Exercício sobre coesão textual

Posted by Profº Monteiro on maio 22, 2016

Considere o texto abaixo para responder à questão a seguir:

A desigualdade persistente entre o que chamavam o primeiro e o terceiro mundo mantém com relativa vigência alguns de seus postulados. Mas ainda que as decisões e benefícios dos intercâmbios se concentrem nas burguesias das metrópoles, novos processos tornam mais complexa a assimetria: a descentralização das empresas, a simultaneidade planetária da informação e a adequação de certos saberes e imagens internacionais aos conhecimentos e hábitos de cada povo. A disseminação dos produtos simbólicos pela eletrônica e pela telemática, o uso de satélites e computadores na difusão cultural também impedem de continuar vendo os confrontos dos países periféricos como combates frontais com nações geograficamente definidas.
(Néstor G. Canclini, Culturas híbridas – estratégias para entrar e sair da modernidade. Tradução de Ana Regina Lessa e Heloísa P. Cintrão, p. 310, com adaptações)
(SECRETARIA MUNICIPAL DE FAZENDA/RJ – 2010 – ESAF) 1 - No desenvolvimento do texto, a ideia de
(A) “desigualdade persistente” é retomada como “disseminação dos produtos simbólicos”.
(B) “simultaneidade planetária da informação” é retomada como “uso de satélites”.
(C) “postulados” é retomada como “novos processos”.
(D) “benefícios dos intercâmbios” é retomada como “descentralização das empresas”.
(E) “terceiro mundo” é retomada como “países periféricos”.
A questão a seguir toma por base o seguinte texto.
Tradicional defensor de instrumentos ortodoxos de política econômica, o Fundo Monetário Internacional (FMI) admitiu o uso de controles de capital para combater a formação de bolhas financeiras e o fluxo exagerado de investimentos estrangeiros que valorizam excessivamente as moedas nacionais em relação ao dólar. Entre as opções, está a tributação do ingresso de recursos, caminho escolhido pelo Brasil, que elevou de 4% para 6% a alíquota do imposto de operações financeiras (IOF) nas aplicações de renda fixa. Outra possibilidade é a proibição de retirada do dinheiro por um tempo determinado, como fez o Chile. Por enquanto a equipe econômica brasileira resiste em adotar este passo, pois, para o economista americano J. L., o reforço no balanço orçamentário e as ações de caráter mais estrutural são, muitas vezes, as respostas mais adequadas para o aumento de fl uxos. “Mas pode haver circunstâncias em que os controles cambiais sejam úteis, numa medida temporária, para lidar com esse crescimento de capital”, afirma.
(Adaptado de Correio Braziliense, 19 de outubro de 2010)
(CVM – 2010 – ESAF) 2 - Na organização das relações de coesão e coerência no texto, a expressão
(A) “caminho escolhido pelo Brasil” retoma a ideia de “tributação do ingresso de recursos”.
(B) “fluxo exagerado de investimentos estrangeiros” retoma a ideia de “bolhas financeiras”.
(C) “ações de caráter mais estrutural” retoma a ideia de “bolhas financeiras”.
(D) “controles cambiais” retoma a ideia de “ações de caráter mais estrutural”.
(E) “esse crescimento de capital” retoma a ideia de “aplicações de renda fixa”.
Leia o texto para responder às próximas 3 questões.
Sobre os perigos da leitura
Nos tempos em que eu era professor da Unicamp, fui designado presidente da comissão encarregada da seleção dos candidatos ao doutoramento, o que é um sofrimento. Dizer esse entra, esse não entra é uma responsabilidade dolorida da qual não se sai sem sentimentos de culpa. Como, em 20 minutos de conversa, decidir sobre a vida de uma pessoa amedrontada? Mas não havia alternativas. Essa era a regra. Os candidatos amontoavam-se no corredor recordando o que haviam lido da imensa lista de livros cuja leitura era exigida. Aí tive uma ideia que julguei brilhante. Combinei com os meus colegas que faríamos a todos os candidatos uma única pergunta, a mesma pergunta. Assim, quando o candidato entrava trêmulo e se esforçando por parecer confiante, eu lhe fazia a pergunta, a mais deliciosa de todas: “Fale-nos sobre aquilo que você gostaria de falar!”. [...]
A reação dos candidatos, no entanto, não foi a esperada. Aconteceu o oposto: pânico. Foi como se esse campo, aquilo sobre o que eles gostariam de falar, lhes fosse totalmente desconhecido, um vazio imenso. Papaguear os pensamentos dos outros, tudo bem. Para isso, eles haviam sido treinados durante toda a sua carreira escolar, a partir da infância. Mas falar sobre os próprios pensamentos – ah, isso não lhes tinha sido ensinado!
Na verdade, nunca lhes havia passado pela cabeça que alguém pudesse se interessar por aquilo que estavam pensando. Nunca lhes havia passado pela cabeça que os seus pensamentos pudessem ser importantes.
(Rubem Alves, www.cuidardoser.com.br. Adaptado)
(TJ/SP – 2010 – VUNESP) 3 - A palavra “a”, em – ...no entanto, não foi a esperada. (3.º parágrafo), refere-se a
(A) candidatos.
(B) pergunta.
(C) reação.
(D) falar.
(E) gostaria.
(TJ/SP – 2010 – VUNESP) 4 - A expressão “um vazio imenso” (3.º parágrafo) refere-se a
(A) candidatos.
(B) pânico.
(C) eles.
(D) reação.
(E) esse campo.
(TJ/SP – 2010 – VUNESP) 5 - As palavras que, no 3.º parágrafo, retomam o termo “os candidatos”, são:
(A) eles, outros, próprios.
(B) eles, isso, próprios.
(C) aquilo, eles, seus.
(D) eles, lhes, sua.
(E) aquilo, isso, próprios.
Leia o texto para responder à questão a seguir:
Zelosa com sua imagem, a empresa multinacional Gillette retirou a bola da mão, em uma das suas publicidades, do atacante francês Thierry Henry, garoto-propaganda da marca com quem tem um contrato de 8,4 milhões de dólares anuais. A jogada previne os efeitos desastrosos para vendas de seus produtos, depois que o jogador trapaceou, tocando e controlando a bola com a mão, para ajudar no gol que classificou a França para a Copa do Mundo de 2010. (...)
Na França, onde 8 em cada dez franceses reprovam o gesto irregular, Thierry aparece com a mão no bolso. Os publicitários franceses acham que o gato subiu no telhado. A Gillette prepara o rompimento do contrato. O serviço de comunicação da gigante Procter & Gamble, proprietária da Gillette, diz que não.
Em todo caso, a empresa gostaria que o jogo fosse refeito, que a trapaça não tivesse acontecido. Na impossibilidade, refez o que está ao seu alcance, sua publicidade.
Segundo lista da revista Forbes, Thierry Henry é o terceiro jogador de futebol que mais lucra com a publicidade – seus contratos somam 28 milhões de dólares anuais. (...)
(Veja, 02.11.2009. Adaptado)
(TJ/SP – 2010 – VUNESP) 6 - Assinale a alternativa em que todas as palavras ou expressões recuperam, por coesão textual, o fato de Thierry ter controlado a bola com a mão.
(A) jogada, gesto irregular.
(B) jogada, impossibilidade.
(C) impossibilidade, trapaça.
(D) gesto irregular, trapaça.
(E) gesto irregular, mão no bolso.
Leia o texto para responder à questão a seguir.
Quanto veneno tem nossa comida?
Desde que os pesticidas sintéticos começaram a ser produzidos em larga escala, na década de 1940, há dúvidas sobre o perigo para a saúde humana. No campo, em contato direto com agrotóxicos, alguns trabalhadores rurais apresentaram intoxicações sérias. Para avaliar o risco de gente que apenas consome os alimentos, cientistas costumam fazer testes com ratos e cães, alimentados com doses altas desses venenos. A partir do resultado desses testes e da análise de alimentos in natura (para determinar o grau de resíduos do pesticida na comida), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabelece os valores máximos de uso dos agrotóxicos para cada cultura. Esses valores têm sido desrespeitados, segundo as amostras da Anvisa. Alguns alimentos têm excesso de resíduos, outros têm resíduos de agrotóxicos que nem deveriam estar lá. Esses excessos, isoladamente, não são tão prejudiciais, porque em geral não ultrapassam os limites que o corpo humano aguenta. O maior problema é que eles se somam – ninguém come apenas um tipo de alimento.
(Francine Lima, Revista Época, 09.08.2010)
(CREMESP – 2011 - VUNESP) 7 - Para avaliar o risco de gente que apenas consome os alimentos, cientistas costumam fazer testes com ratos e cães, alimentados com doses altasdesses venenos. A expressão em destaque refere-se aos
(A) alimentos consumidos pelos trabalhadores.
(B) ratos usados para testes.
(C) cães que ingerem alimentos com agrotóxicos.
(D) pesticidas sintéticos e agrotóxicos.
(E) alimentos in natura.
Leia o texto a seguir para responder à próxima questão.
CIDADE MARAVILHOSA?
Os camelôs são pais de famílias bem pobres, e, então, merecem nossa simpatia e nosso carinho; logo eles se multiplicam por 1000. Aqui em frente à minha casa, na Praça General Osório, existe há muito tempo a feira hippie. Artistas e artesãos expõem ali aos domingos e vendem suas coisas. Uma feira um tanto organizada demais: sempre os mesmos artistas mostrando coisas quase sempre sem interesse. Sempre achei que deveria haver um canto em que qualquer artista pudesse vender um quadro; qualquer artista ou mesmo qualquer pessoa, sem alvarás nem licenças. Enfim, o fato é que a feira funcionava, muita gente comprava coisas – tudo bem. Pois de repente, de um lado e outro, na Rua Visconde de Pirajá, apareceram barracas atravancando as calçadas, vendendo de tudo - roupas, louças, frutas, miudezas, brinquedos, objetos usados, ampolas de óleo de bronzear, passarinhos, pipocas, aspirinas, sorvetes, canivetes. E as praias foram invadidas por 1000 vendedores. Na rua e na areia, uma orgia de cães. Nunca vi tantos cães no Rio, e presumo que muita gente anda com eles para se defender de assaltantes. O resultado é uma sujeira múltipla, que exige cuidado do pedestre para não pisar naquelas coisas. E aquelas coisas secam, viram poeira, unem-se a cascas de frutas podres e dejetos de toda ordem, e restos de peixes da feira das terças, e folhas, e cusparadas, e jornais velhos; uma poeira dos três reinos da natureza e de todas as servidões humanas.
Ah, se venta um pouco o noroeste, logo ela vai-se elevar, essa poeira, girando no ar, entrar em nosso pulmão numa lufada de ar quente. Antigamente a gente fugia para a praia, para o mar. Agora há gente demais, a praia está excessivamente cheia. Está bem, está bem, o mar, o mar é do povo, como a praça é do condor – mas podia haver menos cães e bolas e pranchas e barcos e camelôs e ratos de praia e assaltantes que trabalham até dentro d’água, com um canivete na barriga alheia, e sujeitos que carregam caixas de isopor e anunciam sorvetes e quando o inocente cidadão pede picolé de manga, eis que ele abre a caixa e de lá puxa a arma. Cada dia inventam um golpe novo: a juventude é muito criativa, e os assaltantes são quase sempre muito jovens.
Rubem Braga
(UFRJ – 2010 – NCE/UFRJ) 8 - Assinale a alternativa em que o antecedente do termo sublinhado NÃO está localizado no mesmo segmento destacado do texto:
(A) “...eis que ele abre a caixa e de  puxa a arma”;
(B) “Artistas e artesãos expõem ali aos domingos, e vendem suas coisas”;
(C) “O resultado é uma sujeira múltipla, que exige cuidado do pedestre...”;
(D) “Enfim, o fato é que a feira funcionava, muita gente comprava coisas...”;
(E) “Nunca vi tantos cães no Rio, e presumo que muita gente anda com eles...”.
Leia o texto a seguir para responder à próxima questão.
Convivas de boa memória
Há dessas reminiscências que não descansam antes que a pena ou a língua as publique. Um antigo dizia arrenegar de conviva que tem boa memória. A vida é cheia de tais convivas, e eu sou acaso um deles, conquanto a prova de ter a memória fraca seja exatamente não me acudir agora o nome de tal antigo; mas era um antigo, e basta.
Não, não, a minha memória não é boa. Ao contrário, é comparável a alguém que tivesse vivido por hospedarias, sem guardar delas nem caras nem nomes, e somente raras circunstâncias. A quem passe a vida na mesma casa de família, com os seus eternos móveis e costumes, pessoas e afeições, é que se lhe grava tudo pela continuidade e repetição. Como eu invejo os que não esqueceram a cor das primeiras calças que vestiram! Eu não atino com a das que enfiei ontem. Juro só que não eram amarelas porque execro essa cor; mas isso mesmo pode ser olvido e confusão.
E antes seja olvido que confusão; explico-me. Nada se emenda bem nos livros confusos, mas tudo se pode meter nos livros omissos. Eu, quando leio algum desta outra casta, não me aflijo nunca. O que faço, em chegando ao fim, é cerrar os olhos e evocar todas as coisas que não achei nele. Quantas ideias finas me acodem então! Que de reflexões profundas! Os rios, as montanhas, as igrejas que não vi nas folhas lidas, todos me aparecem agora com as suas águas, as suas árvores, os seus altares, e os generais sacam das espadas que tinham ficado na bainha, e os clarins soltam as notas que dormiam no metal, e tudo marcha com uma alma imprevista.
É que tudo se acha fora de um livro falho, leitor amigo. Assim preencho as lacunas alheias; assim podes também preencher as minhas.
(Assis, de Machado. Dom Casmurro – Editora Scipione – 1994 – pág. 65)
(DETRAN/RN – 2010 – FGV) 9 - “... mas isso mesmo pode ser olvido e confusão.” A palavra sublinhada nessa frase se refere:
(A) À precária memória do narrador.
(B) Às pessoas que viveram em hospedarias.
(C) À vida dos convivas.
(D) Às pessoas que passam a vida na mesma casa de família.
(E) Ao narrador não se lembrar da cor das calças.
Leia o texto a seguir e responda à próxima questão.
Os dicionários de meu pai
Pouco antes de morrer, meu pai me chamou ao escritório e me entregou um livro de capa preta que eu nunca havia visto. Era o dicionário analógico de Francisco Ferreira dos Santos Azevedo. Ficava quase escondido, perto dos cinco grandes volumes do dicionário Caldas Aulete, entre outros livros de consulta que papai mantinha ao alcance da mão numa estante giratória. Isso pode te servir, foi mais ou menos o que ele então me disse, no seu falar meio grunhido. Era como se ele,cansado, me passasse um bastão que de alguma forma eu deveria levar adiante. E por um tempo aquele livro me ajudou no acabamento de romances e letras de canções, sem falar das horas em que eu o folheava à toa; o amor aos dicionários, para o sérvio Milorad Pavic, autor de romances-enciclopédias, é um traço infantil de caráter de um homem adulto.
Palavra puxa palavra, e escarafunchar o dicionário analógico foi virando para mim um passatempo. O resultado é que o livro, herdado já em estado precário, começou a se esfarelar nos meus dedos. Encostei-o na estante das relíquias ao descobrir, num sebo atrás da sala Cecília Meireles, o mesmo dicionário em encadernação de percalina. Por dentro estava em boas condições, apesar de algumas manchas amareladas, e de trazer na folha de rosto a palavra anauê, escrita a caneta-tinteiro.
Com esse livro escrevi novas canções e romances, decifrei enigmas, fechei muitas palavras cruzadas. E ao vê-lo dar sinais de fadiga, saí de sebo em sebo pelo Rio de Janeiro para me garantir um dicionário analógico de reserva. Encontrei dois, mas não me dei por satisfeito, fiquei viciado no negócio. Dei de vasculhar livrarias país afora, só em São Paulo adquiri meia dúzia de exemplares, e ainda arrematei o último à venda a Amazom.com antes que algum aventureiro o fizesse. Eu já imaginava deter o monopólio (açambarcamento, exclusividade, hegemonia, senhorio, império) de dicionários analógicos da língua portuguesa, não fosse pelo senhor João Ubaldo Ribeiro, que ao que me consta também tem um quiçá carcomido pelas traças (brocas, carunchos, gusanos, cupins, térmitas, cáries, lagartas-rosadas, gafanhotos, bichos-carpinteiros).
A horas mortas eu corria os olhos pela minha prateleira repleta de livros gêmeos, escolhia um a esmo e o abria a bel-prazer. Então anotava num Moleskine as palavras mais preciosas, a fim de esmerar o vocabulário com que embasbacaria as moças e esmagaria meus rivais.
Hoje sou surpreendido pelo anúncio desta nova edição do dicionário analógico de Francisco Ferreira dos Santos Azevedo. Sinto como se invadissem minha propriedade, revirassem meus baús, espalhassem ao vento meu tesouro. Trata-se para mim de uma terrível (funesta, nefasta, macabra, atroz, abominável, dilacerante, miseranda) notícia.
(Francisco Buarque de Hollanda, Revista Piauí, junho de 2010)
(FAETEC/RJ – 2010 – CEPERJ) 10 - Em “Isso pode te servir” (meio do primeiro parágrafo), o pronome demonstrativo tem como referente:
(A) o dicionário analógico
(B) o dicionário Caldas Aulete
(C) os livros de consulta
(D) a estante giratória
(E) os cinco grandes volumes

GABARITO
1 - E
2 - A
3 - C
4 - E
5 - D
6 - D
7 - D
8 - D
9 - E
10 - A


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Exercícios com Gabarito sobre Sintaxe

Posted by Profº Monteiro on maio 22, 2016


1.Na oração: “Foram chamados às pressas todos os vaqueiros da fazenda vizinha”, o núcleo do sujeito é:


a) todos;

b) fazenda;

c) vizinha;

d) vaqueiros;

e) pressas.

2. Assinale a alternativa em que o sujeito está incorretamente classificado:

a) chegaram, de manhã, o mensageiro e o guia (sujeito composto);
b) fala-se muito neste assunto (sujeito indeterminado);
c) vai fazer frio à noite (sujeito inexistente);
d) haverá oportunidade para todos (sujeito inexistente);
e) não existem flores no vaso (sujeito inexistente).

3.Em “Éramos três velhos amigos, na praia quase deserta”, o sujeito desta oração é:
a) subentendido;
b) claro, composto e determinado;
c) indeterminado;
d) inexistente;
e) claro, simples e determinado.

4.Marque a oração em que o termo destacado é sujeito:
a) houve muitas brigas no jogo;
b) Ia haver mortes, se a polícia não interviesse;
c) faz dois anos que há bons espetáculos;
d) existem muitas pessoas desonestas;
e) há muitas pessoas desonestas.

5. Indique a única frase que não tem verbo de ligação:
a) o sol estava muito quente;
b) nossa amizade continua firme;
c) suas palavras pareciam sinceras;
d) ele andava triste;
e) ele andava rapidamente.

6. Considere a frase: “Ele andava triste porque não encontrava a companheira”, os verbos grifados são respectivamente:

a) transitivo direto - de ligação;
b) de ligação - intransitivo;
c) de ligação - transitivo - indireto;
d) transitivo direto - transitivo indireto;
e) de ligação - transitivo direto.

7.Na praça deserta um homem caminhava - o sujeito é:
a) indeterminado;
b) inexistente;
c) simples;
d) oculto por elipse;
e) composto.

8.Na oração:”Anunciaram grandes novidades” - o sujeito é:
a) simples;
b) composto;
c) indeterminado;
d) elíptico;
e) inexistente.


9. “O toque dos sinos ao cair da noite era trazido lá da cidade pelo vento”. O termo grifado é:
a) sujeito;
b) objeto direto;
c) objeto indireto;
d) complemento nominal;
e) agente da passiva.

10.“Eu andava satisfeito com o mundo e comigo mesmo”, o período é:
a) simples;
b) composto por coordenação;
c) composto por subordinação;
d) composto por coordenação e subordinação;
e) composto de duas orações.

11. Na oração “Mestre Reginaldo, o impoluto, é uma sumidade no campo das ciências” - o termo grifado é:
a) adjunto adnominal;
b) vocativo;
c) predicativo;
d) aposto;
e) sujeito simples.

12.Na expressão: “por todos era apedrejado o Luizinho”, o termo grifado é:
a) objeto direto;
b) objeto indireto;
c) sujeito;
d) complemento nominal;
e) agente da passiva.

13. Dentre as orações abaixo, uma contém complemento nominal. Qual?
a) Meu pensamento é subordinado ao seu.
b) Você não deve faltar ao encontro.
c) Irei à sua casa amanhã.
d) Venho da cidade às três horas.
e) Voltaremos pela rua escura ...

14. Assinale a alternativa em que o termo grifado é adjunto adnominal:
a) Sua falta aos encontros sufocava o nosso amor.
b) Ela é uma fera maluca.
c) Ela é maluca por lambada nacional.
d) Não tenho medo da louca.
e) O amor de Deus é o primeiro mandamento.

15.Em “a linguagem do amor está nos olhos” – os termos grifados são respectivamente:
a) complemento nominal e predicativo do sujeito;
b) adjunto adnominal e predicativo do sujeito;
c) adjunto adnominal e objeto direto;
d) complemento nominal e adjunto adverbial;
e) adjunto adnominal e adjunto adverbial.

16. “Diga ao povo que fico” é um período:
a) simples;
b) composto por coordenação;
c) composto por subordinação;
d) composto por coordenação e subordinação;
e) composto de três orações.

17. “Saúde e felicidade são as minhas aspirações na vida” – nessa expressão o sujeito é:
a) simples;
b) composto;
c) indeterminado;
d) oculto;
e) oração sem sujeito.

18.Na expressão: “Ordem e progresso, esse é o nosso lema” – o sujeito é:
a) simples;
b) composto;
c) indeterminado;
d) oculto;
e) inexistente.

19. Já na expressão “O prefeito Odorico nomeou Dirceu Borboleta ajudante de ordens” – as palavras grifadas funcionam como:
a) objeto direto;
b) objeto indireto;
c) predicativo do sujeito;
d) aposto;
e) predicativo do objeto

20.O verbo de “confio este carro à distinção dos senhores passageiros” é:
a) transitivo direto;
b) transitivo indireto;
c) transitivo direto e indireto;
d) intransitivo;
e) de ligação.

21. Em: “Era inverno e fazia frio” – há duas orações cujos sujeitos são respectivamente:
a) inexistente e indeterminado;
b) indeterminado e inexistente;
c) inexistente e inexistente;
d) indeterminado e indeterminado;
e) N. R. A. porque ambos são compostos.

22. Qual o período simples?

a) Encontrará, talvez, no caminho da vida, asperezas, ingratidões, grosserias, injustiças, brutalidades. . .;
b) Quem sabe se não encontrará inimigos cruéis e “amigos” pérfidos;
c) Dorme, dorme meu anjinho, que a “Mamã” vela por ti . . .;
d) Ela defende-o e protege-o;
e) Faz cinco anos que o procuro.

23.Confiamos no futuro Desconhecemos as coisas do futuro. Temos confiança no futuro
- Nas expressões acima, os termos grifados funcionam respectivamente, como:

a) objeto indireto; adjunto adnominal; complemento nominal;
b) objeto indireto; complemento nominal; objeto indireto;
c) objeto indireto; objeto indireto; complemento nominal;
d) objeto direto; adjunto adnominal; objeto indireto;
e) objeto direto; sujeito; complemento nominal.

24. Em: “faz anos que não chove no sertão” – há duas orações com sujeito:
a) simples;
b) composto;
c) indeterminado;
d) inexistente;
e) elíptico.

25.Em: “pediram-me papai e mamãe que eu fosse mais audacioso”:
a) o sujeito da primeira oração é simples e o da segunda é inexistente;
b) o sujeito da primeira oração é composto e o da segunda, é simples;
c) o sujeito da primeira oração é indeterminado e o da segunda, inexistente;
d) o sujeito da primeira oração é inexistente e o da segunda indeterminado;
e) o sujeito da primeira oração é composto e o da segunda inexistente.

26. Em: “À boca da noite a cata-piolhos rezava baixinho . . .” , o sujeito é:
a) simples;
b) composto;
c) indeterminado;
d) inexistente;
e) oculto.

27.Em qual das alternativas o verbo grifado é de ligação?
a) Quando você pára, eu continuo.
b) Amélia continua mulher de verdade.
c) Esta “droga” de relógio não anda.
d) Andei dois quilômetros a pé.
e) Nos primeiros dias aprendi as notas musicais.

28.O predicado é nominal em:

I - Você acha Cristina bonita, mamãe?
II - O mundo podia ser tranqüilo.
III - “Zé Mané” não estava embriagado.
IV - O guarda noturno permanece atento a todos os perigos.
V - Os transeuntes ficaram assustados.

a) I - II - III;
b) II - III;
c) II - IV;
d) III - IV - V - II;
e) I - II - IV.


29. Dentre as orações abaixo, uma tem sujeito indeterminado. Qual?
a) A nossa casa parecia uma arca de Noé.
b) Não iria além de um vice-campeonato.
c) As águas trafegam furiosas.
d) Atropelaram um boi lá na gentil.
e) No lugar só ficou a surpresa.

30.Na oração: “Diziam que ele era igualzinho a meu pai”, o sujeito da primeira oração é:
a) simples;
b) composto;
c) indeterminado;
d) inexistente;
e) oculto.

31.Dê a função sintática do elemento grifado: “Mestre Cupijó, ouviu-se há dias a sua grande obra”.
a) adjunto adnominal;
b) sujeito;
c) vocativo;
d) aposto;
e) objeto direto.

32. Em: “o homem não gosta de reconhecer a inevitabilidade de uma morte natural . . .”, a expressão grifada é:

a) adjunto adnominal;
b) adjunto adverbial;
c) complemento nominal;
d) agente da passiva;
e) sujeito.

33. “Ué, gente: vocês ainda não foram pra sala? !” – o sujeito:
a) simples;
b) composto;
c) indeterminado;
d) inexistente;
e) oculto.

34. Em: “Bebe que é doce, papai” – a palavra grifada funciona como:

a) sujeito;
b) aposto;
c) vocativo;
d) adjunto adverbial;
e) adjunto adnominal.


GABARITO


1. D
2. E
3. A
4. D
5. E
6. E
7. C
8. C
9. E
10. A
11. D
12. E
13. A
14. C
15. E
16. C
17. B
18. B
19. E
20. C
21. C
22. A
23. A
24. D
25. B
26. A
27. B
28. D
29. D
30. C
31. C
32. C
33. A
34. C

fonte :http://www.portuguesconcurso.com/2009/07/sintaxe-exercicios-com-gabarito.html

Ortografia e Pontuação exercícios 10 questões

Posted by Profº Monteiro on maio 21, 2016
Gerbera, Flor, Pétalas, Branco, Flor Branca, Fechar

Ortografia e Pontuação


1) Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao emprego da crase.


a) Sentou-se à mesa, abriu uma das gavetas, remexeu papéis...

b) Perfuraram-se vários lugares, à procura de alguma jazida de pedras preciosas.

c) Viajava semanalmente à Brasília para conseguir recursos federais.

d) Sua jaqueta de couro é semelhante à que comprei numa loja do shopping.



2) Em um dos períodos abaixo, há uma vírgula usada erradamente no lugar do ponto-e-vírgula. Assinale-o:

a) Avançamos pela praia, que já não era como a outra. Os pés afundavam na arei fofa, canavial não se via, só coqueiro.

b) As crianças estavam alvoraçadas e correram para o jardim, o palhaço já tinha chegado e, alegremente, pusera-se a cantar.

c) Às vezes, eu quero chamar sua atenção para esse problema, ele, porém, não permite que se toque no assunto.

d) Sempre fiel a seus princípios, o velho indígena recusou a ajuda dos missionários, convocou os guerreiros e decidiram partir dali.



3) As palavras após e órgãos são acentuadas por serem respectivamente:

a) paroxítona terminada em s e proparoxítona

b) oxítona terminada em o e paroxítona terminada em ditongo

c) proparoxítona e paroxítona terminada em s

d) monossílabo tônico e oxítona terminada em o, seguida de s



4) "Podem me chamar de porco chauvinista. Mas feminista ao volante me tira do sério." Este trecho admite algumas outras pontuações. Assinalar a alternativa cuja pontuação seja inadmissível.


a) Podem me chamar de porco chauvinista, mas feminista ao volante me tira do sério.

b) Podem me chamar de, porco chauvinista. Mas feminista ao volante me tira, do sério.

c) Podem me chamar de porco chauvinista, mas feminista, ao volante, me tira do sério.

d) Podem me chamar de porco chauvinista. Mas feminista, ao volante, me tira do sério.


5) Assinale a alternativa em que a palavra sublinhada foi empregada erroneamente:


a) O Diretor-Geral retificou a Portaria 601 que fora publicada com incorreções.

b) Este assunto é confidencial, conto, portanto, com sua descrição.

c) O Superintendente da Receita Federal deferiu aquele nosso pedido.

d) Recuso-me a defender aquele réu, pois foi pego em flagrante.


6) Verifique em cada uma, a alternativa correta, considerando, também, erros de ortografia e acentuação. Não há erros de pontuação.

a) A lua circular, pasma, evanescente, surge vaga detraz do nevoeiro denso.

b) A lua circular, pasmada, evanescente, surge vaga detras do nevoeiro denso.

c) A lua circular, pasmada, evanescente, surge vaga detrás do nevoeiro denso.

d) A lua circular, pasma, evanecente, surge vaga detraz do nevoeiro denso.


7) A alternativa em que a pontuação está CORRETA é:


a) O padrão culto do idioma, além de ser uma espécie de marca de identidade, constitui recurso imprescindível para uma boa argumentação. Ou seja: em situações em que a norma culta se impõe, transgressões podem desqualificar o conteúdo exposto e até mesmo desacreditar o autor.

b) O padrão culto do idioma - além de ser uma espécie de marca de identidade -, constitui recurso, imprescindível, para uma boa argumentação. Ou seja: em situações, em que a norma culta se impõe, transgressões podem desqualificar o conteúdo exposto e até mesmo desacreditar o autor.

c) O padrão culto do idioma, além de ser uma espécie de marca de identidade, constitui recurso imprescindível para uma boa argumentação, ou seja, em situações em que a norma culta, se impõe transgressões, podem desqualificar o conteúdo exposto e até mesmo desacreditar o autor.

d) O padrão culto do idioma, além de ser uma espécie de marca de identidade constitui recurso imprescindível para uma boa argumentação; ou seja: em situações em que a norma culta se impõe, transgressões podem desqualificar o conteúdo exposto e, até mesmo, desacreditar o autor...


8,) Assinale a alternativa que preencha corretamente os espaços em branco da frase:

"O sítio fica ____ esquerda de quem desce a rua, ____ três quadras da avenida principal."

a) a - a

b) à - à

c) à - a

d) a - à


9) Qual das alternativas abaixo apresenta pelo menos uma palavra que deveria ser escrita com X?

a) Salsicha - cachimbo.

b) Capichaba - richa.

c) Brecha - pechincha.

d) Chalé - colcha.


10) É preciso suprimir a(s) vírgula(s) da frase:


a) Tão logo analisada, a medida gerou uma cadeia de diferentes reações.

b) Discussões e polêmicas, como se sabe, são inerentes à vida democrática.

c) Em muitos outros países, como no nosso, a medida alcançou grande repercussão.

d) Não há como não esperar, que haja tantas reações a uma medida tão intempestiva.


GABARITO


1= C

2= C

3= B

4= B

5= B

6= C

7= A

8= C

9= B

10= D

morfossintaxe? O que é ?

Posted by Profº Monteiro on maio 21, 2016

Escola, Conselho, Vazio, Ardósia


A morfologia refere-se à classe gramatical de uma palavra (substantivo, adjetivo, artigo, pronome, numeral, advérbio, preposição, conjunção, interjeição). A sintaxe refere-se à função sintática dessas palavras, isto é, a função que exercem na oração. Morfossintaxe é o estudo da relação entre a classe gramatical de uma palavra e sua função sintática na oração.


Exemplos:

Os alunos foram vencedores.


Morfologicamente, temos:

Os - artigo definido (plural)
alunos - substantivo
foram - verbo ser (flexionado no pretérito perfeito do modo indicativo)
vencedores - neste contexto representa um adjetivo, mas pode também atuar como substantivo.

Sintaticamente, concluímos que:
Os alunos - sujeito simples
foram vencedores - predicado nominal, em função do verbo de ligação
vencedores - predicativo do sujeito.

Exercícios com as respostas sobre substantivos

Posted by Profº Monteiro on maio 21, 2016

Robô, Flor, Tecnologia, Futuro, Robótica, Inteligência


Exercícios sobre substantivos com as respostas


1. Separe, das frases abaixo, os substantivos próprios e os comuns, escrevendo-os no quadro.
1.      O motorista do ônibus era Antônio.
2.      O Jornal do Brasil deu a notícia do assalto.      
3.      Os legumes caíram no chão.
4.      Benito, Iara e Marli já leram o texto em Recife.
5.      Era sempre festa quando o professor Celso chamava os sobrinhos e os netos para contar-lhes histórias.
6.      Cláudia, Helena, José e Joaquim atendiam ao avô, com muita alegria.
7.      Eles gostavam de ouvir as mesmas lendas: Saci Pererê, Negrinho do Pastoreio.
8.      As lendas de índios e as histórias fantásticas dos escravos trazidos da África eram as histórias preferidas.

Substantivos próprios
Substantivos comuns
Antonio, Jornal do Brasil, Benito, Iara, Marli, Recife, Celso, Cláudia, Helena, José, Joaquim, Saci Pererê, Negrinho do Pastoreio, África,
Motorista, ônibus, notícia, assalto, legumes, chão, texto, festa, professor, sobrinhos, netos, histórias, avô, alegria, lendas, índios, escravos,


2. Leia com atenção as frases abaixo e sublinhe todos os substantivos que encontrar. Depois os separe colocando-os na coluna em que se classificam.
a. Coruja e águia, depois de muita briga, resolveram fazer as pazes.
b. A paz é fruto da justiça.
c. Os passarinhos formam seus ninhos com palha e gravetos.


Substantivos concretos
Substantivos abstratos
coruja, águia, fruto, passarinho, ninho, palha, gravetos
                     briga, pazes, paz, justiça.


3. Identifique os substantivos existentes nas frases e classifique-os em próprios ou comuns, concretos ou abstratos:
a) Alberto é engenheiro e ele construiu uma barragem na represa.
b) A saudade, a alegria, a tristeza e o medo são emoções.
c) Mário examinou o telhado e substituiu as telhas quebradas.
d) Fernando foi de navio para Portugal.
a)  Alberto – substantivo próprio, concreto; engenheiro, barragem, represa – substantivo comum concreto
b) saudade, alegria, tristeza, medo – substantivo comum abstrato
c) Mário – substantivo próprio concreto; telhado, telhas – substantivo comum concreto
d) Fernando, Portugal – substantivo próprio concreto; navio  – substantivo comum concreto

4. Derive substantivos abstratos a partir dos adjetivos e verbos abaixo:

ADJETIVOS
Rápido- rapidez
VERBOS
Reter- retenção
Triste- tristeza
Difícil- dificuldade
Pensar- pensamento
Adquirir- aquisição
Mole- moleza
Veloz- velocidade
Fingir- fingimento
Decepcionar- decepção
Grande- grandeza
Bela- beleza
Lamentar- lamento, lamentação
Inverter- inversão
Esperto- esperteza
Feia- feiura
Correr- corrida, correria
Conceder- concessão
Leve- leveza
Alegre- alegria
Salvar- salvação, salvamento
Repetir- repetição
Nobre- nobreza
Feliz- felicidade
Compreender- compreensão
Pretender- pretensão
Miúdo- miudeza
Contente- contentamento
Deter- detenção
Admitir- admissão


5Sublinhe os substantivos simples e circule os substantivos compostosexistentes nas frases:
a) Henrique foi à feira e trouxe um cacho de (banana-maçã).
b) Na festa, havia (pão-de-ló), cocada(olho-de-sogra), (baba-de-moça) egoiabada.
c) Sei que é lindo o  (girassol), mas não abra a janela porque entram os(pernilongos).
d) O (porta-mala) está tão cheio que foi difícil fechá-lo.

6. Forme substantivos derivados de:
pedra – pedreiro, pedregulho, pedraria, pedrada                sol – solar                      livro – livraria, livreiro       rio – riacho                               flor – florista, floreira          rei – reino, reinado           jardim – jardineiro      banana – bananeira, bananada, bananal                mar – maresia, maremoto, marinheiro                       máquina – maquinário, maquinista      jornal – jornaleiro, jornada                 dia – diarista, diário, diurno
7. Encontre os substantivos primitivos que dão origem aos derivados abaixo:
pobreza – pobre                leiteiro – leite                 porteiro – porta                paliteiro – palito          ansiedade –ânsia               mangueira – manga        cavaleiro – cavalo            peixeiro – peixe      cachorrada – cachorro      camponesa –campo       asneira – asno

8. Reescreva as frases abaixo, substituindo a palavra em negrito, pelo substantivo coletivo correspondente, fazendo as alterações necessárias:
a) Os artistas da novela saíram atrasados.   O elenco da novela saiu atrasado.
b) Os navios de guerra voltaram ao mar. A esquadra voltou ao mar.
c) Os jurados se reuniram na sala secreta. O júri se reuniu na sala secreta.

9. Preencha as lacunas com os substantivos coletivos convenientes:
a) Fui à   biblioteca   e encontrei um bom livro para minha pesquisa.
b) As estrelas que formam a    constelação do Cruzeiro do Sul são cinco, formando uma cruz.
c) A    esquadra     de Cabral chegou ao Brasil em 1500.
d) A     esquadrilha      de aviões brasileiros sobrevoou a cidade durante muitas horas.
e) Dei um     ramalhete     de rosas à minha mãe.
f) Ganhei um    álbum    contendo fotos de quando eu era criança.
g) O enxame          de abelhas africanas zumbiam assustadoramente.
h) Naqueles rios encontram-se    cardume     de peixes grandes.
i) A     flora     brasileira apresenta vegetação variada.
j) Grande    multidão, caravana    de retirantes invadiu a cidade.

fonte:http://escoladunas.blogspot.com.br/2011/07/exercicios-sobre-substantivos-com-as.html

VOZES VERBAIS

Posted by Profº Monteiro on maio 20, 2016
voz verbal indica se o sujeito gramatical é agente ou paciente da ação expressa pelo verbo. Existem três vozes do verbo ou vozes verbais no português: a voz ativa, a voz passiva e a voz reflexiva.

Voz ativa

O verbo está na voz ativa quando o sujeito gramatical é o agente da ação, ou seja, quando o sujeito gramatical pratica a ação verbal.
Exemplos:
  • Mariana leu o livro.
  • A avó fez o almoço.
  • O professor corrigiu as provas dos alunos.

Voz passiva

O verbo está na voz passiva quando o sujeito gramatical é o paciente da ação, ou seja, quando o sujeito gramatical sofre a ação verbal, praticada pelo agente da passiva.

Exemplos:
  • O livro foi lido por Mariana.
  • Leu-se o livro.
  • O almoço foi feito pela avó.
  • Fez-se o almoço.
  • As provas dos alunos foram corrigidas pelo professor.
  • Corrigiram-se as provas.
Existem dois processos distintos de formação da voz passiva: oanalítico e o sintético.

Voz passiva analítica

É formada por um verbo auxiliar (normalmente o verbo ser), mais o particípio de um verbo transitivo, seguindo quase sempre a estrutura: sujeito paciente + verbo auxiliar + particípio + preposição + agente da passiva.
Exemplos:
  • A dança foi coreografada por ela.
  • As capas dos cadernos foram enfeitadas pelas crianças.
  • Os pacientes serão atendidos pelo médico logo que possível.
Exemplo de conjugação na voz passiva analítica:
Verbo vender no pretérito perfeito do Indicativo:
(Eu) fui vendido
(Tu) foste vendido
(Ele) foi vendido
(Nós) fomos vendidos
(Vós) fostes vendidos
(Eles) foram vendidos
Notas:
  • Além do verbo ser, existem outros verbos auxiliares que, embora menos frequentes, podem formar a voz passiva analítica, como os verbos estar, ficar, andar, viver,…
  • Normalmente é utilizada a preposição por, ou suas formas contraídas (pelo, pela, pelos, pelas), para a formação da voz passiva analítica.

Voz passiva sintética

É formada por um verbo transitivo conjugado na 3.ª pessoa do singular ou do plural mais o pronome apassivador se, seguindo quase sempre a estrutura: verbo transitivo + pronome se + sujeito paciente.
Exemplos:
  • Vendem-se limões.
  • Cantam-se canções.
  • Finalizou-se o acordo.

Voz reflexiva

O verbo está na voz reflexiva quando o sujeito gramatical é ao mesmo tempo agente e paciente da ação, ou seja, quando o sujeito gramatical pratica e sofre a ação verbal. É formada por um verbo na voz ativa mais um pronome oblíquo reflexivo (me, te, se, nos, vos, se), atuando como objeto. A voz reflexiva pode ser recíproca, ou seja, quando há dois sujeitos que praticam a ação um no outro.
Exemplos:
  • A menina penteia-se todos os dias.
  • O cozinheiro feriu-se com a faca.
  • Nós olhamo-nos no espelho.
  • Eles olharam-se longamente antes de se abraçarem.
  • Pedro e Bianca amam-se muito.
Exemplo de conjugação reflexiva:
Verbo sentar no presente do Indicativo:
(Eu) sento-me
(Tu) sentas-te
(Ele) senta-se
(Nós) sentamo-nos
(Vós) sentai-vos
(Eles) sentam-se

Passagem da voz ativa para a voz passiva analítica

Voz ativa: O arquiteto desenhou o esboço do edifício.
Voz passiva analítica: O esboço do edifício foi desenhado pelo arquiteto.
Voz ativa:
Sujeito da ativa: o arquiteto
Verbo transitivo: desenhou
Objeto direto: o esboço do edifício
Voz passiva analítica:
Sujeito da passiva: o esboço do edifício
Locução verbal: foi desenhado
Agente da passiva: o arquiteto
Mudanças que ocorrem:
O sujeito da voz ativa se transforma em agente da passiva.
O objeto direto da voz ativa se transforma no sujeito da passiva.
O verbo transitivo da voz ativa se transforma em locução verbal (verbo auxiliar ser + particípio do verbo principal).

Passagem da voz ativa para a voz passiva sintética

Voz ativa: O arquiteto desenhou o esboço do edifício.
Voz passiva sintética: Desenhou-se o esboço do edifício.
Voz ativa:
Sujeito da ativa: o arquiteto
Verbo transitivo: desenhou
Objeto direto: o esboço do edifício
Voz passiva sintética:
Sujeito da passiva: o esboço do edifício
Verbo transitivo: desenhou
Partícula apassivadora: se
Mudanças que ocorrem:
O objeto direto da voz ativa se transforma no sujeito da passiva.
O sujeito da voz ativa se transforma na partícula apassivadora se, não havendo agente da passiva.