Atividade escrita - 6° ano - Substantivo (2)

Posted by Profº Monteiro on novembro 09, 2012

Atividade
1. Leia com atenção o texto que se segue e sublinhe todos os
substantivos próprios:
Lúcia e Rogério foram ao Gbarbosa para fazer algumas compras. Logo depois que saíram do caixa, foram até o McDonald’s e compraram uma Coca-Cola bem geladinha, porque estava muito calor.
No caminho para casa, Rogério estava distraído com seu Fandangos e acabou sujando seu Nike em uma poça de lama que tinha na calçada.
Lúcia aproveitou que iam passar na frente de uma banca e comprou uma Mônica para ler mais tarde.
Quando chegaram em casa, Rogério estava todo suado e resolveu tomar um banho e se refrescar. Enquanto isso, Lúcia ficou assistindo um pouco de TV, pois já estava passando Procurando Nemo e ela não podia perder.
2. Agora, reescreva todo o texto substituindo os substantivos próprios que você grifou, por substantivos comuns referentes a eles:
Uma mulher e um homem foram...
3. Retire as palavras que contém dígrafo.
4. Retire uma palavra polissílaba, uma dissílaba e uma trissílaba.
5. Identifique no texto palavras que contém ditongo.

Atividade adaptada para 0 6º ano do Ensino Fundamental

Atividade avaliativa - produção

Posted by Profº Monteiro on novembro 09, 2012

Colégio Estadual Gov. Luiz Viana Filho
Disciplina: Redação   Prof. Mara Virginia
Aluno(a)_______________________________________________
Atividade Avaliativa I Unidade -  Peso (4,0)                                                                              

1.       (UGMG) Sem alterar o sentido do período, reescreva-o, eliminando as palavras em destaque e fazendo as adaptações necessárias.
que é indispensável é que se conheça o princípio que se adotou paraque se avaliasse a experiência   que se realizou ontem, a fim de que se compreenda a atitude que tomou  o grupo que foi encarregado  do trabalho.
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2.       (Ceeteps-SP) Torne o texto abaixo mais enxuto, mais conciso: elimine palavras desnecessárias.
              “A árvore, oca por dentro, era muito elevada, tinha vinte metros de altura total, do chão ao topo: estava, por esta razão, prestes a cai, daí o instante, para baixo.”
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3.       Faça uma Introdução para o fragmento abaixo.
“ Enquanto seus pais queriam revolucionar a política e os costumes , a juventude de agora já não precisa combater a ditadura nem se sente sufocada pela família . Ela está mais à vontade com os códigos sociais e as tradições à sua volta(...)”.
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Fãs do House são analfabetos?

Posted by Profº Monteiro on novembro 09, 2012

RETIRADO DE : http://www.analisedetextos.com.br/

Cada vez mais me convenço de que escrever bem só é importante para quem escreve bem. Não direi que estou cansado disso, pois me acostumei a ver a má ortografia proliferar pelos blogs de “sucesso” [e pelos inexpressivos também]. Esta imagem abaixo, no entanto, vem lá do Facebook.
exemplo-de-palavra-homofona
Lembrem-se deste post quando forem escrever seus textos na escola ou mesmo você, blogueiro, quando for escrever aquele artiguinho maroto pra ranquear um site.
Só pra adiantar, no texto da imagem acima deveria estar escrito:
“O que você pensa sobre mim não vai mudar quem eu sou, MAS pode mudar meu conceito sobre você.

Como usar o MAS, MAIS e MÁS

1. O emprego do MAS.
É a mais usada das conjunções adversativas. É usada para ligar ideias que são contrastantes, opostas.
Ex.: Gosto de trocar ideias com você, MAS na hora da briga é cada um por si.
2. O emprego do MAIS
Mais pode ser pronome ou advérbio de intensidade e relaciona-se na maioria das vezes à quantidade, grandeza, aumento. É geralmente, oposto de MENOS.
Ex.: Quando começar a ganhar dinheiro, será MAIS feliz.
4. O emprego do MAS
Esta é fácil. MAS é o plural de MÁ, isto é, é o feminino de MAU. Para saber se esta é a forma correta, troque pelo antônimo BOM/BOA.
Ex.: Aparentava ser amigo, mas estava com MÁS intenções.
É isso. Mande para aquele seu amigo ou amiga que insiste em postar, no Facebook, imagens como a do início deste post.

Dicas e curso do Acordo Ortográfico

Posted by Profº Monteiro on novembro 09, 2012

Muitos são os textos que tratam do Acordo Ortográfico. Publiquei, por exemplo, um guia a respeito das mudanças ortográficas ocorridas e que vigoram desde o começo do ano. O que sabemos diante dessa questão é que o século 20 começou com a ortografia mergulhada no caos, ou melhor, chaos. como doutora da UNICamp. Cada um escrevia de acordo com as suas próprias ideias, ou seja, havia praticamente uma ortografia para cada escritor. Em 1904, Gonçalves Viana, foneticista, filólogo e lexicólogo português, apresentou, em Ortografia Nacional, uma proposta de simplificação ortográfica. Ele sabia que se tratava de um desafio. Afinal, valorizar aspectos da fala, afastando-se do latim, tornava a língua mais popular. Isso desagradava, sem dúvida, aos doutos. [...]

As regras apresentadas por Gonçalves Viana estão muito próximas das que vigoram hoje. Eram as seguintes:
  1. supressão de todos os símbolos da etimologia grega: th, ph, ch (= k), rh e y;
  2. redução das consoantes dobradas, com exceção de rr e ss;
  3. eliminação das consoantes nulas, quando não influíssem na pronúncia da vogal anterior;
  4. regularização da acentuação gráfica.
Se só em 1911 uma comissão de filólogos se reuniu em Portugal para oficializar a nova ortografia, em 1907 as influências de Gonçalves Viana chegavam ao Brasil. Nesse ano, a Academia Brasileira de Letras (ABL) elaborou, a partir de proposta de Medeiros de Albuquerque, um projeto de reformulação ortográfica. Em 12 regras, o Brasil se antecipava, modernizando a grafia. Em 1912, João Ribeiro redigiu a regulamentação do projeto, aprovado em 1907. E, em 1915, a ABL aprovou o projeto de Silva Ramos, que ajustou a reforma brasileira aos padrões da reforma portuguesa de 1911. Porém, em 1919, o Brasil revogou, por indicação do académico Osório Duque Estrada, tudo que estabelecera em 1907. Enquanto Portugal aplicava a nova ortografia, o Brasil regredia três séculos. Em 1929, a Academia tentou restaurar o sistema ortográfico simplificado, mas não houve aceitação popular. Em 30 de abril de 1931, é assinado um acordo Brasil-Portugal. O Brasil adota o projeto português de 1911.
O vaivém ortográfico, entretanto, não parava por aí. Depois de oficializado em 1933, o acordo de 1931 foi derrubado pela Constituição Brasileira de 1934, que mandava voltar à ortografia da Constituição de 1891. Depois de toda a revolução modernista, voltar ao ph! A revolta foi geral. Professores, escritores, editores, juristas e até a própria ABL clamavam contra o infeliz decreto. Só em 1938 a paz ortográfica foi restabelecida com a volta do acordo de 31.
Iniciou-se a partir daí um processo de uniformização da ortografia brasileira e portuguesa, que culminou no acordo de 1943. Foi nomeada uma comissão responsável pela preparação do Pequeno Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa. Em 1945, o acordo tornou-se lei em Portugal. 0 Brasil manteve a ortografia do Vocabulário de 1943.
Em 1971, no governo Mediei, um novo decreto é assinado. A ortografia de 1943 sofreu pequenas alterações. Mas, descontentes com a existência de grafias diferentes é alegando que isso podia
trazer problemas não só linguísticos, mas também políticos, os académicos voltaram a insistir em uma nova reforma. A partir de 1975, após a independência das colónias portuguesas africanas (São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Angola e Moçambique), o problema se agravou, já que passaram a ser sete os países envolvidos numa tentativa de uniformização ortográfica.
Em maio de 1986, no governo Sarney, houve tentativa de estabelecer um acordo unificado. Um encontro, no Rio de Janeiro, elaborou um novo acordo. Considerado muito radical (propunha a supressão dos acentos nas proparoxítonas e paroxítonas), acabou rejeitado. Contudo, em 1990 lá estavam os académicos e representantes dos governos em Lisboa, batendo-se por uma unificação ortográfica. Lá ficou decidido que: os signatários do acordo deveriam transformá-lo em lei; a Academia de Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira de Letras publicariam um vocabulário ortográfico comum da língua portuguesa.
O texto, menos problemático que o de 1986, tinha dois objetivos:
  1. fixar e delimitar as diferenças entre os falantes da língua;
  2. criar uma comunidade com uma unidade linguística expressiva para ampliar prestígio no âmbito internacional.
Editado por António Houaiss [A Nova Ortografia da Língua Portuguesa, São Paulo: Ática, 1991), o novo acordo deveria entrar em vigor em 1994. Ratificado, em 1996, apenas por Portugal, Brasil e Cabo Verde, terminou adotado só em 2009, com uma transição prevista até 2012. Até então, a ortografia no Brasil era a do acordo luso-brasileiro de 1943 (sancionado pelo Decreto-Lei n° 2.623, de 21 de outubro de 1955, e simplificado pela Lei n° 5.765, de 18 de dezembro de 1971). Além de diferenças no uso do trema (Portugal não usava; no Brasil, era obrigatório nos grupos que, qui, gue, gui, quando o u era átono e pronunciado), no do hífen e na acentuação (o António brasileiro é o António português), as consoantes mudas são o que mais chama a atenção. Portugal escreve: acto, baptismo, correcção e óptimo.
Viu-se, aqui, o quanto é difícil chegar a um consenso em relação às regras ortográficas. Por mais que a ortografia se aproxime da fonética - e é o desejável -, a língua falada, além de apresentar variações geográficas, muda no tempo muito rapidamente e não há forma de escrita que
consiga acompanhar todos esses matizes e todas essas transformações. É necessário que haja uma única forma gráfica, sem dúvida. O que seria do brasileiro se para a palavra "colégio" o paulista grafasse coléjo, o carioca culégio e o baiano colégio? Haveria uma retomada da confusão medieval. Mas o pior problema é o de um só grafema corresponder a vários fonemas (sons). O x corresponde a /s/ em "máximo", /z/ em "exame", /s/ como em "Xuxa", além de ks (dois fonemas), em "tóxico", e a um só fonema corresponderem vários grafemas: o som /s/ é escrito com c, ç, s, ss, se, sç, x, xc, z.
0 século 20 acabou, e ainda há muito o que discutir sobre o uso de letras, acentos e hífen. Enquanto isso, adolescentes do novo milénio adotam em seus blogs uma nova ortografia. No internetês, o k substitui o qu (aki = aqui), o x vale por ss (axim = assim) e o h transforma vira acento agudo (ateh = até). Seria o prenúncio da ortografia virtual? Só o tempo dirá.
P.s.: Este texto foi adaptado do artigo escrito pela professora Elis de Almeida Cardoso.

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Exercícios sobre a Reforma Ortográfica com gabarito

1. Assinale a alternativa INCORRETA de acordo com o texto.
a) Formal e oficialmente, o Brasil deu início à reforma ortográfica antes de Portugal.
b) O acordo de 1943, expresso no Pequeno Vocabulário Ortográfico de Língua Portuguesa, vigorou por mais tempo e envolveu Portugal e Brasil.
c) O trema, próprio do português de Portugal, foi eliminado do português do Brasil no acordo adotado em 2009.
d) As várias tentativas de unificação ortográfica indicam que essa questão envolve não apenas fatores linguísticos, mas também culturais e políticos.
2. Considerando a linha de tempo apresentada no texto, os eventos foram corretamente associados aos anos citados a seguir, EXCETO
a) 1904, 1911: anos de proposta e implantação de proposta de Gonçalves Viana, em Portugal.
b) 1907,1912,1915: Brasil implementa reforma ortográfica.
c) 1919,1934: ocorre retrocesso brasileiro na reforma devido à revogação de acordos estabelecidos.
d) 1943, 1994: acordos em vigor, unificando a ortografia em todos os países de língua portuguesa.
3. Depreende-se pelo texto que a uniformização ortográfica foi uma questão que envolveu especificamente Portugal e Brasil até
a)   1911.
b)   1931.
c)   1943.
d)   1975.
4. Que fato histórico fez a discussão da reforma ortográfica envolver outros países além de Brasil e Portugal?
5. Nos enunciados a seguir, o Locutor deixa transparecer certa avaliação crítica em relação ao fato apresentado, EXCETO em
a) "Em 1912, João Ribeiro redigiu a regulamentação do projeto, aprovado em 1907."
b) "O vaivém ortográfico, entretanto, não parava por aí."
c) "Depois de toda a revolução modernista, voltar ao ph!"
d) "Professores, escritores, editores, juristas e até a própria ABL clamavam contra o infeliz decreto."
6.  Levando em conta o penúltimo parágrafo, em "Haveria uma retomada da confusão medieval", e os dois textos que você leu, a expressão destacada refere-se ao fato de
a) cada um grafar as palavras à sua maneira.
b) na Idade Média, o latim prevalecer sobre o português.
c) a ortografia portuguesa ser fixada por regras rígidas.
d) serem muito diversos os países de língua portuguesa.
7. Releia esta passagem:
"Viu-se, aqui, o quanto é difícil chegar a um consenso em relação às regras ortográficas,"
Assinale a alternativa que apresenta a estratégia utilizada pelo autor do texto para demonstrar a dificuldade de se chegar a um consenso em relação às regras ortográficas.
a) Contraposição de pontos de vista de filólogos a respeito da unificação ortográfica.
b) Apresentação de um histórico das tentativas de reforma e das reformas efetivadas.
c) Discussão dos aspectos académicos e comerciais que a reforma ortográfica implica.
d) Citação de argumentos de estudiosos sobre a necessidade de unificação ortográfica do português.
8. Segundo o locutor do texto,
a) o que dificulta mais a apreensão das regras ortográficas?
b) será possível chegar a uma forma única de grafar as palavras? Porquê?

Gabarito dos exercícios sobre Reforma Ortográfica

1) d
2) d
3) O fato é que as colônias portuguesas africanas (São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Angola e Moçambique) tornaram-se independentes, passando a ser sete os países envolvidos numa tentativa de uniformização ortográfica.
4) a
5) a
6) b
7)
a) Segundo o locutor, o mais difícil é que a um só grafema correspondem vários fonemas (máximo, exame, Xuxa, tóxico); a um só fonema, correspondem vários grafemas (enlace, laço, anseio, passeio, Priscila, etc).
b) De acordo com o locutor, não há forma de se ter uma grafia única, paralisada no tempo. Para ele, não há escrita que consiga acompanhar o dinamismo da língua. Por mais que a ortografia se aproxime da fonética, a língua falada, além de apresentar variações geográficas, muda muito rapidamente no tempo.

A origem da literatura e dos gêneros

Posted by Profº Monteiro on novembro 09, 2012

A literatura surge para atender à necessidade humana de compreender melhor a realidade e de transmitir experiências. Todas as culturas, em todo o mundo, desenvolveram sua própria literatura que, inicialmente, era oral. O registro escrito da literatura, ou seja, a literatura escrita, como é conhecida hoje, foi produzida apenas num momento posterior.
Os textos literários dividem-se em gêneros. O conceito de gênero literário está ligado às formas e às funções dos textos escritos e tem sofrido inúmeras variações desde a Antiguidade Clássica até os nossos dias. A primeira teorização sobre os géneros data do século IV a.C. Naquela altura, desenvolveu-se na Grécia uma literatura diversificada e também uma primeira forma de organização dos gêneros que serviu de base para toda a literatura ocidental. Essa organização foi proposta por Aristóteles que, em uma obra chamada Poética, distinguiu três gêneros literários: o lírico, o épico e o dramático. Segundo a divisão aristotélica, cada um desses gêneros corresponderia à expressão de uma determinada experiência humana.
O gênero lírico tinha como objeto o mundo interior do poeta, sendo, portanto, o género mais subjetivo. Nele havia uma voz central que exprimia suas emoções e reflexões. Esse gênero se expressava por meio de poemas que costumavam ser relativamente curtos, já que, diferentemente da épica, expunham sentimentos em vez de narrar acontecimentos. São exemplos de poetas líricos gregos Alceu, Safo e Píndaro. Leia a seguir um trecho de um poema lírico da poetisa Safo:
Quando eu te vejo, penso que jamais
Hermíone foi tua semelhante;
que justo é comparar-te à loura Helena,
não a qualquer mortal; [...]
SAFO. Quando eu te vejo. Disponível em;
<
http://www.starnews2001.com.br/safo.html>.
Acesso em: 31 jan. 2008.
O gênero épico focalizava o mundo exterior ao poeta, sendo, por isso, mais objetivo que o gênero lírico. Com base na perspectiva de um poeta-observador, o mundo era descrito com seus acontecimentos, personagens e paisagens. Nas épicas gregas, sobressaíam heróis de caráter elevado, capazes de vencer todos os obstáculos, como Ulisses e Aquiles. O maior poeta épico grego foi Homero, autor dos poemas Odisseia e Ilíada, que se baseiam numa longa tradição oral e só assumiram forma escrita no final do século VI a.C.
Na Ilíada, Homero narra o cerco à cidade de Tróia, que durou dez anos. Na Odisseia, narra as aventuras do herói Odisseu (ou Ulisses) para retornar à sua casa após o término da Guerra de Tróia.
Você conhece a lenda de Penélope, a fiel esposa de Ulisses? Durante os 20 anos em que o marido esteve ausente devido à Guerra de Tróia e às aventuras que viveu na viagem de regresso e que retardaram a sua volta ao lar, Penélope sempre resistiu a quebrar os votos matrimoniais. Considerada como viúva, possuía muitos pretendentes, mas, para fugir a eles, fez saber que escolheria um novo marido apenas quando terminasse de tecer um manto fúnebre - a mortalha de Laertes, seu sogro, já bastante idoso. Penélope, então, pôs-se a tecer o manto; durante o dia, trabalhava no tecido; à noite, às escondidas, desmanchava tudo o que tecera durante o dia. Assim, enganou os pretendentes durante três anos, até que foi descoberta. Ulisses, porém, retornou a tempo de eliminar os pretendentes e proteger sua casa.
No trecho da Odisseia, transcrito a seguir, Penélope, mulher de Ulisses, descreve o reino dos sonhos ao Estrangeiro, que é, na realidade, o próprio Ulisses, que acaba de retornar ao seu lar disfarçado de mendigo.
E então a sábia Penélope respondeu-lhe novamente:
"Estrangeiro, os sonhos são verdadeiramente confusos,
ambíguos e, para os homens, nem tudo se cumpre.
Pois são dois os portões dos ténues sonhos:
um é feito de chifre, e o outro de marfim.
Os sonhos que passam através do            portão de marfim
enganam, trazendo promessas que não se cumprem;
mas, os que saem pelo polido portão de chifre,
esses se cumprem, para os mortais que os veem.
HOMERO. Odisseia. Disponível em: <http://greciantiga.org/mit/pt/t-mitO2b.asp>. Acesso em: 14 set. 2007.
O gênero dramático abordava os grandes e pequenos conflitos das relações humanas em peças teatrais que se dividiam em tragédias e comédias. Foram importantes dramaturgos gregos: Sófocles, Esquilo e Eurípedes, autores de tragédias, e Aristófanes, Plauto, e Terêncio, autores de comédias.

ANÁLISE DE TEXTOS: Manual de redação do ENEM 2012

Posted by Profº Monteiro on novembro 09, 2012

o MEC (Ministério da Educação) divulgou o manual de redação do Enem 2012. Nele, além de informações sobre as competências avaliadas na prova de redação, o aluno poderá ler uma coletânea de redações que obtiveram nota máxima no Enem 2011. Dessa forma, o Ministério deseja diminuir o número de reclamações em torno da prova de redação ocorrido nos últimos anos.
enem-2012
Você pode baixar o Manual direto do site do MEC clicando no link abaixo:

Melhores redações do vestibular FUVEST - Gramática e Linguagem

Posted by Profº Monteiro on novembro 09, 2012
A Fuvest divulgou 29 das melhores redações do vestibular 2012. Ler boas redações podem inspirar e ensinar você que quer prestar o ENEM, o vestibular ou fazer concurso. Clique na imagem para ler dez dessas redações.

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