Lançamento do livro Retratos da Leitura no Brasil 3

Posted by Profº Monteiro on novembro 20, 2012

Lançamento do livro Retratos da Leitura no Brasil 3

Lançamento do livro Retratos da Leitura no Brasil 3, debateu dados da pesquisa e levantou temas para promover a leitura no país

Clique aqui para acessar o livro em PDF
Livro Retratos da Leitura no Brasil 3

(Necessita do programa Adobe Acrobat Reader)


O Instituto Pró-Livro lançou na última quarta-feira, dia  15, durante a 22ª Bienal de São Paulo, o livro Retratos da Leitura no Brasil 3. A obra traz o resultado da última pesquisa sobre o perfil leitor do brasileiro, divulgado em março deste ano e, analisado por especialistas ligados à educação e cultura, que escreveram artigos analíticos sobre os principais resultados do estudo. 

Essa edição do livro contou com nomes expressivos na  área na leitura e literatura, como a presidente da  Academia Brasileira de Letras e escritora Ana Maria  Machado; Sérgio Leite, da Unicamp; Maria Antonieta  Cunha, DLLLB da Fundação Biblioteca Nacional e UFMG;  Tania Rosing da Universidade de Passo Fundo; Ezequiel  Theodoro da Silva da UNICAMP, Cole e ABL; Regina  Zilberman, da UFRS; Isis Valeria Gomes, presidente da  Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil; Felipe Lindoso, jornalista especializado no mercado editorial;  Fabio S. Earp e G. Kornis, da UFRJ; Galeno Amorim, presidente da Fundação Biblioteca Nacional; Marisa  Lajolo, da Unicamp e Mackenzie; José Castilho Marques  Neto, da UNESP e Edunesp e da ABEU; Bernardo  Jaramillo, Lenin Salinas e Fabiano S. Piúba, do CERLALC -Centro Regional para o Fomento do Livro na América  Latina e o Caribe. 

Com tiragem inicial de 2 mil exemplares, a obra conta  com 344 páginas divididas em duas partes. A primeira  dedicada aos estudiosos, enriquecendo as avaliações dos  dados apontados. Na segunda metade, o livro traz os  dados colhidos pela pesquisa, com gráficos e comparativos com o estudo anterior, realizado em 2007. 
O lançamento foi no estande da Imprensa Oficial,  coeditora da obra. Momentos antes do evento, no Espaço  Livro & Cia, foi realizado um debate com alguns autores  do Retratos da Leitura no Brasil 3, junto ao público  presente e autoridades do meio livreiro. Para mediar o Painel, estava Zoara Failla organizadora e coordenadora  do projeto. 

Durante o Painel e o coquetel de lançamento estiveram  presentes também, Karine Pansa, presidente do Instituto  Pró-Livro e da Câmara Brasileira do Livro; Marcos  Monteiro presidente da IMESP e autores da obra, que realizaram uma sessão de autógrafos para os presentes. 

Fonte: Instituto Pró-Livro

Exercícios sobre o novo acordo ortográfico

Posted by Profº Monteiro on novembro 20, 2012

Exercícios sobre o novo acordo ortográfico

1-Forme palavras com os elementos abaixo, empregando ou não o hífen :

ante sala
anti social
arqui romântico
semi sintético
hiper rancoroso
super resistente
auto estrada
extra escolar
semi aberto
sócio econômico
extra humano
semi herbáceo
anti imperialista
micro ondas
contra argumento
co operação
manda chuva
para lama
conta gotas
segunda feira
mal me quer
vice presidente
circum navegação
pós graduação
manacá Açu
café com leite
auto retrato
anti rugas
auto sugestão
super racional
inter regional
auto afirmação
contra indicação
intra uterino
ultra elevado
anti herói
super homem
anti ibérico
arqui inimigo
micro ônibus
supra axilar
co ordenar
para quedas
azul escuro
guarda chuva
beija flor
ex marido
pan americano
pré natal
Paraná mirim
bem estar
sala de jantar

2-Coloque no plural as frases abaixo, e acentue os verbos, onde o acento é necessário :

a) João tem vários irmãos . João e José

b) A lata contem muitos biscoitos .

c) O Presidente tem o poder do país .

d) A mãe vem buscar o filho na escola .

e) A águia vê o solo de grandes alturas .

f) O homem crê em Jesus Cristo .

g) A aluna lê o livro rapidamente .



Atividades sobre causa e consequência

Posted by Profº Monteiro on novembro 13, 2012
POR :Nívea Borges: Atividades sobre causa e consequência:


Atividades sobre causa e consequência


 Atividades sobre causa e consequência 

1-    Reescreva no caderno os enunciados a seguir, ligando as frases de maneira a estabelecer relação de causa e consequência entre elas.
a)     Na Idade Média, os mosteiros detinham o monopólio do conhecimento. O acesso à educação era muito restrito.
b)   Gutenberg inventou a imprensa. Não era mais necessário copiar livros manualmente.
c)    Atualmente, os pais ficam desesperados. Os filhos aprendem o que querem na internet
d)   As crianças têm acesso às informações do mundo adulto. O universo delas se transforma drasticamente.
2-   Em seu caderno, reformule o período de cada item a seguir, utilizando o pretexto de que.
a)    Ele não foi à aula. Disse que estava doente. Sabemos que ele foi ao cinema!
b)   O professor de geografia tirou uma semana de licença. Disse que estava estressado.
c)    Caio recusou o convite para participar do evento. Disse que estaria fora da cidade na época.
3-   Reescreva em seu caderno as frases de cada item, estabelecendo relações de causa entre os enunciados. Para isso, utilize de tanto, ainda mais que, tanto mais que. Observe o exemplo:

Olavo, que começou como engraxate, hoje é presidente do Banco. Ele trabalhou muito.
De tanto trabalhar, Olavo, que começou como engraxate, hoje é presidente do Banco.
a)    Maria Helena conseguiu terminar a faculdade. Ela estudava até altas horas da madrugada.
b)   Os alunos adoravam o professor de História. Duas vezes por mês, ele passava filme para eles.
c)    Pedia ajuda dos pais da comunidade. Conseguiu construir um teatro na escola do bairro.
4-   Reescreva as frases de cada item em seu caderno, substituindo o trecho em destaque por uma oração com verbo auxiliar no modo gerúndio, sem alterar o sentido original. Observe o exemplo:

Como estivesse doente, Roberta ficou em casa vários dias.
Estando doente, Roberta ficou em casa vário dias.
a)    Como estou estressado, vou tirar uns dias de férias.
b)   Joaquim terá de chamar um encanador, já que todas as torneiras da casa estão entupidas.
c)    A professora terá que escrever no quadro, já que esqueceu o projetor.
5-   Reúna-se com um colega e escrevam dois ou três parágrafos sobre um dos textos lidos neste capítulo.
a)    Estabeleçam, em algum trecho, relação de causa e consequência. Usem umas das expressões do quadro das páginas 260 e 261 para exprimir a causa.
b)   Troquem de texto com outra dupla e vejam se as ideias de causa estão expressas corretamente e de acordo com os textos estudados.
6-   Copie as frases a seguir em seu caderno e as complete, imaginando uma consequência para cada caso.
a)    O presidente do senado demitiu-se t.
b)   Chove a quase um mês em Santa Catarina t.
c)    Os alunos ficaram tão eufóricos com o campeonato t.
d)   A terra do sertão nordestino é tão esturricada t.
e)    Mariana não pode ver uma barata t.
f)    O aluno estudou a noite toda t.
7-   Reescreva as frases a seguir, ligando-as de maneira a dar destaque a consequência. Atenção à expressão da intensidade. Observe o exemplo:

O calor foi muito intenso. O solo ficou empedrado.
O calor foi tão intenso que o solo ficou empedrado.
a)    Choveu muito. Os pequenos morros pareciam ilhados.
b)   O sertanejo é muito preguiçoso. Parece estar sempre fatigado.
c)    Caiu bastante a temperatura. Acabou a secura do ar.
d)   Na época da Revolução Industrial, as cidades tiveram que abrigar muitas pessoas. O crescimento urbano tornou-se desordenado.

Obs.: Queridos, algumas postagens aqui são para colegas professores. Não têm gabarito. São atividades que eu digito de livros e o próprio professor terá que fazer o seu, ok?
Abraços

Dinâmica: “dos problemas”

Posted by Profº Monteiro on novembro 13, 2012
Autoria  Nívea Borges: Dinâmica: “dos problemas”:


Dinâmica: “dos problemas

Material: Bexiga, tira de papel.
Procedimento: Formação em círculo, uma bexiga vazia para cada participante, com uma tira de papel dentro (que terá uma palavra para o final da dinâmica).
O facilitador dirá para o grupo que aquelas são os problemas que enfrentamos no nosso dia-a-dia(de acordo com a vivência de cada um), desinteresse, intrigas, fofocas, competições, inimizade, etc.
Cada um deverá encher a sua bexiga e brincar com ela jogando-a pra cima com as diversas partes do corpo, depois com os outros participante sem deixar a mesma cair.
Aos poucos o facilitador pedirá para alguns dos participantes deixarem sua bexiga no ar e sentarem, os restantes continuam no jogo. Quando o facilitador perceber que quem ficou no centro não está dando conta de segurar todos os problemas  peça para que todos voltem ao círculo e então ele pergunta:
1)a quem ficou no centro, o que sentiu quando percebeu que estava ficando sobrecarregado;
2)a quem saiu, o que ele sentiu

Depois destas colocações, o facilitador dará os ingrediente para todos os problemas, para mostrar que não é tão difícil resolvermos problemas quando estamos juntos.
Ele pedirá aos participantes que estorem as bexigas e peguem o seu papel com o seu ingrediente, um a um deverão ler e fazer um comentário para o grupo, o que aquela palavra significa para ele.

A VELHA CONTRABANDISTA DE STANISLAW PONTE PRETA - INTERPRETAÇÃO E COMPREENSÃO DO GÊNERO TEXTUAL CRÔNICA

Posted by Profº Monteiro on novembro 09, 2012

A velha contrabandista


Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da Alfândega – tudo malandro velho – começou a desconfiar da velhinha.
Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da Alfândega mandou-a parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim:
- Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?
A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo e respondeu:
- É areia!
Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás.
Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que é que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia.
Diz que foi aí que o fiscal se chateou:
- Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com 40 anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista.
- Mas no saco só tem areia! – insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:
- Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?
- O senhor promete que não “espaia” ? – quis saber a velhinha.
- Juro – respondeu o fiscal.
- É lambreta.

(Stanislaw Ponte Preta)

Entendendo o texto

1.       Identifique no texto os seguintes elementos da narrativa:

a)      Personagens;
b)      Espaço em que se passa a ação; Onde se passa a história?
c)       Tempo em que a ação se passa;
d)      Ações ⁄enredo;
e)      Narrador.

2.        Que tipo de narrador você reconhece nessa crônica?

(   ) narrador –personagem;
(   ) narrador neutro, observador;
(   ) narrador intruso.

3.       Que palavras empregadas na crônica “A velha contrabandista” comprovam sua resposta a questão anterior?

4.       A velhinha passava montada na lambreta.
a)      Por onde?
b)      Quando?
c)       Como?

5.       Na primeira vez que o fiscal examinou o saco que a velhinha levava e viu que era areia, ele ficou encabulado, sem graça. Por quê? (Marque a resposta correta).

 (    )  Porque ficou sem graça de desconfiar de uma velhinha;
 (    ) Porque encontrou contrabando dentro do saco de areia que a velhinha carregava.
 (    ) Porque a velhinha ficou brava por ele Ter desconfiado dela;
 (    )  Ele ficou sem graça, pois pensou que certamente iria encontrar algum contrabando dentro do saco.

6.       Os funcionários da alfândega eram profundos conhecedores de contrabando.
Que frase do texto contém essa informação?

7.       O que o narrador quis dizer com “tudo malandro velho”? (Marque a única opção correta.)

(    )  Que os fiscais já eram idosos;
(    )   Que qualquer um podia passar os fiscais pra trás;
(    )  Que os fiscais eram malandros e não trabalhavam direito;
(    )  Que os fiscais da alfândega eram muito espertos e experientes e que ninguém os enganava, porque conheciam os truques empregados pelos contrabandistas.


8.       O texto diz que as personagens fazem um acordo.

a)      Qual foi o acordo proposto pelo fiscal?
b)       Qual foi a condição que a velhinha impôs para contar ao fiscal o que ela contrabandeava?



9.       O pessoal da alfândega achou normal o fato de a velhinha passar todo dia montada na lambreta, com um saco atrás das costas?

(   ) sim                                                                                                                       (   ) não

10.   Um dia, o fiscal mandou a velhinha parar porque:

(   ) queria conversar com ela.
(   ) queria verificar o que havia dentro do saco.



11.   Ao verificar o que continha no saco, o fiscal deu-se por satisfeito.

(   ) sim                                                                                                                       (   ) não

12.   Mesmo sabendo que havia areia no saco, há uma dúvida ainda no fiscal. Qual?

13.   Para desfazer a dúvida, o que faz o fiscal?


14.   Embora tivesse parado a velhinha durante um mês para verificar se havia na verdade areia no saco, o fiscal continuou desconfiando da velhinha.
Que frase do texto comprova a afirmação acima.

15.   O fiscal não acreditou na palavra da velhinha e pediu que ela mostrasse o que havia dentro do saco.
Que frase do texto contém essa informação?

16.   Para descobrir o mistério da velhinha, qual o recurso utilizado pelo fiscal?

(   ) premiar a velhinha.
(   ) colocar a camaradagem acima do cumprimento do dever.
(   ) colocar o dever acima de tudo.

17.   Se você fosse o fiscal,teria percebido qual o contrabando? De que forma?

18.   Qual era, afinal, o truque que ela usava para enganar os fiscais da alfândega?

19.    Se o contrabando que a velhinha fazia era de lambreta, por que motivo ela transportava, todos os dias, um saco de areia?


20.   Leia novamente o 4º parágrafo do texto e responda:
Quando o narrador citou os dentes que “ela adquirira no odontólogo”, a que tipo de dentes ele se referia?

21.   Numere corretamente as frases abaixo, observando a ordem dos acontecimentos.


( ) O fiscal verificou que só havia areia dentro do saco.
( ) O pessoal da alfândega começou a desconfiar da velhinha.
( ) Diante da promessa do fiscal, ela lhe contou a verdade: era contrabando de lambretas.
( ) Todo dia, a velhinha passava pela fronteira montada numa lambreta, com um saco no bagageiro.
( ) Mas, desconfiado, o fiscal passou a revistar a velhinha todos os dias.
( ) Durante um mês, o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia.
( ) Então, ele prometeu que não contaria nada a ninguém, mas pediu à velhinha que lhe dissesse qual era o contrabando que fazia.

22.   O que você achou do texto?

23.   . Você concorda com a esperteza da velhinha? Justifique sua resposta.


Linguagem empregada no texto


24.   A linguagem que usamos no dia-a-dia e nas conversas com amigos e familiares recebe o nome de linguagem informal. No texto, esse tipo de linguagem aparece em vários trechos. Por exemplo: “O pessoal da alfândega – tudo malandro velho – começou a desconfiar da velhinha”.

25.   A palavra “espaia” está entre aspas porque:

(   ) o autor quis destacá-la.
(   ) é uma forma da linguagem popular.

26.   A construção: “ o fiscal da Alfândega mandou ela parar” é típica da linguagem coloquial. Reescreva-a utilizando o padrão culto de linguagem.