Atividades sobre Adjunto Adverbial II - 7º ano

Posted by Profº Monteiro on janeiro 20, 2014


O anúncio ao lado faz propaganda de  um canal de tevê por assinatura chamado  Shoptime. Leia-o para responder às questões de 1 a 4.

1. O anúncio é quase todo constituído por  adjuntos adverbiais.
a) Identifique-os e classifique-os.
b) Que tipo de adjunto adverbial predomina no texto? O de tempo.
c) Que relação há entre esse tipo de  adjunto adverbial e o tipo de serviço  que o Shoptime presta?

2. O canal Shoptime apresenta e vende  produtos por telefone. Observe, na  parte superior do anúncio, o emprego  da palavra tentação.
a) O que essa palavra significa?
b) Para você, essa palavra pode ser  associada ao carnaval? Por quê?
c) Na sua opinião, por que, segundo  o anunciante, no canal de televisão  Shoptime também vai ter tentação?
d) Na sua opinião, por que o relógio da  figura está torto, amolecido?

3. Sabendo que esse anúncio foi publicado na revista da NET (serviço de tevê  por assinatura), relacione a imagem  do anúncio ao texto e responda: A  quem esse anúncio pretende atingir?  Por quê?

4. Compare o anúncio ao quadro do pintor surrealista Salvador Dalí, ao lado.
a) Que semelhança você nota entre  eles? A presença de relógios amolecidos.
b) Na sua opinião, essa semelhança  valoriza o anúncio e o leitor?

Fonte: Português: Linguagens — William Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães

Aula sobre Pronomes

Posted by Profº Monteiro on janeiro 17, 2014


O PRONOME
Compare os pares de frases abaixo:
"Eu tentei fazer Susie ficar quieta". / "Eu tentei fazê-la ficar quieta".

"Ajude-me a bolar nomes pros insetos do João". / "Ajude-me a bolar nomes pros meusinsetos".

Pronomes são palavras que substituem ou acompanham um nome, principalmente o substantivo.

Analise este texto, retirado da revista Recreio:

Se fosse um herói, o guaxinim nem precisaria de disfarce, pois ele já nasce com uma máscara ao redor dos olhos. Seu pêlo, que pode ser cinzento ou avermelhado, sempre tem anéis pretos na cauda.
Esses bichos têm seus truques: nadam e escalam árvores muito bem.

Todas as palavras destacadas do texto acima são pronomes. Elas fazem referência a uma outra palavra anteriormente expressa no texto. Qual é essa palavra?

EXERCÍCIOS
1. Leia esta piada:
E Cabral descobriu o Brasil. Na madrugada seguinte o grumete foi acordá-lo:
– Dom Cabral, Dom Cabral, Frei Henrique de Coimbra mandou chamar o senhor para assistir à Primeira Missa!
E Cabral respondeu:
– Estou muito cansado. Diga a ele que eu vou nas da dez. (Ziraldo)

a) A quem se refere o pronome lo?
b) E a quem se refere o pronome a ele?

2. Leia as frases abaixo, observando as palavras destacadas. A seguir, para evitar repetição, substitua-as por pronomes, procurando manter o sentido das frases.
a) Carregamos muitas bactérias no corpo e, por mais que a gente tome banho, não se livradas bactérias. Várias vivem na pele, na boca e no intestino. Sem perceber engolimos mais um montão de bactérias todos os dias. Mas, antes de fazer cara feia, é bom saber que as bactérias são necessárias.
b) Uma pessoa bateu na porta ontem à noite, mas a pessoa foi embora sem que eu a visse.
c) As verbas públicas serão repassadas aos prefeitos somente se os prefeitos fizerem bom uso das verbas públicas.
d) Filhos, por que ter filhos?

3. Reescreva as frases a seguir, passando para o plural as palavras destacadas e adaptando o que for necessário:
a) Eu sempre me preocupo com você.
b) Ele jamais se esquece dos amigos.
c) Eu não o conheço, mas ele trouxe para mim uma bela renda do Maranhão.
d) Eu disse que você não está escutando direito.
e) Ela sempre trabalhou sozinha.

4. Substitua por pronomes oblíquos as palavras destacadas nas frases, conforme o exemplo do item a:
a) Eu vi a menina passar por aqui agorinha mesmo. Eu a vi passar por aqui agorinha mesmo
b) Encontrei as crianças com os pés e as mãos sujas.
c) Meu pai conheceu ontem meu novo namorado.
d) Muito prazer em conhecer você!
e) Eu nunca prejudiquei meus colegas.
f) Joana não cumprimentou as colegas.
g) Ele fingiu que não viu a ex-namorada.
h) Vou enviar para você um exemplar de meu novo livro.

PROMETEU

Posted by Profº Monteiro on janeiro 16, 2014

E Prometeu criou os homens

O mundo está pronto. Entretanto, falta ainda um ser capaz de odiar e amar. Julgar e punir. Perdoar e esquecer. Lembrar e criar. Um ser que, com sua poderosa alma, seja humilde o bastante para temer e render-lhes homenagens e cultos.
Falta o homem.
Para forjá-lo, Prometeu arranca o barro do chão e mistura-o com suas próprias lágrimas. Incessantemente trabalha, com paixão’ e arte, aquela massa informe, até que ela obtém feições semelhantes às de um deus.
Embevecidos com a beleza de sua obra, Prometeu decide esculpir uma multidão de estátuas. E, por noites e dias inteiros, debruça-se sobre o barro e dá-lhe formas sob modelos divinos.
Quando termina, contempla suas criaturas. São idênticas, assim enfileiradas e mudas, e parecem-lhe vazias. Falta-lhes vidas.
Então, o grande artista insufla nas estátuas caracteres de animais: a coragem do leão, a fidelidade do cavalo, a força do touro, a esperteza da raposa, a avidez do lobo.
E as criaturas de barro começam a movimentar-se. Lenta, porém decididamente.
Mas ainda faltam-lhes a faísca do espírito divino, que as tornará capazes de ousar.
Atenas (Minerva), a filha inteligente de Zeus (Júpiter), a deusa da sabedoria, decide ajudar Prometeu. Pega uma taça cheia de néctar divino. Desce ao mundo. E entrega-a a todos aqueles seres, já dotados de vida, para que sorvam algumas gotas.
De repente, sobre a cabeça de cada um, surge uma luz nova e bela.
Agora são homens. Têm uma alma. Mas ainda não sabem o que fazer com ela. (Prometeu terá muito trabalho pela frente.)

Prometeu, símbolo da inteligência humana, desvenda os mistérios divinos

Conta a lenda grega que a primeira geração mítica (as divindades primordiais) criou a raça dos Titãs. Estes, na pessoa de Cronos (Saturno), o deus-tempo, destronaram seus antecessores, castrando Urano (Céu), princípio masculino e todas as coisas.
Depois, Zeus (Júpiter), filho de Cronos, sucede ao pai, e elimina toda a antiga estirpe, numa guerra sangrenta que coloca os olímpicos no poder.
Pela lógica de seqüência temporal de história, a raça que sucederia aos olímpicos, em termos de tempos, deveria igualmente combetê-los e destroná-los. Mas este raça são os homens. E a luta até hoje se trava, sem que, pelo menos evidentemente a humanidade vença a divindade.
É possível estabelecer-se uma simbologia nesta dualidade homem-deus: o homem seria o “provisório”; o deus, “o perene”. O homem seria o falível: aquele que erra, sofre, tenta aperfeiçoar-se, cai e levanta-se. O deus seria o modelo segundo o qual o homem se encaminha, em busca da perfeição.
O mito de Prometeu é a síntese da luta homem-divinidade. Representa uma humanidade ativa, industriosa, inteligente e ambiciosa, que deseja igualar-se às potências divinas.
Prometeu não é um deus, mas um titã (filho de Iápeto e Clímene). Seu crime consiste justamente em haver tentado criar uma raça que superasse os olímpicos; para tanto, ensinou a suas criaturas o trabalho de dominar a natureza e conhecer cada vez mais a si mesma.
No esforço de penetrar nos mistérios da natureza, o homem é obrigado a abandonar o estado de lazer. Progredir deuses, temerosos de que as civilizações mortais possam sobrepujar o reino olímpico.
A psicanálise interpreta de forma diferente o mio de Prometeu em sua guerra ininterrupta contra a divindade, entendendo a lenda como um símbolo da oposição entre intelecto (Prometeu) e espírito puro (Zeus). Criado pelo espírito, como todos os outros seres, o homem, no entanto, distingue-se das demais formas de vida porque possui um intelecto, uma consciência que o individualiza e o torna capaz de contestar a força superior que o engendrou. Segundo a concepção psicanalítica, Prometeu representa o despertar da consciência, o principio da intelectualização (idéia contida em seu próprio nome, que em grego significa “pensamento previdente”).
O mito contém três etapas. A primeira corresponde à criação do ser consciente, e inclui o roubo do fogo, como elemento básico para a elaboração das culturas e civilizações que a consciência humana agora podia empreender. A Segunda etapa refere-se à sedução do homem pela mulher: Pandora. Enviada pelos deuses para fazer os homens perderem o “paraíso terrestre”, Pandora destrói a solidariedade que havia entre eles e bloqueia o caminho vitorioso do trabalho.
A terceira fase do mito narra a punição de Prometeu. Ao ensinar o fogo aos homens, Prometeu liberta-os definitivamente da dependência divina. Sem o fogo, não seria possível transformar o mundo ambiente, nem adaptá-lo às necessidades físicas de cada povo, em cada região. Ao redor do fogo, reuniam-se os homens primitivos, fazendo desse elemento importante fator de sociabilidade. Um importante fator de sociabilidade.
O fogo não é apenas instrumentos de transformação de substâncias, de coração de alimentos, de criação artesanais. O fogo apresenta ainda a espiritualização (luz), a sublimação (calor). Mas é também agente da destruição. Maravilhados com suas próprias invenções, os homens imaginam-se iguais aos deuses e já não sacrificam aos imortais. Degradam-se. Disputam sangrentamente bens materiais. O fogo passa a atuar como fator destrutivo.
Neste momento, para punir os homens, os olímpicos enviam-lhes Pandora, a mulher, a tentação, o símbolo dos desejos terrestres. Ela seduz a criatura de Prometeu, entregando-lhe a caixa que contém os germes da miséria humana. Ao acolhê-la, o homem exerce totalmente sua liberdade de escolha, demostrando a confiança no próprio esforço que os deuses, por meio de Pandora, queriam aniquilar.
Punida a humanidade, Zeus decide castigar Prometeu, o orgulhoso intelecto criador. Manda acorrentá-lo no monte Cáucaso. Diariamente uma águia – atributo do rei do Olimpo – estraçalha o fígado do titã; à noite, o órgão recompõe-se, para ser novamente torturado na manhã seguinte. Durante trinta anos (ou trinta séculos, conforme algumas versões), Prometeu sofre seu tormento. É o preço que paga por haver tentado transformar o mundo. Seus grilhões são os entraves impostos a toda criação: mudar corresponde a sofrer.
Finalmente, vem a salvação. Hércules, também criatura de Prometeu, homem-herói, liberta-o e mata a águia que lhe corroía o fígado imortal. Prometeu reconcilia-se com Zeus e entra no Olimpo. As conseqüências da culpa inicial são esquecidas. O fogo deixa de ser um poder destrutivo, para constituir-se apenas em elemento purificador, no qual se realizam os sacrifícios aos imortais.

Prometeu rouba o fogo dos deuses

O filho de Iápeto dera aos mortais uma forma física. Incutira-lhes o conhecimento do mundo, a vontade de trabalhar e dominar a natureza.
Havia uma única coisa que eles não conheciam. Faltava-lhes um elemento fundamental para poderem construir as civilizações e alcançar o progresso: o fogo.
Sabendo disso, o grande Júpiter esconde-o. Os homens são compelidos a comer o alimento cru e frio. Não podem forjar os inúmeros metais que, conduzidos pela mão de Prometeu, haviam descoberto no seio da terra.
Também guardariam a água. Nem aquecer-se quando a neve recobrisse a face do planeta.
Mais uma vez querendo pôr em prática seu antigo plano de vingança, e temendo pela raça que criara com tanta paixão, Prometeu decide entregar o fogo aos homens.
Quebra um comprido ramo seco de uma árvore, voa rapidamente até o céu e acende o galho no calor do carro do Sol.
Com a chama acesa, alegria dos mortais e energia necessária a toda a vida terrena, Prometeu volta à terra.
Agora, os homens conhecem o segredo do precioso elemento.
Pouco os difere dos deuses.

Mitologia Grega

Posted by Profº Monteiro on janeiro 16, 2014

Antes de a primeira filosofia evoluir na Grécia antiga, o retrato predominante do mundo era mitológico. Esse retrato ganhou corpo ao longo de séculos. a mitologia grega se desenvolveu plenamente por volta de 700 a.C., quando Homero e Hesíodo registraram compilações de mitos. As mais célebres são os poemas Ilíada e Odisséia, de Homero.

Há pelo menos duas explicações possíveis para o surgimento da mitologia grega: os deuses representam fenômenos naturais, como o sol e a lua, ou eram heróis de um passado remoto, que foram glorificados ao longo do tempo.

Os Deuses gregos se assemelharam fisicamente aos humanos e revelava sentimentos humanos, com freqüência se comportando de uma maneira tão egoísta quanto qualquer mortal.

As histórias desses deuses falam de uma época heróica, de homens e mulheres com poderes extraordinários e a exemplo do que ocorreu em outras culturas, há também mitos que narram a criação do mundo e da humanidade.

Os mitos são crenças e observações dos antigos rituais gregos, o primeiro povo ocidental, surgindo por volta de 2000 a.C.. Consiste principalmente de um grupo de relatos e lendas diversos sobre uma variedade de deuses.

A mitologia grega tem várias características particulares. Os deuses gregos eram retratados como semelhantes aos humanos em forma e sentimentos. Ao contrário de antigas religiões, como o Hinduísmo ou o Judaísmo, a mitologia grega não envolvia revelações especiais ou ensinamentos espirituais.

Também variava largamente na sua prática e crença, com nenhuma estrutura formal, tal como um governo religioso, a exemplo da igreja de nossos dias, e nenhum código escrito, como um livro sagrado.

Séculos antes do nascimento de Cristo e do advento do cristianismo, os gregos adoravam um certo número de deuses e deusas que, segundo eles acreditavam, viviam no Monte Olimpo, no sul da Macedônia, na Grécia.

As antigas histórias desses deuses inspiraram poetas, pintores e escultores durante vários séculos. Algumas das pinturas e esculturas mais conhecidas e preciosas do mundo representam os deuses do Olimpo e suas aventuras.

Os gregos antigos acreditavam que a terra era de forma achatada e circular, seu ponto central o Monte Olimpo ou Delfos. A terra era dividida em duas partes iguais pelo Mar, como era chamado então o Mediterrâneo (medi = meio, terrâneo = terra). Ao redor da terra corria o Rio Oceano, cujo curso regular alimentava o Mar e os rios.

Naqueles tempos remotos, os gregos pouco sabiam sobre a existência de outros povos além deles mesmos, a não ser dos povos vizinhos as suas terras. Imaginavam que ao norte vivia uma raça de povo feliz, os Hiperbórios, que viviam numa eterna felicidade.

Seu território não podia ser alcançado nem por terra nem por mar. Eles nunca envelheciam nem adoeciam, não trabalhavam, nem guerreavam. Ao sul vivia um outro povo feliz que se chamava Aethiopios.

Eram amados pelos deuses que costumavam visitá-los e compartilhar seus banquetes. Ao oeste encontrava-se o lugar o mais feliz de todos, os Campos Elíseos, onde as pessoas que tinham o favor dos deuses eram levadas para viver para sempre sem nunca morrer.

A mitologia grega é uma das mais geniais concepções que a humanidade produziu. Os gregos, com sua fantasia, povoaram o céu e a terra, os mares e o mundo subterrâneo de Divindades Principais e Secundárias. Amantes da ordem, instauraram uma precisa categoria intermediária para os Semideuses e Heróis.

A mitologia grega apresenta-se como uma transposição da vida em zonas ideais. Superando o tempo, ela ainda se conserva com toda a sua serenidade, equilíbrio e alegria. A religião grega teve uma influência tão duradoura, ampla e incisiva, que vigorou da pré-história ao século IV e muitos dos seus elementos sobreviveram nos Cultos Cristãos e nas tradições locais.

A civilização grega era constituída de pequenas cidades-estados. Os gregos amavam a vida e a viviam com entusiasmo. Eles tinham pouco interesse na vida após a morte, a qual, mesmo para os grandes homens daquele tempo, era acreditada como sendo incômoda.

Na Odisséia, a morte de Aquiles retrata que ele preferia ser um escravo em vida à um rei morto. O melhor que um homem podia esperar seria procurar realizar grandes façanhas que seriam relembradas depois de sua morte.

Os gregos acreditavam no individualismo e apreciavam as diferentes personalidades e caráters. Eles eram fascinados pela contradição que muitas virtudes podem levar um homem exemplar à ruína ou à felicidade. Tinham uma forma de pensamento muito sutil.

Seus mitos e religião refletiam estas características. Seus deuses eram personalizados com poder e imperfeições individuais, deuses que cometiam erros e eram flagrados enganando seus cônjuges. Mas também eram deuses heróicos, hábeis, amáveis e desenvolviam artes e habilidades essenciais de diversas maneiras, como música, tecelagem, ferragem etc.

Os heróis mortais também tinham um papel importante na mitologia. Houve tempos em que os deuses precisavam de um herói mortal para vencer batalhas por eles. Mas muito raramente faziam com que um herói viesse a se tornar um deus.

Muitos dos mais famosos contos heróicos apresentam, vez ou outra, relatos de alguém sendo trazido de volta do mundo subterrâneo. Esta característica apresenta um forte contraste às religiões que consagram que a ida ao mundo além da vida é o caminho correto para objetivo principal da existência.
Deuses
Nos primórdios da história da Grécia, houve muitos deuses locais. Cada deus matinha um vínculo com um lugar sagrado. Podia ser um recanto misterioso de uma floresta ou um lago tranqüilo. Aos poucos doze deuses tomarem os mais importantes, sobressaindo-se aos demais. No ano 750 a.C, Hesíodo escreveu a história desses doze deuses do Monte Olimpo. Cada deus tinha o seu símbolo.
Zeus - o sábio, governava os deuses no Olimpo e protegia a Grécia.
Hera - terceira mulher de Zeus. Protegia as mulheres e as mães.
Atena - era a deusa da sabedoria.
Apolo - era o deus da luz, saúde e da morte repentina.
Ártemis - irmã gêmea de Apolo, era deusa da luz.
Hermes - era o mensageiro dos deuses.
Ares - era odiado pelos deuses, era o deus da guerra.
Hefesto - era o ferreiro aleijado dos deuses
Afrodite – a mais bela das deusas, deusa do amor.
Posêidon – deus dos mares
Héstia – era a tranqüila deusa do fogo
Deméter – era a deusa da fertilidade da terra
Heróis

    * Aquiles
    * Hércules
    * Jasão
    * Perseu
    * Teseu
    * Ulisses

Animais e Monstros Mitológicos

    * Centauro
    * Ciclopes
    * Harpias
    * Medusa
    * Minotauro
    * Pégaso
    * Quimera 

Lendas Mitológicas

    * Agamenon
    * Ariadne
    * Medéia
    * Narciso
    * Sísifo 

Histórias Mitológicas


    * Hesíodo
    * Homéro
    * Ilíada
    * Odisséia
    * Tróia
Relação entre a Mitologia Grega e a Romana 















NOME GREGO NOME ROMANO PAPEL NA MITOLOGIA
Afrodite Vênus Deusa da beleza e do desejo sexual (na mitologia romana, deusa dos campos e jardins)
Apolo Febo Deus da profecia, da medicina e da arte do arco e flecha (mitologia greco romana posterior: deus do Sol)
Ares Marte Deus da guerra
Ártemis Diana Deusa da caça (mitologia greco romana posterior: deusa da Lua)
Asclépio Esculápio Deus da medicina
Atena Minerva Deusa das artes e ofícios, e da guerra; auxiliadora dos heróis (mitologia greco romana posterior: deusa da razão e da sabedoria)
Crono Saturno Deus do céu; soberano dos Titãs (mitologia romana: deus da agricultura)
Démeter Ceres Deusa dos cereais
Dionísio Baco Deus do vinho e da vegetação
Eros Cupido Deus do amor
Géia Terra Mãe Terra
Hefesto Vulcano Deus do fogo; ferreiro dos deuses
Hera Juno Deusa do matrimônio e da fertilidade; protetora das mulheres casadas; rainha dos deuses










Hermes Mercúrio Mensageiro dos deuses; protetor dos viajantes, ladrões e mercadores
Héstia Vesta Guardiã do lar
Hipnos Sonho Deus do sonho
Hades Plutão Deus dos mundos subterrâneos; senhor dos mortos
Posêidon Netuno Deus dos mares e dos terremotos
Réia Cibele Esposa de Crono/Saturno; Deusa mãe
Urano Urano Deus dos céus; pai dos Titãs
Zeus Júpiter Soberano dos deuses olímpicos

Deuses Gregos e Romanos

Posted by Profº Monteiro on janeiro 16, 2014

Deuses Gregos e Romanos








NOME GREGO NOME ROMANO PAPEL NA MITOLOGIA
Afrodite Vênus Deusa da beleza e do desejo sexual (na mitologia romana, deusa dos campos e jardins)
Apolo Febo Deus da profecia, da medicina e da arte do arco e flecha (mitologia greco romana posterior: deus do Sol)
Ares Marte Deus da guerra
Ártemis Diana Deusa da caça (mitologia greco romana posterior: deusa da Lua)
Asclépio Esculápio Deus da medicina
Atena Minerva Deusa das artes e ofícios, e da guerra; auxiliadora dos heróis (mitologia greco romana posterior: deusa da razão e da sabedoria)
Crono Saturno Deus do céu; soberano dos Titãs (mitologia romana: deus da agricultura)
Démeter Ceres Deusa dos cereais
Dionísio Baco Deus do vinho e da vegetação
Eros Cupido Deus do amor
Géia Terra Mãe Terra
Hefesto Vulcano Deus do fogo; ferreiro dos deuses
Hera Juno Deusa do matrimônio e da fertilidade; protetora das mulheres casadas; rainha dos deuses

Hermes Mercúrio Mensageiro dos deuses; protetor dos viajantes, ladrões e mercadores
Héstia Vesta Guardiã do lar
Hipnos Sonho Deus do sonho
Hades Plutão Deus dos mundos subterrâneos; senhor dos mortos
Posêidon Netuno Deus dos mares e dos terremotos
Réia Cibele Esposa de Crono/Saturno; Deusa mãe
Urano Urano Deus dos céus; pai dos Titãs
Zeus Júpiter Soberano dos deuses olímpicos

Mito e pensamento entre os gregos

Posted by Profº Monteiro on janeiro 16, 2014

INTRODUÇÃO
Eu acho a mitologia um assunto fascinante, apesar de não saber muito sobre ele. Com este trabalho, procurarei entender quais as principais funções que os mitos tinham, e por que eles eram tão importantes para os gregos.
Os mitos acima de tudo organizavam as comunidades e formavam o ser pessoal dos cidadões. Neste trabalho eu tentarei explicar e acima de tudo entender como e por que isto ocorria.

EXPLIQUE O SIGNIFICADO DOS MITOS PARA OS GREGOS.
OS MITOS TINHAM OUTRA FUNÇÃO ALEM DA RELIGIOSA. VOCÊ ACHA QUE O MITO ERA UMA EXPLICAÇÃO IRRACIONAL DO MUNDO?
" À história, prefiro a mitologia.
A história parte da verdade e ruma em mentira;
Mitologia parte da mentira e se aproxima da verdade."
Esta é uma frase anônima. Eu concordo com ela em vários pontos.
A mitologia foi uma forma encontrada para se compreender o mundo e entender coisas que para aquela época eram quase impossíveis de se entender: O que é a terra, por que ela existe, quem somos nós, por que estamos aqui e o que acontecerá quando morrermos.
A mitologia dava respostas para estas perguntas. Eram respostas falsas, mas satisfaziam a curiosidade das pessoas. Muitas destas perguntas não tem resposta até hoje.
 Sempre ficou muito claro na mitologia que os deuses não gostavam dos humanos, nós éramos apenas "brinquedinhos" deles. Mas por que? Será que isso não seria uma explicação para os seres humanos entenderem por que as vezes a vida e tão dura, tudo dá errado, e também para compreender por que existia tanto sofrimento, tanta dor, tanta injustiça?
E as Mouras? Não seriam a explicação para todas aquelas vezes em que por mais que a pessoa tivesse lutado, batalhado e sofrido, ela não tivesse alcançado seus objetivos? Ao invés de se considerar um perdedor, talvez fosse mais fácil dizer que não existia a vontade humana, apenas a vontade divina.
 Os mitos foram muito importantes para toda a sociedade daquela época, pois sempre foi essencial para o homem saber suas origens e a origem do mundo. E os mitos além da função religiosa tinham também esta função: Explicar o incompreensível.
  Voltando à aquela frase do começo do trabalho:
A mitologia se aproxima demais da realidade, pois sem a realidade os mitos não existiam, já que estes são explicações de uma difícil realidade.
Os deuses eram muito parecidos com os homens não só fisicamente. Nós sabemos que os deuses eram considerados muito mais inteligentes do que os homens, mas acontece que os sentimentos e as representações dos deuses eram todos refletidos em nós.
Se acontecia uma peste, por exemplo, era por que algum deus estava descontente com os humanos, e logo isto refletia na sociedade.
 A mitologia tentava esclarecer entre tantas coisas os fenômenos naturais da terra.
 Os deuses eram figuras individuais com aspectos humanos, que recebiam uma força maior do além. E muito raramente eles usavam estas forças para beneficiar os humanos. Como eu já disse antes, os deuses não gostavam de nós.
 Com os recursos da época, era praticamente impossível descobrir a origem do mundo. Com os mitos, isso foi possível. Para os gregos, segundo Hesiodo, no poema TEOGONIA, tudo começou com o Caos, e a partir dele surgiu Nyx, a noite, e Gaya, a terra. Partindo deste fato, foi surgindo toda uma teoria mitológica das origens não só do mundo, mas de tudo, como o surgimento do homem, do tártaro, dos deuses, etc.
Portanto podemos assim concluir que os mitos eram uma explicação irracional do mundo. Eles só seriam racionais a partir do momento em que o homem separasse o espirito da razão, que no momento não era o caso. Eles eram a única forma dos gregos conhecerem a origem deles próprios, mesmo sendo uma origem falsa. Eles acreditavam em seus mitos, e isso era o mais importante. É obvio que eles não sabiam que os mitos existiam principalmente para desvendar tais mistérios, para eles aquilo era verdade e pronto.
 Era muito importante para a sociedade daquela época que os deuses fossem parecidos com eles. Para eles, eles eram reflexos inferiores dos deuses. mas na verdade os deuses que eram reflexos superiores a eles. Os deuses eram como se fossem seres humanos perfeitos, sem os problemas banais do homem, e com uma força do alem muito forte. Eles não tinham que trabalhar para conseguir comida e nem para sustentar uma família. Também não precisavam desvendarem os mistérios da vida. Eles sabiam tudo.
 Eu tenho a impressão que a morte era uma coisa que assustava demais os gregos, por eles não a entenderem. Um dos fatos que me faz pensar assim, e o que os gregos pensavam que acontecia com você quando você morria.
 Independente de você ter sido bom ou ruim, você ia para o inferno (Tártaro) só com o corpo, pois sua alma evaporava. Você não iria ser mais nada: Estava condenado ao sofrimento eterno.
 Os deuses não tinham este problema, uma vez que eram imortais.

A CONTRIBUIÇÃO DOS MITOS PARA/COM A SOCIEDADE 
Os mitos contribuíam para que houvesse uma integração à vida social e política das pessoas. Os mitos que organizavam as leis e regras de uma comunidade. Se alguém desrespeitasse alguma destas leis ou regras, isto não refletia nele como pessoa, mas sim em todos como sociedade. Por exemplo, se uma pessoa deixasse de fazer um culto a um deus, este deus não ficaria bravo e se "vingaria" da pessoa, e sim da comunidade aonde esta pessoa vivia. Este era um fator que contava para que todos fizessem seus cultos aos seus deuses.
 Os mitos eram tão importantes que até as pessoas que não participavam do polis (Escravos e mulheres) encontraram um espaço, assim desenvolvendo uma religião própria, o dionisismo.
 Os mitos funcionavam meio que como a lei dos lugares. Por exemplo, em certa comunidade eles falavam que quem roubasse de outra pessoa ia ser punido pelos deuses, logo eles não roubavam.
 Se uma pessoa cometesse uma falta muito grave e fosse expulsa de sua comunidade, ela perdia o seu ser social, isto é, perdia suas raízes. Para ela ser aceita em outra sociedade e voltar a ser alguém, ela tem que através desta nova sociedade pedir para os deuses para ser aceito. Não era fácil mudar de comunidade, pois cada uma tinha seus cultos e culturas. Os mitos variavam de cidade em cidade. Não que eles fossem inteiramente diferentes: Apenas algumas características mudavam, assim como as oferendas a eles feitos. A pessoa que mudava de cidade também teria de acreditar em coisas diferentes do que as outra em que ela estava abituada. As cidades eram formadas para algum mito. Por isto também que os mitos eram importantes para a formação da sociedade.

COMO FUNCIONAVAM OS MITOS DENTRO DA SOCIEDADE
Para pedir qualquer permissão a um deus sobre algum assunto, não era qualquer pessoa que podia fazer isto, e sim aquelas que faziam parte da magistratura, pois elas também faziam parte do sarcedócio.
Os deuses eram invisíveis, e por melhores que fossem as representações deles, elas não tinham muita validade pois os mitos traspassavam qualquer representação. Os deuses eram oniscientes e onipresentes, isso é, eles estavam em todos os lugares a todos os momentos e sabiam de tudo o que estava acontecendo.
As figuras mitológicas eram perfeitas. Eles tinham traços humanos e representavam coisas bem delineadas. Zeus por exemplo, além de ser o deus dos deuses, era o deus do juramento, do contrato, da chuva, etc.
 A grande diferença entre um Deus e um ídolo, é que o ídolo é a pessoa até quando ela é ela mesma, já o mito não. Por exemplo, hoje em dia o Pelé é considerado um mito, pois além de ser o melhor jogador de futebol, ele é considerado o melhor atleta, o mais honesto, etc. Isso é, ele superou-se e superou a todos.

 DO MITO A RAZÃO
O homem deixa de acreditar nos mitos quando ele percebe a separação da razão e do espirito, assim descobrindo a ciência. Ele passa a ver que as coisas não acontecem por que Zeus quer, e sim por que elas tem uma certa lógica.
A partir destes pensamentos constrõe-se a filosofia, que é muito importante para que o homem entenda por que ele vive, por que esta aqui, etc.

CONCLUSÃO
Geralmente quando as pessoas falam em mito, elas não imaginam que por detrás destes mitos existia um grande pano de fundo, que cobria toda a organização política e social e toda a formação dos caraters pessoais de uma comunidade. Com este trabalho eu aprendi que mitologia é muito mais do que uma simples religião. Ela fez tudo isso e muito mais.
Mas a partir do momento que o homem descobre que a razão e o espirito não estão juntos, toda a "teoria" dos mitos desaba; Ai esta fundada a filosofia.
Eu acho que a mitologia foi muito importante para aquelas comunidades, pois ela tentou e conseguiu esclarecer várias dúvidas deles.

BIBLIOGRAFIA
MITO E PENSAMENTO ENTRE OS GREGOS. VERNANT, J.P.
APOSTILA DE FILOSOFIA DO 1 ANO DE 1996.