Uma forma fácil e barata de fazer suas atividades complementares .Cursos Gratuitos , Outros Nem Tanto.

Posted by Profº Monteiro on outubro 30, 2012
Para você que é aluno universitário e precisa de horas de atividades complementares , indico os sites abaixo , pois todos oferecem declaração de conclusão de curso para impressão imediata .

Boa sorte.

Cursos Gratuitos:
Rede SENAI de Educação a Distância:
Cursos Grátis » Certificado:
Estudos Temáticos - Tipos de Certificados:
Curso de Motivação a Leitura e a Escrita - Curso online com certificado - iPED:


Pro dia nascer feliz (documentário sobre a realidade escolar)

Posted by Profº Monteiro on janeiro 06, 2012
retirado de http://educa-tube.blogspot.com/

Um material que o Educa Tube já tinha divulgado em 2010, e que torna a sugerir aos visitantes e seguidores deSte blog, para uma visão da escola, por dentro da mesma, feita por educadores e alunos, neste ótimo documentário que redescobri no Facebook.
Uma escola que não aparece na programação da televisão, mas que não deixa de ser um verdadeiro reality show. Uma escola que é desconhecida de muitos apresentadores de TV, formadores de opinião, comentáristas esportivos e de resultados, políticos e outros palpiteiros de plantão...
Bem-vindos ao mundo real que nenhum reality show da TV consegue reproduzir, pois diferente daqueles, este é calcado de fato na realidade escolar e não em índices de audiência, produtos comerciais, revistas masculinas e coisa e tal...
Assistam, reflitam e repassem.


Abaixo, link no Google Vídeos:

PRO DIA NASCER FELIZ

http://video.google.com/videoplay?docid=3379496063337408357&hl=pt-BR

Veja também o texto no blog Professor Virtual, sobre o referido documentário:

ALMA DE EDUCADOR: CARTA AOS PAIS

Posted by Profº Monteiro on dezembro 08, 2011
retirado de alma de educador



RUBEM ALVES
Também sou pai e portanto compreendo. 
Vocês querem o melhor para o filho, para a filha.
A melhor escola, os melhores professores, os melhores colegas. 
Vocês querem que filhos e filhas fiquem bem preparados para a vida.
 A vida é dura e só sobrevivem os mais aptos. 
É preciso ter uma boa educação.
Compreendo, portanto, que vocês tenham torcido o nariz ao saber que a escola ia adotar uma política estranha: colocar crianças deficientes nas mesmas classes das crianças normais. 
Os seus narizes torcidos disseram o seguinte: Não gostamos. 
Não deveria ser assim! 
O problema começa com o fato de as crianças deficientes serem fisicamente diferentes das outras, chegando mesmo, por vezes, a ter uma aparência esquisita. 
E isso cria, de saída, um mal-estar... digamos... estético. Vê-las não é uma experiência agradável. 
É preciso se acostumar... 
Para complicar há o fato de as crianças deficientes serem mais lerdas: elas aprendem devagar. 
As professoras vão ser forçadas a diminuir o ritmo do programa para que elas não fiquem para trás. 
E isso, evidentemente, trará prejuízos para nossos filhos e filhas, normais, bonitos, inteligentes. 
É preciso ser realista; a escola é uma maratona para se passar no vestibular. 
É para isso que elas existem. 
Quem fica para trás não entra... 
O certo mesmo seria ter escolas especializadas, separadas, onde os deficientes aprenderiam o que podem aprender, sem atrapalhar os outros.
Se é assim que vocês pensam eu lhes digo: Tratem de mudar sua maneira de pensar rapidamente porque, caso contrário, vocês irão colher frutos muito amargos no futuro. 
Porque, quer vocês queiram quer não, o tempo se encarregará de fazê-los deficientes.
É possível que na sua casa, num lugar de destaque, em meio às peças de decoração, esteja um exemplar das Escrituras Sagradas. 
Via de regra a Bíblia está lá por superstição. 
As pessoas acreditam que Deus vai proteger.
 Se assim fosse, melhor que seguro de vida seria levar uma Bíblia sempre no bolso. 
Não sei se vocês a lêem. 
Deveriam. 
E sugiro um poema sombrio, triste e verdadeiro do livro de Eclesiastes. 
O autor, já velho, aconselha os moços a pensar na velhice. Lembra-te do Criador na tua mocidade, antes que cheguem os dias das dores e se aproximem os anos dos quais dirás: "Não tenho mais alegrias..." 
Antes que se escureça a luz do sol, da lua e das estrelas e voltem as nuvens depois da chuva... 
Antes que os guardas da casa comecem a tremer e os homens fortes a ficar curvados... 
Antes que as mós sejam poucas e pararem de moer... 
Antes que a escuridão envolva os que olham pelas janelas... Antes que as pessoas se levantem com o canto dos pássaros... 
Antes que cessem todas as canções... 
Então se terá medo das alturas e se terá medo de andar nos caminhos planos... 
Quando a amendoeira florescer com suas flores brancas, quando um simples gafanhoto ficar pesado e as alcaparras não tiverem mais gosto... 
Antes que se rompa o fio de prata e se despedace a taça de ouro e se quebre o cântaro junto à fonte e se parta a roldana do poço e o pó volte à terra... 
Brumas, brumas, tudo são brumas... (Eclesiastes 12: 1-8)
Os semitas eram poetas. 
Escreviam por meio de metáforas. 
Metáfora é uma palavra que sugere uma outra. 
Tudo o que está escrito nesse poema se refere a você, a mim, a todos. 
Antes que se escureça a luz do sol... 
Sim, chegará o momento em que os seus olhos não verão como viam na mocidade. 
Os seus braços ficarão fracos e tremerão no seu corpo curvo. 
As mós - seus dentes - não mais moerão por serem poucos. 
E a cama pela manhã, tão gostosa no tempo da mocidade, ficará incômoda. 
Você se levantará tão cedo quanto os pássaros e terá medo de andar por não ver direito o caminho. 
É preciso ser prudente porque os velhos caem com facilidade por causa de suas pernas bambas e podem quebrar a cabeça do fêmur.
 Pode até ser que você venha a precisar de uma bengala. Por acaso os moinhos pararão de moer? 
Não, os moinhos não param de moer. 
Mas você parará de ouvir. 
Você está surdo. Seu mundo ficará cada vez mais silencioso. E conversar ficará penoso. 
Você verá que todos estão rindo. 
Alguém disse uma coisa engraçada. 
Mas você não ouviu. 
Você rirá, não por ter achado graça, mas para que os outros não percebam que você está surdo. 
Você imaginou uma velhice gostosa. 
E até comprou um sítio com piscina e árvores. 
Ah! Que coisa boa, os netos todos reunidos no "Sítio do Vovô", nos fins de semana! 
Esqueça. 
 interesses dos netos são outros. 
Eles não gostam de conviver com deficientes.
Eles não aprenderam a conviver com deficientes. 
Poderiam ter aprendido na escola mas não aprenderam porque houve pais que protestaram contra a presença dos deficientes.
A primeira tarefa da educação é ensinar as crianças a serem elas mesmas.
 Isso é extremamente difícil.
 Fernando Pessoa diz: Sou o intervalo entre o meu desejo e aquilo que os desejos dos outros fizeram de mim. Frequentemente as escolas esmagam os desejos das crianças com os desejos dos outros que lhes são impostos. O programa da escola, aquela série de saberes que as professoras tentam ensinar, representa os desejos de um outro, que não a criança. 
Talvez um burocrata que pouco entende dos desejos das crianças. 
É preciso que as escolas ensinem as crianças a tomar consciência dos seus sonhos!
A segunda tarefa da educação é ensinar a conviver.
 A vida é convivência com uma fantástica variedade de seres, seres humanos, velhos, adultos, crianças, das mais variadas raças, das mais variadas culturas, das mais variadas línguas, animais, plantas, estrelas... 
Conviver é viver bem em meio a essa diversidade. 
E parte dessa diversidade são as pessoas portadores de alguma deficiência ou diferença. 
Elas fazem parte do nosso mundo. 
Elas têm o direito de estar aqui. 
Elas têm direito à felicidade. 
Sugiro que vocês leiam um livrinho que escrevi para crianças, faz muito tempo: Como nasceu a alegria. 
É sobre uma flor num jardim de flores maravilhosas que, ao desabrochar, teve uma de suas pétalas cortada por um espinho. 
Se o seu filho ou sua filha não aprender a conviver com a diferença, com os portadores de deficiência, e a ser seus companheiros e amigos, garanto-lhes: eles serão pessoas empobrecidas e vazias de sentimentos nobres. 
Assim, de que vale passar no vestibular?
Li, numa cartilha de curso primário, a seguinte estória: Viviam juntos o pai, a mãe, um filho de 5 anos, e o avô, velhinho, vista curta, mãos trêmulas. 
Às refeições, por causa de suas mãos fracas e trêmulas, ele começou a deixar cair peças de porcelana em que a comida era servida. 
A mãe ficou muito aborrecida com isso, porque ela gostava muito do seu jogo de porcelana. 
Assim, discretamente, disse ao marido: Seu pai não está mais em condições de usar pratos de porcelana. 
Veja quantos ele já quebrou! Isso precisa parar... 
O marido, triste com a condição do seu pai mas, ao mesmo tempo, sem desejar contrariar a mulher, resolveu tomar uma providência que resolveria a situação.
 Foi a uma feira de artesanato e comprou uma gamela de madeira e talheres de bambu para substituir a porcelana. Na primeira refeição em que o avô comeu na gamela de madeira com garfo e colher da bambu o netinho estranhou. O pai explicou e o menino se calou.
 A partir desse dia ele começou a manifestar um interesse por artesanato que não tinha antes. 
Passava o dia tentando fazer um buraco no meio de uma peça de madeira com um martelo e um formão. 
O pai, entusiasmado com a revelação da vocação artística do filho, lhe perguntou: 
O que é que você está fazendo, filhinho?
 O menino, sem tirar os olhos da madeira, respondeu: Estou fazendo uma gamela para quando você ficar velho...
Pois é isso que pode acontecer: se os seus filhos não aprenderem a conviver numa boa com crianças e adolescentes portadores de deficiências eles não saberão conviver com vocês quando vocês ficarem deficientes. 
Para poupar trabalho ao seu filho ou filha sugiro que visitem uma feira de artesanato. 
Lá encontrarão maravilhosas peças de madeira...





BONS FILMES PARA A CRIANÇA QUE MORA EM NÓS

Posted by Profº Monteiro on dezembro 08, 2011

retirado de alma de educador



A Fuga das Galinhas (Chicken Run, 2000)
 Fievel – Um Conto Americano (An American Tail, 1986)
A Bela Adormecida (The Sleeping Beauty, 1959)
A Dama e o Vagabundo (Lady and the Tramp, 1955)
Billy Elliot (Billy Elliot, 2000)
Uma Cilada para Roger Rabbit (Who Framed Roger Rabbit, 1988)
Kung-Fu Panda ( Kung-Fu Panda, 2008)
Parque dos Dinossauros (Jurassic Park, 1993)
Bill e Ted – Dois Loucos no Tempo (Bill and Ted’s Excellent Adventure, 1989)
A Princesinha (A Little Princess, 1995)
Crônicas de Narnia – O Leao, a Feiticeira e o Guarda-Roupa (Chronicles of Narnia: The Lion, The Witch and the Wardrobe, 2005)
Wall-E (Wall-E, 2008)
Dumbo (Dumbo, 1940)
Vida de Inseto (A Bug’s Life, 1998)
The Railway Children
A Pequena Sereia (The Little Mermaid, 1988)
Beleza Negra (Black Beauty, 1994)
Os Fantasmas se Divertem (Betleejuice, 1988)
Beethoven – O Magnífico (Beethoven, 1992)
Babe – O Porquinho Atrapalhado (Babe, 1995)
Uma Babá Quase Perfeita (Mrs. Doubtfire, 1994)
Wallace e Gromit – As Calças Erradas (Wallace and Gromit: The Wrong Trousers, 1993)
A Noviça Rebelde (The Sound of Music, 1965)
Madagascar ( Madagascar, 2005)
Monstros S.A. (Monster, inc., 2001)
Cinderella (Cinderella, 1950)
Annie (Annie, 1982)
Branca de neve e os Sete anões (Snow white and the seven dwarves, 1939)
A Era do Gelo (Ice Age, 2002)
Esqueceram de Mim (Home Alone, 1990)
Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland, 1951)
O Menino Lobo (The Jungle Book, 1967)
Os Goonies (The Goonies, 1985)
A Bela e a Fera (The Beauty and the Beast, 1991)
101 Dalmatas (101 Dalmatians)
Labirinto (Labyrinth, 1984)
Procurando Nemo (Finding Nemo, 2003)
Shrek (Shrek, 2001)
De Volta para o Futuro (Back to the Future, 1985)
Bambi (Bambi, 1942)
O Mágico de Oz (The Wizard of Oz, 1939)
O Rei Leão (The Lion King, 1994)
Mary Poppins (Mary Poppins, 1964)
Toy Story (Toy Story, 1995)
 ET– O Extraterrestre (E.T. – The Extraterrestrial, 1982)

AS FASES DO DESENVOLVIMENTO - PRÉ-OPERATÓRIO

Posted by Profº Monteiro on dezembro 08, 2011


Segundo Piaget o desenvolvimento da criança passa por quatro estados, que ele próprio chama de fases de transição essas quatro fases são o Sensório-motor (0 – 2 anos), o Pré-operatória (2 – 7 anos), o Operações concretas (7 – 12 anos) e o estádio das operações concretas.

A adaptação, quando definida por Piaget, como o próprio desenvolvimento da inteligência, ocorre através da assimilação e acomodação. 
Os esquemas de assimilação vão se modificando, configurando os estádos de desenvolvimento.
Considera ainda que o processo de desenvolvimento é influenciado por fatores como: maturação (crescimento biológico dos órgãos), exercitação (funcionamento dos esquemas e órgãos que implica na formação de hábitos), aprendizagem social (aquisição  de valores, linguagem, costumes e padrões culturais e sociais) e equilibrarão (processo de auto regulação interna do organismo, que se constitui na busca sucessiva de reequilíbrio após cada desequilíbrio sofrido).

 PRÉ-OPERATÓRIO
É nesta fase que surge na criança, a capacidade de substituir um objeto ou acontecimento por uma representação, esta substituição é possível, conforme Piaget, graças à função simbólica. 
Neste estagio a criança já não depende unicamente de suas sensações, de seus movimentos, mas já distingue um significador (imagem, palavra ou símbolo) daquilo que ele significa (o objeto ausente), o significado, é importante ressaltar o caráter lúdico do pensamento simbólico.

.Assim este estágio é também muito conhecido como o estágio da Inteligência Simbólica.
Contudo, lembra que a atividade Sensório-motor não está esquecida ou abandonada, mas refinada e mais sofisticada, pois verifica-se que ocorre uma crescente melhoria na sua aprendizagem, permitindo que a mesma explore melhor o ambiente, fazendo uso de mais e mais sofisticados movimentos e percepções intuitivas.




A criança deste estágio: é egocêntrica, centrada em si mesma, e não consegue se colocar, abstratamente, no lugar do outro, não aceita a idéia do acaso e tudo deve ter uma explicação, já pode agir por simulação, "como se", possui percepção global sem discriminar detalhes e deixa-se levar pela aparência sem relacionar fatos. 
Podemos dizer que a criança e egocentrista da sua maneira, ou seja, implica a ausência da necessidade, por parte da criança, de explicar aquilo que diz, por ter certeza de estar sendo compreendida. 

Da mesma forma, o egocentrismo é responsável por um pensamento pré-lógico, pré-causal, mágico, animista e artificialista. 
O raciocínio infantil não é nem dedutivo nem indutivo, mas transdutivo, indo do particular ao particular; o juízo não é lógico por ser centrado no sujeito, em suas experiências passadas e nas relações subjetivas que ele estabelece em função das mesmas. 
Os desejos, as motivações e todas as características conscientes, morais e afetivas são atribuídas às coisas (animismo).
 A criança pensa, por exemplo, que o cão ladra porque está com saudades da mãe. 
Por outro lado, para as crianças até os sete ou cinco anos de idade, os processos psicológicos internos têm realidade física: ela acha que os pensamentos estão na boca ou os sonhos estão no quarto. 
Dessa confusão entre o real e o irreal surge a explicação artificialista, segundo a qual, se as coisas existem é porque alguém as criou.
Do ponto de vista do juízo moral observa-se que, a princípio, a moral é totalmente heterônoma, passando a autônoma na medida em que a criança começa a sair do seu egocentrismo e compreender a necessidade da justiça equânime e da responsabilidade individual e coletiva, independentes da autoridade ou da sanção imposta.