Exercícios de Interpretação textual – 5ª SÉRIE - Texto A VELHA CONTRABANDISTA de Stanislaw Ponte Preta.

Posted by Profº Monteiro on outubro 11, 2016
Atividade: Interpretação de texto - 5ª serie (6ºano) - Texto: A Velha Contrabandista.
fonte:http://www.simplesmenteportugues.com.br




A VELHA CONTRABANDISTA

Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da Alfândega – tudo malandro velho – começou a desconfiar da velhinha.
Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da Alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela:
- Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?
A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo e respondeu:
- É areia!
Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás.
Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que é que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia.
Diz que foi aí que o fiscal se chateou:
- Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com 40 anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista.
- Mas no saco só tem areia! – insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:
- Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?
- O senhor promete que não “espaia” ? – quis saber a velhinha.
- Juro – respondeu o fiscal.
- É lambreta.
(Stanislaw Ponte Preta)

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Interpretação do texto

1) O que a velhinha carregava dentro do saco, para despistar o guarda? 
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2) O que o autor quis dizer com a expressão “tudo malandro velho”? 
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3) Leia novamente o 4º parágrafo do texto e responda: 
Quando o narrador citou os dentes que “ela adquirira no odontólogo”, a que tipo de dentes ele se referia?
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4) Explique com suas palavras qual foi o truque da velhinha para enganar o fiscal. 
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5) Quando a velhinha decidiu contar a verdade? 
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6) Qual é a grande surpresa da história? 
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7) Numere corretamente as frases abaixo, observando a ordem dos acontecimentos. 
( ) O fiscal verificou que só havia areia dentro do saco.
( ) O pessoal da alfândega começou a desconfiar da velhinha.
( ) Diante da promessa do fiscal, ela lhe contou a verdade: era contrabando de lambretas.
( ) Todo dia, a velhinha passava pela fronteira montada numa lambreta, com um saco no bagageiro.
( ) Mas, desconfiado, o fiscal passou a revistar a velhinha todos os dias.
( ) Durante um mês, o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia.
( ) Então, ele prometeu que não contaria nada a ninguém, mas pediu à velhinha que lhe dissesse qual era o contrabando que fazia.

Respostas deixadas no comentário por um colaborador:
RESPOSTAS - GABARITO. Lembrando de as respostas discursivas não precisam estar exatamente com iguais, desde que passe a mesma informação.

1. R= Carregava areia.

2. R= Todos eram pessoas muito experientes.

3. R= Refiria-se a dentes postiços, artificiais.

4. R= Carregava sacos de areia na lambreta para distrair a atenção dos guardas sobre o verdadeiro contrabando: lambretas.

5. R= Quando o guarda lhe jurou que não contaria a verdade a ninguém.

6. R= O final, quando a velhinha diz que contrabandeava lambretas.

7. 
a) R= 3; b) R= 2; c) R= 7; d) R= 1; e) R= 4; f) R= 5; g) R= 6.

Como ler com as crianças

Posted by Profº Monteiro on outubro 08, 2016
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Como ler com as crianças


Mostre a capa, mostre os livros e fale sobre as ilustrações.   
Deixe a criança virar a página, se ela quiser.   
Leia as frases e mostre-as com o dedo.   
Torne a história viva, faça uma voz diferente para cada personagem e use mímica para contar a história.   
Quando a criança começa a saber ler deixe-a ler palavras e frases.   
Quando já sabe ler, distribua papéis e leia a par.   
Faça perguntas e converse sobre a história, sobre as informações e sobre as imagens.   
Verifique se está a compreender bem.   
Deixe a criança comentar o livro, contar a história ou partes da história.   
Se a criança não mostrar interesse não insista. 
Leia outra história ou leia a mesma história noutra altura.   
Se a criança pedir, volte a ler a mesma história uma ou várias vezes. 
É frequente as crianças quererem ouvir muitas vezes uma história que lhes agrada.
Fonte: Plano Nacional de Leitura - Portugal

Tudo Sobre Leitura: Leitura - Conselhos às famílias

Posted by Profº Monteiro on outubro 08, 2016
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Leitura - Conselhos às famílias


  Faça da leitura um momento agradável no dia-a-dia da sua família   
1 - Incluir os livros no dia-a-dia das crianças
  • À noite quando as crianças já estão na cama, leia-lhes antes de adormecerem. Os livros acalmam e dão serenidade.
  • Aproveite alguns momentos de pausa ou de convívio para ler.
  • O momento do banho pode incluir livros de plástico ou de borracha.
2 - Tornar a leitura uma actividade divertida
  • As crianças pequenas gostam de descobrir as imagens e as histórias dos livros. E começam muito cedo a querer aprender a ler.
  • Faça das imagens e das histórias dos livros uma espécie de brinquedos. As crianças adoram descobrir imagens, letras palavras e adoram ouvir ler histórias.
  • Deixe a criança escolher o livro que quer ler consigo. Pode propor outros livros, mas não force. É importante que leia ou oiça ler com prazer.
3 - Guardar alguns minutos para ler
  • Reserve sempre alguns minutos do dia para ler, observar e conversar sobre os livros que a criança aprecia.
  • Torne os momentos de leitura alegres e carinhosos. O tempo passará a correr.
  • As crianças pequenas não aguentam muito tempo, quando está cansada ou desinteressada, não se deve forçar. À medida que as crianças vão crescendo passam a gostar de ver livros e ouvir ler histórias durante mais tempo.
 4 - Visitar as Bibliotecas
  • No nosso país as bibliotecas públicas são muito acolhedoras e estão cheias de livros interessantes, para todas as idades. Visite a que fica mais perto da sua casa, ou do seu local de trabalho. O atendimento é muito agradável e o empréstimo é gratuito!
  • Experimente ir com os seus filhos. Nas bibliotecas há sempre uma zona própria para crianças.
  • As bibliotecas escolares também emprestam livros para as crianças lerem em casa. Encoraje os seus filhos a usar mais a biblioteca da escola.
  • Requisite livros para ler em casa com os seus filhos. Vai ver que toda a família ficará cliente.
 5 - Oferecer livros às crianças
  • Habitue a criança a escolher um livro para dar aos amigos como presente.
  • Visite livrarias, supermercados e feiras do livro e deixe a criança mexer nos livros expostos. Valorize o livro e a leitura oferecendo livros aos seus filhos.
  • Convide-a a observar, folhear e escolher um ou alguns para levar para casa ou para oferecer.
Fonte: Plano Nacional de Leitura - Portugal 

Ler não é obrigação

Posted by Profº Monteiro on outubro 08, 2016
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Ler não é obrigação

Publicada no jornal Gazeta do Povo em 18/09/2012

Felipe Lindoso, pesquisador e consultor de leitura

O jornalista, tradutor e consultor Felipe Lindoso tornou-se uma voz necessária ao se falar de leitura no Brasil. Por uma razão prática – ele povoou de informações seguras um setor dado a discursos inflamados e bem-intencionados a favor do livro. O resultado é flagrante. Para ele, ler é atividade lúdica e necessária, mas também é algo tão concreto quanto o mercado da soja.

Parece exagero, mas ao costurar leitura e desenvolvimento, o especialista em políticas públicas criou uma estratégia para fazer do negócio dos livros e da leitura um assunto tão sério quanto os demais. Não é uma guerra vencida. Há muito que se palmilhar para que os índices de leitura no Brasil estejam à mesma mesa de negociação em que se discute o pré-sal ou o Código Florestal. Mas o pesquisador figura entre os que trabalham para criar uma cultura que considere as letras um capital decisório no vai não vai que balança as economias emergentes.

O livro O Brasil pode ser um país de Leitores?, de 2004, é uma prova de sua ambição. A obra radiografa os maus humores nacionais com o livro e a literatura desde os princípios da Nação. Entre uma tragédia e outra, o estudo levanta fontes para outros pesquisadores – como os interessados em entender um fenômeno como Ágape, o livro de 7 milhões de exemplares do padre Marcelo Rossi. E retoma pendengas já bastante debatidas, porém crônicas, como os tropeços da escola e da família na formação dos leitores.

Felipe Lindoso é entrevistado da série “Leitura na prática”, que a Gazeta do Povo publica até 21 de outubro. Confira:

Para que tornar-se um leitor?
Quem lê e amplia seus horizontes culturais tem mais oportunidades de se desenvolver. Mas essa é uma opção individual, desde que estejam dadas as condições de escolha. O que acontece hoje é que as oportunidades de acesso ao livro são reduzidas. As famílias não são leitoras, as escolas ainda não preparam as condições para essa escolha, e o sistema de bibliotecas públicas é precário, para usar uma palavra suave. Por isso, ser leitor ou não independe de uma escolha. Na maioria dos casos, não há oportunidades.

É possível reaprender a ler?
Em uma palestra, o professor Ítalo Moriconi [organizador de Os cem melhores poemas brasileiros do século] assinalou o quanto temos que aprender, inclusive sobre as posturas necessárias para uma boa leitura. Essa postura não é “natural”, é socialmente induzida. Ler é uma questão de aprendizado e de escolha. Mas é importante destacar que ler não é obrigação. Pode ser uma necessidade, inclusive profissional. Há pessoas que desfrutam da leitura por prazer. Outras, ainda, por convicções religiosas ou políticas. Por essas características, a leitura não acontece somente nos momentos de lazer e descanso, quando concorre com a tevê, o cinema, a música e a simples conversa. A leitura depende de circunstâncias...

Aproveitando a deixa, qual o papel da escola nessa seara...
Deixar de tornar a leitura obrigatória. Deixar os livros à disposição dos alunos para que escolham o que querem ler, em literatura. Aí o professor pode motivar os alunos para ler alguns títulos, mas sem obrigação. Como diz o Ziraldo, o importante é ler, não aprender...

O que diria das bibliotecas escolares?
Salvo as proverbiais exceções, são muito ruins. Começa que na maioria das escolas não existe biblioteca, nem como “salas de leitura”. Já vi escolas nas quais as diretoras “despejaram” a biblioteca para abrigar mais alunos. Mas as bibliotecas são ruins sobretudo porque as professoras não são leitoras, não foram formadas e capacitadas para transmitir o gosto pela leitura. Daí que não ligam para as bibliotecas. As bibliotecas muitas vezes viram lugar de “castigo”: aluno mal comportado vai para a biblioteca, na qual encontra muitas vezes professoras afastadas da sala de aula, por alergia a giz, problemas nervosos e outros quetais.

O que fazer para que melhorem?
Melhorando – e muito – a qualidade dos professores. Depois, é preciso capacitar adequadamente os encarregados das bibliotecas. Não que devam ser necessariamente bibliotecários – mas um conjunto de bibliotecas escolares deveria ser supervisionado por bibliotecários. Os que ali trabalham precisam ser formados para a função, e não ocupar o lugar como um quebra-galho qualquer. Finalmente, a biblioteca escolar precisa ter um acervo amplo, com diversidade de escolhas, tanto de literatura quanto dos chamados paradidáticos. E com liberdade para os alunos escolherem o que desejam ler. Sem imposições e muito menos vigilância e censura.

Na última edição da pesquisa de Retratos da Leitura no Brasil os professores aparecem como principais incentivadores do livro, ultrapassando em influência os pais. O que diria?
O grande problema é que a maioria das famílias é de não leitores. O contato com os livros não aparece em casa, tanto por essa razão como também por questões econômicas. Livros são caros, proporcionalmente ao nível de renda dos brasileiros. Programas como o “Agentes de leitura”, que vai às casas para trabalhar com as famílias a questão da leitura, levam livros e indicam as bibliotecas. É uma possibilidade.

Em seu livro O Brasil pode ser um país de leitores? o senhor fala do papel das religiões na difusão da leitura. Continua pensado assim?
Historicamente, os países do protestantismo clássico se beneficiaram da doutrina que dá aos fiéis o contato direto com a divindade, no qual a leitura da Bíblia assumia um papel de importância. A Igreja Católica, ao contrário, sempre acreditou nos intermediários. A primeira tradução da Bíblia em português só aconteceu em meados do século 19. Entretanto, hoje, os fundamentalistas evangélicos aqui no Brasil assumem esse papel de intermediação. A compra de Bíblias é o maior fenômeno editorial do Brasil – e do mundo – mas daí a dizer que a Bíblia é lida vai um grande passo. Hoje não acredito que qualquer religião contribua positivamente para a leitura e a ilustração, e aí estão os fundamentalistas negando a ciência e a evolução.

Podemos pensar em um índice de desenvolvimento a partir da leitura?
Basta ver a quantidade de bibliotecas e os índices de leituras dos países avançados econômica e socialmente. Só nos EUA existem quase 200 mil bibliotecas públicas. Na Europa Ocidental – França, Inglaterra, Itália e mesmo a Espanha e Portugal – a questão do acesso aos livros é considerado de importância estratégica. No Brasil, quando existem, as bibliotecas geralmente estão no centro que, quando não degradado, ainda é o reduto das elites.


Atividades de Português – Leitura e Interpretação – 3 º ano do Ensino Médio

Posted by Profº Monteiro on outubro 08, 2016
Resultado de imagem para (...)Quando eu te encarei frente a frente não vi o meu rosto Chamei de mau gosto o que vi, de mau gosto, mau gosto É que Narciso acha feio o que não é espelho E à mente apavora o que ainda não é mesmo velho Nada do que não era antes quando não s

Texto para as questões de 1 a 6


(...)Quando eu te encarei frente a frente não vi o meu rosto
Chamei de mau gosto o que vi, de mau gosto, mau gosto
É que Narciso acha feio o que não é espelho
E à mente apavora o que ainda não é mesmo velho
Nada do que não era antes quando não somos mutantes
E foste um difícil começo
Afasto o que não conheço
E quem vende outro sonho feliz de cidade
Aprende depressa a chamar-te de realidade
Porque és o avesso do avesso do avesso do avesso
Do povo oprimido nas filas, nas vilas, favelas
Da força da grana que ergue e destrói coisas belas
Da feia fumaça que sobe, apagando as estrelas
Eu vejo surgir teus poetas de campos, espaços
Tuas oficinas de florestas, teus deuses da chuva
Pan-Américas de Áfricas utópicas, túmulo do samba
Mais possível novo quilombo de Zumbi
E os novos baianos passeiam na tua garoa
E novos baianos te podem curtir numa boa

1. (PUC-SP) O nome criado para o título dessa composição – Sampa – expressa uma relação entre:


a) São Paulo e Salvador.
c) São Paulo e Samba.
b) avenida Ipiranga e avenida São João.
d) Avenida São João e Salvador.

2. (PUC-SP) O texto acima constrói uma análise da cidade. Para isso o autor usa, inicialmente:

a) Suas impressões pessoais .
c) Informações obtidas de outros.
b) A enumeração de dados importantes.
d) A descrição objetiva da cidade.

3. (PUC-SP) O sentido do verso “... é que narciso acha feio o que não é espelho” pode ser encontrado também em:

a) “porque és o avesso do avesso do avesso do avesso”.
b) “à mente apavora o que ainda não é mesmo velho”.
c) “ nada do que não era antes quando não somos mutantes”.
d) “quando eu te encarei frente a frente não vi o seu rosto/chamei de mau gosto o que vi...”.

4. (PUC-SP) O verso “à mente apavora o que ainda não é mesmo velho” revela:

a) O medo que todos os homens sentem da velhice.
b) A ânsia do ser humano pela renovação.
c) A aversão a tudo que já é velho e desgastado.
d) A resistência do homem àquilo que rompe com os padrões já incorporados.

5. (PUC-SP) No décimo quinto verso é estabelecida uma aproximação entre a cidade de São Paulo e o quilombo de Zumbi. Essa relação ocorre porque:

a) Como os quilombos, a cidade é uma fortaleza, onde não se pode entrar livremente.
b) A cidade, assim como o quilombo, repele os que a procuram.
c) São Paulo, assim como o quilombo de Zumbi , representa uma esperança de liberação e de melhores condições de vida.
d) Em São Paulo, como acontece nos quilombos, todo negro é escravo.

6. (PUC-SP) Identifique a afirmação correta.

a) A caracterização dos aspectos negativos da cidade intensifica-se nos versos 10,11 e 12.
b) No segundo verso há uma repetição desnecessária da palavra gosto.
c) Nos dois últimos versos há uma alusão à dificuldade de adaptação, em São Paulo, sofrida pelos novos baianos.
d) O décimo segundo verso é apenas um jogo sonoro sem sentido.

plano de Aula Como produzir textos argumentativos com o filme Oliver Twist

Posted by Profº Monteiro on outubro 08, 2016

oliver twist. Foto: Divulgação
Introdução
Na Inglaterra vitoriana, Oliver Twist é um órfão entre os milhares que sofrem com trabalhos forçados e fome. Em Londres, ele é recolhido pelo bandido Fagin, que comanda um grupo de pequenos marginais. Quando Oliver conhece o Sr. Bronlow, um bondoso homem que se dispõe a ajudá-lo, Fagin teme ser delatado e planeja retomar o garoto armando um roubo à casa de seu benfeitor. "Baseado no livro clássico homônimo de Charles Dickens (1812-1870), Oliver Twist fornece questões importantes para uma boa aula de produção textual", afirma o professor Eduardo Casanova, da EMEF Celso Leite Ribeiro, em São Paulo.

Objetivo
Estabelecer relações entre obras literárias que tratam dos jovens trabalhadores no século 19 e o cinema.

VEJA O PLANO AQUI