Interpretação de Texto - 5° e 6° ano (Notícia)

Posted by Profº Monteiro on abril 28, 2017

O primeiro jornal impresso no Brasil

O primeiro jornal publicado em terras brasileiras, a Gazeta do Rio de Janeiro,
começou a circular em dez de setembro de 1808, no Rio de Janeiro. Embora a
imprensa já tivesse nascido oficialmente no Brasil, em 13 de maio, com a criação
da Imprensa Régia, seu início foi marcado pela primeira edição do periódico.
Antes da chegada da família real, toda atividade de imprensa era proibida no
país. Não era permitido publicar livros, panfletos e, muito menos, jornais. Essa
restrição era uma particularidade da colônia portuguesa. Muitas outras colônias
europeias, no continente americano, já tinham imprensa desde o século XVI.
Adaptado de: http://opiniãoenoticia.com.br/o-primeiro-jornal-impresso-no-brasil
http://www.crato.org/chapadadoararipe/2009/09/10/

1- Qual o nome do primeiro jornal impresso no Brasil?
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2- Com que intenção esse texto foi escrito?
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3- Quando e onde o primeiro jornal, publicado em terras brasileiras,
começou a circular?
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4- Qual é o sentido da palavra “circular” no trecho “(...) a Gazeta,
começou a circular em dez de setembro de 1808, no Rio de Janeiro”?
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5- Há, no 1.º parágrafo, uma palavra que, para evitar repetição, é
usada para substituir a palavra jornal. Transcreva-a.
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6- Observe o trecho: “...Essa restrição era uma particularidade da
colônia portuguesa...” A que se refere a expressão em destaque?
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Interpretação de Texto (3º e 4º anos)

Posted by Profº Monteiro on abril 27, 2017

Leia o texto e responda a questão.


Proezas de João Grilo

João grilo foi um cristão
que nasceu antes do dia
criou-se sem formosura
mas tinha sabedoria
e morreu depois da hora
pelas artes que fazia.
(...)

Porém o grilo criou-se
pequeno, magro e sambudo
as pernas tortas e finas
a boca grande e beiçudo
no sitio onde morava
dava notícias de tudo.


1ª) O gênero textual lido é
(A) uma poesia.
(B) um conto.
(C) uma fábula.
(D) uma tirinha.

2ª) O objetivo do texto lido é
(A) dar noticias Sodré vários assuntos.
(B) ensinar a fazer um livro de cordel.
(C) fazer a descrição de um lugar.
(D) contar uma história engraçada.

3ª) O título do poema se refere
(A) aos problemas de João.
(B) aos bens do personagem.
(C) ao rebanho do vaqueiro.
(D) às façanhas de João Grilo.

4ª) No verso: “João Grilo foi um cristão”. O substantivo destacado é
(A) substantivo comum.    
(B) primitivo.
(C) próprio.              
(D) composto.

5ª) Na segunda estrofe, as expressões “pequeno, magro e sambudo”, referem-se ao (à)
(A) Cristão      
(B) João Grilo
(C) Pai
(D) Cidade

6ª) No verso “pernas tortas e finas”. As palavras em destaques são
(A) substantivos.      
(B) adjetivos.
(C) artigos.  
(D) pronomes.

7ª) Releia “As proezas de João Grilo” e diga:
a) Quantas estrofes têm? ______________
b) Quantos versos? ______________

Leia o texto e responda as questões.
A Raposa e as Uvas
Num dia quente de verão, a raposa passeava por um pomar. Com sede e calor, sua atenção foi capturada por um cacho de uvas. “Que delicia”, Pensou a raposa, “era disso que eu precisava para adoçar a minha boca”. E, de um salto, a raposa tentou, sem sucesso, alcançar as uvas.
Exausta e frustrada, a raposa afastou-se da videira, dizendo: “A posto que estas uvas estão verdes”.

8ª) A frase que expressa uma opinião é
(A) “A raposa passeava por um pomar.”
(B) “Sua atenção foi capturada por cacho de uvas.”
(C) “A raposa afastou-se da videira”
(D) “Aposto que estas uvas estão verdes”

9ª) O gênero textual apresentado nesse texto é
(A) um conto.
(B) uma fábula.
(C) uma poesia.
(D) uma tirinha.


10ª) Na frase, “...sua atenção foi capturada por um cacho e uvas.”
 A palavra em destaque é
(A) Substantivo      (B) Adjetivo        (C) Pronome        (D) Verbo

11ª) Na expressão, “era disso que eu precisava para adoçar a minha boca”. O pronome em destaque eu, se refere
(A) as uvas.
(B) a videira.
(C) a raposa.
(D) a verdes.


12ª)Retire do texto, “A raposa e as uvas”, três verbos e três substantivos.
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Atividade - Elementos da Narrativa - Fund. II

Posted by Profº Monteiro on abril 26, 2017


1- A que se refere o título “Perdidos no espaço”, que aparece na epígrafe?
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2- Onde ocorre a história narrada na crônica?
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3- Quem são os personagens que dialogam, na cena narrada?
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4- Transcreva da crônica as palavras usadas para expressar as reações de espanto diante do estranho astronauta.
a) A reação do comandante. __________________________________________
b) A reação da tripulação toda. ________________________________________

5- Pelos serviços que o “estranho astronauta” oferece ao comandante, que tipo de trabalho ele encontrou para fazer lá no espaço?_________________________________________________________________________

12 maneiras de transformar o seu aluno em fã

Posted by Profº Monteiro on abril 26, 2017
Resultado de imagem para 12 maneiras de transformar o seu aluno em fã

Manter um aluno por dois, três anos é relativamente fácil, com as dificuldades de se mudar de escola: o estudante tem de adaptar-se a um currículo totalmente novo, novas regras, etc.

O problema é que essa tática não garante que os parentes daquele aluno se matriculem ali. E tratando-se de ensino superior, vai frustrar o aluno, que não se sentirá preparado para sua profissão, e também não vai indicar a nenhum amigo ou conhecido a essa instituição.

Um dos grandes desafios das escolas hoje é tornar seus alunos fãs, para que eles permaneçam na instituição e tragam novos estudantes. Veja algumas dicas:

1.Seja fonte de novas idéias: todos seus alunos estão preocupados, em graus diferentes, com o futuro, com a maneira pela qual o mundo funciona. Apóie seus alunos nesse sentido, dando-lhes informações sobre o cotidiano que não estão no currículo. A escola também pode realizar palestras e bate-papos com profissionais de sucesso, futurólogos, economistas, etc.


2.Demonstre que você tem o conhecimento: o conhecimento que seus alunos esperam, muitas vezes, não é aquele que o professor passa na sala de aula. Que tal fornecer-lhes instruções básicas de economia, marketing pessoal e outros assuntos necessários para sobreviver lá fora? Desenvolva rápidos livrinhos sobre esses temas e distribua a seus alunos.


3.Transmita a imagem correta: se você quer que sua instituição de ensino seja reconhecida como a melhor da região, então faça com que tudo à sua volta reforce essa imagem. Não é necessário contratar um decorador e cobrir seu escritório com tapetes e quadros caros,


4.Conheça o aluno: não assuma que você entende os anseios e as necessidades de todos os alunos. Cada bairro da cidade, cada classe social produz pessoas es.com necessidades e visões diferentes. Dentro de cada bairro, cada família possui suas peculiariedades. E dentro de cada família, cada pessoa tem seu modo único de pensar. Muitos colégios erram ao se apoiar em estudos referentes ao "aluno brasileiro médio". Ora, trabalhar com a média vai fazer, no máximo, que você crie uma escola igual às outras. Gaste algum tempo entendendo a comunidade que você quer atingir.


5.Demonstre que você está aprendendo constantemente: esse é um componente chave para garantir o relacionamento escola-aluno. Para que um estudante sinta-se confortável com o passar do tempo, você deve mostrar que está constantemente aprendendo, tornando-se mais atual, útil e competente. Ficar estagnado é fatal para qualquer instituição.


6.Comunique-se claramente: manter um entendimento claro e cristalino com seus alunos é mais importante do que nunca. Cuidado com aquelas circulares cheias de termos técnicos. Algumas são escritas de uma maneira que só confunde os alunos e pais. Esqueça, portanto, as "atividades de campo interativas para observação da variedade da fauna nacional no Bosque e Jardim Botânico Municipal Memorial Etelvina Montes Farberbara.". Escreva "visita ao Jardim Botânico".


7.Seja acessível: mantenha suas portas abertas, esteja sempre pronto para falar com seus alunos. A grande maioria não abusa dessa facilidade de acesso, embora eles se sintam mais seguros ao saber que podem contatá-lo sempre que precisarem. Diminua a burocracia entre a direção e os alunos.


8.Ouça: deixe o aluno falar e você vai acabar descobrindo exatamente o que ele deseja para que suas aulas e sua escola sejam ainda melhores. Somente quando você tem uma imagem bem clara dos motivos e preocupações dos estudantes é que você pode montar uma escola específica para aquela realidade. Abuse de caixas de su


9.Pense como o estudante: foque no que agradou a você como aluno, quando você sentava do outro lado da sala, bem como as coisas que fizeram você trocar de escola ou faculdade. Assegure-se de praticar a primeira parte, e evitar a segunda. E resista à tendência comum de achar que o que é bom para a sua escola é automaticamente bom para os alunos. Não é, mas o inverso é verdadeiro: o que é bom para seus alunos, no final das contas, vai ser bom para sua instituição. Pense nessas leis sempre que for aprovar algo para sua instituição. Aquela nova ação vai tornar o estudo melhor, mais fácil ou agradável?

10.Nunca decida o que um aluno quer: os estudantes querem conselhos, dicas, sugestões e não conclusões o tempo todo. Então ofereça opções e alternativas. Ensine-os a pensar e analisar. Existe um espaço para verdades absolutas na escola (2 + 2 =4), mas ele não deve ser dominante no relacionamento com os alunos. Trabalhe para criar um cenário que permita ao aluno decidir, apontando aspectos positivos e negativos de algumas situações. Você estará desenvolvendo características que serão muito úteis para eles mais tarde.

11.Torne-se paranóico: Andy Grove, presidente da companhia de peças de computador Intel, sugere que seu sucesso é resultado direto de sua paranóia. É a paranóia que o mantém engajado, atento e fazendo perguntas.


12.Se você não pode ajudar o aluno, seja honesto: a prova do profissionalismo é dizer não. Não existe maneira de uma escola (ou professor) ser capaz de fazer mentindo.

Atividade de Português - Dia das Mães (Interpretação) 6º ao 9º ano

Posted by Profº Monteiro on abril 26, 2017
Um gesto de amor - mãe 

Um garoto pobre, com cerca de doze anos de idade, vestido e calçado de forma humilde, entra na loja, escolhe um sabonete comum e pede ao proprietário que embrulhe para presente.
          - É para minha mãe, diz com orgulho.
          O dono da loja ficou comovido diante da singeleza daquele presente. Olhou com piedade para o seu freguês e, sentindo uma grande compaixão, teve vontade de ajudá-lo.
          Pensou que poderia embrulhar, junto com o sabonete comum, algum artigo mais significativo. Entretanto, ficou indeciso: ora olhava para o garoto, ora para os
artigos que tinha em sua loja.
          Devia ou não fazer? O coração dizia sim, a mente dizia não.
          O garoto, notando a indecisão do homem, pensou que ele estivesse duvidando de sua capacidade de pagar. Colocou a mão no bolso, retirou as moedinhas que dispunha e as colocou sobre o balcão. O homem ficou ainda mais comovido quando viu as moedas, de valor tão insignificante. Continuava seu conflito mental. Em sua intimidade concluíra que, se o garoto pudesse, ele compraria algo bem melhor para sua mãe. Lembrou de sua própria mãe. Fora pobre e muitas vezes, em sua infância e adolescência, também desejara presentear sua mãe. Quando conseguiu emprego, ela já havia partido para o mundo espiritual. O garoto, com aquele gesto estava mexendo nas profundezas dos seus sentimentos. Do outro lado do balcão, o menino começou a ficar ansioso. Alguma coisa parecia estar errada. Por que o homem não embrulhava logo o sabonete?
Ele já escolhera, pedira para embrulhar e até tinha mostrado as moedas para o pagamento. Por que a demora?
         Qual o problema?
         No campo da emoção, dois sentimentos se entreolhavam: a compaixão do lado do homem, a desconfiança por parte do garoto.
         Impaciente, ele perguntou: moço está faltando alguma coisa?
        - Não, respondeu o proprietário da loja. É que de repente me lembrei de minha mãe. Ela morreu quando eu ainda era muito jovem. Sempre quis dar um presente para ela, mas, desempregado, nunca consegui comprar nada. Na espontaneidade de seus doze anos, perguntou o menino: nem um sabonete?
O homem se calou. Refletiu um pouco e desistiu da idéia de melhorar o presente do garoto. Embrulhou o sabonete com o melhor papel que tinha na loja, colocou uma fita e despachou o freguês sem responder mais nada.
         A sós, pôs-se a pensar. Como é que nunca pensara em dar algo pequeno e simples para sua mãe? Sempre entendera que presente tinha que ser alguma coisa significativa, tanto assim que, minutos antes, sentira piedade da singela compra
e pensara em melhorar o presente adquirido. Comovido, entendeu que naquele dia tinha recebido uma grande lição. Junto com o sabonete do menino, seguia algo muito mais importante e grandioso, o melhor de todos os presentes: o gesto de amor!


ATIVIDADE DE INTERPRETAÇÃO
NOME: ____________________________________________________ TURMA: _______

1ª) O texto “Um gesto de amor – Mãe” tem o objetivo de
(A) registrar um fato.
(B) trazer uma reflexão.
(C) dar uma opinião.
(D) criticar um fato ocorrido.

2ª) O fato que dá início a narrativa é
(A) num momento que ele responde ao dono da loja.
(B) quando ele escolhe o sabonete.
(C) quando o dono da loja ficou comovido.
(D) quando um garoto entra na loja.

3ª) “É para minha mãe, diz com orgulho.” O que significa a expressão em destaque no contexto da história?
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4ª) “O dono da loja ficou comovido diante da singeleza…” A palavra em destaque poderia ser substituída por
(A) abalado.
(B) tranqüilo.
(C) contente.
(D) decepcionado.

5ª) Por que o dono da loja ficou comovido quando o menino foi comprar o sabonete?
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6ª) Por que o homem, em um determinado momento,  ficou ainda mais comovido?
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7ª) Por que, quando menino, o dono da loja não podia comprar um presente para sua mãe?
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8ª) Percebemos um contraste  de sentimentos. O menino esperava o sabonete, o dono da loja muito pensativo e indeciso. Descreva, de acordo com texto, o que cada um pensava.
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9ª) Quais os dois  sentimentos que se entreolhavam no campo da emoção durante a compra do sabonete?
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10ª) O que levou o menino a perguntar: “moço, está faltando alguma coisa?” ?
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11ª) “O homem se calou…” Que atitude do menino fez com que o homem refletisse sobre sua atitude de não ter presenteado sua mãe enquanto estava viva?
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12ª) Por que o dono da loja resolveu desistir da ideia de ajudar o menino com um presente melhor para a mãe dele?
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13ª) Que lição de vida o texto traz para a nossa vida em relação à nossa mãe?
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14ª) Ter ou ser mãe é um presente de Deus para todos nós. Portanto, responda com suas palavras, o que sua mãe representa para você.
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15ª) Escreva agora uma mensagem especial para a sua mãe.
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Análise de Texto - Anúncio Publicitário

Posted by Profº Monteiro on abril 26, 2017

1ª) Que mensagem você pôde extrair desse anúncio?  
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2ª) Quem são os anunciantes, ou seja, os órgãos responsáveis pelo anúncio que você leu?
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3ª)  Explique que relação podemos estabelecer entre a imagem do anúncio e a frase.

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Atividade de Interpretação - Reportagem (7º ao 9º)

Posted by Profº Monteiro on abril 26, 2017
Bigodudos!
Saiba que os bigodes são muitos úteis para os gatos e até revelam o humor desses animais.
Na história do Gato de Botas, o bichano convence seu amo a lhe comprar um calçado e um saco com a promessa de ajudá-lo. Mas, na vida real, os gatos precisam mesmo é da ajuda dos bigodes para fazer uma porção de coisas! Quem me contou isso foi a bióloga Débora Boccacino.
Os pelos que formam os bigodes dos gatos, acredite, são de um tipo especial e se chamam vibrissas. Mas, se você reparar, verá que pelos assim não estão apenas sobre os lábios desses felinos. Também estão presentes sobre os olhos, no queixo e na ponta das orelhas dos bichanos. Observe só!
Na raiz de cada vibrissa, existem células sensoriais que enviam informações do ambiente para o cérebro. E é por isso que esses pelos são tão úteis aos felinos. Essas células são bastante sensíveis e ajudam os gatos a se orientar, pois captam mínimas vibrações do ar. É por isso que mesmo com os olhos fechados os bichanos sentem a nossa presença! 
Por serem um pouco mais largos que o corpo, as vibrissas dos gatos avisam se o bichano vai caber ou não em algum espaço, se o bigode dele não esbarrar em nada ele sabe que pode passar sem problemas! (reprodução).
A largura dos bigodes dos gatos também os auxilia bastante. Afinal, eles são mais largos do que o corpo do animal. “Com isso, o felino consegue medir os locais por onde quer passar, como se fosse uma régua natural”.
Apesar de os bigodes serem tão úteis, existe uma raça de gato chamada Sphynx que pode nascer sem bigodes. Isso porque esses felinos praticamente não têm pelos no corpo: eles são tão curtinhos que mal dá para notar. Não ter bigodes não afeta muito a vida desses bichanos, criados para ficar dentro de casa. Mas fique sabendo que, na vida selvagem, os bigodes são essenciais. Não apenas para os gatos, mas para os felinos em geral! Ah! E você sabia que os bigodes também revelam o humor dos gatos? “Quando estão mais baixos e para a frente, eles demonstram relaxamento”, conta Débora. “Já se estiverem mais eriçados e próximos ao rosto, representam uma postura defensiva ou agressiva”. Bom saber! Agora toda vez que eu encontrar um bichano com o bigode abaixado, vou aproveitar para fazer carinho!

Disponível em: http://chc.cienciahoje.uol.com.br/blogue-do-rex/2010/dezembro/bigodudos-2/

COMPREENDENDO A REPORTAGEM

1ª) Qual o tema da reportagem lida?
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2ª) Como se chamam os pelos que estão presentes no nariz do gato? Eles estão presentes em outras partes? Quais?
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3ª) Como as vibrissas ajudam os felinos a perceberem o que acontece no lugar em que eles estão?
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4ª) Como um gato pode sentir a presença de alguém mesmo de olhos fechados?
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5ª) Por que no texto as vibrissas são consideradas como “réguas naturais”?
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6ª) O que torna o bigode a enviar informações ao cérebro?
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7ª) Por que mesmo com os olhos fechados os gatos ainda conseguem sentir a presença de alguém?
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8ª) Em uma raça de gatos, as vibrissas podem estar ausentes. Por que isso acontece? Isso afeta a vida desses gatos? Por quê?
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9ª)  Por que o repórter diz que “toda vez que eu encontrar um bichano com o bigode abaixado, vou aproveitar para fazer carinho!”?

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