou a vida brigando contra a vanguarda artística francesa representada pelo pintor romântico Eugène Delacroix, contudo foi Ingres, e não o retórico e inflamado Delacroix, o mais revolucionário dos dois. A modernidade de Ingres está justamente na visão distanciada que tinha de sue retratados, na recusa a produzir qualquer julgamento moral a respeito deles, numa época em que se consumava o processo de aliança entre a nobreza e a burguesia. O detalhismo também é uma das suas marcas registradas. Seus retratos são invariavelmente enriquecidos com mantos aveludados, rendas, flores e jóias.

Para seu conhecimento:
Forte influência da arquitetura neoclássica foi a descoberta arqueológica das cidades italianas de Pompéia e Herculano que, no ano de 79 a.C., foram cobertas pelas lavas do vulcão Vesúvio. Diante daquelas construções, num erro de interpretação, os historiadores de arte acreditavam que os edifícios gregos eram recobertos com mármore branco, ocasionando a construção de tantos edifícios brancos. Exemplo: Casa Branca dos Estados Unidos.

Exercícios de Análise Sintática com gabarito

Posted by Profº Monteiro on maio 30, 2014



ADJUNTO ADVERBIAL- APOSTO - VOCATIVO - PREDICADO

1. (FUVEST-SP) Assinalar a oração que começa com um adjunto adverbial de tempo:
a) Com certeza havia um erro no papel branco.
b) No dia seguinte Fabiano voltou à cidade.
c) Na porta, (...) enganchou as rosetas das esporas...
d) Não deviam trata-lo assim.
e) O que havia era safadeza.
2. (FCMSCSP) Na oração seguinte: "Você ficará tuberculosode tuberculose morrerá", as palavras destacadas são, respectivamente:
a) adjunto adverbial de modo, adjunto adverbial de causa;
b) objeto direto, objeto indireto;
c) predicativo do sujeito, adjunto adverbial;
d) ambas predicativos;
e) n.d.a.
3. (FCMSCSP) Observe as duas frases seguintes.
I. O proprietário da farmácia saiu.
II. O proprietário saiu da farmácia.
Sobre elas são feitas as seguintes considerações:
Na I, da farmácia é adjunto adnominal.
Na II, da farmácia é adjunto adverbial.
Ambas as frases têm exatamente o mesmo significado.
Tanto em I como em II, da farmácia tem a mesma função sintática.
Dessas quatro considerações:
a) apenas uma é verdadeira;                         b) apenas duas são verdadeiras;
c) apenas três são verdadeiras;                     d) as quatro são verdadeiras;
e) nenhuma é verdadeira.
4. (FUVEST-SP) "É preciso agir, e rápido", disse ontem o ex-presidente nacional do partido.
A frase em que a palavra sublinhada NÃO exerce função idêntica à de rápido é:
a) Como estava exaltado, o homem gesticulava e falava alto.
b) Mademoiselle ergueu súbito a cabeça, voltou-a pro lado, esperando, olhos baixos.
c) Estavam acostumados a falar baixo.
d) Conversamos por alguns minutos, mas tão abafado que nem as paredes ouviram.
e) Sim, havíamos de ter um oratório bonito, alto, de jacarandá.
5. (UCP-RS) Moça que estudava em outra cidade mandou o seguinte bilhete a sua mãe: No meu aniversário quero que convides a jantar o Roberto, irmão de Paulo e Gisele, a Tânia, filha da professora, a Neiva e a Rita. De acordo com o bilhete, o número de convidados é de:
a) 7.       b) 3.       c) 6.       d) 5.       e) 4.
6. (Escola Nacional de Ciências Estatísticas) "Essa desagradável invenção moderna, o berro, não encontra forma vocal na garganta de um português."
Justificativa das vírgulas separando a expressão "o berro":
a) estão certas, visto tratar-se de aposto do sujeito;
b) a 2ª vírgula deveria ser suprimida porque o sujeito não pode ser separado do seu verbo;
c) a 1ª vírgula é facultativa devido à condição de adjunto adnominal da expressão;
d) nenhuma das duas vírgulas é necessária, porque a pausa na leitura far-se-ia naturalmente;
e) estão certas, visto tratar-se de vocativo.
7. (UF Uberlândia-MG) Todos os períodos abaixo possuem vocativo, exceto:
a) "Laffont, dono de quase todos os cassinos e estádios de corridas de cães, um dos tipos mais ricos da China, quer que madame cante na recepção que vai dar na quinta-feira."
b) "Mas me lembrei deste lugar justamente porque não quero que você se arrisque, meu anjo."
c) "Você pode sair amanhã, você pode sair todos os dias, mas pelo amor de Deus, Lu, fica hoje."
d) "Sente-se aí, meu caro, já estou saindo do banho."
e) "Tom, você acha que esta luva combina?... Tom, estou falando, responda!"
8. (UF-MA) Assinale a opção em que há predicado verbal:
a) O prédio estava arruinado.
b) Todos regressaram contentes.
c) Fala-se muito na Constituinte.
d) O pássaro voou assustado.
9. (EU-CE) É exemplo de predicado verbo-nominal:
a) "Cuspi no chão com um nojo desgraçado."
b) "O corpo me doía todo."
c) "Estrela se sentou na cama assustada."
d) "E ele saiu correndo com os pés descalços

GABARITO
1 - A   2 - C  3 - A  4 - E  5 - E  6 - A  7 - A  8 - C  9 - C

Verbos Transitivos Diretos e indiretos - Exercícios

Posted by Profº Monteiro on maio 29, 2014


PREDICAÇÃO VERBAL - OBJETO DIRETO E OBJETO INDIRETO
 
1. (CESCEM-SP) Os pássaros voam na mata.
a) verbo de ligação;                  b) verbo transitivo direto;
c) verbo transitivo indireto;        d) verbo intransitivo;
e) nenhum dos citados.

2. (CESCEM-SP) O aluno ficou contente com o resultado dos estudos.
a) verbo de ligação;                  b) verbo transitivo direto;
c) verbo transitivo indireto;        d) verbo intransitivo;
e) nenhum dos citados.

3. (Uni-Rio-RJ) Assinale a opção correta quanto à predicação atribuída ao verbo sublinhado na passagem do texto.
a) "A casa fica num alto lavado de ventos." - ligação;
b) "Aqui não  encantos." - intransitivo;
c) "... as zínias e os manjericões que levantavam um muro colorido ao pé dos estacotes" - transitivo direto e indireto;
d) "Sim, só comparo o Nordeste à Tera Santa." - intransitivo;
e) "... em torno do qual gravitam as plantas, os homens e os bichos." - intransitivo.

4. (Medicina Itajubá-MG) Todas as orações apresentam verbo de ligação, exceto:
a) Camilo saiu desesperado da biblioteca.
b) Juliana ficou pensativa ao lado da irmã.
c) Orestes continuava firme no seu propósito.
d) Jairo permanece calado no meio da gritaria.
e) Cézar parecia um rapaz entre seus coleguinhas.

5. (UFRJ-Letras) A classificação sintática de NADA, no trecho abaixo, é:
"Reflexionou muito sem adiantar nada." (Machado de Assis)
a) sujeito;                               b) objeto direto;
c) pronome indefinido;               d) predicativo do sujeito.

6. (Escola de Marinha Mercante) No período "Cumpriria com as obrigações, certamente".
A função sintática do elemento sublinhado é:
a) complemento nominal;                        b) objeto direto;
c) objeto direto preposicionado;              d) objeto indireto.

7. (UGF - Escola Médica do RJ) Assinale o único caso em que o pronome oblíquo átono exerce a função de objeto indireto:
a) Contive-me.             b) Ele aguardava-me desde cedo.              c) Isto me agrada.
d) O aluno me viu.         e) Socorram-me.

8. (Escola de Marinha Mercante) No período: "As cartas, enviei-as, ontem, pelo portador da Companhia."
A função sintática do termo sublinhado é:
a) objeto indireto pleonástico;                b) sujeito;
c) objeto indireto;                                d) objeto direto pleonástico;
e) objeto direto.

GABARITO
1 - D  2 - A  3 - E  4 - A  5 - A  6 - C  7 - C  8 - D

OS GÊNEROS TEXTUAIS NA ESCOLA: DEFINIÇÃO E FUNCIONALIDADE, DE MARCUSCHI

Posted by Profº Monteiro on maio 29, 2014
OS GÊNEROS TEXTUAIS





→origem;

→definição de gêneros textuais;

→importância desses gêneros na escola.

Segundo Marcuschi (2002, p.19) “os gêneros textuais são fenômenos históricos, profundamente vinculados à vida cultural e social”. Isso quer dizer que os gêneros fazem parte de nossas vidas. Assim, à medida que o homem transforma seu meio, consequentemente interfere nos gêneros textuais.

Como exemplo, faremos uma breve observação histórica dos gêneros: Em um primeiro momento, temos povos de cultura essencialmente oral, nota-se nesse período, um número limitado de gêneros. Em um segundo momento, surge à escrita e com ela multiplica-se os gêneros, referente a esse estilo. Num terceiro momento, após o século XV, os gêneros crescem mais ainda com o surgimento da cultura impressa, na fase intermediária de industrialização iniciada no século XVIII, dar início a uma grande ampliação.
Nessa breve exposição dos gêneros no tempo, notamos que eles estão ligados à transformação da sociedade, e, agora, nos deparamos com uma explosão dos gêneros em nossa cultura. Estamos inseridos na denominada cultura eletrônica, essa nova modalidade atingiu não só a escrita, mas também a oralidade.

É o que diz Marcuschi:

“[...] Surgem emparelhados a necessidades e atividades sócio-cultural, bem como na relação com inovações tecnológicas, o que é facilmente perceptível ao se considerar a quantidade de gêneros textuais hoje existentes em relação a sociedades anteriores à comunicação escrita.” (2002, p.19)

Dessa maneira, os gêneros surgem, devido à necessidade, e, à proporção que aparecem integram-se funcionalmente nas culturas em que se desenvolvem. Eles caracterizam-se muito mais por suas funções comunicativas, cognitivas e institucionais do que por suas peculiaridades lingüísticas e estruturais. Exemplo: Um artigo de opinião (função), escrito sob a forma de uma receita culinária (forma), o que vai definir o gênero é a função, pois pelos conhecimentos que possuímos, sabemos que não se trata literalmente de uma receita.
Então, com as inovações tecnológicas, presenciamos o aparecimento de vários gêneros, os quais circulam no nosso dia-a-dia. Como: telefonema, sermão, carta pessoal, carta comercial, romance, bilhete, reportagem jornalística, horóscopo, receita culinária, bula de remédio, lista de compras, cardápio de restaurante, instruções de uso, outdoor, inquérito policial, resenha, edital de concurso, piada, conversação espontânea, conferência, carta eletrônica, bate-papo por computador, aulas virtuais, conto, tirinha, anúncio, crônica, cruzadas, charge, testamento, telegrama, caça-palavras, etc. Vale destacar Também, nessa lista enorme, os gêneros circulantes na literatura infanto-juvenil, como: conto popular, conto maravilhoso, fábulas, lenda, poesia, histórias em quadrinhos, etc.

A lista é extensa, quase impossível de delimitar sua quantidade, já houve por parte dos estudiosos em definir o número dos gêneros textuais, no entanto, depararam-se com alguns obstáculos, pois os gêneros são dinâmicos, e também surgem da transmutação de outros gêneros. São inúmeros, e, assim como aparecem, podem desaparecer por isso a dificuldade de uma classificação exata. Para Marcuschi,

“Usamos a expressão gênero textual como uma noção propositalmente vaga para referir os textos materializados que encontramos em nossa vida diária e que apresentam características sócio-comunicativas definidas por conteúdos, propriedades funcionais, estilo e composição característica”. (2002, p.23)

Certamente, o estudo desses gêneros só vem a contribuir para o ensino de leitura e redação, e fazer com que tenhamos um maior entendimento da nossa língua materna, isso significa desenvolver competência na compreensão desses gêneros textuais. A esse respeito, menciona Marcuschi:“Quando dominamos um gênero textual, não dominamos uma forma lingüística e sim uma forma de realizar linguisticamente objetivos específicos em situações sociais particulares”. (2002, p. 29)

Logo, eles são caracterizados por suas funções específicas e organização mais ou menos típica. São reconhecíveis pelas características funcionais e organizacionais que exibem e pelos contextos onde são utilizados.
Importante ressaltar que os gêneros textuais é o reflexo da sociedade, época, cultura. Foi o que demonstramos quando apresentamos um breve relato dos gêneros textuais na história, então, à proporção que a sociedade transforma-se vemos o surgimento de novos gêneros, ou seja, eles evoluem-se no tempo.
Qual a importância desses gêneros na escola?
Sabemos que todos os textos manifestam-se por meio dos gêneros textuais, então é importantíssimo aplicar isso em sala de aula, no ensino da língua, e, agora, nesta época que vivemos, pós-modernidade, nunca foi tão importante ter o conhecimento de tais gêneros, pois seu domínio é de fundamental importância.

Os PCNs (Parâmetro Curriculares Nacionais) têm como idéia básica a questão da relevância de se trabalhar esses variados gêneros circulantes na escola, não só os gêneros escritos como também os orais, o que significa levar os educandos a conhecer, analisar, produzirem esses diversos textos. Vê-se, portanto, que o estudo, compreensão desses gêneros é uma maneira interessantíssima de se lidar com a língua materna em seus variados usos em nosso dia-a-dia.
Marcuschi faz um alerta: “Os demais gêneros figuram apenas para ‘enfeite’e até para distração dos alunos. São poucos os casos de tratamento dos gêneros de maneira sistemática”. Isso significa que o estudo desses textos ainda é pouco trabalhado na escola, segundo o autor, é abordado pelos educadores, porém de forma superficial, a atenção é dada apenas naqueles gêneros mais formais, os demais são totalmente para ‘enfeite’, como ele menciona.

Fato lamentável, pois sabemos quanto os gêneros textuais contribuem para o desenvolvimento da língua, compreensão, da formação do educando, e, sobretudo, numa cooperação das mais importantes para o ensino da leitura e redação, pois somente quando os estudantes dominarem os gêneros mais correntes na vida cotidiana, esses alunos serão capazes de perceber o jogo que frequentemente se faz por meio de manobras discursivas que pressupõem esse domínio. Portanto, o estudo desses variados textos só vem enriquecer as aulas de língua portuguesa.

REFERÊNCIA BIBLIOGRAFICA

Marcuschi, Luiz Antônio. Gêneros Textuais & Ensino. 5º ed. São Paulo: Lucerna, 2002

Orações Subordinadas - exercícios

Posted by Profº Monteiro on maio 29, 2014



Sublinhe e classifique as orações subordinadas:
a) Empreguemos bem a força que possuímos. ______________________________________
b) Eu sei que certas teorias são falsas. ____________________________________________
c) Recebeu a notícia de que fora aprovado. _________________________________________
d) O medo de que chovesse era grande. ___________________________________________
e) Insisto em que tragas o objeto. _________________________________________________
f) A ordem era: que todos deveriam retirar-se. _______________________________________
g) Sou favorável a isto: que o ponham em liberdade. __________________________________
h) O menino que trouxe o pacote trabalha com o pai. __________________________________
i) O menino ouviu o barulho de alguma coisa que caía na sala. ___________________________
j) É preciso que sejas leal com todos. ______________________________________________
l) O engraçado foi que ninguém nos viu. _____________________________________________
m) A crise econômica de 1929 exigiu que o Brasil desenvolvesse sua indústria interna. _____________________________________________
n) A mãe, que já era idosa, não concordou com isso. ___________________________________
o) Cheguei a esta conclusão: que a tarefa era impossível. ________________________________
p) Lembre-se de que chegaremos cedo.______________________________________________
q) São raras as pessoas que vivem tranqüilamente. _____________________________________
r) Acredita-se que o urânio produza o rádio. ___________________________________________
s) Convém que te justifiques. _________________________________________
t) Dava a impressão de que o dia acabava. ____________________________________________
u) Sou favorável a que o libertem. ______________________________________
v) Peço-te este grande favor: que deponhas honestamente. ________________________________
x) Disseste-lhe que precisavas estudar? _____________________________________
z) Ele estava convicto de que seria um excelente advogado. _______________________________
Classificar as orações dos períodos abaixo:
01) Prometeu muita coisa, entretanto não cumpriu. _______________________________________
02) Os médicos recomendam que caminhemos uma hora por dia. ___________________________
03) Ainda que estivesse chovendo, não parava em casa. __________________________________
04) Enquanto todos não souberem, não tomarei a decisão. _________________________________
05) O comandante gritou para que o ouvissem. ___________________________________________
06) Caso você acredite em mim, fique com a rifa. _________________________________________
07) Havia necessidade de que os documentos fossem enviados. _____________________________
08) Como houvesse uma corrida na cidade, o trânsito foi interrompido. _________________________
09) Levaram um sermão sem que abaixassem a cabeça. ___________________________________
10) É provável que o índice inflacionário se repita. _________________________________________
11) Tanto berrou a criança que acordou toda a cidade. ______________________________________
12) Ninguém soube que ela partiu. _______________________________________
13) Se vocês querem comprá-la, devem ter dinheiro. ________________________________________
14) Aconteceu que esqueceram a chave. _________________________________________________
16) Gostaria muitíssimo de que o Rio Tietê fosse menos poluído. _______________________________
17) Os tolos morrem antes, pois o mundo é dos espertos. _____________________________________
18) Como a música estivesse alta, não ouvimos a campainha. _________________________________
19) A esperança será que as profecias de Nostradamus sejam erradas. __________________________
20) O diretor não diz sim, nem diz não. ________________________________
21) Tudo é muito engraçado, desde que aconteça com os outros. ________________________________
22) Há plantas que são carnívoras. ___________________________________
23) Enquanto a vida termina, vai acabando a esperança. _______________________________________
24) O homem veio do barro, portanto vive bem na lama. ________________________________________
25) Fiz coisas de que me arrependi depois. ________________________________________
26) O cão rói o osso, pois não consegue engoli-lo. ____________________________________________
27) Ninguém deve viajar sem que se faça uma revisão no carro. __________________________________
28) Muito insisti, todavia não consegui. ___________________________________________
29) Tanto os E.U.A . ofereceram dinheiro que compraram o Havaí. ________________________________
30) Fizeram coisas boas que trouxeram muitos benefícios. ______________________________________
31) Ou desce já, ou pegarei à força. ___________________________________
32) Vou insistir bastante até que consiga. _______________________________
33) Ninguém percebeu que a casa foi assaltada. _______________________________________
34) Beber demais prejudica a saúde, portanto devemos ser moderados. ____________________________
35) Será evidente que os feriados serão bem aproveitados. ______________________________________
36) Tiveram a chance de que gritassem com o gol. _____________________________________________
Separe as orações dos períodos e classifique-as:
a) Em alguns pontos, a areia é tão fofa e movediça que os animais das tropas viajeiras.
___________________________________________________________________
b) arquejam de cansaço quando vencem aquele terreno incerto.
___________________________________________________________________
c) Ele falou de minha mãe com tanto carinho que me cativou, embora eu ficasse enciumada.
___________________________________________________________________
d) Depois que ele partiu, tão grandes foram as mudanças que terá surpresas quando voltar.
___________________________________________________________________
e) Quando o Oceano arremessa a fúria de suas águas contra o Amazonas, o rei dos rios ruge furioso se os vagalhões ameaçam seu colossal império.___________________________________________________________________
___________________________________________________________________

Uso do pronome SE apassivador e índice de Indeterminação

Posted by Profº Monteiro on maio 29, 2014

Português - Uso do pronome "se"
.
O pronome "se" tem, entre outras, as funções de:

.:Pronome apassivador 
Liga-se a verbos transitivos diretos e indica que o sujeito é paciente. O verbo deve concordar
normalmente com o sujeito: 


Discutiu-se a questão.
(A questão foi discutida)
Discutiram-se as questões.
(As questões foram discutidas)

A concordância verbal em orações que usam o pronome apassivador  se geralmente provoca dúvidas. É freqüente vermos anúncios ou cartazes com a concordância verbal incorreta: 

Errado
Vende-se sandálias.
Conserta-se sapatos.

Certo
Vendem-se casas.
Consertam-se sapatos.

Nos exemplos acima, sandálias é sujeito (paciente) do verbo vender e sapatos é sujeito (paciente) do verbo consertar. Portanto, os sujeitos (casas e sapatos) devem concordar com os verbos vendem-se e consertam-se.

.:Índice de indeterminação do sujeito 
Liga-se a verbos intransitivos e transitivos indiretos, indicando que o sujeito é indeterminado. O verbo fica sempre na 3ª pessoa do singular:

Precisa-se de empregados.
Não se confia nos resultados.
Trata-se de segredos inconfessáveis.