Escolhendo uma boa Gramática da Língua Portuguesa

Posted by Profº Monteiro on maio 08, 2016

Todo estudante da Língua Portuguesa, seja ele concursando, vestibulando, graduando ou estudante do Ensino Médio, no decorrer de seus estudos, depara-se com dúvidas comuns, como “qual a melhor gramática?”, ou, “qual devo comprar?”.

Embora possa parecer óbvia, esta não é uma pergunta fácil de responder. Antes de chegar à resposta, é preciso conhecer o perfil do estudante e o objetivo de seus estudos. Só assim será possível recomendar aquela gramática mais adequada às suas necessidades.

LINHAS TEÓRICAS: GRAMÁTICA NORMATIVA OU GRAMÁTICA DESCRITIVA

Antes de mais nada, é preciso saber que não há apenas uma gramática, ou uma maneira de ensinar a gramática, mas, diversas. Existem as mais tradicionais, com metodologia consagrada pelo tempo e pelo prestigio social que desfruta entre os falantes da língua, e ainda aquelas mais modernas e revolucionárias quanto à didática do ensino do idioma, resultado de novas abordagens linguísticas.

Da mesma maneira que a linguagem se transforma ao longo do tempo, a gramática também muda. Atualmente, as principais linhas teóricas são a Tradicional e a Descritiva.

A Gramática Tradicional trata problemas de linguagem que não existem mais, estando com a maioria de seus conceitos teóricos desatualizados em relação aos atualmente adotados pela Linguística. Embora a Gramática Tradicional reconheça a sociolinguística e a variação dos dialetos, renega-os.

No que se refere à linguagem oral e suas variantes, a Gramática Descritiva destaca-se, por levar em conta a linguagem como um fenômeno em evolução. Entretanto, apesar de moderna, a Gramática Descritiva adota um discurso mais científico, trabalhando a língua como objeto de estudo e pesquisa. Já a Gramática Tradicional tem obtido maior sucesso no ensino, por apresentar um enfoque pedagógico.

Apesar das diferenças, cada uma tem suas vantagens e desvantagens e, muitas vezes explicam e completam-se.

Não é nossa intenção pôr o estudante no meio desse “fogo cruzado”, mas, elucidar aquela dúvida na hora de decidir entre qual delas utilizar.

Entre normativas/prescritivas ou descritivas, básicas, intermediárias ou avançadas, etc., selecionei algumas gramáticas famosas e explico a diferença entre elas:

NÍVEL AVANÇADO - ENSINO SUPERIOR




Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Celso Cunha e Lindrey Cintra

Segue a linha teórica descritiva. Usa uma linguagem clara e atual. Indicada para estudantes do Curso Superior e professores como material de apoio. Nível avançado.



Moderna Gramática Portuguesa, de Evanildo Bechara

Também possui uma abordagem descritiva. Título constante na maioria das bibliografias de concursos públicos. No entanto, é mais indicada como um livro de referência e consulta, e não para estudo diário, pois é bastante profunda e sua linguagem rebuscada. Como a gramática de Celso Cunha, esta é indicada para estudantes do Curso Superior e professores como material de apoio. Nível avançado.



Fundamentos de Gramática do Português, de José Carlos de Azeredo


Organizada em 2 partes: I. Natureza, estrutura e funcionamento da linguagem; II. Estrutura da forma gramatical: Fonética e Fonologia, Morfologia, Sintaxe.

Apresenta uma proposta renovadora do ensino do português, levando à observação dos fatos da língua. Indicada para professores, pesquisadores e estudantes de Letras.

NÍVEL INTERMEDIÁRIO - CONCURSOS PÚBLICOS





Gramática para Concursos, de Marcelo Rosenthal

Traz uma abordagem teórica básica de todos os principais conteúdos sempre presentes em concursos, além de vários exercícios com gabaritos minuciosamente comentados. Rosenthal também apresenta comparações entre os conceitos dos principais gramáticos, como Evanildo Bechara, Celso Cunha e Rocha Lima. Há um capítulo sobre interpretação de texto e tipologia textual. Apesar da quantidade de questões, o livro deixa a desejar quanto a explicação em alguns momentos.






Gramática da Língua Portuguesa para Concursos e Vestibulares, de Nilson Teixeira de Almeida


Transversal a todas as bancas examinadoras, inclusive, bancas de concursos vestibulares, colégios técnicos e militares. Com uma linguagem clara, vai direto ao assunto. Este, particularmente, considero um livro bem completo, tanto para estudantes de Nível Médio, como para candidatos a concursos públicos e vestibulares. É uma gramática de nível intermediário, para quem deseja se aprofundar. (Junto da gramática do Celso Cunha, atualmente esta é a minha gramática predileta!).





Gramática Completa para Concursos e Vestibulares, de Nilson Teixeira de Almeida

Destaca-se pelo enfoque bem didático. Possui um formato compacto, por isso mesmo, talvez, não seja tão completa como a anterior. Em compensação, traz 500 questões com gabarito comentado.


NÍVEL BÁSICO - ENSINO MÉDIO

Para estudantes do Ensino Médio e candidatos a concursos militares do mesmo nível, cito alguns nomes:






Curso Prático de Gramática - Vol. Único - Edição Reformulada, de Ernani Terra

Esta é ideal para quem precisa começar ou recomeçar os estudos de Português. Seu conteúdo é abrangente e a linguagem fácil. Os textos são atraentes e as explicações bem didáticas, com algumas observações sobre a linguagem cotidiana. É bem colorida e ilustrada, por isso, atraente para os mais jovens.



Novíssima Gramática Ilustrada, de Luiz Antonio Sacconi


Esta é uma gramática considerada tradicional e conservadora. Saconni é apontado por linguistas como dogmático, autoritário e sua abordagem didática, preconceituosa. Apesar de tudo, há quem goste e recomende. Pesquise, compare e tire suas próprias conclusões.





Gramática da Língua Portuguesa, de Pasquale Cipro Neto e Ulisses Infante

Professor Pasquale é conhecido por ensinar o padrão culto do português de forma rigorosa. Com uma proposta prescritiva, Gramática da Língua Portuguesa trabalha os conteúdos gramaticais através de exemplos pautados em textos literários, jornalísticos e publicitários, utilizando o que os autores consideram exemplos de um português "correto". Boa para estudantes do Ensino Médio.




Português Urgente, de Reinaldo Pimenta

Com um método simples e rápido, esta gramática consegue realmente aquilo que propõe. A didática é inovadora para quem deseja aprender, mas não precisa de aprofundamentos teóricos. Destaque para os esquemas apresentados. Recomendo, após seu estudo, seguir para uma de nível intermediário, como as do Nilson Teixeira.


CONCLUSÃO


Resta-nos dizer que, com tantas possibilidades de títulos disponíveis para os estudantes e candidatos a concursos e vestibulares, fica realmente difícil decidir comprar uma gramática adequada. Lembramos que todas as gramáticas recomendadas aqui são sugestões pessoais, que não devem ser tomadas como a última palavra. Também é válido dizer que um único livro não consegue abordar todas as possibilidades de uma língua. Para ter um conhecimento mais completo, o ideal é consultar sempre mais de um autor. Apesar da sua importância, o livro somente não garante aprovação. Entretanto, não é a aquisição desse ou daquele livro que garante a alguém a aprovação. Não há milagres ou fórmulas sendo vendidos em livraria alguma. O profissional apto a conduzir os alunos em seus estudos é o professor. O livro é apenas um recurso, um suporte. O segredo ainda é dedicar-se e estudar muito.


Professor Fábio Cezar
postado originalmente em : http://lcsax.blogspot.com.br/2013/08/escolhendo-uma-boa-gramatica-da-lingua.html

Dicas de Português

Posted by Profº Monteiro on maio 08, 2016


1ª) Alerta OU alertas?


Leitor quer saber se “eles precisam ficar mais alerta OU alertas”.
O correto é “eles precisam ficar mais alerta”.


Nessa frase, ALERTA é advérbio, por isso não se flexiona (gênero e número).
ALERTA vai para o plural quando funciona como adjetivo: “pessoas alertas”, “soldados alertas”.


ALERTA pode ser também um substantivo masculino (= sinal, ordem, aviso para estar vigilante): “Deu vários alertas”.


2ª) Patriota OU patriótico?


Leitor quer saber qual a forma correta: “Precisamos de dois voluntários patrióticos OU patriotas”. O mais adequado é “voluntários patriotas”.


A princípio, patriota e patriótico podem ser dois adjetivos sinônimos. Na prática, a diferença é que usamos PATRIOTA para “quem ama a pátria” e patriótico para tudo aquilo que é “relativo à pátria”: “voluntários patriotas”, “cidadão patriota”; “sentimentos patrióticos”, “ato patriótico”.


3ª) Super-terça OU superterça?


Com ou sem hífen?


Com os prefixos INTER, HIPER e SUPER, só usamos hífen se a palavra seguintecomeçar por “H” ou “R”: inter-regional, inter-racial, hiper-humano, hiper-resistente, super-herói, super-homem, super-reação, super-requintado…


Assim sendo, devemos escrever SUPERTERÇA sem hífen, “tudo junto” como se diz popularmente. Esta regra não será alterada com a nova reforma ortográfica.


4ª) Infartar OU enfartar?


Tanto faz. Nossos principais dicionários e o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, publicado pela Academia Brasileira de Letras, registram as duas formas.


Para o substantivo, há registro de quatro formas: infarte, infarto, enfarte e enfarto.


5ª) Migrar OU emigrar OU imigrar?


Leitor quer saber qual é a forma correta.
A melhor resposta é “depende do caso”.


EMIGRAR é “sair de um país para viver em outro”: “Todo ano muitos brasileiros emigram para osEstados Unidos”. O prefixo “e(x)-“ significa “movimento para fora”: emergir, exportar, externar, expulsar;


IMIGRAR é “entrar, estabelecer-se em país estrangeiro”: “Muitos japoneses imigraram para São Paulo”. O prefixo “i(n)-“ significa “movimento para dentro”: imergir, importar, internar, ingerir.


MIGRAR é “mudar de lugar, região, país…” Isso significa que podemos usar o verbo MIGRAR como sinônimo de EMIGRAR e IMIGRAR. Quando não houver a idéia de “entrada ou saída”, só a de “movimento, mudança”, o mais adequado é usar o verbo MIGRAR: “Durante o inverno muitas aves migram para o hemisfério sul”.


6ª) Zoar OU divertir?


Leitor quer saber se são palavras sinônimas.
Vejamos o que dizem os dicionários:


a) ZOAR = “fazer grande ruído, emitir ou produzir som forte e confuso”. No Brasil, no uso informal, é usado com o sentido de “fazer troça de, rir de alguém ou fazer-lhe uma brincadeira, por divertimento; caçoar, gozar”.


b) DIVERTIR ou DIVERTIR-SE = “entreter(-se) com brincadeiras, distrair(-se); rir ou fazer rir; alegrar(-se)”.


Em razão disso, chegamos à conclusão de que não são palavras sinônimas. Dizer que “os alunos estão se divertindo com os colegas” não significa que estejam “zoando dos colegas”.


7ª) Oxímoro OU oximoro?


Leitor quer saber a correta pronúncia: proparoxítona (com acento agudo no “i”) ou paroxítona (sem acento gráfico).


A pronúncia oficial recomendada pelos dicionários é a de paroxítona e com timbre aberto na sílaba tônica (/mó/). Em razão disso, devemos escrever sem acento gráfico: oximoro.


Oximoro é palavra de origem grega. É uma “figura em que se combinam palavras de sentido oposto que parecem excluir-se mutuamente, mas que, no contexto, reforçam a expressão: obscura claridade, música silenciosa”.



G1.com

PARA VOCÊ

Posted by Unknown on maio 08, 2016
É sempre assim... tropeçado, caindo, tombando
De um lado, de outro... apoiado, apoiando..
Nem sempre sorrindo, muito chorando..
Gritando, calado... nada de murmúrios, nem queixas
É sempre assim... da forma certa ou errada.
Com ajuda de alguém mais sábio ou sozinho
Vencendo ou sendo vencido
É sempre assim...
E não pode ser diferente..
Se socar o muro, ele não cai, mas a mão sente..
E a lembrança vai fazer recordar que falar,
É melhor que socar..
Não tem outro jeito..
É sempre assim..
Aprendizagem, por Amor e Respeito, ou
Por Dor e Sofrimento
Mas nunca faltará a lição...

Lu Reis

Exercícios sobre Substantivo na construção do texto

Posted by Profº Monteiro on maio 07, 2016

Leia esta tira da "Suriá", de Laerte, para responder às questões de 1 a 3:

1. Suriá está escrevendo um poema para seu amigo camelo. Ela e seu tio Top pensam em várias palavras para usar no poema.
a) A que tipos de substantivos correspondem essas palavras?
b) O que essas palavras têm em comum?

2. Camelo é um substantivo simples, pois se aplica a todos os camelos. Qual é, nessa tira, o substantivo próprio que nomeia um camelo em particular?

3. A palavra aniversário pode ser substantivo concreto e substantivo abstrato, dependendo da situação em que é empregada.
a)Na situação em que foi empregada, ela é substantivo concreto ou abstrato?
b) Dê outros exemplos em que essa diferença fique clara.

4. Desafio: Os substantivos saída e luta também podem ser concretos ou abstratos, dependendo da situação em que são empregados. Crie frases em que essas diferenças fiquem claras.

5. Observe o emprego dos substantivo homem nestas frases:
a) O homem já pisou na Lua e agora deseja chegar a Marte.
b) A diferença entre o homem e a mulher não está apenas na constituição física; está também nas características psicológicas de cada sexo.
c) Esse menino já está ficando homem e ainda não aprendeu a arrumar a cama?
d) Não me desafie! Eu sou muito homem para pegar essa pedra sozinho.

Que sentido o substantivo homem tem em cada um desses contextos?

CEREJA e MAGALHÃES, Português: Linguagens - 6º ano. 

Atividades: Substantivos, Adjetivos, Numeral e Verbos

Posted by Profº Monteiro on maio 07, 2016

1. Leia a fábula "O lobo e o burro"

Um burro estava comendo quando viu um lobo escondido espiando tudo o que ele fazia. Percebendo que estava em perigo, o burro imaginou um plano para salvar a pele. Fingiu que era aleijado e saiu mancando com a maior dificuldade. Quando o lobo apareceu, o burro todo choroso contou que tinha pisado num espinho pontudo.
– Ai, ai, ai! Por favor, tire o espinho de minha pata! – implorou. – Se você não tirar, ele vai espetar sua garganta quando você me engolir.
O lobo não queria se engasgar na hora de comer seu almoço, por isso quando o burro levantou a pata ele começou a procurar o espinho com todo o cuidado. Nesse momento o burro deu o maior coice de sua vida e acabou com a alegria do lobo. Enquanto o lobo se levantava todo dolorido, o burro galopava satisfeito para longe dali.
Moral: Cuidado com os favores inesperados.


a) Quais são as personagens da história?
b) Que plano o burro inventou para se salvar do lobo? Por quê?
c) Quando o burro conseguiu o que queria, que fez ele com o lobo?
d) De quem é a fala “Ai, ai, ai! Por favor, tire o espinho de minha pata!” no texto?
e) No texto, o narrador aparece ou não na história? Ele é narrador-personagem ou narrador-observador?

2. Na oração “Um burro estava comendo quando viu um lobo escondido” há dois substantivos comuns. Retire-os.

3. Retire o adjetivo presente na oração “Fingiu que era aleijado” e a quem se refere no texto.

4. Nas orações “O lobo se levantava todo dolorido” e “O burro galopava satisfeito” há dois adjetivos. Retire-os e informe a qual substantivo cada um deles está se referindo.

5. Retire de ”Um burro estava comendo” uma locução verbal.

6. Em “O burro imaginou um plano” há um verbo. Transcreva-o e informe a que conjugação pertence.

7. Leia: “Enquanto o lobo se levantava todo dolorido, o burro galopava satisfeito para longe dali”.
a) Quais são os verbos das orações?
b) Em que tempo se encontram?

8. Transcreva do primeiro parágrafo do texto dois verbos que estejam no gerúndio.

9. Em que modo se encontra o verbo da oração “Se você não tirar”? Indicativo ou subjuntivo?

a) Transcreva dos quadrinhos alguns verbos que estão no pretérito imperfeito.
b) Como ficariam esses verbos se forem colocados no futuro do presente?
c) O que Jon quis dizer com “fazia o som de uma tuba”?

11. Leia a tirinha.
a) Na tirinha há alguns pronomes indefinidos. Transcreva apenas três deles.

b) Quais são os pronomes possessivos que estão no 2º e 4º quadrinhos?
c) Que característica é dada ao substantivo cimento? E a que classe de palavras pertence?

12. Observe as orações e informe se elas pertencem a voz ativa, passiva ou reflexiva.
a) Motoristas abordados em blitze da Lei Seca no Rio de Janeiro não fazem o teste do bafômetro.
b) Pesquisa sobre hábitos etílicos é realizada pelo governo.
c) Galo vence o Palmeiras.
d) As crianças se sujam rapidamente.
e) Pagamentos a ONG’S são suspensos pelo governo.

Fonte: http://aprendaportugueson.blogspot.com.br/



Exercícios sobre Substantivos

Posted by Profº Monteiro on maio 07, 2016

Leia esta tira "As Cobras", de Luis Fernando Veríssimo, para responder às questões 1 a 3:

1. No 2º quadrinho, na fala da cobrinha, há um substantivo composto.
a) Essa palavra está grafada de acordo com as normas ortográficas da língua? Justifique sua resposta.
b) Considerando as regras de flexão de número dos substantivos compostos, qual é o plural dessa palavra? Justifique sua resposta.

2. Observe a situação retratada na tira e responda:
a) Qual é a provável relação existente entre as personagens?
b) Considerando o locutor do 2º quadrinho, por que, na sua opinião, o cartunista colocou entre aspas o substantivo composto?

3. Observe o 3º e 4º quadrinhos e responda:
a) O adulto responde à pergunta das crianças?
b) Por que, na sua opinião, isso acontece?

4. Muitos substantivos assumem significados de acordo com o contexto em que estão inseridos. Considerando o contexto, dê o significado do substantivo destacado nos conjuntos de frases a seguir.
a) "Nosso céu tem mais estrelas"
b) Não desanime, meu filho, confie em sua estrela.
c) Cientista mundialmente reconhecido, Pedro é uma estrela entre seus pares.
d) Fernanda Montenegro é uma estrela do cinema e do teatro nacionais.
e) Nos filmes Uma Linda Mulher e O Casamento de Meu Melhor Amigo, a estrela é Julia Roberts.

CEREJA e MAGALHÃES, Português: Linguagens 2 

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1) Alguns substantivos apresentam uma forma para o masculino e outra, para o feminino.
a) Como se faz o feminino do substantivo cabrito?
b) Qual o masculino do substantivo mulher?
c) Identifique, no 2º quadrinho da tira, três substantivos masculinos.
d) Com base nas respostas às perguntas anteriores, conclua: No português, existe um único modo de formar o feminino dos substantivos?

2) Na tira, os substantivos "formas" e "nuvens" estão no plural. Como se fez a flexão dos substantivos, isto é, o plural dessas palavras?

3) Acrescentado os sufixos –ão / – ona e – inho / –inha, forme o aumentativo e o diminutivo dos substantivos pastel, mulher e foca.

4) O ratinho comenta: “Bom esse seu Baratox”. O que ele está insinuando? Justifique sua resposta

5) Em quais das sequências o plural de todos os substantivos compostos está de acordo com a variedade padrão da língua? Indique-as e depois reescreva adequadamente os substantivos que estão flexionados em descordo com a variedade padrão.
a) lenga-lengas, abaixo-assinados, alto-falantes, quartas-feiras
b) bem-te-vis, pés-de-meia, públicos-alvo,corre-corres
c) salário-mínimos, decretos-lei, segundas-feira, bem-te-vis
d) cartões-postais, cirurgiões-dentistas, quebra-cabeças, para-raios
e) vales-transportes, curto-circuitos, portas-mala, toca-fitas

6) Nos substantivos compostos, a palavra guarda pode ser forma verbal (do verbo guardar) ou substantivo. Para identificá-la morfologicamente, é útil fazer seguinte observação: se o segundo elemento for substantivo, guarda é verbo; se o segundo elemento for adjetivo, guarda é substantivo. Com base nessa distinção, dê o plural dos seguintes substantivos compostos:
a) O guarda-roupa
b) O guarda-costas
c) O guarda-noturno
d) O guarda-chuva

Exercícios sobre Pronomes

Posted by Profº Monteiro on maio 07, 2016

Exercícios sobre Pronomes

Leia esta tira do "Níquel Náusea", de Fernando Gonsales:

1. Há na tira algumas palavras que indicam as pessoas que participam da ação discursiva, substituindo-as.
a) No 1º quadrinho, que palavra substitui a palavra "Níquel"?
b) No 2º e no 3º quadrinho, que palavra substitui a palavra "você"?

2. No 2º quadrinho, na fala de Walt, que palavra indica a 1ª pessoa do discurso, ou seja, a pessoa que fala?

3. Em três situações, as personagens empregam a palavra "meu(s)". O que essa palavra indica: imprecisão, posse ou localização?

4. No último quadrinho, Walt zomba de Níquel, dizendo "Essa é boa".
a) A palavra "essa" é usada para se referir a algo que ainda será dito ou a algo dito anteriormente?
b) A que ela se refere?

5. A barata, no último quadrinho, recria um provérbio popular conhecido: Quando um não quer, dois não brigam.
a) Considerando a posição desse provérbio na tira, o que ele encerra?
b) Que gênero textual geralmente termina dessa mesma forma?

CEREJA e MAGALHÃES, Português: Linguagens 2