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Posted by Profº Monteiro on junho 07, 2014


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Ressurreição



A Mão e a Luva



Helena



Iaiá Garcia



Memórias Póstumas de Brás Cubas



Casa Velha



Quincas Borba



Dom Casmurro



Esaú e Jacó



Memorial de Aires



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Histórias sem data



Várias histórias



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Contos Avulsos



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Gazeta de Holanda



Ocidentais



O Almada



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Ao acaso



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História de quinze dias



História dos trinta dias



Notas semanais



Balas de estalo



Bons dias!



A semana



O jornal e o livro



A reforma pelo jornal



Aquarelas



O Visconde de Castilho



Cherchez la femme



José de Alencar



Joaquim Serra



O futuro dos argentinos



Entre 1892 e 1894



Henrique Chaves



Henrique Lombaerts



O velho Senado


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As forcas caudinas



Hoje avental, amanhã luva



Desencantos



O caminho da porta/O protocolo



Quase ministro



Os deuses de casaca



O bote de rapé



Tu, só tu, puro amor



Não consultes médico



Lição de botânica

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O Passado, o presente e o futuro da literatura



Idéias sobre o teatro



Revista dos teatros



Revista Dramática



A Crítica teatral. José de Alencar: Mãe



Crítica variada - Diário do RJ



Flores e Frutos, de Bruno Seabra



Pareceres - Conservatório Dramático



Homem de Mello e B. Pinheiro – A Constituinte perante a História e Sombras e Luz



Peregrinação pela província de S. Paulo, por A. E. Zaluar



Revelações, de A. E. Zaluar



Dois folhetins. Suplício de uma mulher



O Ideal do crítico



Álvares de Azevedo: Lira dos vinte anos



Crítica teatral



Fagundes Varela – Cantos e fantasias



J.M. de Macedo: O culto do dever



José de Alencar: Iracema



Junqueira Freire: Inspirações do claustro



Porto Alegre: Colombo



Propósito



Castro Alves



Lúcio de Mendonça: Névoas matutinas



Un cuento endemoniado e La mujer misteriosa, de Guilherme Malta



Notícia da atual literatura brasileira: Instinto de nacionalidade



Fagundes Varela



Eça de Queirós: O primo Basílio



Francisco de Castro: Harmonias errantes



A Nova geração



Carlos Jansen: Contos seletos das mil e uma noites



Raimundo Correia: Sinfonias



Alberto de Oliveira: Meridionais



Enéias Galvão: Miragens



L. L. Fernandes Pinheiro Júnior: Tipos e quadros



José de Alencar: O Guarani



Henriqueta Renan



Discursos na Academia Brasileira de Letras



Magalhães de Azeredo: Procelárias



Cenas da vida amazônica, de José Veríssimo



Garrett



Eça de Queirós



Eduardo Prado



Magalhães de Azeredo e Mário de Alencar: Horas sagradas e Versos



Oliveira Lima: Secretário d'el-rei



Joaquim Nabuco: Pensées détachées et souvenirs



Faça o download das Traduções de Machado de Assis:



Suplício de uma mulher



Os trabalhadores do mar



Oliver Twist



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Os imortais



Queda que as mulheres têm para os tolos



Carta ao Sr. Bispo do RJ



Carta à redação da Imprensa Acadêmica



Pedro Luís



A morte de Francisco Otaviano



Secretaria de Agricultura



A Paixão de Jesus



Gonçalves Dias



A Estátua de José de Alencar




VERBOS – TEXTOS

Posted by Profº Monteiro on junho 04, 2014


Atividades educativas de português – Verbos.

























VERBOS – TIRINHAS

Posted by Profº Monteiro on junho 03, 2014


Atividades educativas de português – Verbos.






O cinema na sala de aula Estratégias de trabalho com filmes em sala de aula

Posted by Profº Monteiro on junho 01, 2014





Você não precisa estar no cinema mas pode criar um
clima de cinema que seja favorável ao trabalho com
os filmes. (Na foto, sala de cinema apresentando seqüência
do clássico filme “Casablanca”, estrelado por Humphrey Bogart).


A utilização de filmes em sala de aula depreende etapas prévias a apresentação da produção como já pudemos verificar em outros artigos e também elementos que permitam a utilização dos conteúdos e referências demonstrados a partir da película em trabalhos e avaliações. O elemento mais importante está relacionado, no entanto, a aplicação do filme durante as aulas, ou seja, como o professor pode orientar a ação dos alunos para que os melhores resultados possíveis possam ser atingidos.


Nesse sentido cabe, novamente, a recomendação de um planejamento prévio através do qual o educador tenha clareza quanto aos objetivos relativos à utilização do filme; se a produção será utilizada na íntegra ou apenas alguns trechos da mesma (e quais seriam, nesse caso as seqüências selecionadas); qual a relação entre o filme e os conteúdos que estão sendo trabalhados em sala de aula; que elementos principais devem ser destacados antes, durante e depois da apresentação da película; e, obviamente, as atividades que serão realizadas em função da utilização do filme em correlação de forças com as aulas sobre os temas trabalhados na produção, os materiais didáticos de apoio ao curso além de outros referenciais que eventualmente sejam pedidos ou sugeridos como ponto de apoio para as discussões e projetos fomentados.





Sempre trabalhe filmes que estejam associados aos conteúdos


escolares que estão previstos em seu planejamento e,


de preferência, defina a utilização de produções cinematográficas


no início do ano, como parte dos recursos e referenciais previstos


em sua programação. (Na foto, seqüência de “A Lista de Schindler”,


de Steven Spielberg).


Pensando nisso, os próximos passos relativos à utilização de filmes em sala de aula descritos nesse artigo referem-se à estruturação das aulas quanto às estratégias e metodologias que farão parte das aulas. O que se quer, a princípio, é que as aulas sejam dinâmicas e atraentes para os estudantes. Para que isso ocorra é necessário que se organizem atividades que façam com que o educando participe ativamente dos procedimentos. Trabalhar com pequenos grupos e em situações de simulação da realidade são quesitos importantes para que os filmes possam ser discutidos e gerem produção escrita.


Organização é outra palavra fundamental quando pretendemos trabalhar com grupos de estudantes; todos os detalhes de encaminhamento das atividades têm que ser apresentados antecipadamente para os estudantes. Aulas expositivas são importantes antes de o filme ser apresentado ou logo depois da amostragem dos mesmos.


Aulas expositivas que são apresentadas antes do uso dos filmes têm o propósito de traçar um panorama geral do tema que está sendo estudado. Através dessa prévia dos conteúdos apresentados em aula o educando tem condições de comparar textos utilizados, informações disponibilizadas pelos professores, artigos de revistas especializadas, referências de jornais ou revistas de grande circulação com os filmes.





Associar os filmes a recursos adicionais às aulas, como
artigos de jornais, revistas, materiais obtidos na internet,
leitura de livros paradidáticos, música ou literatura
reforça ainda mais o trabalho de conteúdos na escola
(Na foto, “Frankenstein”, com Robert De Niro, baseado
na clássica obra literária de mesmo nome da inglesa Mary Shelley).

O professor tem que assumir o compromisso de disponibilizar os recursos e mobilizar os alunos não apenas através de seminários, centralizando as ações, mas também, atribuindo responsabilidades e mobilizando os alunos através de atividades que se desenvolvam durante suas aulas que antecedem o uso dos filmes.


Quando os filmes antecedem as aulas expositivas, a função do uso das películas é diferenciada em relação ao caso anteriormente apresentado. Os filmes são utilizados como recurso de chamamento dos educandos ao tema, têm o propósito de despertá-los para os temas em questão, introduzem o assunto em aulas.


Mesmo nesse caso torna-se necessário que os professores procurem orientar as atividades no tocante ao filme, indicando caminhos, lançando questionamentos antes da apresentação do filme, pedindo maior atenção quanto a determinados aspectos da história representada ou intercedendo nos momentos que considere apropriados (se necessário, parando a apresentação do filme em vídeo ou DVD).


Não é recomendável que os estudantes façam anotações durante a apresentação do filme, isso dispersa a atenção dos mesmos para os detalhes da trama, do cenário, dos figurinos e de outros elementos representativos que podem ser utilizados pelo professor em suas atividades posteriores.





Os filmes também podem e devem ser utilizados para o exame
de questões sociais. Esse trabalho deve inclusive levar os professores
a discutir os temas a partir da noção de mundo dos alunos,
estimulando uma participação mais ativa dos mesmos nos
estudos. (Na foto, seqüência do filme “Dois filhos de Francisco”,
produção nacional de grande repercussão entre o público e a crítica).

As aulas expositivas que transcorrerem depois da apresentação devem ser utilizadas para referendar os pontos importantes disponibilizados pelo filme, aprofundar o assunto e introduzir idéias que tenham passado despercebidas, sem que tenham sido mencionadas; novamente, cabe ao professor utilizar os recursos complementares para que suas aulas sejam elucidativas, interessantes e para que a atenção e a participação dos educandos seja contínua.


Se o professor considerar necessário os trechos mais importantes podem ser apresentados mais vezes, depois que as discussões e debates, assim como a redação sobre o material fílmico, já estiverem em curso durante as aulas.


A proposta de trabalho em pequenos grupos tem o objetivo de fazer com que os educandos troquem idéias entre si, despertem uns nos outros a atenção quanto a aspectos que não foram percebidos, discutam questões propostas pelo professor e escrevam sobre o que viram.


A idéia de simulações como proposta de ação nas aulas depois da apresentação do filme tem o propósito de aproximar os temas apresentados nos filmes da realidade vivida pelos alunos, tornando o assunto em questão ainda mais pulsante e vivo para os mesmos. Ambientar as aulas em situações como uma redação de jornal, uma estação de rádio, uma organização não-governamental ou uma secretaria de governo pode estimular os estudantes e fazer com que o resultado final dos trabalhos seja ainda mais interessante.

Diminutivo; adjetivo dando origem a substantivo abstrato [Nossa língua portuguesa]

Posted by Profº Monteiro on junho 01, 2014


Ficha Técnica

Estrutura curricular
Educação Básica::Ensino Médio::Língua Portuguesa::Recursos linguísticos em uso: fonológicos, morfológicos, sintáticos e lexicais
Educação Básica::Ensino Fundamental Final::Língua Portuguesa::Língua oral e escrita: prática de produção de textos orais e escritos
Objetivo
Mostrar a utilização dos diminutivos e as características dos substantivos abstratos
Descrição
Episódio do programa Nossa língua portuguesa, da TV Cultura. Aborda a utilização dos diminutivos e as características dos substantivos abstratos. Apresenta também entrevista com o diretor de cinema Ugo Giorgetti, que discute sobre seu novo filme e a relação entre futebol e linguagem
Observação
Duração: 27 min, 2 s. Colaborador(es): Pasquale Cipro Neto (Apresentador); TV Cultura (Realização). Entrevista com Ugo Giorgetti
Autor
Brasil. Ministério da Educação (MEC)
Fonte do recurso
Licença
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